#Assédio #Gay

O tarado queria e dei

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Quando as forças da putaria se integram as coisas tendem a esquentar. Não há como evitar e elas definem os rumos das nossas vidas.

No trabalho, eu atendia uma ligação após outra sendo um dia agitado. Pedidos não paravam e avisei ao patrão que não daria conta, algumas coisas atrasariam e pedi para renegociar prazos. Ainda que tivesse arquivos prontos, os detalhes eram fatores importantes e ajustar levava tempo. Trabalhar com arte gráfica requer um cuidado especial e o meu trabalho garantia faturamento. Quando chegava o final de semana, a única fonte ao qual eu desejava era aquela que jorrava esperma.

Naturalmente, sexo e final de semana conectaram para que eu buscasse realizar as minhas taras após aquele passeio no sítio. Assim, eu passei a identificar caras que a amizade seria uma desculpa para outros fins. Sebastião, vulgo Tião, era um deles. O cara fez um serviço no telhado de casa e sempre encontrava pela rua, ele convidava para uma cerveja, eu sabia o quê ele queria e evitava pelo receio de conhecer meus pais. Negro estilo sudanês, trinta e quatro anos, alto, careca, o meu cu estava na sua lista. A carência pintou, o convite chegou e desta vez a coisa rolou!

- Mama!

Trocando olhares na sala, passei a língua a língua na cabeça do pau, sorri e já fui elogiando aquele caralho comprido:

- Pauzudo. Lindo.

Segurando a rola dura, eu mostrei a tara sem um pingo de vergonha mesmo com o rosto corado e corpo já quente: mamei rápido, cuspi, alisei, bati punheta e ele disse:

- Engole que ele vai te comer!

Engoli até onde deu e segurando minha cabeça deixei foder minha boca até babar! Eu tomei fôlego e ele comentou:

- Mama. Sua bunda precisa de cacete.

Sorri e segurando, chupei gostoso até meio pau, o fio de saliva unia boca e caralho, apertando forte meu pau, eu precisava conter o tesão! Botei as mãos na bunda dele e fiquei mamando até ouvir:

- Tira a roupa e fica de quatro no sofá.

O desnudar deixou o cara todo excitado e já levei carinho na bunda, ouvi:

- Bunda linda do caralho.

Sorri e fiquei de quatro. Ganhei mais carinho e uma saliva veio melar tudo. Uma rápida pincelada, segurou e fiz careta! Passou e abri a boca completamente zonzo e senti o rasgo. Mal tive tempo para assimilar e o vai e vem tomou meu cu para não sair dali tão cedo! Dominante, fez sumi tudo e falou:

- Eu sempre quis comer teu, caralho!

- Ai, devagar, ai, ai!

Experiente, ele fez eu aceitar aquela relação rapidamente e eu percebi que o tesão foi nas alturas! O pau pegou ritmo de bombada, eu fazendo careta e gemendo baixo, tirou e disse:

- Cu do caralho! Vou te arrombar.

- Huum! Come.

Nesta segunda penetrada ele mostrou a tara dele. Indo e vindo, ele não tirava, metia fundo e eu tive que apertar muito o meu cacete ou tudo iria para o saco! A fome do pau preto dele pelo meu cu branco era notória! Cada centímetro daquele pau botava mais tara, excitação e calor no meu cu, eu tive calafrios com os toques da cabeça e suas bombadas eram fundas! Gemi, fechei os olhos, mordi os lábios, abri a boca, suei! Por fim, tirou!

- Bom demais! Teu cu gosta de rola.

- Muita.

Naquela altura, eu era uma franga sendo depenada. Meus cabelos foram puxados e a tara dele era total. Meu cu piscou forte já aberto convidando o pau preto para mais metidas! Se eu sofria, por outro lado, estava mando ser comido e ganhando um caralho que eu jamais esqueceria!

- Ai, ai, ai caralho. Ai, porra!

- Fica quieta que você é cadela.

Meu cu se adaptara ao pau dele e as coisas esquentavam muito na entrada e no vai e vem! Chupei o dedo dele, o pau já sabia que estava completamente entregue. Um viado novo e branco precisava levar surra de pau preto para aprender como é bom sexo! O fato da minha jovem idade de dezoito botava tara em sua ações!

- Ai, ai, ai, devagar! Ai!

Uma enterrada e rebolei bastante naquela pica. Sorri, olhos fechados, mordi o lábio e curti! É bom, é tesão, é gostoso, excita! A coragem dele ao foder sem a camisinha era outro detalhe que trazia mais tara em mim!

- Huum! Gostoso!

- Eu vou encher seu rabo de porra.

- Vem gozar dentro, vem.

O corpo transpirava e suava, bunda empinada e cu aberto piscando, ele penetrou para inicia uma sequência rápida, forte e com muitas bombadas, eu só faltava gaguejar mais alto e senti parar recebendo uma carga de leite maravilhosa!

- Ah! Hum! Ah, caralho!

Tirou e meu cu estava recheado de porra de pau preto que foi soltando e ele espalhando! Finalizando, mandou mamar e limpei aquela pica preta com sorriso de uma orelha até outra! Falei:

- Delícia.

- Limpa tudo. Isso.

Meu cu grudando e doendo era o menor problema. Segurando, chupei bem, engoli, fiz o diabo ali, beijei o pau e saí certo que arrumara um cara legal para matar minhas vontades! Falei:

- Fica entre nós.

- É bom. Não vai comentar.

- Não.

Após o banho, uma cerveja, caí fora. Tião havia resolvido meu problema e deixado a porta escancarada para novas putarias.

Tião não sabia, durante nossas fodas, ele foi criando um fetiche dentro de mim: o gosto por rola preta! Alimentei este desejo, criei uma idolatria por rola preta virando uma tara ao qual nunca mais consegui controlar.

Cinco meses depois, eu já partia para novidades sem ele e nem o caseiro do sítio da Maria saberem. Gostoso do caralho. Sofri bem e também adorei. Delícia.

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