O gosto de terra/sabor brigadeiro - o prazer profundo de explorar a aureola anal com a língua
Ela disse-me assim, ao telefone:
Venha para casa! Estou pronta!
Larguei o que fazia em meu gabinete, tarde da noite, atendendo aquele pedido. Era uma voz macia, sinuosa, por vezes por vezes ofegantes no telefone. Era possível sentir aquela respiração arfando. Quando me disse as últimas instruções:¬
— Meu homem, meu dono, meu mestre! Souza, hoje não serei a Renata! Hoje me libertarei, completamente. Nessa noite você me chamara apenas por duas palavras: DESEJO ou PUTA. Não tenho outra identidade! Hoje sou apenas a sua PUTA. E começarei a experimentar tudo que sempre quis, me dando ao seu domínio. Ao chegar, abra a porta, não diga nada! Aproveite a visão e use bem a língua. Não recue!”
Eu fui para casa com o meu falo em riste! Completamente enrijecido! Meu pau latejava fortemente. Lustroso e completamente molhado! Ao chegar na casa de DESEJO, abri a porta lentamente. Meu corpo também tremia e dava sinais de extrema excitação. Adentrei aquela sala escura. Abri lentamente a porta do quarto. Quando vi uma luz leve que se projetava de um abajour. Atentei para cama e o que vi, fez-me estremecer... Aquela linda mulher, cabelos longos castanhos cacheados, pele cor de canela, seios grandes, cintura fina, estava sobre a cama de quatro nua. Usava apenas meias longas na cor negra e uma cinta-liga. Um pequeno cinto de metal pendia em sua cintura. Estava com a cabeça completamente abaixada e com aquela bunda maravilhosa, erguida para o alto. Uma bunda magistral, de tirar o fôlego. Uma lua cheia em minha visão. Eu via, por trás, os lábios de sua linda buceta rosada de entorno marrom. Estavam delicadamente inchados e bem abertos. E aquele cuzinho, lindo, exposto, com uma aureola vermelho clara delicada. Para completar, equilibrado em suas costas, um belo cálice cheio de tequila, com uma borda de limão pendente. A respiração de DESEJO estava ofegante. Os pelinhos aloirados do corpo, completamente ouriçados. Seu corpo subia e descia, delicadamente, como uma maré. Diante da cama, apenas uma poltrona. Despi-me completamente. Sentei no meu devido lugar e admirei como quem contempla um espetáculo. Em seguida, observei, lentamente, o liquido que escorria da buceta daquela PUTA maravilhosa, escorreNDO pela perna, de encontro As suas cochas.
Ouvi DESEJO dizer:
— Bebe a tua bebida e depois me beba! Saboreie-me!
Não me fiz de rogado. Entornei aquela tequila quente, que aqueceu ainda mais o meu corpo. Em seguida, juntei a cadeira bem próxima a cama e mergulhei minha língua na buceta de DESEJO, profundamente! De cima para baixo, de baixo para cima. Aquela PUTA maravilhosa gemia alto. Sentindo a minha entrada em seu corpo. Minha língua passeando, por seu clitóris e lábios vaginais. Ela recuava de quatro o corpo, fazendo-me quase mergulhar a língua, buceta a dentro. Subia e descia o corpo arqueando, como que pedindo uma penetração! A sua buceta escorria, lindamente! Era um suco gostoso, cálido, adocicado. Ela arfava, gemia rebolava. Afastava-se, somente para tardar o gozo, depois, empurrava o corpo para traz. Foram minutos nessa cadência, numa luta de resistência dela, contra o próprio corpo, para retardar aquele momento sublime. Até que em determinado momento, projetou as mãos sobre cada lado de sua bunda e arregaçou completamente, puxado cada nádega, para um lado. Aquela era a visão do paraíso. Um cuzinho de aureola linda, sutil, praticamente intocado, abriu-se em minha visão. Ela o arreganhava em sua totalidade, deixando aquela intimidade brilhar em minha direção. Eu me aproximei em silencio. Soprei! Beijei lentamente! E senti com a ponta da língua aquele rabo delicioso. Passei a chupa-lo, beija-lo! Acaricia-lo, lentamente! Chupa-lo fortemente! Lambia aquele cuzinho com uma intensidade. Por vezes, ela pedia que eu penetrasse a língua no seu rabo! E eu fazia, mergulhando parte para dentro. Sentia o gosto maravilhoso de terra molhada. De chão pouco explorado. Sentia o prazer estarrecedor do proibido, daquela jovem mulher completamente entregue ao seu momento, ao seu gosto. DESEJO, nesse momento, gemia alto, gritava, amava. Dizia:
— Eu sou uma PUTA, Uma PUTA livre! Pedia pra eu repetir o que ela era. Eu dizia: - UMA PUTA! PUTA! PUTA!
Ela pedia cada vez mais forte, a língua cada vez mais fundo adentrando o cú. Então... ela gozou! Gozou, fazendo o cuzinho latejar, abrir e fechar, piscar em minha língua! Gozou profundamente! Viveu a experiencia que queria, naquele inicio de noite! Era um dos primeiros voos de liberdade, de uma mulher que ansiava por sentir o prazer anal, que começou pelo beijo grego. Depois do gozo, deitou-se sobre a cama, quase desmaiada. Esse foi o início da daquela noite. Eu a aguardei por alguns segundos! Ao retornar, foi até a cozinha. Depois retornou. Tinha em mãos um delicado brigadeiro. Colocou-se, novamente, de quatro! Colocou o brigadeiro no cuzinho! Fechou um pouco as pernas para prendê-lo. Em seguida se pronunciou:
— Eu te oferto o doce preferido de minha vida, na parte que eu mais desejava! Obrigado! Projetei minha língua e colhi aquele brigadeiro, comendo e me deliciando mais uma vez do gosto do cuzinho de minha PUTA.
— Ela reafirmou:
Eu te dei gosto de terra molhada, e agora te dou o doce! Meu dono, esse será nosso código. Sempre que você quiser ou pedir brigadeiro, saberei que você quer se deliciar na minha bunda, no meu cuzinho! E isso é apenas o começo!
Continua...
para quem quiser conversar sobre prazer: [email protected]
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)