Minha colega de trabalho teve crise de abstinência sexual e tive que ajudá-la
Minha colega de trabalho, teve abstinência sexual, tive que socorrê-la 2
Continuação do conto anterior.
Depois daquela foda que tivemos, a Nancy, me olhava de outro jeito, foram dois dias assim, num intervalo de pacientes, convidei-a para um café, fomos até o fundo da clínica, liguei a cafeteira e enquanto o café passava, cheguei peto dela e disse, ainda está com crise, me olhou e disse, a noite é pior, estou dormindo sem calcinha só de camisola, começo a me masturbar e gozo, durmo, levanto vou ao banheiro faço xixi, estou me limpando, ui, nem quero me lembrar, ali mesmo me masturbo, está assim, não sei mais o que faço. Faça, olha só como já fiquei só em ouvir você falar, que horas é seu próximo paciente, meia hora, dá tempo, tempo doque, de te ajudar, abracei-a, mesmo com barriga de seis meses, começamos a nos beijar, tínhamos deixado os jalecos nos consultórios, passava a mão sobre seus seios volumosos, desci com minha mão até sua buceta e comecei massagear, ela gemia e dizia com outra mão é melhor, me agachei, tirei sua calcinha e entrei no meio de suas pernas e comecei a chupar sua buceta volumosa, deliciosa, assim, chupa, chupa, ai, ai, começou a gozar e eu mais chupava, ai, ai, vai, chupe, chupe, assim, vem me coma apague esses fogo vai, ficou de quatro no sofá, levantei sua saia e dei uns beijos na sua bunda generosa, me direcionei com meu pau, na entrada de sua buceta e fui entrando, ela gemia, assim que eu gosto, vai assim me coma, me coma, comecei um vai e vem devagar, ai, assim, quero sentir seu pau gostoso em mim, vai, assim, comecei a apressar, mais ela gemia, continuei, ai, assim, assim me coma, me coma, ai, ai, gozou, eu continuava e senti meu gozo vindo e parei, para ela sentir minha porra sendo esguichada, gemia e rebolava, fiquei parado, sentindo meu gozo e seu rebolado, ela foi parando, meu pau saindo, corri no banheiro peguei toalhas ela se limpou e foi se lavar no banheiro, depois fui eu, tomamos café e voltamos a trabalhar.
Meu último paciente saiu e fiquei vendo minha agenda do outro dia, a Nancy parou na porta e perguntou se tinha mais paciente, disse que não, e o que vai fazer agora emendou, preciso comprar umas coisas para casa, estou desabastecido, então vamos juntos, também preciso... vamos fazer melhor, pegue umas roupas, tome banho em casa, fazemos um jantar com um bom vinho e passe a noite lá.
Fomos fizemos as compras, e fomos para seu apartamento, ela foi para o quarto, veio de roupão, se deitou no sofá, colocou sua pernas em cima de meu colo, pediu para massagear seus pés que estavam inchados, massageei, ela adormeceu, continuei, depois de uns 15 minutos ela acordou e disse, era isso que estava precisando, vou tomar banho, ajudei-a se levantar, e brincando disse, com esse barrigão deve dificultar tomar um bom banho.
Muito, tento me virar, já estava de pé e disse, vamos vou de dar um belo banho, e fomos liguei o chuveiro, deixei a água bem no ponto, ela estava nua, linda, bem na minha frente, fiquei também e entramos, comecei a dar o banho passando com uma esponja delicada pelo seu corpo, pescoço, seios volumosos, barriga, agachei, pernas, e cheguei na buceta, primeiro com a esponja, depois com a mão, pedi para se virar e cheguei no seu cuzinho lindo, marrom avermelhado, lavei bem e não resisti, comecei a beijá-lo, depois passar a língua, abria bem e com a ponta da língua, ficava tentando entrar, ela gemia e abria as pernas, mais eu cutucava com a língua, por baixo das pernas, comecei com um dedo entrar e sair de sua buceta, mais ela gemia, seu cu ficava piscando quando tentava entra com a língua, nessa toada, dedo fodendo sua buceta e língua o cu ela suspirou alto e gemeu, senti seu gozo descer pela minha mão, mais eu cutucava e ela gemia, disse me coma, falei no cu, não, pode machucar, me levantei ela se dobrou me curvei para entrar com meu pau na sua buceta e começar a fodê-la, ela gemia se contorci e dizia, apague meu fogo, apague meu fogo, ai, ai gemeu e parou continuei fodendo, e gozei, sua buceta esta esperando minha gozada, pois, logo começou a apertar, ela gemia e eu continuava, fomos nos acalmando, meu pau saiu, lavei-a, ela saiu do box, terminei meu banho e de cueca e camiseta, fui preparar o jantar, depois da janta voltei a massagear seus pés, ela deu uma bela cochilada, acordou e fomos para a cama, no meio da noite, acordei com ela segurando meu pau, disse, o melhor despertar que tive, me coma, levantei o lençol, subi sua camisola, ela estava sem calcinha, abracei-a, bem lentamente encaixei meu pau na entrada de sua buceta, deixei que ela viesse, e veio, meu pau foi entrando bem gostoso sua buceta estava latejando, e se empurrava ao meu encontro, quando sentiu que tinha entrado tudo, parou e ficou sentindo meu pau dentro dela, fui aos poucos me movimento ia e vinha, ia e vinha, ela gemia e dizia assim, assim, continue, ia e vinha, ia e vinha aumentei a velocidade até que ela gemeu alto e apertou meu pau, gemia e eu continuei e logo ela sentiu meu gozo, gemia e dizia, continue e eu atendia, nesse clima, fomos nos acalmando, ficamos abraçados com meu pau dentro dela, era para sentir ele ir amolecendo, quando senti que ia sair, saí d acama e fui pegar uma toalha para ela, ela se limpou, me limpei, foi se lavar, como estava nua, linda gostosa, depois fui e voltamos a dormir.
No outro dia, pouco falamos devido ao atendimento e na nossa pausa, tomamos café e ela perguntou se eu estava dispostos a suportá-la outra noite, olhei bem para ela e disse, sempre, sempre.
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