#Outros

Tal mãe, tal filha nos prazeres da cama 2

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Noel

Continuação do conto anterior.

A Flávia me entregou uma latinha e pegou uma para ela, D. Lídia, disse, filha sente com ele ali na varanda enquanto termino o almoço, nos sentamos, ela me olhou como não acreditava que era eu, ficou em silêncio, eu disse, muita coincidência não, será nosso segredo, conversamos sobre sua faculdade, eu de onde era, tomamos mais uma latinha e fomos chamados para o almoço, depois do almoço, ajudei as duas na cozinha, ela pediu licença saiu, demorou um tempo, tinha trocado de roupa, a calça comprida e a blusa mais fechada, tinha sido substituída por um vestido de alça, preso acima dos seios e solta, disse, estava com muito calor, a mãe olhou e disse, é filha tem que aproveitar enquanto está aqui, por que em São Paulo não dá para usar uma roupa assim, me olhou e depois para ela e disse, filha, mostre um pouco o sítio para ele e cortem umas frutas para ele levar, disse, não precisa se incomodar, nada disso, ela saiu, voltou calçada com uma botina e uma sacola, enquanto vocês vão, eu vou dar uma descansada.
E fomos, anda aqui, ali, pegamos umas frutas e sentamos embaixo de uma mangueira, seu vestido subiu sua perna bem torneadas, apareceram, se encostou no tronco e me olhou, estava ao lado, me aproximei ela entendeu e veio, começamos a nos beijar, depois de vários beijos quentes, ela me olhou e disse venha comigo, acompanhei até uma construção ela abriu a porta e algumas selas de cavalo, colocadas em cima de cavaletes, se encostou em uma delas e nos abraçamos e voltamos a nos beijar, nossas mãos passeavam pelos nossos corpos, soltei uma alça do vestido e um seio apareceu, comecei a suga-los, seus mamilos com auréola marrom estavam duros, dava leves mordidas, ela gemia, baixei a outra alça o outro seio apareceu, já cai de boca, mamava e brincava com o outro seio, parei e disse, melhor parar por aqui, não trouxe camisinha, não se preocupe, uma estudante de medicina, se protege com anticoncepcional, entrei com minhas mãos por baixo da saia do vestido e tirei sua calcinha, subi ela na sela, ficou de pernas abertas, levantei sua saia e sua buceta, peluda mas bem aparada, estava na minha frente, comecei a me agachar, ela perguntou o que ia fazer, disse, quero sentir seu gozo, coloquei suas nos meus ombros e comecei a chupar aquela delícia, lambia, mordia dos lados, ela gemia, brincava com seu clitóris, ela gemeia e se contorcia, começou a me incentivar a chupar mais forte, amis eu chupava aquela delícia, ui, gemeu alto se contorceu e seu gozo, veio, mais eu chupava, ela gemia e se contorcia, vai, chupa mais, vai, chupava, até que ela me pediu para comê-la, vem, vem, me coma, abri minha bermuda já descia com a cueca abracei-a pela bunda, trouxe-a para mais perto e já direcionado na sua entrada, forcei entrar, ela gemeu, outra forçada, ela gemeu, mais uma outra gemida e a última, trouxe-a para mais perto e comecei a fodê-la, de leve, fui aumentando o ritmo e ela gemendo, fechando suas pernas em mim, logo gozei, ela gemeu alto e gozou, continuei até sentir meu pau começar a amolecer, ia tirar ela pediu sua calcinha, entreguei e já subi minha roupa e ela colocou sua calcinha, ela em pé, se aproximou, nos abraçamos e disse, vamos, estávamos tomando um suco na varanda a D. Lídia apareceu e pediu desculpas dormiu muito, desculpei disse que precisava ir, pediu para que ficasse mais, comecei a me despedir, agradeci o almoço e a Flávia me acompanhou até o carro, perguntei quando ela voltava, não sei, entro em contato.
Passaram-se 15 dias sem ver a D. Lídia, num sábado à tarde, estava só de cueca samba canção, quando D. Lídia me chamou, coloquei só a cabeça para fora e disse, vai entrando que vou colocar uma roupa, não precisa não, minha demora é pouca, ela estava de vestido bem alegre, tecido leve, decotado, meio sem jeito, a recebi, estava com uma cesta com frutas, pão, queijo, doce... me entregou, pedi para ela se sentar que ia levar para a cozinha, voltei e perguntei se estava tudo bem ( preocupado se a filha tinha falado de nós), passei uns dias meio gripada, agora estou bem, olhei e disse, senti saudade, ela ne olhou e eu também, você me atiçou de um jeito que, nem quero pensar, me sentei ao seu lado e disse Sra., comecei a passar a mão sobre seus seios, merece ser feliz e usufruir da vida, ai, ai, me arrepia toda, olha, seus mamilos já duros, peguei na mão dela, me levantei e ela se levantou e fomos para meu quarto, em tirei seu vestido e ela só de calcinha, e botina, meu pau já fora da cueca, ela olhou para ele e levou sua mão e pegou, dava umas apertadas, me olhou e disse, meu marido, que Deus o tenha, nunca deixaria eu pegar no pau dele, é tão gostoso, quente, bonito, pedi para ela se sentar na cama, sentada, com o pau na mão, ficava olhando, arregaçava, apertava, falei se quiser por a boca, ponha, assim sente seu gosto, será, vai veja como é, meio insegura, colocou ele na boa, só a cabeça, deu uma chupada, engoliu um pouco mais, chupava do jeito dela, hum, hum, murmurava, começou a entrar e sair com a boca, olhava e tá saindo um líquido, voltava a chupar, e aí D. Lídia ao que achou? Gostoso, me deixou molhada. Vamos terminar, me agachei, tirei sua botina, pedi para ela se deitar, tireis sua calcinha, me posicionei não para meter, mas para brincar com meu pau na sua buceta, pincelava e cutucava seu clitóris, ela gemia, e junto que delicioso, gemia, fiquei assim por um tempo, sai e disse, hoje a Sra. que vai me foder. Como? Vindo por cima de mim. Vai te machucar. Não se preocupe, pedi para ela se sentar, me deitei e disse, venha, assim, abra as pernas se encaixe, assim, assim, agora venha bem devagar, assim, assim, gemia, gemia e vinha descendo, assim, gemia, ai, entrou tudo, ui, ui, ficou sentindo meu pau inteiro nela, sua buceta pulsava, que gostosura é isso, quero ficar assim, nunca senti um pinto inteiro em mim, apertava seu seios e dava leves apertos nos seus mamilos. Esse sempre estará disponível, agora sobe e desce o corpo, assim, assim, devagar, para que possamos juntos, vai, vai, assim, assim, assim, vou gozar, vou gozar, aumentou as subidas e descidas e gemeu, gemeu, embalado pelos movimentos gozei, gozei, ela gemia, gemia, e subia e descia, ai, vou morrer, que delícia, veio se deitando em cima, ofegante, respiração forte, foi se acalmando, meu pau tentando sair e ela apertando, até que, antes de sair, estiquei meu braço, peguei um rolo de papel e dei para ela, tirou sua parte, me deu, tirei a minha e saiu de cima de mim e disse, se não fosse você nunca teria vivido os prazeres do sexo, é bom demais, quero aprender mais.
Tentarei ser o melhor professor, a Sra. merece.

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Noel #Outros

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