Tenho 54 anos e minha casa está um bordel, com 5 machos e o corno registrando tudo.
Meu nome é Ayma, tenho 54 anos, sou casada com um corno manso e impotente que adora me ver sendo destruída por machos de verdade. Moro em Recife, mas minha casa de Gravatá-PE vira bordel particular sempre que eu quero. Esse fim de semana foi um dos mais safados da minha vida. Convidei cinco amigos bem-dotados pra passarem desde sexta até domingo fodendo minha buceta, meu cu e minha boca sem parar. E o corno? Servindo, filmando, limpando e levando humilhação o tempo todo.
Chegamos na quinta à noite. Na sexta de manhã, quando os cinco chegaram, eu já estava com meu biquíni preto minúsculo, aquele que mal cobre meus mamilos e a rosca do meu cu. Saí andando pelo deck da piscina como na foto, bundona balançando, olhando pros machos com cara de puta no cio.
— Olha só pra ela… que vadia gostosa — disse Júnior, o negro musculoso de regata vermelha, apertando minha bunda com força.
Eu ri e respondi alto, olhando pro meu marido:
— Viu, corno? Esses machos de verdade já estão duros só de me olhar. Seu pauzinho nem levanta mais, né? Vai pegar a câmera e filma direitinho como se fode uma mulher de verdade.
O primeiro tapa veio logo. Júnior segurou meu cabelo e me deu um tapa forte no rosto, fazendo minha cabeça virar.
— Cala a boca e abre as pernas, sua puta velha.
Eu gemi de tesão, bochecha ardendo:
— Isso, me bate! Me trata como a vadia que eu sou!
Eles me colocaram de quatro no deck, bem na frente do corno. Júnior puxou o biquíni pro lado e enfiou aquela rola grossa e preta na minha buceta encharcada de uma vez só. Eu gritei:
— Ai caralho! Que pauzão! Mete fundo, Júnior! Rasga essa buceta de casada!
Enquanto ele socava forte, fazendo meus peitos balançarem, o de camisa florida (seu nome é Marcos) enfiou o pau na minha boca. Eu chupava babando tudo, olhos lacrimejando.
O corno estava ali, filmando, pauzinho mole na mão. Eu tirei o pau da boca por um segundo e gritei pra ele:
— Olha como ele me fode, corno! Isso é rola de verdade! Você nunca mais vai conseguir me dar prazer, seu inútil! Filma direitinho minha buceta sendo arrombada!
Marcos me deu dois tapas seguidos no rosto, bem forte:
— Engole meu pau, sua puta corna! Para de falar e chupa!
Eu obedeci, engasgando, baba escorrendo no queixo. Gozei pela primeira vez ainda na primeira hora, tremendo inteira.
No gramado, eles me viraram de quatro de novo. O barbudo de camisa verde, Rodrigo, cuspiu no meu cu e meteu fundo:
— Abre esse rabo, Ayma! Quero arrombar o cu dessa puta casada!
— Mete tudo, Rodrigo! Meu cu é seu! — gritei. Depois olhei pro corno: — Tá vendo, marido? Eles fodem meu cu sem camisinha, gozam dentro… e você só limpa depois, seu corno lambedor de porra!
Eles riam e humilhavam junto:
— Olha o corno filma tudo… que merda de homem. Enquanto a gente fode sua mulher, você segura a câmera tremendo.
Júnior gozou primeiro dentro do meu cu, enchendo tudo. Quando tirou, eu empinei mais e forcei a porra pra fora, escorrendo pela minha buceta.
— Vem, corno! Vem limpar o cu da sua mulher! Chupa toda a porra do Júnior que tá saindo do meu rabo!
Ele obedeceu, ajoelhando e enfiando a língua no meu cu sujo. Enquanto isso, o jovem de branco (Lucas) me deu vários tapas no rosto e mandou:
— Engole o resto da porra que tá na minha rola, vadia!
Eu chupei tudo, sorrindo pro corno:
— Aprende, seu inútil. Isso é que é homem.
**Sábado foi o dia da putaria pesada.**
Acordei chupando os cinco paus. Depois na piscina, fiquei completamente nua. Fizeram double penetration braba: Júnior na buceta, Rodrigo no cu, enquanto eu chupava outro. Eu urrava de prazer:
— Me fodem juntos! Dois paus me arrombando! Sou a puta mais safada de Gravatá!
Eles batiam na minha cara enquanto metiam. Tapa atrás de tapa, bochecha vermelha, olhos marejados de tesão.
— Sua mulher é uma vadia sem vergonha, corno! — gritava Lucas. — Olha como ela pede pra levar no cu!
Eu olhava pro meu marido e provocava:
— Tá gravando, corno? Quero que você assista depois quantas vezes eu gozei com rola de verdade. Seu pauzinho nunca mais vai entrar em mim!
No ponto alto do sábado, fizemos scat. Agachei sobre o peito do Marcos, fiz força e soltei uma bosta grossa e quente em cima do pau dele. Ele esfregou na rola e enfiou de novo no meu cu sujo.
— Isso, me suja! Me fode suja, seu macho! — eu gritava.
O corno foi obrigado a assistir tudo de perto. Quando terminamos, mandei:
— Vem lamber, corno. Limpa meu cu sujo de bosta e porra. Esse é seu lugar.
**Domingo – O Gangbang Final**
No último dia eu queria tudo. Deitada na espreguiçadeira, pernas bem abertas, eu provocava:
— Podem me usar até eu não aguentar mais. Sou a vadia de 54 anos do Scatbook da Selma Recife. Quero porra em todo lugar!
Eles me foderam sem parar. Buceta, cu, boca, mãos. Tapa na cara pra todo lado. Cada vez que eu gemia alto, levava tapa.
— Mais forte! Me bate enquanto me fode! — pedia eu.
No final, os cinco gozaram ao mesmo tempo: na minha cara, peitos, boca, dentro da buceta e do cu. Fiquei coberta de porra, bochechas vermelhas de tantos tapas, sorriso de puta satisfeita.
Olhei pro corno, que filmava tudo tremendo:
— Viu, marido? Essa é a mulher que você tem. Uma vadia insaciável que adora rola grossa, porra, bosta e humilhar você. Agora vem lamber tudo, seu corno limpador. Limpa sua mulher como o cachorro que você é.
Ele lambeu cada gota enquanto eu ria e beijava os machos de verdade.
Minhas fodas e Esse fim de semana está todo registrado no Telegram VIP de Selma e amigas www.bit.ly/telemanu e no Scatbook https://scatbook.com/manurecife2026 . Se vocês quiserem ver os vídeos reais, entrem no grupo. Eu, Ayma de Gravatá, não tenho limites. Aos 54 anos continuo mais safada que nunca.
E o corno? Continua filmando, limpando e aguentando… porque sabe que eu só gozo de verdade com outros machos.
Querem que eu conte o que rolou na segunda-feira antes deles irem embora? Ou quando Selma Recife veio pra cá com as amigas? É só pedir. Minha buceta e meu cu estão sempre prontos. 🔥
Beijos molhados da Ayma.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽


Comentários (0)