#Coroa #Gay #Traições

Tentacao na estrada (marido da ex- cunhada)

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Fazassim

Eu sempre soube que minha bunda era um trunfo. Aos 24 anos, me chamo Diego tinha orgulho daquele volume que fazia homens tropeçarem em seus próprios pés, mas nunca tinha ido além de me exibir de lingerie no espelho e depilava pra deixar lisinha ou de experimentar um dildo nas noites mais solitárias treinava cavalgadas nos travesseiros img que um dia seria um h Ali eu saberia conduzir as sentadas. Homens de verdade? Não. Até aquele dia. Fábio, o marido da minha ex-cunhada era um tipo diferente. Com seus 46 anos, o preto alto e forte que frequentava a igreja evangélica tinha um ar de homem sério, mas eu já tinha pegado o jeito dos olhares que ele disfarçava quando eu virava de costas. Algumas "encoxadas acidentais" no corredor apertado de casa, a maneira como ele limpava a boca devagar quando eu me inclinava pra pegar algo na geladeira... Tudo ficou ainda mais óbvio quando ele me ligou. —Ei, ouvi dizer que você tá meio sozinha desde o término... Tô indo pro litoral a trabalho. Quer vir junto? Você adora praia. Imaginei que a esposa dele estaria lá. Mas quando ele chegou de carro, sozinho, eu senti um frio na barriga. —Ela vem depois? — perguntei, tentando soar despreocupada. —Ah, não deu... Mas já tá tudo pago, então melhor aproveitar, né? O hotel era aconchegante e, para meu susto, só tinha um quarto de casal. —Já tava reservado pra gente— ele explicou, encolhendo os ombros. —Mas dá pra você ficar na cama extra. Eu concordei, mas quando fui me arrumar para dormir, a provocadora dentro de mim acordou. Minha roupa de dormir normal era um shortinho que mal cobria metade da bunda e uma camiseta justa que realçava cada curva. Hesitei, mas depois pensei: *foda-se*. Ao sair do banho, me vi no espelho e, num reflexo, percebi Fábio sentado na cama, olhando. Ele não disfarçou. Os olhos escuros percorreram meu corpo como se estivessem com fome, e eu vi o volume crescendo nas calças dele. Ele mordeu o lábio, e algo dentro de mim pegou fogo. —Desculpa a roupa— murmurei, fingindo constrangimento. —Não tem que pedir desculpa não— a voz dele saiu rouca. Na segunda noite, a tensão estava insuportável. Decidi testá-lo. Vestindo uma calcinha rendada por baixo do short, me deitei de bruços na cama, sabendo que a curva das minhas nádegas ficava ainda mais aparente. Fábio tossiu, virou-se no colchão, mas não resistiu. —Tu tá fazendo de propósito? — ele perguntou, um tom rouco na voz. Virei o rosto pra ele, fingindo inocência: —Fazendo o quê? Ele soltou um gemido frustrado e se levantou, aproximando-se como um homem que já perdeu a batalha contra si mesmo. Quando suas mãos grandes encontraram minha cintura, eu arqueiei as costas instintivamente. —Tá brincando com fogo, guria— ele rosnou, os dedos apertando minha pele. E então, pela primeira vez na vida, entendi o que era ter um homem de verdade me desejando. Sua boca encontrou meu pescoço enquanto ele puxava meu short para baixo, revelando a calcinha que eu escolhera só pra ele. A mão dele explorou minha bunda como se fosse um tesouro, e eu gemí quando seus dedos encontraram a umidade entre minhas pernas. —Tá molhadinha já— ele murmurou, e eu senti o orgulho perverso de tê-lo levado ao limite. Quando ele finalmente me virou e se posicionou entre minhas pernas, não havia mais fingimento. Eu queria. E dessa vez, não seria só com um brinquedo. —Primeira vez, né?— ele perguntou, alisando minha cocha. —Com homem, sim— admiti, ofegante. Ele sorriu, selvagem, antes de mergulhar em mim de uma vez. A dor veio, depois o êxtase, e naquele quarto de hotel, aprendi que algumas fantasias valem a pena ser vividas. A dor inicial foi rápida, mas logo uma onda de prazer tomou conta de mim. Fábio era cuidadoso, mas determinado, e cada movimento dele dentro de mim parecia acender uma nova faísca. Suas mãos grandes seguravam minhas coxas, enquanto ele murmurava palavras que eu nunca tinha ouvido antes, mas que me faziam querer mais. —Você é tão gostosa— ele rosnou, os olhos escuros fixos nos meus. Eu arqueava as costas, tentando acompanhar o ritmo dele, mas ele estava no controle. Cada empurrão era mais profundo, mais intenso, e eu sentia meu corpo responder de uma maneira que nunca tinha acontecido com o dildo. —Isso... Assim— eu gemi, e ele acelerou, seus quadris batendo contra os meus. Ele mudou de posição, segurando meu quadril e me virando de lado. A nova ângulos me fez gemer mais alto, e ele sorriu, satisfeito. —Gosta disso?— ele perguntou, e eu só consegui balançar a cabeça. Ele continuou, variando o ritmo, acelerando e desacelerando, mantendo-me na beira do êxtase. Quando finalmente senti o gozo se aproximando, eu clamei por ele. —Fábio, eu vou...— —Deixa vir, guri— ele ordenou, e eu me soltei, o corpo tremendo com as ondas de prazer. Ele segurou firme, continuando até que ele próprio chegou ao clímax, gemendo baixo enquanto se entregava ao prazer. Ele desabou ao meu lado, respirando pesadamente. Depois de um momento de silêncio, ele se virou para mim, alisando meu rosto com uma mão. —Você foi incrível— ele disse, e eu senti um calor no peito. —Você também— eu respondi, ainda meio tonto. Ele sorriu e me puxou para um abraço aconchegante, enquanto eu descansava minha cabeça em seu peito. Na manhã seguinte, acordei com o sol entrando pelas cortinas. Fábio já estava acordado, olhando para mim com um olhar carinhoso. —Bom dia, — ele disse, e eu sorri. —Bom dia— eu respondi, sentindo-me estranhamente por ter dado meu cuzinho pra aquele homem. confortável.? Ele se aproximou e me deu um beijo suave antes de se levantar. —Vamos tomar café da manhã?— ele sugeriu, e eu concordei. Enquanto nos vestíamos, eu não conseguia parar de pensar na noite anterior. Era algo que eu nunca tinha experimentado antes, mas que definitivamente queria repetir. No café da manhã, ele conversou normalmente, como se nada tivesse acontecido, mas eu podia sentir a tensão ainda no ar. Depois de comer, ele me olhou nos olhos. —O que você quer fazer hoje?— ele perguntou, e eu sabia que ele não estava falando apenas sobre o dia. —Eu quero continuar explorando— eu respondi, e ele sorriu. —Então vamos lá— ele disse, e eu senti uma nova onda de excitação. O resto do dia foi uma mistura de prazer e descoberta. Ele me mostrou coisas que eu nunca tinha imaginado, e eu me entreguei completamente. Quando finalmente voltamos para casa, eu sabia que minha vida nunca mais seria a mesma. E, no fundo, eu sabia que isso era só o começo.

*Os dias seguintes no litoral foram um turbilhão de sensações novas. Fábio parecia determinado a explorar cada centímetro do meu corpo, e eu, mais que disposta a deixar. Cada toque dele era uma lição, cada noite uma descoberta. Mas, no fim da viagem, a realidade começou a bater. —A gente precisa conversar— ele disse na última noite, enquanto eu me aconchegava contra seu peito depois de mais uma sessão de prazer que me deixou mole nos músculos. —Sobre o quê?— perguntei, já sabendo o que viria. —Isso aqui... não pode continuar assim— ele suspirou. —Você sabe que eu tenho uma mulher. Eu me afastei um pouco, encarando o teto. Sabia, claro. Mas nos últimos dias, tinha conseguido fingir que ele era só meu. —Eu não tô pedindo nada— menti, porque no fundo, uma parte de mim já queria. Ele virou de lado, apoiando a cabeça na mão, os olhos escuros percorrendo meu rosto. —Mas eu tô te dando— murmurou. —E isso não é justo com você. Eu engoli seco. A lógica dizia que ele estava certo. O coração, porém, já estava em outra. —E o que você quer fazer?— desafiei, fingindo uma coragem que não sentia. Fábio hesitou, depois soltou um riso baixo, quase amargo. —Eu devia dizer que a gente para. Mas toda vez que eu olho pra você, eu só penso em como eu quero estar dentro de você de novo. Um calafrio percorreu minha espinha, e eu senti a umidade crescer entre minhas pernas novamente. —Então não para— sussurrei. Ele prendeu o ar, como se estivesse lutando consigo mesmo. Então, num movimento rápido, puxou-me para cima dele, me posicionando de joelhos sobre seu quadril. Eu senti seu pau já duro de novo sob meu corpo, e um gemido escapou dos meus lábios. —Você não faz ideia do que tá pedindo— ele rosnou, as mãos agarrando minhas coxas com força. —Eu tô pedindo isso— retruquei, roçando meu corpo no dele, sentindo-o pulsar sob minha pele. Ele praguejou baixo e, num movimento fluido, sentou-se, puxando-me mais perto. Nossos corpos se encontraram, e eu afundei nele com um suspiro alto. —Porra, você é perfeita— ele gemeu, as mãos apertando minhas nádegas enquanto eu começava a me mover. Dessa vez, o ritmo foi diferente. Mais lento, mais intenso, como se cada segundo valesse por horas. Ele me olhava nos olhos, e eu via a guerra dentro dele, o desejo brigando com a culpa. Mas no fim, o desejo sempre vencia. —Se a gente continuar...— ele tentou falar, mas eu cortei com um movimento mais forte, arrancando um gemido dele. —A gente já continuou— lembrei-o, e ele riu, derrotado. —Desgraçada— ele murmurou, antes de puxar meu rosto para um beijo rouco. Na manhã seguinte, arrumamos nossas malas em silêncio. O carro estava cheio de tensão, mas também de uma estranha cumplicidade. Ele olhou pra mim antes de ligar o motor. —Se você quiser... a gente pode se ver de vez em quando— ele ofereceu, e eu soube que era o máximo que ele podia dar. Eu pensei em dizer não. Em proteger meu coração. Mas o corpo já tinha outra resposta. —Quero— aceitei, e ele sorriu, aliviado. A viagem de volta foi mais calma. A princípio, eu achava que ia me arrepender. Mas quando ele parou num motel no caminho e me puxou para dentro do banheiro, empinando-me sobre a pia antes de me penetrar por trás com um gemido rouco, eu percebi que não tinha volta. —Você é viciante— ele confessou depois, enquanto eu tremia ainda no colo dele. —E você não quer parar— completei, e ele não negou. *** De volta à cidade, as coisas não ficaram mais simples. Fábio me mandava mensagens escondidas. Encontros rápidos no carro, ou na casa de um amigo que ele dizia confiar. Cada vez que ele me comia, era como se eu ficasse mais dependente daquela sensação. —Tô indo pra sua casa hoje— ele anunciou numa noite, e meu coração acelerou. —Ela não vai desconfiar?— perguntei, tentando soar indiferente. —Ela tá na casa da mãe. Eu já devia ter medo. Mas quando ele chegou, me empurrando contra a parede do corredor antes mesmo de fechar a porta, o único sentimento era desejo. —Tira essa roupa— ele ordenou, e eu obedeci, deixando o vestido cair no chão. Ele me levou para o sofá, me deitando de bruços antes de abrir minhas pernas com força. —Hoje eu vou te comer até você não aguentar mais— prometeu, e eu estremeci, sabendo que ele cumpria. Quando sua língua encontrou meu clitóris, eu gritei, os dedos se enterrando no tecido do sofá. Ele me fez gozar duas vezes assim, antes de virar meu corpo e entrar em mim num impulso selvagem. —Porra, como você é apertada— ele rosnou, e eu me contorci, sentindo cada centímetro dele. Dessa vez, foi rápido, intenso, quase violento. Ele me enchia de um jeito que me fazia perder o ar, e quando gozamos juntos, foi como se o mundo explodisse. Depois, ele se deitou ao meu lado, ofegante. —Isso tá errado— murmurou, mas eu sabia que não era um pedido de perdão. —Eu não me importo— respondi, e era a verdade. Ele se virou, olhando-me nos olhos. —Eu não quero te machucar. —Então não me machuque— desafiei. Fábio riu, sem humor. —Você é pior que eu. Ficamos em silêncio, ouvindo apenas nossa respiração. Eu sabia que isso não ia acabar bem. Mas naquele momento, com o cheiro dele na minha pele, eu não queria que acabasse. —Vem cá— ele acabou dizendo, puxando-me para um abraço. E eu fui, deixando meu coração bater loucamente contra o peito dele. Porque, no fim, o que o coração quer... nem sempre é o que ele merece.

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