Alívio Rápido
Às vezes tudo que importa é gozar e mais nada. Esse é meu primeiro conto. É casado real. Só mudei uma coisinha aqui e ali pra não comprometer.
Meu amigo, que eu não via há tempos, me convidou para almoçar na casa dele, depois da gente se encontrar casualmente em um shopping. Na ocasião desse encontro inesperado, logo que bati o olho na namorada/esposa dele, meu cacete deu sinal de "eu quero". Disfarcei como deu, mas o olhar dela denunciou que ela sabia que eu estava passando um sufoco para não olhar para os seios dela e para aquela bundinha no vestidinho colado. Ele nem se ligava. Eu estava passando no caixa da Casa& Vídeo, com meu novo laptop quando fui surpreendido por ele. Na hora nem reconheci. Mas logo foi aquela surpresa.
No almoço eu cheguei com as latinhas de cerveja que havia prometido levar. Assim que sai do Uber, ele já estava me aguardando na calçada. Quando vi o prédio, ficou evidente que o que ele queria mesmo era ostentar seu novo padrão de vida. Fiquei até meio sem graça. Mas no pico tempo que havíamos conversado lá no shopping, deu pra notar um ar de superioridade. Mas ele sempre foi assim.
Chegando no apartamento, ela estava na cozinha preparando o almoço, de short de tecido leve, não curto, mas que deixava a bundinha dela ainda mais bonita e uma camisa de malha que parece ser dele. E os seios dela pareciam me dizer "olha, vai!". Ela me cumprimentou com beijinhos no rosto e o Sandro foi logo pegando as cervejas e colocando no freezer. Depois fomos para a sala. Enquanto conversávamos, trocando as novidades dos anos, ela passou por nós, indo para o corredor. E aquilo foi um aviso sem chance para dúvida: "gostei de você". Me olhou daquele jeito enquanto passava por trás do Sandro. Eu até perdi a fala. Aquilo não podia estar acontecendo. E meu cacete não só endureceu de trincar, como começou a babar de vontade de cair pra dentro dela.
Nós almoçamos e ele me convidou para a gente ir para um bar jogar sinuca, que era o que nós fazíamos com frequência. Eu gostei da ideia. Bruna ia ficar em casa. E foi no momento em que ele entrou no banheiro para tomar banho, que eu senti a maldade no olhar dele. Quase um sorriso sapeca, me olhando. Eu deixei a lata vazia de cerveja mas pia e ia abrir o freezer para pegar outra. Ela estava no corredor encostada no portal. E assim que o barulho do chaveiro chegou até nós. Ela veio na minha direção, passou por mim e parou fora do alcance visual da janela. Abriu aquele sorriso, com sua respiração ofegante de quem estava para cometer o pecado e me chamou com os olhos. Eu fiquei totalmente sem ar. Mas quem resiste a isso. Fui até ela. Tímido e temeroso, mas com uma tesão que nunca tinha sentido igual. E quando chegue perto o suficiente, ela mesma suspendeu a camisa e disse sem soltar som: vem!
Eu chupei os seios dela com tanto tesão e vontade, que a vontade de gozar veio com força. Já na porta. Então agarrei ela, virei ela de costas, que até empinou a bundinha pra mim, botei meu cacete para fora e fui com ele, ajeitando espaço entre o short e a calcinha dela. Quando senti entrando, que ela mesma forçou para dentro, empurrando a bundinha no meu cacete, eu quase não consegui segurar o urro. Foi difícil. Eu apenas agarrei ela pela cintura e meu cacete foi descarregando leitinho. Ela me olhou sorrindo e me deu sua boca para um beijo enquanto eu gozava. Foi intenso e quente o suficiente para eu suar. E quando o barulho do chaveiro parou. Eu fui retirando, de vagar. Me desgrudei dela, guardei o cacete, com receio do Sandro sair logo do banheiro, e fui pegar minha cerveja. Abri a latinha e bebi numa golada só quase tudo.
Quando ele saiu do banheiro, perguntando sobre um colega nosso, eu fui direto para o banheiro, dizendo que estava apertado. A Bruna já havia ido para o quarto. Eu falei sobre esse colega no caminho, mas com dificuldade. Até gaguejando. Mas pedi licença e disse: só um instante. No banheiro, passei a mão no cacete melado e senti o cheirinho da xoxota dela. Delicia. Mijei e dei aquela limpada com água e um pouquinho de sabonete líquido. Respirei fundo, ainda não acreditando no que havia acabado de acontecer, e sai, falando mais desse nosso colega, que quase tinha morrido num acidente uns anos atrás.
Depois desse dia, eu e Bruna combinamos de sair umas vez. Ela tinha um WhatsApp só para os esqueminhas dela. Muito safadinha. Mas acabou que não rolou. Até que num dia ela disse que era pra gente dar um tempo. Acho que não curtiu tanto meu cacete, que embora eu seja alto e de corpo bem cuidado, não é o que poderia ser chamado de grande. Mas...
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