A Fome que Nos Consome
Sou Ana novamente, e se você leu meu último relato, sabe como meu relacionamento com meu irmão Henrique mudou drasticamente. O que começou como a revelação de um segredo de adolescência rapidamente se transformou em algo muito mais intenso, mais voraz. Tornamo-nos amantes, viciados um no outro, desejando sexo constantemente.
Passaram-se apenas três meses desde nossa primeira vez, e já parece que vivemos uma vida dupla. De dia, somos irmãos com nossas famílias, nossos compromissos, nossas aparências. Mas nos bastidores, existem mensagens de texto latejantes, encontros furtivos e uma fome que parece crescer a cada dia.
Hoje, a desculpa foi perfeita. Henrique é contador, e precisava dos documentos para minha declaração de imposto de renda. Uma tarefa banal que se tornou o pretexto ideal para mais um encontro.
"Vou passar no seu escritório por volta das 15h", mandei por mensagem. "Trago tudo organizado."
A resposta foi imediata: "Estou aguardando. A porta ficará destrancada."
Meu coração bateu mais forte. Sabia o que aquelas palavras realmente significavam.
Cheguei ao seu escritório pontualmente. Uma pequena sala no centro da cidade, com uma placa discreta: "Henrique Silva - Contabilidade". Entrei silenciosamente, como combinado. Ele estava de costas, olhando pela janela, e se virou quando ouviu o fecho da porta.
"Ana", disse ele, e a forma como pronunciou meu nome já continha toda a promessa do que aconteceria.
Deixei a pasta com documentos na cadeira mais próxima. "Trouxe tudo que você pediu."
Ele deu alguns passos em minha direção, seus olhos percorrendo meu corpo de forma deliberada. "Você está linda hoje."
"Vesti pensando em você", confessei, e a honestidade daquelas palavras fez algo entre nós estalar.
Ele me pegou pela cintura e me puxou para um beijo. Não era um beijo tímido ou hesitante. Era faminto, possessivo. Suas mãos exploraram minhas costas, desceram até meus glúteos, apertando-os firmemente.
"Estou com uma reunião em uma hora", sussurrou ele entre beijos. "Precisamos ser rápidos."
Essa urgência só aumentava minha excitação. Suas mãos encontraram a barra da minha saia, e em segundos, ela estava no chão. Eu o ajudei a desabotoar sua calça, e quando o senti duro contra mim, uma onda de desejo percorreu meu corpo.
Ele me levantou e me sentou na mesa de seu escritório. Papéis e canetas foram espalhados com o movimento, mas não nos importamos. Naquele momento, aquele espaço profissional se tornou o palco de nosso desejo proibido.
Henrique afastou minha calcinha com um movimento rápido, e seus dedos encontraram minha umidade. "Você já estava pronta para mim", murmurou, e a afirmação soou como um elogio.
"Estou sempre pronta para você", respondi, e era a verdade mais pura que já falei.
Ele me penetrou então, ali mesmo, na mesa de seu escritório. O movimento foi inicialmente lento, quase reverente, mas rapidamente se tornou frenético. Cada golpe era uma afirmação do que tínhamos nos tornado, uma celebração do tabú que cruzávamos sem remorso.
Meus seios balançavam com cada movimento, e ele se inclinou para sugá-los, alternando entre os mamilos. O prazer era tão intenso que mal conseguia respirar. As janelas estavam abertas, e o som do trânsito lá fora contrastava com nossa intimidade silenciosa, apenas quebrada por suspiros e gemidos abafados.
"Mais rápido", pedi, e ele atendeu ao meu pedido, aumentando o ritmo até sentirmos ambos que o clímax se aproximava.
Quando senti que estava prestes a gozar, ele se retirou e me virou, colocando-me de quatro sobre a mesa. A nova posição permitiu que ele penetrasse ainda mais fundo, e eu gritei de prazer, sem me importar se alguém poderia ouvir.
Ele me agarrou pelos cabelos, puxando suavemente enquanto me possuía. "Você é minha", sussurrou, e aquelas palavras dispararam meu orgasmo. Meu corpo tremeu inteiramente, e ele continuou me movendo, prolongando meu prazer.
Logo depois, senti seu corpo se endurecer e ele se retirou rapidamente, virando-me para encarar. Com alguns movimentos rápidos de sua mão, ele ejaculou sobre meu abdômen e seios, marcando-me mais uma vez como fizera em nosso primeiro encontro.
Ficamos assim por alguns momentos, ofegantes, com a luz da tarde entrando pelas janelas e iluminando nossos corpos suados. A mesa estava uma bagunça, papéis amassados, canetas rolando pelo chão.
"Isso está se tornando um vício", disse ele finalmente, ajudando-me a me sentar.
"Eu sei", respondi, pegando alguns lenços de papel para me limpar. "E não quero parar."
Ele me ajudou a me vestir, e eu o ajudei a arrumar a mesa o melhor possível. Quando finalmente estávamos presentáveis novamente, ele me entregou a pasta com documentos.
"Amanhã te ligo sobre os cálculos", disse ele, e o tom profissional em sua voz era quase cômico, considerando o que acabávamos de fazer.
"Estou aguardando", respondi com um sorriso.
Antes de sair, ele me puxou para mais um beijo, desta vez mais lento, mais profundo. "Ana..."
"Eu sei, Henrique. Eu também."
Saí de seu escritório com as pernas ainda trêmulas, o cheiro dele ainda em minha pele. No carro, olhei-me no retrovisor e vi uma mulher diferente da que era três meses atrás. Mais ousada, mais viva, mais faminta.
Às vezes me pergunto para onde isso nos levará. Esta relação que construímos é frágil, perigosa. Mas cada encontro nos deixa mais famintos, mais dependentes um do outro.
Hoje, quando meu marido me perguntou como foi a visita ao escritório de meu irmão, apenas respondi: "Rápida e eficiente."
Ele não faz ideia de quão verdadeira foi minha resposta
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