O Amigo Carreteiro
Ola pessoal, como ando dizendo a vocês, a japinha viciou em rola preta, e como eu trabalho em uma empresa de transporte, esta ficando facil satisfazer essa vontade dela, como costumamos dizer, unir o "útero" ao agradável.
Na transportadora onde trabalho, existe o pessoal do operacional, são motoristas-carreteiros, mecânicos, vigilantes e ajudantes, e uma boa parte deles são negros, mas como sou funcionario a mais de 20 anos, tenho que zelar pelo meu nome dentro do ambiente de trabalho e observar e escolher bem, os caras que são discretos, por motivos óbvios, e dentre esses o primeiro a quem cheguei foi o José, carreteiro alto e forte, e que tem família em outra cidade, de modo que ele, para ganhar mais com diarias e quilometragens costuma ficar pelo menos de dpis a tres meses sem ir em casa, morando no alojamento da transportadora, e dessa vez, ele ja estava a mais de tres meses, quase completando o quarto mês sem ir ver a patroa, como diz ele, e um dia no pátio numa roda de motoristas, dos quais eu sou o encarregadoo de distribuir as viagens, e todos contando como estava a vida e até que um deles começou a zoar o José, pelo tempo que ele estava sem tirar uma, e é claro que eu fiquei atento, principalmente que ele estava com "os caroço até doendo de vontade de dar uma aliviada", mas que ele não arriscava pegar essas putas de estrada, com medo de doenças e assaltos, pouco depois cada um foi fazer o check-list de seu conjunto (cavalo-trator e carreta) para ver se estava tudo ok e aguardar liberar as cargas, e de acordo com a ordem de chegada, eu ia convocando cada motorista e liberando carga, horario e destino, e quando chegou a vez do José, eu fiz a liberação, e disse que na volta se ele quizesse ir em casa, eu daria a ele uns dias de folga, ele disse que estava com saudades da familia e principalmente da "patroa", mas na volta, faria umas contas, pois no mês corrente ele precisava de fazer uma bonificação maior para pagar um compromisso que havia feito, eu respondi que tudo bem, e que me procurasse quando retornasse, dai a tres ou quatro dias.
Não disse nada a Japinha sobre o José, seria uma surpresa para ambos, e também porque nesses tres ou quatro dias, com certeza ela ia provocar algum macho na rua e dar para ele. Dito e feito, ela nesse periodo me manda mensagem, informando que tinha ido ao shopping e la conheceu uns pretos interessantes e iria a casa deles se divertir um pouco. Durante esses tres dias ela foi la dar para eles, as vezes eu chegava em casa e ela ainda não tinha chegado, e so mais tarde aparecia toda amarrota e marcada de tanto foder.
E José retorna da viagem quatro dias depois, pois houve atraso no recebimento da carga, quando entrou na minha sala, perguntei a ele, se ia querer a folga, e respondeu que precisava de mais duas viagens e depois tiraria os dia que eu pudesse libera-lo para ver a familia, então acabei de tomar as medidas de praxe quando um caminhão retorna, e fomos ao patio fazer o chek-list dd retorno, depois que terminamos, perguntei a ele se gostaria de ir la em casa a noite, para tomarmos uma cerveja e assistir futebol, ja que ambos torcemos para o mesmo time, e ele aceitou de bom grado, informei o horario e lhe passei o endereço, isso era por volta de dezesseis horas, quando retornei a minha sala, japinha me manda um audio, dizendo que acabou de sair do motel e que havia sido fodida por um negão que ela conheceu na feira livre do bairro, rssss, pensei "vai tomar mais pirocada de preto hoje ainda", ela me contou mais ou menos como o cara fodeu ela, e so de ouvir, fiquei de pau duro . O restante da tarde passou rápido, cheguei em casa, e ja fui direto chupar a buceta da japinha, que eu sabia que estava galada, pois ela sempre tras lanchinho paea mim, mas fiquei calado sobre José vir a noite. Depois de fazer ela gozar na minha lingua chupando o grelinho, bucetinha e cuzinho dela macetado, tomamos um banho e descansamos um pouco. Japinha como sempre, colicou uma roupinha bem leve e curtinha, uma camisetinha mostrando a barriguinha e um shortinho de algodão que deixa a beradinha da bunda dela de fora. Vinte uma horas e José manda mensagem dizendo que esta na porta de casa, vou la e o recebo, quando entramos Japinha vem ate a sala paea ver quem é, e quase come José com os olhos, e o olhar dele para ela foi de predador faminto, apresentei os dois e disse a ela que ele vêio assistir ao jogo e tomar umas breja com a gente, Japinha deu os tres beijinhos e fez questão de abraça-lo, e como sempre digo, o contraste de cor e tamanho entre ela e o José, é uma das coisas que mais me dão tesão. Feitas as apresentações, ficamos conversando e Japinha resolveu fazer uns petiscos, e a toda hora, ela fazia questão de se mostrar, quando trazia os petiscos, provocando e muito o José. O clima estava esquentando de modo que no final do jogo, nosso time tinha vencido, e sentamos os tres para conversar, e em um momento que a Japinha foi ao banheiro, eu entro com uma curiosidade, perguntei na lata de supetão como ele fazia para se aliviar ficando de tres a quatro meses sem ir em casa. Ele me disse que batia punheta, pois tinha medo de pegar mulher na estrada e ter algum tipo de doença. Nesse instante a Japinha volta e se senta com a gente eu falo com ela " olha que desperdicio, ele bate punheta por falta de mulher", e ela responde "Nossa sério mesmo?", ele disse que sim, e japinha pediu para ver o tamanho, ele olhou para mim, tipo com medo, eu balancei a cabeça, com um sorriso, e ele entendeu, colocou a rolona preta para fora, e Japinha exclamou "que pirocona preta ajeita, olha essa cabeçona roxa, que linda", punhetou de leve e ja começou a mamar, arrancando gemidos de José, que ao mesmo tempo, fazia japinha tirar a sua roupa enquanto mamava, em seguida, ela aproveitou e sentou de frente, na picona dele, fazendo ela sumir buceta adentro, deixando so os ovões dele de fora, rapidinho ela começou a cavalgar e quicar, José gemia, dizendo que a bucetinha dela era super apertada, e eu olhava de pertinho ela quicando, quando subia, esticava os grandes labios para fora, e ia até em cima, quase saindo a cabeçona roxa, e ela descia rapidamente rebolando, José estava tão a perigo, que rapidinho ele gozou na buceta da japinha assim, quando tirou o pau, desceu aquela enxurrada de porra, japinha, saiu de cima dele e recomeçou a mamar, dizendo que queria pau no cú, e fez a benga dela subir de novo, e foi facil, pois havia quatro meses que ele não trepava, ela ficou de quatro empinadinha no tapete da sala, e ele ja montou ligo, queria foder o cuzinho dela, que com maestria, ajeitou para ele ir empurrando, e ela gemia de tesão, junto com ele, agora Jose praticamente debruçado em cima dela, dava pressão de cima pra baixo, japinha aguentava a rola e o peso dele, e ele não teve dó, fodia o cu da japinha com rapidez e violência, ardancando urros de tesão dela, ate que nenhum dos doisaguentaram mais segurar e gozaram juntos, e desabando, ele por cima dela, e eu gozava pela segunda vez na punheta. Quando ele saiu de cima, ví o estrago, o cuzão dela arrombado cheio de porra escorrendo coxa a fora, cai de boca e chupei ela, deixando limpinha. Quando descansamos, fomos os tres para o banho, onde japinha deu em pé para ele debaixo do chuveiro, até fazê-lo gozar, dessa vez demorou mais e foi memos porra.
Nos recompusemos, e sentamos os tres na sala, tomamos cerveja para relaxar e disse a ele, " olha José, quem come calado, come de novo", ele entendeu o recado. Se despediu de nós e foi embora. Agora ele ja sabe que não precisa mais desperdiçar porra na punheta. José foi o primeiro de muitos carreteiros, mecanicos e ajudantrs que passaram a rola na Japinha.
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