#Incesto #Teen #Voyeur

Namorados 1

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Maquik

Meu nome é André, tenho 17 anos e moro em Florianópolis com minha mãe, a Letícia. Meus pais são separados e eu não vejo meu pai desde os 10. Namoro a Priscila há dois anos. Ela tem 16 anos, vem de família evangélica, mas não são daqueles rígidos. Tanto que eu não sou da igreja e eles nunca fizeram drama com a gente.

Priscila não é nenhuma santinha. Quando estamos sozinhos, seja na minha casa ou na dela, sempre rola umas safadezas. Gosta de falar putaria, de fantasiar, de contar o que dá tesão. Já rolou muita coisa na cama entre a gente, mas sempre ficou só na nossa cabeça. Terceiros só na imaginação.

Ela só tinha namorado sério com um cara antes de mim, um menino da igreja. Namoraram um ano, mas ela não perdeu a virgindade com ele. Perdeu com um colega de escola antes de namorar e mentia pra todo mundo dizendo que tinha sido com o da igreja. Eu já tinha tido duas namoradas antes dela.

O que eu quero contar aconteceu num feriado. A gente foi pra praia com minha mãe e meus tios. Meus tios têm casa lá e quase todo feriado a gente acaba indo. Naquele dia, como sempre, saímos pra caminhar na praia.

Estávamos andando quando alguém chamou o nome dela. Olhamos pro lado. Eu não reconheci o cara, mas a Priscila sim:

— É o pastor da igreja…

Ele estava acenando. Fomos até lá. Assim que chegamos ele veio abraçar a Priscila com aquele sorriso largo. Na mesa tinha um menino (depois descobri que era filho dele) e a mulher, a esposa. Priscila nos apresentou. Depois ela foi conversar com a esposa. O pastor ficou ali e, sem o menor pudor, passou o olho na bunda dela. Olhou com cara de quem tava imaginando. Eu senti um calor subindo na hora. Já não gostei.

Ele começou a perguntar dos pais dela, de onde a gente tava ficando, aquela conversinha de interesse. Depois de um tempo a gente se despediu e voltou andando.

No caminho eu falei:

— O cara tava olhando sua bunda, Priscila.

Ela ficou surpresa, quase duvidou. Depois daquilo a gente não falou mais nada sobre o assunto.

À noite os tios fizeram churrasco. Quando Priscila estava com a minha família ela bebia um pouco. Não bebia muito, porque o pouco já deixa ela mais solta, mais risonha, mais safada. Depois do churrasco cada um foi pro seu quarto. A gente tinha um quarto só pra nós dois. Aquela era a melhor parte da viagem.

Estávamos na cama. Ela de calcinha e camiseta, deitada entre as minhas pernas, mexendo no celular. Eu também. De repente ela fala:

— Amor, olha quem mandou mensagem…

Peguei o celular. Era o pastor. Mensagem dizendo que tinha gostado de ter encontrado ela e que ela estava linda. Eu olhei pra ela:

— Tô te dizendo… o cara tava te devorando com os olhos.

Ela ficou olhando a mensagem sem acreditar. Depois perguntou baixinho:

— O que eu respondo?

— Nada.

— Para, amor… vou dar um joinha então.

E deu. Logo em seguida largou o celular de lado, veio pra cima de mim e começou a me beijar. Perguntou se eu tava com ciúmes. Eu fiquei quieto. Ela então se sentou em cima de mim, ainda de calcinha, e começou a esfregar a buceta no meu pau por cima do short. Olhei pra cara dela. Ela tava com aquela expressão safada que eu conheço bem. Tirou a camiseta. Os peitos dela são lindos, e de marquinha ficam ainda mais gostosos.

A gente começou a fuder igual as outrasvezes, falando putaria. Eu agarrava a bunda dela, ela cavalgava gostoso, gemendo baixinho. Até que ela se inclinou pra frente, encostou o peito no meu e perguntou no meu ouvido:

— Você deixa, amor?

— O quê, safada?

— Ele me foder…

Eu travei.

— Ele quem?

Ela acelerou o ritmo, rebolando mais forte no meu pau.

— Vai, amor… deixa…

— Fala quem.

— O pastor, amor…

Quando ela falou isso eu não esperava. A gente já tinha gozado pensando em outras pessoas, mas sempre gente da nossa idade, amigos, conhecidos. Nunca um pastor. Eu fiquei sem resposta. Ela insistiu, cavalgando mais forte, e pediu:

— Coloca o dedo no meu cuzinho…

Assim que eu enfiei o dedo, ela sussurrou quente no meu ouvido:

— Isso, pastor… enfia…

Eu não aguentei. Mandei ela sair de cima porque eu ia gozar. Ela não saiu. Segurou firme e falou:

— Não… goza dentro… goza…

Gozei fundo nela. Ela gozou junto, apertando, gemendo baixo, a buceta pulsando em volta do meu pau. Ficamos ali recuperando o fôlego. Depois ela saiu e foi pro banheiro.

Eu fiquei deitado pensando no que tinha rolado. Quando ela voltou eu não me segurei:

— Por que você falou dele?

Ela deu um sorrisinho e respondeu:

— Porque você tava com ciúmes, bobo.

— Eu não tava.

— Se não tivesse, você teria respondido.

— Respondido o quê?

— Se deixava ele me foder.

Eu não tinha argumento. Fiquei em silêncio, abracei ela e a gente dormiu.

Mas a imagem dela rebolando em cima de mim e chamando o pastor não saiu da minha cabeça.

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