Virei puta
Aos dezoito anos, eu estava meio desolada pois acabara de descobrir que meu namorado tinha um lance com outro homem, época em que eu contava moedas para tudo que fazia, além de pagar a escola em que eu cursava o supletivo, minha patroa descontava de meu salário de domestica o quarto em que eu dormia e a minha alimentação. Aos finais de semana, eu tentava ficar na rua o maior tempo possível, pois a bruxa da patroa não podia me ver que já arrumava alguma coisa para eu fazer, isso sem contar, que o marido dela dava em cima de mim como um louco, bem como os amigos dele. Em um sábado, acabei de arrumar a cozinha e sem avisar aos patrões, coloquei meu vestidinho de verão degotado e fui encontrar uma amiga, passamos a tarde uma consolando a outra, sentadas em um banco da praça perto do serviço dela. O papo foi tão bom que quando nos demos conta, já estava escuro, nos despedimos e fui para o ponto de ônibus que nos fins de semana demora mais, só não sabia que naquela avenida muitas prostitutas fazem ponto. Não demorou para um carro parar e uma mulher que estava a meu lado no ponto se debruçar na janela e disse o seu preço, o equivalente a uma semana de meu salário bruto, o cara aceitou e ela embarcou. Eu já estava cansada aguardando o coletivo e o carro que tinha levado a mulher, a deixou de volta no ponto, fiquei curiosa e até deixei o ônibus que servia para mim passar e a mulher embarcou em outro carro, calculei que ela não tinha ficado nem dez minutos no ponto, olhei no relógio e vi que entre sair dali e ir para algum lugar e voltar, a mulher não tinha gasto nem meia hora. A cena se repetiu pela terceira vez, ela cobrando o quanto eu ganhava em uma semana sem descontos, por umazinha de meia hora. Foi aí que me deu a louca, vi um cara bonitinho parar e me debrucei na janela do carro, quando ele perguntou o preço, arrisquei o equivalente a dez dias de trabalho como domestica, ele abriu a porta do carro e eu entrei, quando ele perguntou onde eu preferia ir, pensei rapidamente e respondi que ele podia escolher. O cara tocou para um motelzinho das proximidades e mal nos entramos no quarto, ele já foi tirando a roupa, tirei o vestido, tentando manter a calma e a vergonha, o cara mediu meu corpo, só então tirou a cueca e vi seu pau duro, mais ou menos do tamanho do pau de meu ex e tirei o sutiã, o cara arregalou os olhos e com um carinho que eu não esperava alisou meus dois seios, tirei a calcinha, ele colocou a camisinha e deitou sobre mim, me penetrou, quando eu começava a ficar excitada, o cara gozou, não tinha levado dez minutos. Corri para o chuveiro e me lavei sentindo meu grelo bem sensível. Voltei ao ponto de ônibus, gastando mais ou menos o mesmo tempo que aquela mulher tinha levado, só que já com algum dinheiro na bolsa. Enquanto avaliava a loucura que tinha feito, um coroa bonitão dirigindo um carrão encostou e fez sinal para mim e antes de perguntar o preço, perguntou se eu era nova ali, o meu nome e só então ajustamos o programa pelo mesmo valor anterior. Aquele coroa me levou a um motel melhor que o primeiro e ao entrarmos na suíte, ele me abraçou, inclinou o corpo, alisou meu pescoço com a língua, ouriçando-me toda, por instante até esqueci que eu estava ali me prostituindo abri a camisa dele e acariciei seu peito peludo sentindo uma sensação gostosa que me era desconhecida, vez que o viadinho do meu ex, único homem que tinha me levado para cama até aquele dia, não tinha cabelo no peito. O freguês mostrando que sabia como tratar uma mulher, me ajudou a tirar o vestido e o sutiã, outro que ficou hipnotizado por meus peitinhos que estavam com os picos bem durinhos e pontudinhos, coisa que acontece sempre que estou excitada, rapidamente ele tirou a calça e nos deitamos, o cara sabia alisar um corpo feminino, tanto que eu acabei subindo em cima dele e o beijei, sentindo sua piroca dura ainda dentro da cueca, tirei minha calcinha ao mesmo tempo que ele tirou a cueca e colocou a camisinha e aproveitando a posição, dei vazão a minha excitação engolindo aquela pica com minha buceta, passei a quicar gostoso, só não sabia que putas evitam gozar e gozei forte, não só pelo homem que eu estava comendo, mas por fazer mais de seis meses que eu não sabia o que era uma piroca, arrastando o cliente para uma gozada com direito a aquele som gostoso de macho. Estava me lavando quando o senhor entrou no banheiro e me ofereceu o dobro para voltarmos para a cama, aceitei e tomamos banho juntos. Assim que voltamos para a cama, o fodedor caiu de boca na minha racha levando-me a gemer como uma puta experiente que eu ainda não era, penetrando-me em seguida, me fez gozar pela segunda vez, gozando junto comigo. Na volta para o ponto de ônibus, ainda no carro o senhor me perguntou se eu estaria na semana seguinte ali, garantindo que a muito tempo não comia uma mulher tão gostosa. Nossa, aquela conversa me fez ver outro horizonte e no dia seguinte, um domingo, cheguei a aquele mesmo ponto às dezoito horas, fazendo cinco programas. Na segunda feira, logo que acordei, pedi as contas para minha patroa e desde então, ganho a vida dando a buceta, só que já a muito tempo, aprendi a me controlar e só gozo quando relaxo com meus clientes fixos
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Comentários (1)
Nathalia (NATY): Muito bom , essa é a história de muitas que começam pela necessidade de ganhar dinheiro e acabam tomando gosto .Amei.
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