Socorri a D. Zinha e fui muito bem recompensado
Faz mais de 6 anos que caminho em uma avenida bem arborizada da minha cidade,
Ela corta um conjunto residencial, comecei caminhar acompanhando minha avó, depois que ela morreu, continuei, e nesses anos cumprimento quase todos os moradores da avenida e os que nela caminham, tenho 26 anos, me sinto um cara normal, sem grandes atributos, faço academia para manter a forma apenas.
De todas as pessoas que caminham, que cumprimento, tem um Sra. Baixinha, um pouco acima do peso, sempre usa uma bermuda de academia, um top ou uma blusinha curta por baixo de uma camiseta bem cavada, alternando as cores, rosa, verde, branca..., o que chama a atenção nela é seu sorriso largo, e seus olhos verdes acastanhado, negra de pele clara, cabelo bem preso em forma de rabo de cavalo, bundinha bem redonda arrebitada.
Toada manhã, como sempre estava na última volta da avenida, quando ouço um ai, procuro ver de onde vem, e vejo-a, sentada na guia da calçada pegando no tornozelo esquerdo, vou até lá e pergunto o que aconteceu, me olhou com ar de dor e disse, torci meu pé.
- A Sra. consegue andar? E precisa de ajuda?
- Andar? Preciso ver.
Tentou apoiar o pé no chão, gritou de dor.
- Onde a Sra. Mora? Posso ajudar e leva-la para casa.
- No fim daquela rua e apontou qual.
- Ajudar a se levantar e não apoie o pé no chão, vamos, assim, assim, pronto, iremos devagar.
- Terei que abraça-la, assim, para ajudar, tudo bem.
- Sim.
Tentamos dar dois passos, do jeito que eu estava pegando na costela dela, não dava firmeza, subi um pouco a mão, envolvendo-a mais e ficou em baixo do seu seio, como ela estava com uma blusinha azul bem curtinha, sentia bem seu seio por cima de minha mão e cada passo pulando, de que dava seu volume apertava minha mão, como ela estava suada, minha mão descia, tinha que subi-la, e devagar sempre assim fomos andando, numa de minha mão escorregar subi mais rápido e segurei seu seio, tirei e pedi desculpa, ela disse tudo bem, se ficar mais firme, continue, dizendo isso meu pau começou a endurecer, estava de cueca samba canção e short de academia, descia minha mão e subia e pegava seu seio, chegamos na casa dela e como disfarçar o pau duro, abri a porta, pedi licença, entramos e coloquei-a no sofá da sala, com cuidado, abri uma perna e coloquei no sofá, sua buceta carnuda, volumosa apareceu, coloquei a outra perna, acomodada tirei seu tênis, tornozelo um pouco inchado e perguntei se tinha gelo e uma tolha de rosto, me falou, providenciei, coloquei duas almofadas embaixo de seu pé e o gelo enrolado na toalha no inchaço, pedi para ela segurar até eu voltar com um gel próprio para isso, foi aí que perguntei como ela chamava, Zinha e você? Perguntou, Arthur, me olhou bem agradeci e pediu desculpa por estar dando trabalho, disse que não era nada, perguntei se queria alguma coisa antes de eu ir, pediu água, servi e fui atrás do gel, liguei para meu funcionário abrir meu comércio, peguei em casa o gel e voltei agora de moto para a casa dela, estava do mesmo jeito que tinha deixado, quando ia passar o gel, me toquei que se ela tomasse banho o gel sairia, eu disse que ela tinha que tomar banho antes para depois passar o gel, me olhou, como dissesse, como?
D. Zinha, posso ajudar até o banheiro, lá como será?
Rapaz, você já deve ter visto mulher pelada, mais uma e ainda baixinha, meio gordinha e com 50 anos, riu com aquela simpatia, então vamos ela se sentou no vaso ajudei-a a tirar a roupa, ela tentou ir para o box e não conseguiu, me olhou pedindo ajuda, falei seu eu ajudar terei que tirar minha roupa também, já envergonhado pois a despi-la veio a ereção, vamos rapaz, não tenha vergonha conheço muito bem o corpo de um homem, fui casada, sou viúva, tirei tinha camiseta e depois junto cueca e short, meu pau de 18 cm duro apareceu, ela olhou para ele e disse, que documento que você tem, com jeito e meu pau sempre roçando seu corpo, entramos no box, ela tentou se lavar sozinha e eu segurando, se desequilibrou, segurei, meu pau encostou em seu corpo, disse para ela se apoie na que vou dar o banho na Sra. comecei a ensaboar as mãos e passar pelo seu corpo, quando cheguei nos seus seios, ela se arrepiou e seus mamilos ficaram duros, resmungou, pedi desculpa, tudo bem continue, desci pela barriga, fui para suas costas, não tinha jeito, tinha que lava sua bunda e buceta, comecei pela bunda, passei a mão pelo seu cuzinho ela resmungou, lavei bem, ela abriu as pernas para lavar melhor, lavei, fui para a buceta, meio peluda, carnuda, volumosa, ensaboei bem minha mão e passando a mão para cima e para baixo para senti-la bem, ela gemeu, continuei passando ela gemia, já sem sabonete, brinquei com seu clitóris, volumoso, duro, dava leves apertos, e ela gemendo, desci minha mão e encontrei sua entrada e com um dedo, entrei, fiquei entrando e saído com o dedo, ela gemia, coloquei dois dedos e continuei o que fazia, ela gemia e dizia ai meu Deus que gostoso, tirei os dois dedos, desliguei a água e perguntei se ela conseguia se curvar e ficar com as mãos no vaso sanitário que ficava bem perto do box. Ajudei-a, a se posicionar, aquela bunda redonda ficou a minha disposição, tive que me abaixar um pouco, e dei umas pinceladas no seu cu e depois segurando meu pau, encontrei sua abertura, quando fui entrar, ela disse, vai devagar, não tenho homem, faz mais de dez anos, desde que meu marido morreu, tive que forçar um pouco para a cabeça entrar, quando entrou ela gemeu, parei, sua buceta pulsava meu pau, mais uma forçada e outra gemida, era bem apertada, apertava meu pau, parei e fiquei sentindo aquela pulsação, cada apertada ela gemia, fui forçando bem devagar até que ele estava todo dentro dela, ela suspirou, me curvei a abracei-a para massagear seus seios e apertar seus mamilos, ela gemia e se contorcia, comecei a fodê-la bem de leve, seguei na sua cintura e continuei fodendo, ela gemia e suspirava, vai rapaz, mais rápido, quero sentir bem esse pau gostoso, vai, vai, assim, gemendo e falando fui aumentando a velocidade ela mais gemia, quando veio meu gozo, ela sentindo minha porra, gemeu alto e rebolava, gemia, vai mais, que homem gostoso, vai seu gostoso, que pau delicioso, vai, vai e rebolava gemendo e aos poucos suspirou, meu pau foi saindo, ajudei-a a ficar em pé, liguei o chuveiro, terminei seu banho, se sentou no vaso e tomei o meu, ajudei a se trocar, se deitou no sofá, passei o gel, gelo ajudou bem, com o pé alto, disse que mais tarde voltaria para ver como ela estava.
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Comentários (3)
Papa gilf: Parte 2
Responder↴ • uid:1d9kqou6hyb0Torres: Muito bom, esperando o próximo conto, mostra o 🆒 Zinho dela aqui no próximo tá bom
Responder↴ • uid:7xbysxwoiaPaulo: Continuem mulheres assim eu também adoro
Responder↴ • uid:xgnqdmjq