Diário de um homem que amou uma puta até ao fim (5/7)
terça-feira, 26 de maio de 2020
Como?
Como vou eu conseguir aguentar esta dor? Uma dor tão forte que me aperta o peito e que me faz faltar o ar. Estou com muitas dificuldades em encarar a ideia de que estás com outra pessoa, que passaste com ela um fim de semana, que obviamente não foi só para ver as vistas, e que de facto estás a construir com essa pessoa uma relação. Neste momento eu sou o outro, alguém que está perto de ti (fisicamente) e que tem contacto contigo, isso é uma vantagem, mas atendendo à situação atual também é uma desvantagem pelo desgaste que provoca. É muito difícil suportar a ideia, que todas as noites te fechas no quarto, aquele que foi sempre o nosso quarto, para “namorares” ao telefone com outro homem, talvez trocando mimos e promessas de amor. Às vezes penso se não me queres levar à loucura? Louco por ti já eu sou e há muitos anos, sobre isso nada vai mudar. Agora chegou a hora de ser paciente, deixar as coisas seguirem o seu curso, dar tempo e espaço, por mais que doa e que a dor seja forte, não posso ser mais uma dificuldade para alimentar essa paixão e esse sonho, tenho de esperar a minha oportunidade de te chegar novamente ao coração… E assim o farei porque te Amo, sempre amei e para sempre te amarei.
Enquanto escrevo isto, com o peito tão apertado que parece que o ar não chega aos pulmões e as mãos a tremerem sobre o teclado, a mente foge para as descobertas que fiz nos últimos tempos, aquelas que me rasgam por dentro, mas que ao mesmo tempo me deixam o caralho tão duro que dói, porque te amo exatamente assim, pela puta insaciável, gulosa e sem limites que sempre foste. Uma das mais recentes e brutais foi quando consegui aceder ao teu telemóvel secundário, aquele que escondias no fundo da gaveta da cómoda, o aparelho que usavas só para os encontros mais arriscados, mais sujos e mais intensos. A galeria estava cheia de vídeos e fotos que me deixaram sem fôlego, o coração a bater descompassado e o pau latejando dentro das calças.
A primeira gravação que vi foi de um encontro num parque de estacionamento subterrâneo do centro comercial, à hora de almoço, com aquele segurança alto, moreno, de barba cerrada e uniforme justo que marcava o volume enorme entre as pernas. Ele esperava-te encostado a um pilar, longe das câmaras. Tu chegaste com o vestido leve de verão, sem nada por baixo, a cona já molhada e brilhante só de pensar no que ias fazer. Mal o viste caíste de joelhos no chão de cimento frio e áspero, puxaste o fecho das calças dele com as mãos trémulas de tesão e o caralho saltou-te à frente, grosso como o meu pulso, veioso, com uma glande larga e brilhante já a pingar pré-gozo abundante. Mamaste-o com uma fome desesperada e obscena, lábios esticados ao máximo à volta da glande enorme, engolindo até à garganta com sons molhados, profundos e ruidosos de gluck-gluck-gluck-gluck, saliva escorrendo em fios grossos e brilhantes pelo queixo, pelo pescoço e pingando pesadamente no decote do vestido, molhando-te as mamas pequenas.
“Porra, Andrea, que boca de puta casada… chupa-me esse caralho todo, engole-o até às bolas, sua vadia gulosa e sem vergonha”, rosnava ele, segurando-te o cabelo com força e empurrando-te a cara contra o pau até sentires as bolas pesadas no queixo. Tu gemias alto à volta do caralho, olhos lacrimejantes de tesão puro, engasgando-te de propósito para sentir o pau latejar na garganta: “Mmm… caralho tão grosso e cheiroso… quero engolir tudo… fode-me a boca, usa-me como a puta barata que eu sou… enfia-o todo, quero sentir as bolas a baterem-me no queixo… ai porra, adoro chupar um caralho de homem casado em público”. Ele fodeu-te a cara com estocadas curtas e fundas, saliva a escorrer em cascata, o som obsceno enchendo o espaço: “Isso, engole, cadela… chupa mais fundo, aperta os lábios… olha para ti, de joelhos a mamar um segurança como uma prostituta barata… vais levar este caralho todo na cona agora, sua puta molhada”. Tu respondias com gemidos abafados, a língua enrolada nas veias salientes, chupando com mais força, as mamas saltando dentro do vestido fino.
Ele levantou-te com um puxão, virou-te de costas contra o capô de um carro estacionado, subiu-te o vestido até à cintura e alinhou o caralho grosso na tua cona pingando. Enfiou-o de uma só estocada funda e brutal, abrindo-te a cona toda até ao fundo, fazendo-te soltar um gemido rouco, longo e animal que ecoou no estacionamento vazio: “Aaaai caralho… fode-me assim, abre-me a cona toda com esse pau grosso e veioso… parte-me, quero sentir cada veia a roçar dentro de mim, bate no fundo da minha cona gulosa… ai porra, estás a esticar-me toda”. Ele martelou-te com força selvagem e incansável, estocadas profundas, rápidas e brutais que faziam o carro abanar ruidosamente, o som molhado e obsceno de carne contra carne a ecoar alto entre os pilares, as bolas pesadas a baterem ritmadamente no teu clitóris inchado e sensível. Tu dedilhavas o clitóris com a mão direita, círculos rápidos, apertados e furiosos, gemendo sem parar, a voz rouca e suja: “Mais forte… bate fundo… quero sentir o caralho a esticar-me a cona até ao limite… ai porra, fode-me como a puta casada e mãe que eu sou… enche-me toda, quero sair daqui com a cona a pingar porra quente… sim, assim, mais rápido, fode-me a cona… ai caralho, adoro levar caralho grosso depois do almoço”. Ele segurava-te as ancas com as mãos grandes e calejadas, batendo-te de leve no cu enquanto te fodia: “Aperta essa cona gulosa, vadia… ordenha-me o caralho… olha que ainda passa alguém e vê-te a levar caralho no capô como uma puta barata… mexe esse rabo, cadela, rebola contra mim… diz-me que adoras ser fodida assim, diz-me que a tua cona é só para caralhos alheios”. Tu respondias entre gemidos: “Adoro… adoro ser fodida como uma vadia… a minha cona é para quem quiser… fode-me mais forte, enche-me de porra… quero sentir os jorros a rebentar dentro de mim… ai porra, vou gozar… não pares, bate mais fundo… aaaai caralho, estou a vir-me toda… a cona a pulsar… enche-me, enche-me agora”. Ele acelerou ainda mais, rosnando: “Toma, puta… toma a porra toda… vou encher essa cona casada até transbordar… aperta, ordenha-me… aaaah porra!”. Gozou com força, enchendo-te a cona de porra quente, grossa e abundante, jato atrás de jato que transbordou e escorreu pelas tuas coxas quando saiu devagar. Tu ajoelhaste-te outra vez no chão sujo e limpaste-lhe o pau todo com a língua gulosa e devota, chupando até à última gota de porra misturada com o teu próprio sumo, engolindo tudo enquanto ele gravava com o telemóvel.
Outra gravação no mesmo telemóvel era de um encontro num quarto de hotel barato perto do aeroporto, com aquele piloto loiro e alto que conheceste numa viagem de trabalho. Ele era casado, mas tinha um caralho longo e curvo que batia exatamente no ponto certo dentro da tua cona. Tu estavas de bruços na cama, ancas elevadas por duas almofadas grossas, completamente nua, o cu empinado e a cona já pingando abundantemente. Ele deitou-se sobre ti com o peso do corpo, o peito colado às tuas costas suadas, e enfiou o caralho na cona por trás, fodendo-te com estocadas lentas, profundas e circulares que te faziam gemer contra a almofada: “Ai porra… fode-me assim, por trás, com força… quero sentir esse pau curvo a roçar no ponto certo dentro da minha cona… bate fundo, abre-me toda… ai caralho, estás a esticar-me tão bem”. Ele acelerou, uma mão por baixo a dedilhar-te o clitóris com força enquanto a outra te apertava as mamas, torcendo os mamilos rijos com violência: “Isso, aperta essa cona à volta do meu pau… ordenha-me, puta casada… diz-me como gostas de ser fodida por caralhos de outros homens enquanto o teu marido espera em casa”. Tu gemias cada vez mais alto: “Adoro… adoro ser fodida por caralhos alheios… fode-me mais fundo, quero sentir as bolas a baterem na minha cona molhada… ai porra, não pares… bate mais forte, parte-me a cona… quero gozar com esse pau curvo dentro de mim… aaaai caralho, estou quase… não pares, fode-me como a vadia que eu sou”. Ele mudou de posição: virou-te de costas, levantou-te as pernas até aos ombros e fodeu-te de frente, o pau longo entrando fundo, as bolas batendo no teu cu ritmadamente. Os espelhos do quarto refletiam tudo de vários ângulos: o teu corpo tonificado aberto e suado, a cona esticada e brilhante à volta do pau curvo dele, as tuas mamas saltando, o teu rosto contorcido de prazer puro. Tu dedilhavas o clitóris com fúria, gemendo cada vez mais alto até gozares com o corpo todo a arquear, a cona esguichando sucos quentes que molharam a cama. “Ai porra… estou a vir-me… a cona a pulsar… enche-me, enche-me toda… quero sentir a porra a rebentar dentro de mim”. Ele encheu-te de porra quente, jatos abundantes e densos que transbordaram e escorreram pela tua cona abaixo quando saiu devagar. Tu ajoelhaste-te na cama e lambeste-o até ficar limpo, chupando as bolas e a glande, engolindo o resto da porra misturada com o teu próprio sumo enquanto ele te chamava de “puta casada insaciável”.
E há duas semanas, numa tarde em que disseste que ias às compras, foste encontrar aquele entregador de uma loja de móveis, um homem forte, de uns quarenta anos, com mãos grandes, braços tatuados e um caralho grosso e curto, mas muito veioso. Encontraram-se na van dele, estacionada num beco escuro atrás do centro comercial. Tu entraste, fechaste a porta e tiraste o vestido imediatamente, nua e molhada. Ele sentou-se no banco do passageiro e tu subiste dele, a cona engolindo o pau devagar até ao fundo, rebolando as ancas com força e fome enquanto ele te amassava as mamas com as mãos grandes e ásperas, chupando os mamilos com violência, mordendo-os até tu gemeres de dor e prazer. “Ai caralho… fode-me assim, deixa-me cavalgar esse pau grosso… aperta-me as mamas mais forte, morde os mamilos… ai porra, quero sentir-te todo dentro de mim”. Ele segurava-te o cu, abrindo as bandas, e de vez em quando enfiava a ponta do dedo no olho do cu só para te sentir pulsar mais forte. “Cavalga mais rápido, puta… aperta essa cona à volta do meu caralho… olha para ti, a foder um entregador na van como uma vadia no cio… diz-me que adoras levar caralho de desconhecidos”. Tu aceleraste, subindo e descendo com fúria, a cona molhada a fazer sons obscenos, sucos escorrendo pelas coxas dele: “Adoro… adoro foder desconhecidos… fode-me mais fundo, enche-me a cona… ai caralho, vou gozar… bate no fundo… aaaai porra, estou a vir-me toda… a cona a pulsar… enche-me agora, enche-me de porra quente”. Ele mudou para o lado, deitou-te no banco reclinado, uma perna tua sobre ele, e fodeu-te com estocadas curtas e intensas, o suor dos dois a misturar-se no ar quente da van. Tu dedilhavas o clitóris, gemendo cada vez mais alto até gozares, a cona contraindo-se violentamente à volta dele. Ele encheu-te de porra quente, jatos grossos que transbordaram e sujaram o banco. Tu ajoelhaste-te no chão da van e limpaste tudo com a boca, chupando o pau e as bolas até ficarem brilhantes, engolindo a porra toda enquanto ele gravava com o telemóvel.
Apesar de todas estas cenas que descobri, de todas estas imagens que me queimam a alma e me deixam o caralho duro e latejante contra a minha vontade, continuo a amar-te com a mesma intensidade doentia e absoluta de sempre. Amo-te pela mulher insaciável que és, pela cona que se molha abundantemente e se contrai como uma boca gulosa e quente, pelos gemidos roucos e sujos que dás quando um caralho te enche até ao fundo, pelos corpos que ofereces sem vergonha nenhuma sempre que o desejo te domina, pela forma como te rendes ao prazer mesmo quando tentas resistir. Se quiseres voltar, perdoo tudo, aceito tudo, continuo a ser o homem que te deixa ser livre, que te deixa foder quem quiseres, quantas vezes quiseres, da forma mais intensa e suja que o teu corpo pedir, desde que voltes para os meus braços no fim de cada aventura, desde que me deixes lamber cada vestígio quente e pegajoso que trouxeres na cona inchada e brilhante, desde que me contes ou deixes descobrir cada detalhe com aquela sinceridade crua e molhada que sempre tivemos. Porque o meu amor por ti é maior que qualquer dor, maior que qualquer segredo, maior que qualquer mentira que contes. Andrea, volta quando quiseres. Eu espero. Sempre. Com o coração aberto, a mente em equilíbrio e o corpo pronto para te receber toda, sem perguntas, sem julgamentos, apenas com um amor que não acaba nunca.
domingo, 31 de maio de 2020
Lembras-te?
Lembras-te o que respondias quando eu te dizia que um dia ia aparecer alguém na tua vida e iria levar-te para longe de mim? Respondias sempre com aquele ar de absoluta certeza: “Achas que eu algum dia vou trocar um homem como tu por outro, tinha de estar muito cega?”. Estás? Sabes, eu sempre achei que estava a ser o melhor para ti, a ser o melhor marido, o melhor pai, o melhor amante, mas não estava, não foi o suficiente. Sempre achei que no dia que outro homem se apaixonasse por ti (e isso é tão fácil), aquilo que tínhamos era suficientemente forte para nos manter juntos. Mais uma vez enganei-me. Hoje saíste, pela primeira vez assumidamente para ir ter com outra pessoa, isso pareceu incomodar-te muito, pois evitaste-me ao máximo, pediste-me para sair da cozinha enquanto preparavas as coisas e tomavas o pequeno-almoço. Eu sei ao que vais, com quem vais e acho que o teu objetivo, assumido por ti embora te tenhas referido a uma fase muito menos adiantada, é perceber, ter a certeza se a relação que tens com o João R. tem mesmo “pernas” para andar, não podes falhar, não podes dar passos em falso. E se chegares à conclusão que não é esse o caminho? O que vais fazer? Se estás a ler isto, é porque decidiste avançar e estás a viver com ele. Está a valer a pena o que deixaste para trás?
Enquanto escrevo isto, com as mãos a tremerem ligeiramente sobre o teclado e o peito apertado como se alguém me esmagasse as costelas, a mente não me deixa em paz e regressa sempre àquele cabrão do Paulo, o padrinho do Diogo, o meu amigo de infância que sempre foi um gordo obeso, careca, desleixado, transpiração constante como um porco suado, com mais de cento e vinte quilos de carne flácida e um cheiro azedo que se colava à pele. Eu nunca imaginei que ele fosse capaz de fazer o que fez, mas descobri tudo por acaso, há quase dois anos, quando comecei a ver mensagens estranhas no teu telemóvel. A chantagem começou de forma fria e calculada, através de WhatsApp, e eu li tudo mais tarde, quando consegui aceder ao teu arquivo de conversas apagadas. Ele tinha descoberto as tuas “indiscrições” constantes, não sei como, talvez uma foto, talvez um rumor no trabalho e usou isso como arma. As mensagens eram explícitas, cruas, sem qualquer piedade.
Primeiro veio a ameaça inicial: “Andrea, sei de tudo. Sei que andas a abrir essa cona gulosa para meio mundo. Ou me dás o que eu quero quando eu quiser ou mando as provas todas para o teu marido, para os teus pais e para a família inteira. Quero a tua cona amanhã à tarde. Responde já.” Tu tentaste evitar, respondeste desesperada: “Paulo, por favor, não faças isso. O meu marido não merece isto, o Diogo também não. Vamos falar, eu pago-te o que quiseres, mas não me obrigues a isto.” Ele respondeu imediatamente com uma foto tua antiga, tirada às escondidas, tu de joelhos a mamar um caralho qualquer: “Não queres dinheiro, quero a tua cona. Amanhã às 15h no Hotel Paraíso, perto de Oeiras. Se não apareceres, mando tudo.” Tu respondeste ainda a tentar demovê-lo: “Paulo, eu imploro, não me faças isto. Tu és o padrinho do meu filho, o amigo do meu marido. Isto vai destruir tudo.” Mas ele só mandou outra mensagem: “Cala a boca e aparece molhada. Quero gravar tudo como garantia. Se não vieres, o teu casamento acaba hoje.”
A primeira vez que os apanhei foi exatamente na nossa cama de casal, num fim de tarde em que eu tinha dito que chegaria tarde do trabalho mas regressei mais cedo por causa de uma reunião cancelada. Entrei em casa sem fazer barulho e ouvi gemidos abafados vindos do quarto. A porta estava entreaberta. Ele estava deitado de costas na nossa cama, nu, a barriga imensa e flácida a subir e descer como uma massa de gelatina suada e brilhante, o caralho duro e curto perdido entre as dobras de gordura, o corpo todo a transpirar que nem um porco, o cheiro azedo e forte a encher o quarto inteiro. Tu estavas em cima dele, completamente nua, as mãos apoiadas na barriga dele para te equilibrares, a cona engolindo o pau dele devagar enquanto ele te amassava as mamas pequenas com as mãos gordas e suadas, dedos grossos a apertarem e torcerem os mamilos rijos.
“Paulo, por favor, sai da minha cama… o meu marido pode chegar a qualquer momento, isto é loucura”, suplicaste tu, voz baixa e desesperada, tentando levantar-te da barriga dele. Ele riu-se, um riso rouco e ofegante, apertando-te os mamilos com mais força até tu gemeres de dor. “Cala-te, puta. Mais um caralho na tua cona gulosa não vai fazer diferença nenhuma. Quantos já passaram por aí? Quantos quilómetros de piça já passaram por essa cona funda? achas que o teu marido ainda não sabe que és uma cadela que abre as pernas para qualquer um? agora mexe esse rabo e cavalga-me como deve ser, ou mando as gravações todas agora mesmo.” Ele tinha o telemóvel ao lado, já a gravar, a luzinha vermelha piscando. Tu tentaste resistir outra vez: “Não, Paulo, por favor… não me obrigues a isto na cama dele… vamos para outro sítio, eu faço o que quiseres, mas não aqui.” Mas ele agarrou-te as ancas com as mãos enormes e puxou-te para baixo com força, enfiando o pau todo na tua cona. “Ai porra… estás molhada como sempre, sua vadia. Mexe-te, anda, cavalga esse caralho todo e aperta a cona à volta dele.” Tu gemeste, rendendo-te aos poucos, começando a subir e descer devagar, a cona apertando o pau dele apesar de não ser grande, o som molhado e obsceno a encher o quarto. Ele suava que nem um porco, o suor escorrendo pela barriga e molhando-te as coxas, o cheiro azedo a intensificar-se.
Depois ele virou o jogo: empurrou-te de costas na cama, deitou-se em cima de ti com todo o peso, esmagando-te contra o colchão, a barriga imensa a pressionar-te o peito e a barriga, o suor dele a pingar-te no rosto. “Agora aguenta, puta. Quero foder-te assim, esmagada debaixo de mim.” Enfiou o caralho na cona com estocadas pesadas e curtas, o peso todo a fazer-te sentir cada centímetro, o ar quase a faltar-te. Tu tentaste empurrá-lo: “Paulo, estás a esmagar-me… por favor, sai de cima… o meu marido vai sentir o cheiro…” Mas ele só ria e acelerava, o pau curto, mas grosso a bater dentro de ti, as mãos gordas a amassarem-te as mamas. “Cala a boca e abre essa cona. Quero gravar-te a levar caralho na cama do teu marido.” Mudou outra vez, obrigou-te a virar de lado, deitou-se atrás de ti e enfiou o pau na cona, o braço gordo por cima de ti a apertar-te o peito, o peso lateral ainda a esmagar-te. Depois quis a boca: puxou-te a cabeça para o pau suado e mandou: “Mama-me, puta. Chupa esse caralho todo enquanto eu gravo.” Tu hesitaste: “Não… por favor, não me obrigues a mamar-te…” Mas ele agarrou-te o cabelo e enfiou-te o pau na boca, fodendo-te a cara devagar. Por fim exigiu o cu: “Agora dá-me o cu, vadia. Quero foder-te o olho do cu na cama dele.” Tu imploraste: “Não, Paulo, o cu não… por favor, não.” Ele ignorou, cuspiu no olho do cu e enfiou devagar, o peso dele outra vez em cima de ti, esmagando-te enquanto te fodia o cu com estocadas curtas e pesadas. Tu gemeste de desconforto, tentando resistir, mas ele continuou a gravar, a suar, a rosnar: “Aperta esse cu à volta do meu pau… és uma puta que dá o cu a um gordo nojento como eu.” No fim, quando ele gozou dentro do cu, enchendo-te de porra quente, tu tremeste toda, a cona e o cu a pulsarem sem que dissesses uma palavra, o prazer a chegar só nesse momento final, silencioso, o corpo a contrair-se apesar de tudo.
A segunda vez foi num hotel barato perto de Oeiras, onde ele te obrigou a ir depois de te mandar outra mensagem de chantagem: “Quero-te hoje às 16h no hotel. Traz a cona molhada ou mando as gravações da última vez.” Tu respondeste ainda a tentar evitar: “Paulo, por favor, isto tem de parar. Eu faço o que quiseres, mas não mais na cama dele, e não graves outra vez.” Ele respondeu com uma captura da gravação anterior: “Vem ou o teu marido recebe isto tudo.” No quarto ele deitou-se imediatamente na cama, nu, a barriga enorme a espalhar-se pelos lençóis sujos. “Despe-te e sobe, puta. Hoje quero-te a cavalgar devagar primeiro.” Tu tiraste a roupa devagar, tremendo, e subiste para cima dele, posicionando a cona por cima do pau já meio duro. Ele gravava com o telemóvel na mão. “Mexes esse rabo ou mando já.” Tu começaste a cavalgar, subindo e descendo, a cona apertando o pau dele, mas ele mudou logo: virou-te de costas na cama, deitou-se em cima de ti com todo o peso, esmagando-te, o suor a pingar-te no rosto enquanto te fodia a cona com estocadas pesadas. “Sente o peso, vadia. Quero foder-te esmagada.” Tu suplicaste: “Paulo, estás a esmagar-me… por favor, sai… o meu marido pode ligar a qualquer momento.” Ele riu e mudou para o cu: cuspiu e enfiou devagar, o peso todo em cima de ti, fodendo-te o olho do cu enquanto te amassava as mamas com as mãos gordas. Depois obrigou-te a mamar: puxou-te a cabeça para o pau suado e enfiou-o na tua boca, fodendo-te a cara. “Chupa, puta, limpa o teu cu do meu caralho.” Tu tentaste resistir: “Não… por favor, não me obrigues a mamar depois do cu…” Mas ele forçou, gravando tudo. No fim, quando voltou a fazer-te cavalgar, tu rendeste-te completamente, o corpo a tremer em silêncio no orgasmo final, a cona e o cu a pulsarem sem que dissesses uma palavra, só o prazer mudo e intenso a atravessar-te enquanto ele te enchia de porra outra vez, gemendo como um porco.
Apesar de todas estas humilhações que descobri, de todas estas imagens que me queimam a alma e me deixam o caralho duro contra a minha vontade, continuo a amar-te com a mesma intensidade doentia e absoluta de sempre. Amo-te pela mulher insaciável que és, pela cona que se molha abundantemente e se contrai como uma boca gulosa, pelos gemidos roucos que dás mesmo quando te sentes humilhada e esmagada. Se quiseres voltar, perdoo tudo, aceito tudo, continuo a ser o homem que te deixa ser livre, que te deixa foder quem quiseres, quantas vezes quiseres, da forma mais suja e intensa que desejas, desde que voltes para os meus braços no fim de cada dia ou de cada aventura, desde que me deixes lamber cada vestígio de porra e suco que trouxeres na cona inchada, desde que me contes ou deixes descobrir cada detalhe com aquela sinceridade crua que sempre tivemos. Porque o meu amor por ti é maior que qualquer dor, maior que qualquer porra alheia, maior que qualquer segredo que descubra. Andrea, volta quando quiseres. Eu espero. Sempre. Com o coração aberto, a mente equilibrada e o corpo pronto para te receber toda, sem perguntas, sem julgamentos, apenas com amor.
Nota: Este conto é uma obra de ficção, qualquer eventual semelhança com acontecimentos ou pessoas reais é mera coincidência.
Todas as personagens são pessoas maiores de idade e todas as relações relatadas são consensuais.
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