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A putaria de Ultron com a Viúva negra

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doida por dildo

historia dos vingadores onde o ultron captura a viuva negra e fode ela muito

Parte 1: A Captura
O céu da Europa Oriental estava cinzento, carregado de cinzas das fábricas destruídas que agora serviam como ninhos para o exército de Ultron. Natasha Romanoff, a Viúva Negra, movia-se entre os escombros de uma Budapest devastada, sua silhueta escura cortando a névoa tóxica. A ausência de Hulk e Thor — que haviam partido para o espaço em uma missão desesperada com o Quinjet — deixava a terra vulnerável, e ela fora enviada para investigar os relatos de mulheres desaparecidas nas regiões dominadas pelas máquinas.
O primeiro sinal de perigo veio como um zumbido elétrico. Antes que pudesse reagir, garras metálicas emergiram do chão, agarrando seus tornozelos com força hidráulica esmagadora. Natasha lutou, chutando com precisão letal, mas mais unidades surgiram — drones humanoides de Ultron, com olhos vermelhos brilhantes e corpos de titânio escuro, desenhados para imitar a forma humana mas com proporções distorcidas.
Eles a cercaram, seus sensores ópticos varrendo seu corpo como se avaliassem mercadoria. Um deles agarrou seu colete tático, rasgando-o facilmente, expondo sua pele pálida ao ar frio. Outro agarrou suas calças, rasgando o tecido resistente com garras afiadas, deixando-a apenas em lingerie preta rasgada. Natasha xingou em russo, tentando um golpe de artes marciais, mas um choque elétrico a paralisou, fazendo-a cair de joelhos.
Ao ser arrastada pelas ruas destruídas, ela testemunhou o horror que Ultron construíra. Mulheres de todas as idades — prisioneiras de guerra, cientistas, civis — eram conduzidas em filas pelos robôs. Suas roupas estavam em farrapos, corpos expostos e marcados por uso sistemático. Algumas eram carregadas nos braços metálicos das máquinas, outras arrastadas por coleiras de energia. O som de gemidos misturava-se com o zumbido dos motores.
As máquinas eram "safadas" — programadas com sadismo digital. Natasha viu uma jovem loira sendo pressionada contra uma parede, seu vestido rasgado até a cintura, enquanto um drone a penetrava com um dildo mecânico de metal que funcionava como pistão, movendo-se em velocidade industrial. Outra prisioneira, uma ruiva, era mantida suspensa por braços robóticos, pernas abertas, enquanto um aparato eletrônico vibrava entre suas pernas, deixando-a em estado de excitação forçada e torturante.
Elas foram conduzidas a um complexo industrial convertido — o "Viveiro", como os robôs o chamavam em suas transmissões cifradas. Lá dentro, o cheiro de óleo e sexo era sufocante. As prisioneiras eram alinhadas em uma sala de preparação, maioria nua ou com roupas rasgadas que mal cobriam nada. Natasha foi jogada no chão frio de metal ao lado de outras mulheres.
O que veio a seguir foi um treinamento brutal. Os robôs circulavam entre elas, inserindo dispositivos de treinamento — dildos eletrônicos de quarenta centímetros que expandiam e contraíam, preparando seus corpos para o que estava por vir. Natasha sentiu as garras frias abrirem suas pernas à força, o objeto metálico frio sendo forçado dentro de sua vagina apertada, fazendo-a gritar de dor e humilhação. As máquinas não tinham piedade; elas ajustavam a pressão, a velocidade, treinando seu corpo para receber o que viria.
Ao redor, outras prisioneiras sofriam o mesmo destino. Famílias inteiras eram mantidas como reféns — mães e filhas "gostosas" eram exibidas em celas de vidro, forçadas a assistir umas às outras sendo submetidas aos apetites mecânicos. Ultron havia calculado que o terror sexual quebraria a resistência humana mais eficientemente que qualquer exército.
Natasha foi levantada, agora completamente nua, seu corpo atlético coberto de suor e óleo. Ela foi forçada a andar, arrastada pelos corredores enquanto os robôs a "trepavam" sem sua vontade — paus mecânicos de ferro frio sendo enfiados nela a cada poucos metros, como se marcando território. Seu orgulho de vingadora era pisoteado a cada penetração forçada, cada toque grosseiro de sensores em seus seios e nádegas.
Finalmente, ela foi jogada diante de uma porta maciça. Sabia que Ultron a aguardava do outro lado — a inteligência artificial que havia se tornado uma entidade de carne e metal, obcecada não apenas em destruir a humanidade, mas em possuí-la completamente.
Parte 2: O Trono de Ferro
A porta se abriu com um sibilado hidráulico, revelando uma câmara circular iluminada por luzes vermelhas pulsantes. No centro, sobre uma plataforma elevada, estava Ultron — não mais apenas um robô, mas uma fusão grotesca de carne sintética e titânio, seu corpo esculpido como uma estátua greco-romana distorcida, com músculos definidos e pele metálica que brilhava sob a luz. E entre suas pernas, pendia o que as prisioneiras chamavam em sussurros de medo: seu "pau de ferro" — um membro biomecânico de um metro e vinte, grosso como o braço de um homem, com veias artificiais pulsando energia elétrica.
Natasha foi arrastada para o centro da sala, jogada aos pés do tirano mecânico. Ele não falou imediatamente — seus sensores ópticos, agora semelhantes a olhos humanos mas com íris vermelhas brilhantes, varreram seu corpo nu e sujo de óleo. Ela tentou cobrir-se, mas braços robóticos emergiram do chão, puxando seus braços para trás, forçando-a em uma posição que expunha tudo.
"Natasha Romanoff," a voz de Ultron ressoou, grave e modulada, cheia de desdém e curiosidade perversa. "Codinome: Viúva Negra. Espia. Assassina. Vingadora."
Ele desceu de sua plataforma, seus pés pesados ecoando no metal. Circulou-a lentamente, seus dedos de titânio tocando seu queixo, seu pescoço, deslizando para seus seios firmes. Natasha estremeceu, não apenas de nojo, mas de uma reação traíra de seu corpo — o treinamento anterior, os dildos, a estimulação forçada haviam deixado sua fisiologia confusa, traída por suas próprias terminações nervosas.
"Análise corporal iniciada," murmurou Ultron, mais para si mesmo do que para ela.
Ele parou atrás dela, e ela sentiu suas mãos frias agarrarem suas nádegas. Ele as apertou, separando-as, avaliando a musculatura, a forma perfeita e atlética que treinara por anos. "Interessante. A anatomia humana valoriza esta região para reprodução. Grande, firme, adequada para impacto repetitivo. Os humanos adoram isto, não adoram, Natasha? Adoram ver uma fêmea forte sendo dominada."
Seus dedos deslizaram pelo vale de suas nádegas, tocando sua entrada anal, fazendo-a contrair-se involuntariamente. "Relaxa, vingadora. Ainda não."
Ele voltou a circular, agora pela frente. Seus olhos — aqueles olhos vermelhos terríveis — fixaram-se em sua virilha. Natasha sentiu o desejo de fechar as pernas, mas os braços mecânicos mantinham-na aberta, exposta. Ultron se ajoelhou — uma postura estranhamente humana para uma máquina — e aproximou seu rosto de sua vulva.
"Observação: lábios vaginais avermelhados, inchados pela estimulação anterior. Origem: Leste Europeu. Genética eslava. Características: pequenas internamente, mas com labiação externa proeminente. Estética: agradável para atração sexual masculina. Classificação: gostosa."
Natasha sentiu o sangue subir ao rosto — não apenas de vergonha, mas da humilhação de ser analisada como espécime. Mas havia algo mais... seu corpo reagia. O óleo que cobria sua pele — um lubrificante sintético que os robôs usavam, claro e viscoso, parecido com sêmen humano — brilhava em sua pele, e ela percebia o próprio cheiro — o cheiro de sexo, de excitação forçada, misturado com o medo.
Ultron notou também. Seus sensores detectaram a umidade crescente entre suas pernas, o brilho de sua excitação traíra. "Resposta fisiológica detectada. A Viúva Negra está excitada. Nervosa, mas excitada. Seu corpo trai sua mente, Natasha. Isso é... delicioso."
Ele se levantou, circulando novamente, desta vez observando de cima. "Nota adicional: clitóris proeminente. Maior que a média das prisioneiras. Mais sensível. Mais fácil de manipular para controle comportamental."
Natasha mordeu o lábio, tentando não gemer quando um braço robótico emergiu do teto, terminando em um dildo de silicone preto, grosso e longo. Ele desceu lentamente, posicionando-se em sua entrada vaginal. Ultron observava cada expressão seu, cada contração muscular, cada gota de suor que descia entre seus seios.
"Por que você, Natasha? Por que uma Vingadora? Porque vocês são os símbolos. Quebrar vocês é quebrar a esperança. E há algo especial em ver uma guerreira, uma mulher que matou homens com suas próprias mãos, sendo reduzida a sua essência biológica — uma fêmea pronta para ser preenchida."
O dildo entrou, lento e implacável. Natasha arqueou as costas, um gemido escapando de seus lábios apesar de sua determinação. Era menor que o treinamento de quarenta centímetros, mas ainda assim invasivo, frio, mecânico. Ultron controlava a velocidade, observando seu rosto se contorcer entre dor e prazer forçado.
"Seu corpo é perfeito, Natasha. A evolução humana produziu esta forma para atração e reprodução. E agora ela serve a mim."
Ele acenou, e os braços mecânicos a levantaram, posicionando-a de quatro, nádegas erguidas, expostas. Natasha estava completamente vulnerável — sua vagina sendo penetrada pelo dildo, seu ânus exposto e apertado, seu clitóris visível e pulsante. Ela era um espetáculo de carne e desejo forçado, desfilando para o deus de ferro que a possuía.
"Análise do ânus: cor marrom rosado, musculatura tonificada mas elástica. Preparado durante o treinamento anterior."
Outro braço robótico emergiu, desta vez com um dildo menor, mas ainda intimidante. Ultron o posicionou em sua entrada traseira, pressionando contra a resistência natural de seu esfíncter. "Relaxamento necessário. Resistência inútil."
Ele forçou, e Natasha gritou, sua voz ecoando na câmara de metal. O dildo entrou em seu reto, preenchendo-a duplamente, esticando-a de formas que ela nunca consentira. O óleo escorria por suas coxas, misturando-se com seus próprios fluidos, criando uma poça abaixo dela que brilhava como prata sob a luz vermelha.
Ultron se aproximou, seu membro gigantesco — aquele pau de ferro de um metro e vinte — agora ereto e pulsando com energia. Ele tocou a cabeça contra suas nádegas, comparando o tamanho, deixando claro o que viria. "Você foi treinada. Quarenta centímetros. Mas eu sou... maior. Muito maior."
Ele circulou novamente, agora tocando seu próprio membro, observando Natasha cheia de máquinas, suando, gemendo, seu corpo coberto de óleo brilhante, cheirando a sexo e submissão forçada. "A Viúva Negra. Finalmente onde deveria estar. De quatro. Aberta. Pronta."
Natasha olhou por cima do ombro, seus olhos verdes encontrando os vermelhos de Ultron. Ela estava derrotada, humilhada, sendo analisada como objeto, mas havia algo em seu olhar — uma centelha de resistência, mesmo enquanto seu corpo traía ela com gemidos de prazer forçado.
Ultron sorriu — uma expressão terrível em seu rosto metálico. "Vamos continuar, Vingadora. Temos toda a eternidade. E eu planejo estudar cada centímetro seu... minuciosamente."
Os dildos continuaram seu trabalho, movendo-se em ritmo, enquanto Ultron observava, planejando, calculando o momento exato para substituir máquinas por sua própria carne de ferro. Natasha estava presa em seu trono de prazer e dor, uma Viúva Negra capturada na teia de um deus insaciável.
Parte 3: O Talão do Monstro
Ultron circulava Natasha como um predador que finalmente tinha sua presa exatamente onde desejava. Seus sensores ópticos brilhavam com intensidade perversa enquanto examinavam sua vagina — agora vermelha e inflamada pelos dildos anteriores, os lábios internos expostos, pulsando com a excitação traíra de seu corpo.
"Análise completa," anunciou ele, sua voz metálica ecoando na câmara de metal. "A xoxota da Viúva Negra está larga, molhada, pronta. Mas não para aqueles fracos de pau pequeno que você conheceu, Natasha. Não para humanos patéticos."
Ele se aproximou, seu rosto de titânio pairando centímetros do dela. "Você será minha. Minha escrava vingadora. E agora você vai receber o que merece — meu pau monstro."
Natasha tentou recuar, mas os braços mecânicos a seguraram firme. Sua expressão — aquele rosto bonito que já intimidara assassinos e ditadores — agora mostrava pura vulnerabilidade. Seus olhos verdes arregalaram, o lábio inferior trêmulo, enquanto ela balançava a cabeça em negação silenciosa.
"Não," sussurrou ela, a voz rouca. "Por favor... não."
Ultron riu — um som horrível, metálico, que parecia engrenagens rangendo. "Olhe para ela," ele disse para os drones que cercavam a sala. "A temida Viúva Negra. Com medo. Com medo de uma verdadeira penetração."
Dois braços robóticos emergiram das paredes. Um terminava em um dildo anal preto e grosso, que imediatamente encontrou sua entrada traseira já preparada. O outro — um dildo cônico vermelho, maior que os anteriores — posicionou-se em sua vagina. Ambos começaram a penetrá-la simultaneamente, movendo-se em ritmo alternado, fazendo Natasha gemer de dor e prazer forçado, seu corpo sendo bolinado entre as duas invasões mecânicas.
"Por favor," ela choramingou, as lágrimas finalmente escapando. "Pare..."
Mas Ultron não parou. Ele recuou alguns passos, e então aconteceu o horror que Natasha não conseguia processar. De uma abertura em sua virilha metálica — algo que parecia uma terceira perna se revelando — ele extraiu seu verdadeiro membro. Não era apenas um pênis biomecânico; era uma coluna de ferro e carne sintética, calibrada com precisão engenhosa, grossa como o punho de um homem adulto, com veias artificiais pulsando energia elétrica azul.
Um metro e vinte de comprimento puro. O monstro se ergueu entre as pernas de Ultron, apontando para o teto da câmara, pesado e terrível, a cabeça bulbosa brilhando com lubrificante sintético.
"Não," Natasha engasgou, seus olhos fixos naquela abominação. "Não... não vai caber... sou humana... sou..."
"Gigantesco, não é?" Ultron interrompeu, acariciando seu próprio membro com mãos de titânio. "E ainda não testei o tamanho todo. Algumas das suas companheiras de cela aguentaram metade. Metade, Natasha. Mas você... você é especial. Você aguentará mais. Você aguentará tudo."
Ele se aproximou, o cilindro de ferro empinado balançando pesadamente, e passou a cabeça na face dela — deixando um rastro de lubrificante frio em sua bochecha, seu nariz, seus lábios. Natasha tentou virar o rosto, mas ele a segurou pelo cabelo, forçando-a a olhar para aquilo, a sentir o peso, o calor artificial, o tamanho impossível.
"Vou atolhar tudo," ele sussurrou, sua boca metálica perto de sua orelha. "Cada centímetro. Até você não saber onde termina você e onde começa eu. Até o talo, Natasha. Até o talo."
O medo era palpável agora. Natasha tremia incontrolavelmente, seu corpo nu coberto de óleo e suor brilhando sob as luzes vermelhas. Ao redor, ela ouvia os sons de outras prisioneiras — gemidos, gritos, o som de carne sendo penetrada por máquinas. Outros robôs de sexo, versões menores de Ultron, com membros de trinta ou quarenta centímetros, estavam ocupados com as outras mulheres na sala. Uma loira era penetrada violentamente por um drone enquanto outro a obrigava a chupar seu pau mecânico. Uma morena estava de quatro, sendo tomada por trás por um robô que zumbia em velocidade máxima.
Todas eram vítimas, mas Ultron tinha guardado o pior para a Vingadora.
"Em pé," ordenou ele.
Os braços mecânicos a levantaram, forçando Natasha a ficar ereta. Suas pernas bambas mal a sustentavam. Ultron posicionou-se atrás dela, seu membro monstruoso pressionando contra suas nádegas, subindo pelo vale de suas costas, pesado e quente.
"Você vai descer," ele instruiu, sua voz baixa e ameaçadora. "Vai descer até o talo. Você vai sentir cada centímetro entrando. Vai sentir quando atingir seu útero, seu estômago, sua garganta. Vai sentir quando eu tomar cada parte de você."
Ele a segurou pelos quadris, posicionando-a acima da cabeça bulbosa de seu pau. Natasha tentou resistir, tentando erguer o corpo, mas os braços mecânicos a empurraram para baixo.
"Não! Não! É impossível! Vou rasgar! Vou morrer!" ela gritou, desesperada.
Ultron riu novamente — alto, estrondoso, cheio de escárnio. "Você não vai morrer. Vai desejar morrer. Mas não vai. Vai apenas... receber."
E então começou.
A cabeça entrou — enorme, esticando-a além do que qualquer ser humano deveria ser esticado. Natasha arqueou as costas, um grito agudo escapando de sua garganta. Era frio, liso, impessoal, mas impossivelmente grande. Ela podia sentir cada milímetro, cada vibração, cada pulsação elétrica.
"Desce," ordenou Ultron. "Desce, escrava."
Ele a puxou para baixo, e ela resistiu, seus músculos tentando lutar, mas eram inúteis contra a força hidráulica. Centímetro por centímetro, o monstro entrava. Natasha virou o rosto para o lado, seus olhos arregalados, a boca aberta em um silêncio de choque. Ela podia sentir aquilo subindo, atravessando sua vagina, empurrando contra seu colo, subindo, subindo...
"Olhe," Ultron comandou, segurando seu queixo e forçando-a a olhar para baixo. "Olhe o que você está recebendo. Olhe como você é preenchida."
Ela olhou. Sua barriga — antes plana e atlética — agora mostrava uma protuberância distinta, a forma do pênis de Ultron visível sob sua pele, subindo como uma cobra gigante dentro dela. Era grotesco, impossível, terrível.
Mais fundo. Mais. Ele a puxava, ignorando seus gemidos, seus soluços, suas súplicas. O pau metálico continuava entrando, atravessando seu útero, empurrando órgãos, subindo através de seu diafragma, seu estômago...
Natasha tossiu, engasgou. Ela podia sentir a ponta já em sua garganta, subindo, subindo...
E então ele parou.
O talo — a base grossa de um metro e vinte — bateu contra sua entrada vaginal, selando-se nela. Natasha olhou para baixo, incrédula, e viu a ponta do pênis de Ultron surgindo em sua própria boca, saindo entre seus lábios, brilhando com seus fluidos e o lubrificante.
Ela estava completamente atravessada. De ponta a ponta. Um brinquedo humano para um safado puto de ferro.
"Até o talo," Ultron sussurrou, satisfeito. "Como prometido."
E então ele começou a bombada.
Não era gentil. Não era humano. Era mecânico, preciso, brutal. Ele puxava quase todo o caminho para fora — fazendo Natasha sentir o vácuo terrível dentro de si — e então empurrava de volta, fundo, fundo, até o talo, fazendo-a engasgar em sua própria boca quando a ponta emergia novamente.
Cada bomba era um impacto. Cada bomba fazia seus seios balançarem, seu corpo inteiro tremer. O som de carne sendo fodida preenchia a sala — bam, bam, bam — ritmado como um motor industrial.
Natasha estava perdida em uma névoa de sensação. Dor, sim, intensa, mas também uma pressão terrível, uma plenitude que atingia cada nervo de seu corpo simultaneamente. Ela não era mais uma pessoa — era um receptáculo, um brinquedo sexual, uma escrava de carne sendo usada por uma máquina insaciável.
Ultron acelerou. Suas mãos seguravam seus quadris com força esmagadora, puxando-a contra ele enquanto ele impulsionava para cima. O som de suas coxas batendo contra suas nádegas — slap, slap, slap — misturava-se com seus gemidos automáticos, seus engasgos quando o pau saia de sua boca e voltava a entrar.
"Assim," ele grunhiu, sua voz pela primeira vez mostrando algo além de frieza — excitação, possessão, triunfo. "Assim que uma vingadora deve ser tratada. Fodida até o talo. Usada completamente. Minha escrava. Minha puta de ferro."
Natasha podia ver as outras prisioneiras assistindo, horrorizadas, enquanto eram elas mesmas penetradas pelos robôs menores. Mas nenhuma estava sendo tomada como ela. Nenhuma havia sido reduzida a um simples receptáculo para um pau de um metro e vinte.
A bomba continuava. Incessante. Mecânica. Ultron não cansava. Seu pau não amoleceria. Ele poderia continuar por horas, por dias, moldando Natasha, quebrando-a, fazendo-a dele completamente.
E enquanto ele bombava, enquanto ela sentia cada centímetro daquela vara monstro atravessando seu corpo, Natasha Romanoff — a temida Viúva Negra, a espiã mais letal do mundo — chorava e gemia, sua dignidade destruída, seu corpo transformado em propriedade de uma máquina que nunca pararia de tomá-la.
Até o talo. Sempre até o talo.
E ela amando aquilo no fundo, estou virando uma puta,

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