Como manter distância de bucetas?
Com pouco mais de quatorze anos comecei a praticar vôlei e aos dezesseis já era da equipe de minha cidade. No primeiro jogo fora, quando tomava banho, Lucy uma colega de time, me abraçou e trocamos meu primeiro beijo lésbico, percebendo que eu estava aceitando os carinhos, Lucy levou a mão ao meio de minhas pernas e foi certeira, manipulou magnificamente meu grelo que até então só eu tinha tocado e me levou a meu primeiro orgasmo, ali diante de várias outras jogadoras, foi meu aceite na "turma". Na segunda feira, após o treino, Lucy me convidou para ir a sua casa . Fui já excitada com a certeza que teria novamente o mesmo prazer que tinha tido naquele vestiário da Cidade vizinha. Chegando a casa da minha namorada, percebi que estávamos sós, pois a mãe dela trabalhava seis noites por semana como enfermeira e fomos direto para o quarto de Lucy e ali depois de vários beijos e as mãos em todas as partes do corpo, nos vimos nuas, os seios de Lucy era seu ponto forte, bem maiores que a média dos seios das jogadoras de nosso time, aprendi a mama-la rapidamente e já excitadas, minha primeira mulher me deitou com a barriga para cima, escorreu sobre meu corpo e passou a língua na minha racha, uma corrente elétrica percorreu todo meu corpo e não consegui conter meu gritinho tesudo, em seguida a já experiente devorou minha buceta levando-me a um orgasmo muito mais intenso que o primeiro. Percebendo como Lucy tinha me comido e usando meu dom chupei minha primeira buceta maravilhada por conseguir dar tanto prazer quanto o que tinha sentido. Nosso namoro durou oito meses, período em que aprendi bastante, mas minha namorada mudou de cidade e em pouco tempo, me envolvi com Silvia, uma lésbica de quase trinta anos e com ela perdi minha virgindade quando fui apresentada às cintas com pênis de silicone acoplado, aos vibradores e todos os outros brinquedinhos. Para fazer faculdade, tive que mudar de cidade, visitando meus pais somente um fim de semana por mês, ocasiões que eu me encontrava com Silvia, mas sabendo que ela saia com outras mulheres, principalmente com as mais novinhas, acabei me afastando, tendo um casinho ali outro aqui, até que conheci Arthur e me casei, certa de que tinha deixado as bucetas no passado, as vezes até tinha vontade de contar para ele minhas experiencias de tão legal que ele era, mas sabia que isso poderia ter consequências e nunca falei nada. Quando nossa filha Suzi já estava na escola, conheci a mãe de uma das amiguinhas de dela a Martha, um tesão de mulher e tudo veio de volta, dos olhares de cobiça uma pela outra, acabamos na cama. Algumas tardes na casa dela outras na minha, sempre com muita discrição, nosso relacionamento durou quase dois anos, até que ela descobriu que estava novamente gravida, acabamos nos afastando. A partir de então, muitas vezes quando estava fazendo amor com Arthur, eu lembrava de uma das bucetas que comi e gozava como uma louca. Evitando as mulheres adultas, inconscientemente passei a reparar na minha filha, nos seus peitinhos que cresciam a olhos vistos, em sua boquinha sexy, em seu jeitinho de mocinha e quando trocava carinho com ela tentava evitar, mas meu grelo não perdoava, endurecia sempre que a tocava e eu corria para me masturbar com meus brinquedinhos. Um sábado pela manhã quando fui acordar minha filha para tomarmos o café da manhã juntas, já que o pai dela tinha saído cedo para o futebol, Suzi me puxou fazendo-me deitar a seu lado, o contato de nossos seios, a respiração de Suzi próximo de meu pescoço estavam me deixando louca e a gota d'água foi ela ter posto a perna dela entre as minhas, enlouqueci, minha buceta estava ensopada e para não agarra-la, levantei rapidinho, corri para minha suíte, peguei os instrumento na caixa no fundo do armário, me joguei na cama, enfiei meu maior vibrador na buceta e gozei como uma puta. Meio mole, me arrastei até o banheiro da minha suíte e enquanto lavava o vibrador impregnado com a baba de minha buceta, tomei um susto, minha inocente filha estava na porta do banheiro acompanhando minhas ações, fiquei paralisada e a iniciativa partiu de Suzi que com seu arzinho sacana se aproximou de mim roubando-me um beijo cochichou no meu ouvido: "Tá tesuda mamãe?". Não acreditei no que estava ouvindo, aquela pirralha, então com quinze anos incompletos estava ciente do meu estado. Olhando no fundo dos olhos de minha filha fui novamente beijada e dessa vez a danada enfiou a língua em minha boca para que eu a chupasse, o que fiz com muita tesão, derrubando a frágil barreira que eu tinha tentando manter. Saquei aqueles maravilhosos seios juvenis da combinação de alcinha e inverti os papeis devorei os seios de minha filha, enquanto ela gemia como adulta em meus braços alisando minhas nádegas com suas mãos magnéticas. Quase que por mágica acabamos em minha cama, onde Suzi já chegou completamente pelada forçando minha cabeça para o meio de suas pernas e vi pela primeira vez o grelinho de minha filha armadinho pedindo uma lambida, o que fiz já babando. Quase entro em extasse ao ouvir entre seus gemidos a frase: "Nossa quanto tempo eu espero por isso, me chupa mamãe, me chupa, isssso, delícia, me come toda..." Tive uma verdadeira convulsão orgástica com os quatro dedos enfiados em minha buceta enquanto chupava a buceta da novinha que gozou na minha boca durante meu orgasmo, foi o prazer mais profundo que tive em toda minha vida, por pouco não desfaleci. Suzi alisou meu corpo como uma lésbica experiente e cochichou no meu ouvido: "Quero sentir o gosto de uma buceta adulta". Não tive forças para reagir, a inocente enfiou a cabeça entre minhas pernas lambendo o liquido vaginal que escorria por minhas coxas e passou a devorar minha buceta, demonstrando que já sabia tudo sobre a arte levando-me novamente ao paraíso. Fomos para o chuveiro e eu confessei-me admirada com o que ela acabara de me demonstrar, como toda mulher sábia, ela não revelou nada e só comentou: "Podemos manter nosso segredo, ou caçarmos juntas".
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