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Na volta da praia tudo pode acontecer

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Na volta da praia com a amiga da namorada de meu amigo tudo pode acontecer

Já fazia 5 dias de praia, com o Rodrigo e Lu, sua namorada, embaixo de um guarda sol, só nó dois, conversando sobre a volta e a volta ao trabalho, a Lu tinha entrado no mar, pegamos mais uma latinha cada um e com a Lu, vem um garota, Rodrigo veja quem eu encontrei, eu não conhecia, ele se levantou e deu 3 beijinhos e disse, está perdida Nat, não estou com uma tia, Nat, esse é o Doca, amigo da gente, dei 3 beijinhos e ofereci cerveja, ela aceitou e bebeu da minha latinha, a Lu falou, vamos dar uma volta, depois voltamos, falei para o Rodrigo, que garota gostosa, cara, ela é mesmo, ela sempre anda assim com essas roupas tipo indianas, esses colares, ela e a Lu são muito amigas.
Depois que a Lu voltou sozinha, fomos para o apartamento tomar banho e almoçar, sai do banho e ouvi o Rodrigo dizer, não dá para ela voltar com a gente, o carro é pequeno (Mobi) tem toda essas coisas que minha mãe pediu para levar, onde ela vai se sentar? No colo do Doca? Rodrigo, ela precisa ir o mais tardar amanhã, tem voltar ao serviço, como a gente. Mas como Lu, diga que não dá, porque não vai de ônibus?
Você sabe que não dá, minha resposta é essa.
Estávamos jantando, a Nat apareceu, pedimos para se sentar, não quis jantar e ficamos conversando, elas foram ao banheiro e a cara do Rodrigo era de poucos amigos, me olhou e disse, a Nat pediu carona par voltar com a gente, só que não tem lugar e a Lu me pede isso, propus ela ir no seu colo, assim, desistem né?
Ela vai dar um jeito vai ver, elas voltaram, e a Lu pegou na mão do Rodrigo e disse, ela topa ir no colo do Doca, ela não pesa muito..., ele olhou para a Lu e disse você já conversou com o Doca? Doc tudo bem? ajude minha amiga vai, o Rodrigo me olhou e disse, resolva você cara, estou fora dessa, sabe Doca, a carona com quem eu voltaria, resolveu ficar mais uns dias e me complicou, juro que não vou pesar, me sentarei bem nos seus joelhos, olhei para o Rodrigo, se vire, tá bom, se eu cansar mudamos está bom?
Era para sair à tarde, saímos no começo da noite, mais de 4 horas de viagem, acomodados, a Nat, com blusa larga e bem colorida e saia comprida e colorida, sem os colares, eu de chinelo e short e camiseta sem manga, aos poucos ela foi descendo para mais perto do meu colo, um silêncio total no carro, eu não sabia onde colocar as mãos, apertado no canto do carro, nessa dela sentar mais no meu colo, chegou bem onde estava meu pau, e no movimento do carro ela se mexia, tentando me segurar meu pau começou a ficar duro e ela sentiu, se ajeitou para senti-lo melhor, coloquei minhas mãos em sua cintura aos poucos passei por baixo da blusa e cheguei no seu corpo, macio, acariciava, subi minha mão até chegar em um dos seios, ela estava sem sutiã, aqueles peitinhos pequenos que cabiam na minha mão, já com os mamilos duros, acariciava, ela deitou a cabeça no descanso do banco a Lu, a Lu perguntou, tudo bem Nat? Sim, acho que cochilei, ah!, e aí Doca ela está pesada? Não, não, tudo bem, nisso o Rodrigo disse vou dar uma parada para ir ao banheiro, respondi ótimo, estou precisando, a Nat, foi um pouco para frente e voltei minha mão para sua cintura, voltamos para o carro, me acomodei e ela se sentou e levantou a saia e se sentou já em cima do meu pau, voltamos para a estrada, mãos nos seios e bolinar e dar apertos nos seus mamilos que estava duros, ela não dizia nada, depois de um tempo, desci uma das mãos pela barriga e chegar na sua buceta, quando fui chegando, percebi que estava sem calcinha, suspirei e cheguei a ela, raspadinha, ela abriu um pouco as pernas para liberar o acesso, ela fez um hã, hã, tudo bem Nat, sim, limpando minha garganta, tudo bem, comecei a massagear sua bucetinha e brincar com seu clitóris, ela dava umas reboladas, baixou a cabeça e apoiou no banco da frente, que bucetinha gostosa, não sabia o que eu fazer, fodê-la ali, nem pensar, ela perguntou se alguém queria chiclete, a Lu, aceitou, eu também, tive que tirar a mão da sua buceta para ela pegar na sua bolsa, entregou para a Lu e me deu com uma camisinha, não acreditei que ela queria que eu a fodesse ali, dei um jeito de abrir a camisinha, ela foi mais para a frente para mim liberar meu pau, me ergui um pouco e baixei meu short e com muita ginástica coloquei a camisinha, enfiei minha mão por baixo de sua saia, peguei na sua bunda, ergui um pouco e fui trazendo até chegar no meu pau, quando ela notou que estava na sal entrada, foi aos poucos, descendo e suspirou, e tossiu, voltei a pegar nos seus seios e mamilos, sua buceta apertava meu pau, dava leves apertos nos seios e mamilos e ela, apertava meu pau, logo ela começou a subir e descer com o corpo bem devagar, tossia e fazia hã, hã, na tensão deles descobrirem, e o seu sobe e desce, gozei, gozei e não podia emitir nenhum som, sua buceta, apertava mais meu pau e ela se sentou para sentir bem meu pau na sua buceta, suspirou bem baixo.
Falei para o Rodrigo, podemos para no próximo posto, estou com fome, sim, sim, assim você e a Nat descansem, como, o que foi Rodrigo, peguei no sono, vamos parar para comer Lu.
Comemos um lanche, nos acomodamos, ela voltou de calcinha, seguimos viagem, só falei no seu ouvido, você é muito gostosa, precisamos nos ver outra vez.

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