Dei formação à miúda que me ia substituir e acabámos por foder
Eu tinha 28 anos, já tinha dado o aviso prévio na empresa e estava naqueles dias de merda em que aparecia só para não ficar em casa a ver Netflix o dia todo. Dava uns dias à casa, fazia o básico e passava o resto do tempo a enrolar.
Foi aí que contrataram a Inês. 23 anos, acabadinha de sair da faculdade, cabelo castanho comprido, rabo redondo e empinado que se via mesmo nas calças de ganga skinny, peitinhos firmes que marcavam nas blusas mais justas.
Quando a vi pela primeira vez pensei logo: “esta vai dar cabo de mim”. E deu.
Fui eu que fiquei encarregue de lhe dar formação. Duas semanas inteiras colados um ao outro: eu a explicar o software, as faturas, os relatórios todos, ela a fazer perguntas inteligentes, a rir das minhas parvoíces, aos pouco a roçar-me o braço “sem querer”, a debruçar-se mais do que precisava para ver o ecrã e deixar o perfume dela invadir-me.
Na segunda semana já trocávamos mensagens fora do horário. Começou com coisas de trabalho, passou para memes, depois para “hoje estavas gira, o azul fica-te bem” e “se não fosses meu formador já te tinha pedido para me levares a casa”.
Eu sabia que estava a brincar com fogo, mas foda-se… tinha tesão daquela miúda desde o primeiro olhar.
Chegou o dia em que saímos juntos do escritório depois das 19h. O pessoal todo já se tinha ido embora, eu ofereci-me para a levar a casa porque o autocarro dela ia demorar uma eternidade e estava a chover miudinho. Entrámos no meu carro, um Golf velho mas espaçoso, e mal pusemos os cintos já o ar estava carregado de tensão.
Começámos a falar de merdas banais, mas ela pôs a mão na minha coxa “para agradecer a boleia” e não tirou. Eu pus a minha por cima da dela e comecei a subir devagar. Ela abriu um bocadinho as pernas, sem dizer nada. Parei o carro num parque de estacionamento deserto atrás de um armazém abandonado, daqueles sítios que ninguém passa depois das seis da tarde (principalmente no inverno, escuro).
-Queres mesmo isto? - perguntei, com a voz já rouca.
Ela limitou-se a desabotoar a camisa devagar, as mamas saltaram do sutiã preto de renda. Mamilos castanhos, duros como pedrinhas. Inclinou-se para mim e beijou-me com fome, língua na minha boca, mordendo o lábio inferior. As mãos dela foram logo para as minhas calças, abriu o fecho e tirou-me o pau pra fora. Estava duro pa caralho, veias salientes, a cabeça brilhante.
-Estás assim desde quando? - perguntou ela com um sorrisinho safado.
-Desde que entraste na empresa, sua putinha.
Baixei-lhe as calças e a tanga até aos tornozelos. A cona estava lisinha, já toda molhada, os lábios inchados e a pingar. Passei dois dedos e ela gemeu alto, empurrando as ancas contra a minha mão.
-Estás toda molhadinha como eu gosto… queres mesmo este pau todo dentro de ti?
-Quero… fode-me já… anda…
Reclinei o banco do passageiro ao máximo, ela subiu para cima de mim, de frente. Agarrou-me o pau com a mãozinha e guiou-o até à entrada da cona. Desceu devagar, centímetro a centímetro, gemendo baixinho enquanto eu ia entrando até ao fundo. A cona dela apertava-me como um punho quente e molhado.
Ela começou a cavalgar devagar, depois mais rápido, o rabo a bater nas minhas coxas, os peitos a saltarem à minha frente. Agarrei-lhe os mamilos e torci com força, ela gritou de prazer e dor misturados.
-Chupa-me as mamas… morde… fode-me mais forte…
Meti um mamilo na boca, chupei com vontade, mordi de leve enquanto ela rebolava o rabo e me apertava o pau dentro dela. O carro balançava todo, os vidros já embaciados, o cheiro a sexo a encher o espaço.
Estava quase a rebentar quando ela parou de repente, ofegante, e disse com voz rouca:
-Não… não te venhas aí dentro. Quero na boca… quero engolir-te tudo.
Saiu de cima de mim num ápice, ajoelhou-se no espaço apertado entre os bancos e meteu-me o pau na boca sem dó. Chupava com força, a língua a rodar na cabeça, a mão a bombear a base enquanto a outra apertava-me os tomates. Olhava-me nos olhos, safada pa caralho, com baba a escorrer-lhe pelo queixo.
-Anda… dá-me… esguicha-me na boca… enche-me a goela…
Não aguentei mais. Agarrei-lhe o cabelo com as duas mãos, fodi-lhe a boca bem fundo e vim-me. Jatos quentes e grossos a saírem com força, ela engoliu tudo sem pestanejar, sugando até à última gota, gemendo baixinho enquanto sentia o sabor. Quando acabei, lambeu a cabeça devagar, limpou os cantos da boca com o dedo e sorriu.
-Delicioso… sabia que estavas desejoso por isto.
Ficámos ali uns segundos, ofegantes, o pau ainda semi-duro a pingar-lhe na língua. Ela riu-se baixinho.
-Isto foi uma loucura… mas foda-se, valeu a pena.
Saí do carro, limpei-me com uns lenços que tinha no porta-luvas. Levei-a a casa em silêncio, um silêncio estranho, como se os dois soubéssemos que aquilo tinha sido um erro bom demais.
Depois disso, nunca mais falámos. Eu saí da empresa uns dias depois, mudei-me para outra cidade por causa de um novo emprego e, pelo que soube mais tarde por um colega comum, ela tinha namorado na altura (coisa que nunca me tinha dito) e ficou bastante arrependida. Bloqueou-me no WhatsApp, apagou as mensagens antigas, fim da história.
Mas foda-se… sempre que penso naquela boca quente a engolir-me tudo, fico logo de pau duro outra vez.
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