Surreal. Não esperava arregar para seu Hélio
Minha confiança e autoestima me fizeram passar vergonha na frente de seu Hélio, meu vizinho negro de 59 anos.
Não esperem que este relato, seja mais uma estorinha cheia de devaneios ou seja romatizada por eu terminar apaixonado pla rola negra de seu Hélio.
Não tem nada disso aqui, apenas o registro fiel que se passou comigo aos 22 anos de idade.
Mas porque contar isso aqui.
Não sei, achei que precisava desabafar com alguém o acontecido, nem sei ao certo.
Eu vim morar numa casa mais perto do trabalho e da faculdade.
Meus pais me ajudaram neste inicio para não ficar com uma rotina muito pesada, o que estava me atrapalhando no rendimento na faculdade.
Aceitei e vim morar num apartamento e conheci meu vizinho, seu Hélio.
Não demorou muito para que seu Hélio se oferecesse para me ajudar com alguns problemas no apartamento.
Ele era muito habilidoso, entendia de elétrica, hidraulica e até serviços de pedreiros.
Ele falou que tinha 59 anos mas não parecia.
Tinha um corpo muito em form pra alguém dessa idade e disse que não fazia nada pra estar assim.
Em nossas converas quando ele estava me ajudando a resolver um vazamento embaixo da pia da minha cozinha, eu perguntei se ele era casado.
Ele disse que tinha sido, mas que se separaram e desde então ele vivia sozinho.
Perguntei se ele não sentia falta da mulher.
Ele desviou o assunto e disse que preferia não falar sobre isso.
Eu entendi e fiquei ali ajudando ele.
Ee se deitou e vi por causa do short folgado que caiu expondo a sua cueca que seu Hélio devia ter um pau enorme.
Tentei disfarçar ao máximo, mas sempre damos bobeira e ele perebeu que eu manjava sua rola.
Nada falou, apenas riu.
Quando terminou, eu estava meio sem graça e ele falou na minha lata que eu podia ficar tranquilo.
Eu não entendi porque ele disse aquilo. Cheguei a achar que era do serviço que ele tinha acabado de termiar.
Mas ele completou, que já tinha percebido que eu era viado e que ele ia ser discreto que era pra eu ficar tranquilo.
Eu tentei mostrar normalidade, mas acabei gaguejando muito e acho que não passei confiança suficiente pra ele, mas disse que não era viado.
Ele nem ligou, e rindo disse que desde que eu tinha chagado ali ele já abia que eu era mas que ele não tem nenhum problema com homosexuais e até já tinha aído com alguns.
Ele era um homem experiente e tava na cara que eu era viado.
Sou branquinho, franzino, emberbe, cabelos combridos, bunda arrebitada e voz gasguita e confesso que sou muito delicado e escorrego as vezes sem querer,
Ele vendo que eu tentava negar, falou que não tinha nenhuma má intenção por estar me ajudando e que eu podia ficar tranquilo que ele não ia falar pra ninguem que eu era viadinho.
Eu não sabia o que fazer diante daquela situação.
Antes de nos despedirmos ele disse que viu como eu olhava pro seu pau e falou.
Sei que ficou curioso com o tamanho e só pra eu não ficar com isso na cabeça, ele confessou que sim, é grande mesmo, chega até ser um incomodo pois muitas mulheres e caras não ficavam com ele por causa disso.
Eu engoli a seco e tentei dizer pra ele que não era nada disso, que eu olhei sem querer e que não tinha ficado curioso não.
Ele insistiu, ficou sim, e se eu fiuei, não teria vergonha nenhuma nisso. Completou dizendo que se eu quisesse ver ele até me mostraria pra eu matar a curiosidade.
Eu calei e ficamos olhando um pro outro até eu desviar o olhar.
Pensei comigo, que coisa estranha que tá se pasando comigo. Parecia um ficção mas estava acontecendo de verdade.
Aquele homem negro de 59 anos tendo aquela convera comigo. Eu não entendia o que se pasava porque a vontade que eu tinha de confessar que era viado sim e queria muito ver o pau dele.
Mas não tinha coragem. Ele tinha sio tão legar comigo.
Eu precisava ser homensto com ele e acabei sentindo necessidade de me abrir.
Falei que era sim viado.
Mas falei com ele que jamais daria em cima dele, que ele era pra mim um grane amigo.
Ele também falou que jamais tentaria nada comigo, que simpatizou de cara comigo e que jamais me faria sofrer.
Eu entendi que ele falava de relacionamento e o sofrer estivesse relacionado a mogor.
Ma quando falei que ele jamais me magoaria por tentar algo comigo, ele explicou que falava fisicamente mesmo.
Eu mais uma vez não entendi, pois perguntei se ele era um homem violento.
Ele riu e explicou, não é isso. Estou falando machucar em relação a sexo, penetração.
Meu pau é muito bruto e certamente machucaria você e eu não iria gostar de fazer você passar or isso.
Eu ri discreto, que isso seu Hélio, eu já tive homens negro e mais velhos e estou acostumado, jamais o Sr. me machucaria a ponto de eu não suportar um penetração.
Ele falou, menino, não dá pra explicar pra você.
Seu Hélio, tudo bem, deixa pra lá. Mas deu uma risadinho.
Seu Hélio perguntou porque eu estava rindo.
Nada seu Hélio, achei legal da sua parte a preocupação, mas é engraçado essa situação de achar ue o outro não vai aguentar.
Ele me olhou e disse. Vc acha que aguenta ser penetrado por qualquer pica?
Falei. O seu Hélio não é isso que o Sr. está pensando não, não tô indo por esse lado.
Tá sim, acha que é fácil pra mim ser tão dotado. Eu sei o que eu passo.
Seu Hélio, fica tranquilo, não estou duvidando do Sr. não, eu vi que deve ter mesmo um pauzão, mas não precisa ficar preocupado com a parceiro ou parceiro, tá tudo bem.
Não tá não menino, vc mesmo ia arregar com certeza.
Ô seu Hélio, vamos esquecer isso. Quer que faça um café pra gente se acalmar?
Que café que nada, você está duvidando de mim e isso incomoda batante.
Eu tô quae e fazendo você aprender a não duvidar dos outros assim.
Eu não duvidei seu Hélio, só disse...
Seu Hélio perdeu a paciência e disse: É menino, vc só vai aprender se eu provar que você não aguenta minha pica.
Ele veio pra cima de mim e se desculpou.
Me pegou pelo braço direito. Me fez girar e me fez caminha até meu quarto.
Falei: Seu Hélio, que isso, o senhor tá alterado demais, não precisa disso.
Fica quieto menino.
Vou fazer você arregar pra te provar que eu não sou mentiroso.
Mas eu não disse isso seu Hélio.
Ele me jogou sentado no pé da minha cama e se afastou.
Comecou a arrriar short e cueca juntos.
Em instante olhei aquele pau batendo em um de suas coxas. Fiquei tão impactado que nem lembro para qual lado o pau pendia.
Mas ele estava ali, passando do meio da coxa.
E olha que seu Hélio é um homem de 1,80m.
A pica era grossa, mas muito grosso mesmo.
Era um daqueles paus que vemos em filmes interracial.
Coberto de veias e com cabeça de cogumelo, mesmo coberto pela pele, a cabeça se destava muito.
Os sacos enormes e redondos.
Ele era um brutamontes mesmo.
Ele vendo que eu apenas olhava aquilo e nada falava, perguntou:
Agora acredita?
Eu nda respondi apenas continuava olhar incrédulo e completamente anestesiado.
Ele estava com um sorrisinho maroto no rosto, quando pegou o pau e começou a punhetar devagar.
Via uma leve ereção iniciar e a pele que recobria a cabeça permimir a aparição daquela cabeça enorme que parecia uma maçã.
Jamais pensei que um pau daquele tamanho pudesse ter uma ereção poderosa, mas em poucos minutos vi ele soltar aquele monstro e o pau estar completamente ereto e se sustentando sozinho num ângulo de 45º em relação ao seu abdomem, demonstrando o poder da ereção.
Podia ver as veias estufados da parte debaixo do corpo do seu pau e a glande da cabeça completamente repuxada por causa da pele esticada.
O pau pulsando mostrava a vitalidade de seu Hélio.
Menino, não farei isso por maldade, mas você vai sofrer na minha pica hoje pra aprender a não duvidar de um homem nunca mais.
Ele veio andando e me pegou pelo braço de novo, me botou em pá e começou a tirar minha roupa.
Eu não conseguia fazer nada direito, nem ajudar e ne dificultar, pois não para de olhar a pica de seu Hélio, que quando percebi não tinha nem uma peça de roupa sobre o corpo.
Só voltei a realidade quando ele passou a mão na minha bundo e afastou a banda direito e deu um tapão que chegou a me jogar pra frente em direção ao seu corpo.
Me choquei contra ele e deixei escapar um gritinho.
Ele se afastou um pouco e levou sua mão por baixo da minha bunda e começou a alisar, mas usando o dedo médio para se esgueirar entre as minha nádegas.
Ele mandou que eu afastasse as pernas.
Eu nem sei porque mas acabei fazendo o que ele pediu.
Assim que afastei as pernas , seu dedo médio alcançou a entreda do meu cú.
Levei um choque e me arrepiou até a nuca.
As pernas fraquejaram quando a ponta do dedo deslizou na entradinha.
Tive que apoiar as mãos no ombro dele e suspirei profundamente deixando escapar um som parecido com: Hummmmmmmm! Foi um clássico gemido de tesão.
Continuei a sentir o toque de seu dedo e a perna aberta e trêmula não conseguiriam sustentar meu corpo sozinhas.
Me agarrei em seu pescoço e pedi para ele para com aquilo.
Senti a outra mão dele apertar uma das bandas da minha bunda e com isso, ele conseguia expor mais meu cú para continuar a masagear a entrada do meu cú.
Eu as veze conseguia abrir os olhos e podia ver o pau dele pulsando, logo a frente e abaixo de mim.
Aquele tesão louco que seu dedo me fazia sentir, me fez tirarm uma das mão do seu ombro, mesmo arriscando que eu desabasse dinte dele, mas procurei por seu sexo e o segurei a primeira vez.
Não estava compreendendo com minha mão não conseguia fechar em volta do corpo do pau de seu Hélio.
Não tive como não iniciar uma leve punheta naquele pau ao sentir a pulação dele.
Seu Hélio não se abalou e continuou a massagear meu cú como se nad tivesse acontecendo.
Toquei punheta no pau dele até começar a senti uma fraqueza extrama nas pernas e me corpo tremer inteiro e cedi, caindo de joelhos diante dele.
Ele não titubeou e foi levando logo o pau até minha boca.
Voltei a pegar nele e punhetar, puxando bem a pele para trás e deixar a cabeça bem exposta.
Tentei abocanhar ela, mas não coube de pronto, precisei babar bastante nela até sentir ela deslizar pra dentro da minha boca.
Senti seu pau no início da garganta mas ainda podia ver boa parte do corpo ainda do lado de fora.
Compreendi a dimensãi exta dele neste momento.
Não estava confiante que suportaria ser penetrado por ele se ele assim o desejasse.
Me apliquei a pagar um boquete para fazer ele gozar na minha boca, esperando que ele demovesse da ideia de me penetrar.
Mas eu havia ferido seu ego de homem ao demonstrar que duvidava do seu alerta sobre sua dotação.
Sabia que a única coisa que o satisfaria era me penetrar ou me fazer arregar para o poder da sua pica.
Foi isso que aconteceu.
Ele me levantou e me ajudou a deitar com a bunda alinha com o pé da cama.
Cuspiu muito na própria mão e lubrificou bastante a entrada do meu cú e o pau dele e posicionou a cabeça d pau na entrada do meu cú.
Eu estava muito asustado, mas lógico que meu cú estava pulsando de tanto tesão também.
Quando senti aquela pressão inicial do pau na entrada do meu cú, eu não sabia o que estava realmente sentindo.
Tinha muito tesão e desejo por ser penetrado, mas tinha muita insegurança pela dor que a primeira dilatação do meu esfincter começou a sofrer e a dor que começou a aumentar.
Ao senti a cabeça afastar o esfincter suficientemente para fazer a cabeça se alojar dentro do meu cú, eu tive que levar a mão até seu abdomem para não deixar nem um centímetro de pica deslizar pra dentro de mim.
Ele sentindo minha resistência, logo pegou meu punho e retirou a minha mão de seu abdomem, mostrando que não ia aceitar que eu me defendesse de suas investidas.
Daí pra lá foi um cena de dominação total da parte dele.
Ele havia me botado com a bunda alinhada com o pé da cama de propósito, pois eu não tinha como apoiar os pés para atrapalhar a penetração.
Eu buscava algums apoio para poder me projetar pra trás e não achava.
Somente quando tentei apoiar no seu corpo foi que ele pegou minhas pernas e jogou por cima dos seus ombros, acabando de vez com qualquer chance de usar o apoio das pernas para escapar.
Voltei a tentar usar as mãos, ma não tinha forças suficiente nos braços para sequer atrapalhar as penetrações que continuavam de maneira lenta e meticulosa.
Centímetro a centrímetro, bem devagar. Não sei se por piedade ou para me fazer pagar pela petulância de duvidar de um homm de verdade.
Eu sentia muita dor, mesmo devagarinho.
Levou uns 20 minutos até ter boa parte da pica de seu Hélio dentro do meu cú, mas sabia que não tinha recebido a pica inteira, pois não senti suas bolas enconstarem na minha bunda.
Pedi que soltasse minhas mãos e ele disse que se eu tentasse me defender que ia prendê-las novamente.
Concordei e não arrisquei provocar ele de novo.
Eu esperei que ele fosse continuar naquele rítmo até conseguir me penetrar inteiro mas ele meio que se deitou sobre mim e me arrastou engatado pelo cú em seu pau, me fazendo parar no mei da cama.
Ele deixou eu voltar a apoiar as pernas no colchão, mas já não adiantava, pois seu peso em cima de mim, não permitia que elas funcionassem para deslocar meu corpo nem um centímetro.
Ele começou a me foder o cú num ritmo mais rápido, mas não me penetrava inteiro.
Ele sabia controlar o quanto de pica eu ia levar.
Mas o movimento mais rápido com um pica rígida e grossa como a dele, mem precisava de penetração completa para me fazer entrar em desespero.
Logo eu chorava e pedia pra ele ir devagar que eu não estava suportando tanta pica.
Tive que cruzar as pernas atrás da sua lombar para não deixar seu quadril suspender e abaixar, para dininuir a dor.
Depois de alguns minutos, seu Hélio não se controlava mais e eu já estava e agonia total.
Chorava, gemia, gritava as vezes e tentava coisas completamente ineficazes para diminuir o sofrimento.
Quando ele me penetrava de joelhos, conseguia uar as pernas para ir deslocando meu corpo, mas ao ser imprenssado na cabeceira, já não funcionava e sem querer eu consegui usar a mão direita para alcançar suas bolas e ao tocar nelas, ele diminuiu a força das estocadas.
Comecei a alisar elas bem devagar e ele respondeu acalmando o rítmo da foda menos vigorosa.
Percebi que não havia forma de para a foda completamente, ma poderia faze seu Hélio foder num rítmo que eu pudesse suportar.
Então, não parei mais de manipular suas bolas durante as estocadas.
A outra mão eu massageava suas costas bem sua.
Quanto mais carinhoso eu era, mas seu Hélio cadenciava o ritmo das estocadas.
Nem tudo eram flores. Embora o rítmo tenha ficado mais cadenciado, a profindidade das estocadas aumnetou.
Ao ponto que já podia sentir as bolas tocarem minha bunda as vezes.
Quando ele olhou pra mim durante uma estocada, eu tentei manter meus olhos abertos e me esforcei para balbuciar alguma palavra que fizesse sentido.
Fiz uma carinha de dor, mas tentei também mostrar que sentia algum prazer e falava de um jeito bem safado. Devagar, assim devagar meu macho.
Seu Hélio gostou do que ouviu e entrou no meu jogo.
Dai pra lá, percebi que ele gostava de ver que eu sentia prazer ao ser penetrado por ele.
No fundo queria tirá-lo desesperadamente de dentro de mim, mas sabendo não ser possível antes dele gozar, eu preferir controlar as estocadas.
Eu olhava pra ele e pedia devagar meu macho, aliava suas costas com uma das mãos e a outras massageava sua saco, estimulando o seu orgasmo.
Levou meia hora aproximadamente até ele gozar.
Ele jogou o peso do seu corpo e começou a urrar como um aminal selvagem, despejando muita porra dentro do meu cú, sem nenhuma proteção.
Aquele homem ejaculava proporcionalmente ao tamanho do seu pau e bolas.
ele ficou por mais de um minuto fazendo o pau pulsar e expelir até a útima gotade porraquente dentro do meu cu.
quando o pau começou a ficar meia bomba ele deslizou devagarinho pra fora com meu cú se contraindo forte e dandoo impulso final para que ele finalmente saísse de dentro do meu cú.
Senti eu cú completamente abertoe sensação de vazio que um pau desse porte provoca ao sair de dentro da gente.
Realmente arreguei, mas não me foi permitido admitir jáque mesmo não sendo capaz de aguentar o pau de seu Hélio, ele me fodeu atégozar entro do eu cú.
Tivemos novas relações ainda não totalmente consentidas, mas consegui na ultima vez ter ele dentro de mim por vontade própria. espero contar todas essas fodasque levei de seu Hélio para vc se assim desejaram.
Comentem pra mim.
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Comentários (1)
Lotar: Adorei
Responder↴ • uid:1dawl6b5yuee