Paixão de adolescentes, a perda da virgindade.
Estava no escritório da loja de auto peças que herdei de meu pai, quando a Amanda, minha secretária pelo interfone, informou que o Sr. Odair queria falar comigo, logo achei que fosse um representante comercial, pedi para que viesse, fui abrir a porta, ele entrou, de pronto não o reconheci, ele me olhou da cabeça aos pés e disse, não mudou nada Bruno, não me reconhece? Olhei bem para ele e me veio a lembrança, e disse me dê um abraço, nos abraçamos, pedi para ele se sentar, chamei a Amanda e pedi um café para nós, fiquei olhando para ele e disse, você também não mudou nada, apenas uns cabelos brancos, tomamos o café e ele preguntou como eu estava, disse, sou divorciado, incompatibilidade de gênios, sem filhos, herdei a loja e estou bem, e você? Sou médico, neurocirurgião, viúvo...
Voltamos para os primeiros anos deste século...
Primeiro dia de aula, depois do recesso de julho, entrei na sala de aula conversando com uma das colegas que tinha ficado em uma festa de aniversário, fui para meu antigo lugar, última carteira da fila do meio, foi quando vi o novo aluno sentado na carteira ao lado, nos olhamos, algo mexeu comigo, o cara era bonito, loiro, cabelos encaracolados, olhos verdes acastanhado, pela um pouco bronzeada, mais gordo que eu, perguntou se tinha alguém sentado naquela carteira, disse que não, me apresentei, Bruno e ele Olívio, o professor de Biologia chegou, a classe começou a fazer silêncio, nos deu boas vindas e percebeu o José Maria, chamou-o, ele foi para frente, aquele jeans justo no seu corpo, deixava sua bunda bem redonda saliente, ao olhar aquilo, meu pau começou a ficar duro, nunca tinha sentido isso por um cara, com garotas já, voltou e se sentou, vamos dar boas vindas ao nosso novo colega Olívio, nos manifestamos, fez a chamada e começou a falar da nossa excursão de pesquisa na reserva florestal e como seria...
A semana passou, o Odair e eu conversamos um pouco, sabia que ele morava em um sítio, meu pensamento sobre ele, em abraça-lo, beijá-lo, mamar seus peitos e foder ser cu, não me deixavam em paz, haja punheta, fiquei na dúvida se era gay, na segunda feira, estava saindo da escola, quando ele me chamou, me perguntou se cabia mais um na minha barraca de camping, pois, ele queria ir também na excursão, como a pousada já tinha sido reservada e as outras barracas já não tinha vaga, me deu um frio na barriga, dormir ao lado dele, seria um inferno, disse que tudo bem, só que ela era pequena, caberia só que apertado, ele disse, que não se importava, precisava se enturmar, nos despedimos e até a nossa ida, pensava em tudo, e nossa amizade só aumentou, ele dormiu em casa, por que a van sairia cedo e fomos, duas horas de viagem, todos eufóricos.
Na reserva, o camping era ótimo, armamos a barraca, deixamos nossas coisas nela e já começamos percorrer as trilhas, para colher as amostras, seja folhas, frutos, flor e fotos, cada dupla ficou pesquisando em uma parte, voltamos almoçamos, descansados voltamos a percorrer as trilhas, estava muito quente, no final da tarde, fomos liberados as nadar no lago, coloquei minha sunga e ele um short de academia, meio justo, marcava bem sua bunda, nadamos, descansamos e voltamos para o banho e jantar, não me saia da cabeça como dormir com ele, sem ficar de pau duro, dada a hora todos se recolheram, fiquei nu na frente dele, para colocar o short do pijama, sem cueca, fiz isso para que ele também fizesse assim, para mim ver seu corpo, fez o mesmo, de fato seu corpo era muito gostoso, sua bunda bem redonda e farta, tinha uns peitinhos, nos deitamos e fiquei de costa, acordei no meio da noite, estava virado para ele, e ele de bunda para mim, disfarçadamente me encostei nele, já de pau duro, ele se chegou um pouco mais fiz o mesmo, ele procurou minha mão e colocou-a sobre seu peito, para abraça-lo, apertei seu peito e se ajeitou para que meu pau ficasse no seu rego, comecei a esfregar meu pau nele, ele se separou um pouco e veio com uma mão para pegar no meu pau, percebi e desci meu pijama, ele pegou no meu pau e suspirou, dava leves apertadas, comecei a dar leves mordidas sem eu ombro, e orelha, ele gemia, baixei seu short, e com uma mão alisava sua bunda que tanto sonhei em fazer isso, ele se entregou, dava apertos nela e passava um de do no seu cu, ele se arrepiava, mordia seu ombro e orelha, falei, está pronto?
Ia realizar meu sonho, sim, respondeu, já fez isso alguma vez? Perguntei, não, queira que fosse você. Só que não trouxe nenhum lubrificante. Óleo serve? Acho que sim, espere, revirou sua mochila e me passou um frasco, ele se virou e ficamos frente a frente, não resistimos, começamos a nos beijar ardorosamente, nossas mãos percorrendo nossos corpos, nossos paus entre nós estavam duros, nos sarrando, depois de um beijo longo ele se virou, passei o óleo no seu cu e no meu pau, guiei até sua entrada e dei uma forçada, ele gemeu, parei, seu cu piscava, forcei outra vez e gemeu, tirei passei óleo outra vez e voltei a forçar, já entrou mais fácil, parei e seu cu piscava, forcei mais e entrou tudo ele gemeu e suspirou, perguntei se estava tudo bem, disse, fique quieto, quero sentir bem você dentro de mim, desde o dia que te conheci, seu jeitão meio folgadão que comecei a sonhar e ter você, assim, inteiro em mim, não faça nada, seu cu apertava meu pau, ele suspirava, começou a se mexer, fiquei quieto, ele se movimentava, e apertava meu pau, abracei-o mais peguei no seu pau, estava duro, primeira vez que fazia isso, comecei a punhetá-lo, ele se mexia para frente e para trás, não aguentei e comecei a me sincronizar com ele, aumentei meus movimentos e disse vou gozar, goze, quero sentir tudo em mim, vai, vai, gemi, e gozei, gozei, ele gemia, aumentei minha punheta no seu pau, senti crescer e ele gozou, e apertava me pau, gemia e apertava meu pau, fui parando e quietos esperamos meu pau sair, conforme ia saindo seu cu apertava como que querendo ele dentro, peguei o papel higiênico e dei pata ele, nos limpamos e abraçado dormimos, acordei estávamos de conchinha. ,eu pau duro, comecei a me mover entre suas pernas, o celular disparou o alarme hora de levantar, nos arrumamos e fomos tomar café para outra trilha e coleta de material, toda a manhã ficamos junto e não falamos nada, a tarde a mesma coisa trilha, coleta e lago para nadar, desta vez os outros colegas logo foram embora, era isso que queríamos, ficar sozinhos, saímos da água e fomos para o meio de umas árvores, em pé, abraçados já de pau duro, começamos a nos beijar, não resistia aquela bunda gostosa, entrei com minha mão por dentro dos eu short e apertava, ele meu pau, voltamos a nos beijar, ele foi descendo com beijos meu corpo e desceu minha sunga e agachado, olhava meu pau e acariciava-o, logo começou a mamar, subia e descia com a cabeça, lambia a cabeça do meu pau e depois engolia ele inteiro, não sei por ser um local, desconhecido ou com mesmo de aparecer alguém, aflei vou gozar, se levantou e começou a bater uma punheta em mim, logo gozei, procurei seu pau e comecei bater uma punheta nele, depois de meu gozo, pegar num outro pau era delicioso, apressei e ele gozou, voltamos para lago, nadamos e fomos encontrar os demais.
Depois da janta, ficamos fazendo hora até irmos dormir, voltamos do banheiro, nem pijamas colocamos já ficamos nus, no deitamos e nos abraçamos, e começamos as nos beijar, parecei que nunca havíamos nos beijado, nossos paus duros entre a gente, desci um pouco e cheguei nos seis peitos ia mamá-los e disse, espere, deite no meu colo, fica melhor assim, comecei a mamar, seus peitos eram deliciosos, ele ficava acariciando meu pau, mudava de peito, ele gemia e me apertava, me levantei, ele disse, quero sentar no seu colo de frente para você, para ver seu rosto se deliciando com meu cu, passado óleo, no seu cu e no meu pau, fiquei pronto, ele dobrou as pernas entre as minhas, pegou no meu pau e encontrou sua entrada, deixou-o só na entrada, suspirou, desceu um pouco e gemeu, eu disse, se está doendo, podemos parar, não, não, quero muito isso, foi bem lentamente descendo o corpo até sentir que meu pau estava inteiro nele, abraçamos e voltamos a nos beijar, ele lentamente começou a subir e descer, apertando meu pau, como estava gostoso, ele fazendo isso, nessa sinfonia, apressou e eu gozei, ele se afastou peguei no seu pau e comecei masturba-lo, logo ele estava gozando entre nossos corpos, extasiados, nos abraçamos e do mesmo jeito que estávamos nos deitamos e nos beijando, paramos e ele perguntou como ficaria, nossas vidas na cidade, disse, temos que manter, nossas atitudes como eram e cada oportunidade que tivermos, vamos tirar o atraso.
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