A casada me comeu e nunca mais falou comigo
Ela me deu a cantada, nós transamos e ela simplesmente sumiu. Não achei ruim, apenas senti saudades
Eu já tinha visto LUIZA, o marido e os dois filhos pequenos lá no prédio, nem o nome deles eu sabia, apenas trocávamos cumprimentos educados no estacionamento, no elevador ou nos corredores. LUIZA tinha na faixa de 40 anos no máximo, um rosto bonito e um corpo interessante apesar de cheinho: braços gordinhos, pernas grossas, barriguinha, peitos médios, daquele que todo homem mete o olho mas que a própria mulher se acha gorda. LUIZA malhava, mas o corpo era do jeito que falei.
Fui descobrir o nome dela um dia em que entrei no elevador de serviço, eu estava suado, vinha do futebol, e ela estava dentro com um carrinho de compras, isso à noite. Conversamos sobre ter de fazer compras à noite, enfim descobrimos nossos nomes, ajudei-a tirar o carrinho do elevador e mais não houve e nada haveria se o destino não armasse das suas. Começamos a nos encontrar no prédio, às vezes ela indo ou vindo da academia, tudo realmente na mera coincidência, até um dia em que eu estava saindo e ela me perguntou se eu entendia de TV, internet, porque a internet estava com um problema na casa dela e o marido estava viajando. Eu sou curioso nisso e disse que poderia dar uma olhada. Voltamos e fomos para o apartamento dela. Os meninos estavam na escola e ela em home office nesse dia, estava indo buscar um técnico de uma loja perto do nosso prédio.
Entrei, fiz os procedimentos mais simples (desliga o modem, verifica a senha, atualiza o software da TV) e a internet normalizou. Não gastei 10 ou 15 minutos porque foi tudo simples, procedimentos normais. LUIZA ficou tão feliz que me deu um inesperado abraço, agradecendo muito, deixei até escrito as rotinas caso isso acontecesse de novo e iria embora se LUIZA não parasse de me elogiar... que eu tinha sido uma mão na roda, uma sorte para ela, que ela estava muito preocupada e, nessa conversa, é que ela fica nervosa sem um homem por perto. Falou exatamente isso, que ela se acalmava com homem. A frase tinha sentido dúbio, até pela cara dela. “Nem sei como posso te agradecer, RAMON”. “Foi nada, LUIZA, que bom que era só besteira”. E aí veio a cartada final dela:
- Se fosse meu marido, eu já sabia como agradecer a ele (e começou a rir)
- Ah ah ah, seu marido tem sorte e bom gosto, falei já olhando com sacanagem
- Você aceitaria o pagamento?
- Adoraria
Ela veio e começamos a nos beijar, LUIZA estava sedenta de sexo, ela estava com uma blusa normal e essa calças compridas meio frouxas, de pernas largas. Já fui metendo a mão na bunda dela, fomos tirando as roupas e vi uma mulher cheinha gostosa na minha frente, a xoxota com pentelhos bem aparados. Chupei-a toda, quando caí na buceta, já encharcada, LUIZA veio para o 69 e começou a me chupar. A buceta dela estava no ponto que tanto adora: bem limpinha e levemente suadinha, no ponto exato de a gente morrer de lamber e beber tudo. LUIZA montou em mim e ficamos trepando; ela gozou rápido, parou um pouco e disse que queria mais. Deitou na cama, abriu as pernas e fui por cima. Ela gozou de novo e então meti leite naquela mulher gostosa. Meu celular desesperado tocando, eu tinha marcado um encontro com um cliente, mas nem atendi. Ficamos por ali, comemos uns morangos e partimos para o segundo round, quando chupei e comi o rabo dela, um cuzinho acostumado a levar cacete.
LUIZA estava insaciável, não fosse o horário de ir buscar os filhos no colégio, teríamos ficado mais tempo. Lembro que era eu comendo o cu dela, ela de frango assado e se masturbando, e ela gozou assim. Ela deve ter gozado umas 5 vezes. “Vou comprar um celular para a gente se falar, esse meu é aberto, meu marido olha”, disse ela. Fui embora forçado pelo horário, liguei para meu cliente, disse que tinha perdido o celular, inventei uma estória e remarquei o encontro para o começo da tarde.
Chegar no prédio era uma expectativa para mim, queria ver LUIZA de novo, fazer amor de novo. Encontrei-a uns 3 dias depois no estacionamento, tinha uma vizinha conversando com ela e eu me limitei a cumprimentar as duas. O rosto de LUZIA não se alterou, como se nada tivesse ocorrido. Achei excelente ela fazer isso, evitava problemas. Passaram alguns dias e nada de a gente se encontrar, até um dia em que íamos subir no mesmo elevador. Era a chance, meu semblante senti que ele ficou alegre, mas LUIZA diz que esqueceu algo no carro e eu subo sozinho no elevador. E nunca mais eu a encontrei.
Soube depois de uns 2 ou 3 meses, quando obviamente já tinha mais qualquer esperança de sair com ela de novo, que ela, o marido e os filhos tinham morar em outro Estado. Conversando como não quer nada com porteiros e servente do prédio, tentei colher informações sobre LUIZA, ninguém sabia nada a não ser dizer que era uma família muito unida e muito educada.
Até hoje eu penso que ela estava subindo pelas paredes naquele dia, eu de sorte apareci, ela matou a vontade sexual e depois deve ter se arrependido, ter ficado com medo de minhas atitudes depois, afinal não éramos conhecidos. Uma pena, adorei aquela manhã de amor com ela.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)