#Corno #Grupal #Traições #Voyeur

Diário de um homem que amou uma puta até ao fim (4/7)

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Tugolândia

Domingo, 24 de maio de 2020

Ansiedade
Hoje é domingo, daqui a pouco estarás de volta do teu fim de semana, eu acho que este fim de semana foi uma espécie de teste, estou um pouco ansioso sobre o resultado, sobre aquilo que me vais dizer logo. Sabes? A ideia de estares nos braços de outro homem, de acordares ao lado de outro homem, de ser alguém a não ser eu a dizer-te “bom dia” “és linda ao acordar”, (nessa altura transpareces uma beleza pura e selvagem inigualável), causa-me um desconforto inimaginável, mas sabes não é nem raiva, nem ciúme, é apenas tristeza e uma dor imensa, e acredita que doí muitíssimo.
Enquanto escrevo isto, com o sol a entrar pela janela da sala em Oeiras e o silêncio da casa a pesar-me no peito como chumbo quente, a memória regressa com uma clareza cruel, dolorosa e absurdamente excitante a um dia de Verão há uns anos, daqueles que deviam ser perfeitos em família, mas que se transformaram numa das visões mais cruas, intensas, prolongadas e inesquecíveis que já tive de ti e da tua cona insaciável e gulosa. Fomos os três a uma praia deserta e discreta na Costa Vicentina, um sítio quase selvagem, escondido entre dunas altas e rochas irregulares, onde pouca gente ia e onde o nudismo era praticado com total naturalidade, sem olhares indiscretos nem regras. O Diogo, ainda pequeno, adormeceu rapidamente à sombra do chapéu de sol grande, o corpinho relaxado na toalha colorida, o peito subindo e descendo com calma, o barulho suave e ritmado das ondas a embalá-lo num sono profundo e tranquilo. Tu estavas absolutamente magnífica, completamente nua sob o sol forte do meio-dia, o corpo de nadadora de elite brilhando como se fosse esculpido em bronze quente e oleado: pernas longas e tonificadas que pareciam feitas para se enrolarem em ancas alheias com força, cu empinado e rijo que brilhava com o óleo bronzeador, mamas pequenas mas firmes e perfeitas com os mamilos escuros já endurecidos pelo vento marítimo e pela excitação latente que eu via nos teus olhos, a cona depilada e lisa a reluzir, os lábios inchados ligeiramente entreabertos deixando ver o brilho húmido e abundante do interior rosado. Eu também estava nu, deitado ao teu lado, mas não conseguia tirar os olhos de ti, o caralho meio duro só de te ver assim exposta, oferecida ao sol e ao vento.
Dois jovens passaram por nós devagar, aparentando ter uns dezoito ou vinte anos, corpos atléticos e bronzeados, pele esticada sobre músculos definidos e jovens, caralhos semiduros e pesados a balançarem entre as pernas enquanto caminhavam pela areia quente, olhando-te descaradamente. Foram diretamente para um recanto escondido atrás de umas rochas grandes e irregulares, um pouco mais à frente na praia, um sítio isolado onde as ondas batiam mais baixo e o vento quase não chegava, perfeito para esconder o que quer que fosse. Tu ficaste a olhar para eles com aquele brilho predador e molhado nos olhos que eu já conhecia tão bem, os mamilos a endurecerem ainda mais, a cona a contrair-se visivelmente, um fiozinho brilhante de humidade a escorrer pela parte interna da coxa. Passada meia hora exata, viraste-te para mim com um sorriso inocente e calmo, a voz doce como se fosse a coisa mais normal do mundo: “Fica aí a tomar conta do Diogo que eu vou andar um bocadinho, preciso de esticar as pernas e refrescar o corpo”. Levantaste-te nua em todo o teu esplendor magnífico, o sol a realçar cada curva perfeita do teu corpo, as mamas pequenas a saltarem levemente com o movimento, o cu a balançar com aquele ritmo hipnótico e provocante, a cona já visivelmente húmida e brilhante entre as coxas, e afastaste-te devagar na direção das rochas, os pés descalços deixando marcas leves na areia quente, o corpo todo a brilhar como uma deusa oferecida.
Eu fiquei inquieto, o coração a bater mais rápido, a garganta seca, mas o Diogo dormia profundamente, o peito subindo e descendo com calma. Levantei-me com cuidado, sem perder o miúdo de vista nem por um segundo, e aproximei-me devagar das rochas, escondendo-me atrás de uma delas alta o suficiente para espreitar sem ser visto. O que vi deixou-me sem fôlego, o caralho a endurecer imediatamente até latejar dolorosamente, a boca seca e o peito apertado de excitação, ciúme e dor ao mesmo tempo.
Tu estavas já no meio da Acão mais selvagem e intensa, completamente entregue, nua e brilhante de suor e óleo, de joelhos na areia quente entre os dois rapazes, mamando alternadamente os dois caralhos jovens, duros como pedra e latejantes. Um era comprido e fino, com uma glande rosada e brilhante que tu lambias como se fosse um gelado, o outro mais grosso e veioso, pesado, com veias salientes que tu percorrias com a língua larga e gulosa, enrolando-a à volta da cabeça grossa. Tu chupavas um com fome desesperada, lábios esticados ao máximo à volta da glande enorme, engolindo até à garganta com sons molhados, obscenos e profundos de gluck-gluck-gluck, saliva escorrendo em fios grossos e brilhantes pelo queixo, pelo pescoço e pingando pesadamente nas tuas mamas pequenas, os mamilos rijos e escuros a brilharem molhados e vermelhos. Com a mão direita masturbavas o outro caralho com movimentos rápidos, firmes e apertados, torcendo a glande, apertando as bolas pesadas, enquanto gemias rouca e abafada à volta do pau que te enchia a boca: “Mmm… caralhos tão duros e jovens… tão cheios de porra… quero os dois dentro de mim ao mesmo tempo… encham-me a boca e a cona, fodam-me como a puta casada que eu sou”. Os rapazes gemiam alto, um deles agarrando-te o cabelo com força e empurrando-te a cara contra o pau até ao fundo: “Porra, que boca gulosa… chupa mais fundo, puta, engole-me até às bolas… olha para esta cadela casada e mãe de família a mamar dois caralhos na praia como uma vadia no cio”. Tu engasgavas-te de propósito, olhos lacrimejantes de tesão puro, saliva a escorrer em cascata pelo peito, as mamas a saltarem levemente enquanto aceleravas o ritmo, alternando entre os dois paus, lambendo as bolas pesadas e chupando a glande brilhante de pré-gozo até eles tremerem.
Levantaste-te com um movimento fluido e animal, encostaste o corpo quente contra uma rocha lisa e quente do sol, empinaste o cu magnífico e rijo, abriste bem as pernas e olhaste para trás com olhos vidrados: “Enfiem-me os caralhos… quero os dois a foderem-me”. Um dos rapazes posicionou-se imediatamente atrás de ti, alinhou o caralho grosso e veioso na tua cona pingando e enfiou-o de uma só estocada funda e brutal, abrindo-te a cona toda até ao fundo, fazendo-te soltar um gemido rouco, longo e animal que quase se ouviu por cima do barulho das ondas: “Aaaai caralho… fode-me assim, abre-me a cona toda com esse pau grosso… parte-me, quero sentir cada veia grossa a roçar dentro de mim, bate no fundo da minha cona gulosa”. Ele começou a martelar-te por trás com força selvagem e incansável, estocadas profundas, rápidas e brutais que faziam o teu corpo todo tremer e saltar, o cu empinado a bater contra a barriga dele com palmadas molhadas, o som obsceno e alto de carne contra carne a ecoar entre as rochas, as bolas pesadas a baterem ritmadamente no teu clitóris inchado e sensível. Tu dedilhavas o clitóris com a mão direita, círculos rápidos, apertados e furiosos, gemendo sem parar, a voz rouca e suja: “Mais forte… bate fundo… quero sentir o caralho a esticar-me a cona até ao limite… ai porra, fode-me como a puta casada e mãe que eu sou… enche-me toda”. O outro rapaz colocou-se à tua frente, encostado à rocha, e enfiou-te o pau comprido e fino na boca, fodendo-te a cara ao ritmo das estocadas na cona, as bolas a baterem-te no queixo, saliva a escorrer em fios grossos pelo pescoço e pelas mamas.
Mudaram de posição com uma fome insaciável. Deitaram-te de bruços sobre a toalha que tinham estendido na areia quente, ancas ligeiramente elevadas por um monte de areia. Um deles deitou-se sobre ti com o peso do corpo jovem, o peito colado às tuas costas suadas, e enfiou o caralho na cona por trás, fodendo-te com estocadas profundas, longas e ritmadas enquanto tu dedilhavas o clitóris com fúria, gemendo contra a toalha quente: “Ai caralho… fode-me assim, por trás, com força… quero sentir o pau a bater no fundo da cona enquanto eu me toco… mais fundo, parte-me toda”. O outro ajoelhou-se à tua frente e enfiou-te o pau na boca, fodendo-te a garganta devagar e fundo, as mãos no teu cabelo. O teu corpo magnífico brilhava de suor e óleo ao sol forte, as mamas pequenas esmagadas contra a toalha, os mamilos rijos a roçarem no tecido áspero, a cona esticada e brilhante de sucos a contrair-se visivelmente à volta do pau que te martelava sem piedade.
Viraram-te de lado, uma perna tua levantada bem alto contra o peito de um deles. Um enfiou o caralho na cona, fodendo-te com estocadas longas, fundas e circulares que faziam o teu corpo todo tremer, o outro enfiou-te o pau na boca de lado, as bolas a baterem-te no queixo, saliva a escorrer pelo pescoço. Os dois paus entravam e saíam em uníssono, enchendo-te a cona e a boca completamente, o som molhado, obsceno e constante a misturar-se com os teus gemidos abafados e com o barulho das ondas. Depois sentaste-te em cima de um deles, de frente, a cona engolindo o pau grosso devagar até ao fundo, rebolando as ancas com aquela técnica perfeita que te caracteriza, apertando os músculos pélvicos como se ordenhasses o leite todo, subindo e descendo com força, rapidez e fome enquanto as tuas mamas saltavam, os mamilos rijos pediam para serem chupados e mordidos. O outro colocou-se à tua frente e enfiou-te o pau na boca, fodendo-te a cara enquanto tu cavalgavas com fúria, o corpo todo a brilhar, suor escorrendo pelas costas e entre as mamas.
Por fim, deitaram-te de costas na toalha quente, pernas bem abertas e levantadas contra o peito, a cona completamente exposta, inchada, vermelha e pingando. Um fodeu-te a cona com força selvagem e incansável, estocadas rápidas, profundas e brutais que faziam o teu corpo todo tremer e saltar na areia, o pau grosso a esticar-te os lábios ao limite, batendo fundo no útero com pancadas molhadas, enquanto o outro te chupava os mamilos com fome voraz, mordendo-os e puxando-os. Tu dedilhavas o clitóris com fúria absoluta, o corpo arqueado de prazer, gozando em silêncio primeiro, o orgasmo a atravessar-te como uma onda violenta e prolongada, a cona contraindo-se violentamente e ordenhando o pau que te enchia, sucos a esguichar e a molhar a toalha e as pernas deles. Eles gozaram quase ao mesmo tempo, um enchendo-te a cona de porra quente, grossa e abundante, jato atrás de jato que transbordava e escorria pela tua cona abaixo em fios brancos e densos, o outro pintando-te as mamas, o pescoço, o rosto e o cabelo com jorros brancos e fortes. Tu lambeste tudo o que conseguiste, limpando os dois caralhos com a língua gulosa e devota, chupando até à última gota de porra, esgotando-os completamente até ficarem moles, brilhantes, latejantes e exaustos.
Passados uns minutos, voltaste calmamente pelo areal, nua, o corpo ainda corado e brilhante de suor, a cona inchada, vermelha e aberta com vestígios grossos de porra a escorrer discretamente pela parte interna das coxas, as mamas marcadas com chupões leves e saliva. Paraste junto a umas conchas à beira da água, apanhaste duas ou três banais que havia às dúzias aos nossos pés, e regressaste com um sorriso sereno e inocente, deitando-te ao meu lado como se nada tivesse acontecido, o cheiro forte a sexo, a porra jovem, a cona molhada e a suor a pairar na tua pele quente sob o sol. “Demorei um bocadinho porque me entretive a apanhar conchinhas”, disseste com naturalidade, mostrando-me as conchas na palma da mão, o corpo ainda a tremer levemente do prazer recente, a cona ainda latejante.
Eu fiquei ali, deitado ao teu lado, o Diogo a dormir tranquilamente entre nós, o coração a bater descompassado, o caralho duro e latejante, a mente em turbilhão completo, sabendo que tinhas acabado de esgotar dois rapazes jovens e cheios de vigor, deixando-os secos enquanto eu vigiava o nosso filho a poucos metros de distância. E apesar de tudo, apesar da dor, da humilhação e da excitação que me consumiam, o amor que sinto por ti continua maior que qualquer cena que te veja protagonizar, maior que qualquer porra alheia que te escorra pelo corpo, maior que qualquer desculpa de conchinhas que tragas como se fosses a mulher mais inocente do mundo. Amo-te pela puta magnífica e insaciável que és, pela cona que nunca se cansa e que se abre para qualquer caralho que te excite, pelo corpo que ofereces sem vergonha sempre que o desejo te domina, pelos gemidos roucos que dás quando dois paus te enchem ao mesmo tempo. Se quiseres voltar, perdoo tudo, aceito tudo, continuo a ser o homem que te deixa ser livre, que te deixa foder quem quiseres, quantas vezes quiseres, da forma mais intensa e suja que o teu corpo pedir, desde que voltes para os meus braços no fim de cada aventura, desde que me deixes lamber cada vestígio quente e pegajoso que trouxeres na cona inchada e brilhante, desde que me contes ou deixes descobrir cada detalhe com aquela sinceridade crua e molhada que sempre tivemos. Porque o meu amor por ti é maior que qualquer dor, maior que qualquer segredo, maior que qualquer concha que tragas como desculpa. Andrea, volta quando quiseres. Eu espero. Sempre. Com o coração aberto, a mente em equilíbrio e o corpo pronto para te receber toda, sem perguntas, sem julgamentos, apenas com um amor que não acaba nunca.

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Mentiras
Porque me mentes? Gostaria de acreditar que é para não me magoares… Sabes, acabei agora de confirmar que o fio do anjinho te foi oferecido pelo João R. e que ele mora no Montijo, o que confere exatamente com os km que o Mercedes fez este fim-de-semana, não é preciso muito para concluir que passaste o fim de semana com ele. Isso para mim não muda absolutamente nada, como te disse ontem era essa a minha ideia, eu já sabia, expliquei-te tudo com todos os detalhes. Só não entendo porquê a tua mudança de atitude e teres “inventado” outra pessoa? O fim de semana correu mal? E percebeste que é uma relação sem futuro? Ou correu bem e queres ficar bem com “Deus” e com o “Diabo”, ou seja ter simultaneamente o melhor dos dois mundos, teres-me a mim e a ele cada um com a sua “função” e o seu “lugar”? Até quando? Aconteça o que acontecer, não vou desistir de ti e de te reconquistar. Amo-te… se calhar estupidamente, mas amo-te… espero vir a merecer o teu amor de volta.
Enquanto escrevo isto, com a casa em Oeiras mergulhada num silêncio pesado e o ar tão denso que custa a respirar, a mente regressa, implacável e dolorosamente nítida, a uma das memórias mais cruas, intensas e excitantes que guardo de ti - aquelas férias na Madeira, quando o Diogo ainda era pequeno e o casamento parecia uma fortaleza que nada conseguia abalar. Ficámos num hotel de luxo no Funchal, daqueles com piscina infinita que se funde diretamente com o mar, uma baía calma e cristalina pontuada por rochas cheias de vida marinha, peixes de todas as cores que pareciam dançar sob a superfície, ideal para fazer snorkeling. O Diogo adorava a piscina infantil e passava horas a chapinhar, enquanto tu e eu alternávamos a vigilância para podermos mergulhar um pouco.
Tu estavas absolutamente devastadora. Usavas um micro biquíni azul-marinho fio-dental, dois triângulos minúsculos que mal cobriam a racha da tua cona completamente depilada (naquele Verão estavas lisa como uma menina) e os mamilos rijos, deixando à mostra quase todo o teu corpo de nadadora de elite. As pernas longas e tonificadas, o cu empinado e rijo que brilhava com o óleo de bronzeador, as mamas pequenas, mas firmes e perfeitas com os mamilos escuros a marcarem o tecido fino e quase transparente quando molhado, a curva do papo da cona visível entre as coxas quando te mexias. Caminhavas pela borda da piscina como se fosses a rainha do lugar, o corpo brilhando ao sol, cada músculo definido, cada gota de suor a escorrer lentamente pela pele bronzeada. Todos os homens presentes, casais em lua-de-mel, estrangeiros de meia-idade, velhos e jovens, viravam a cabeça, olhares famintos, paus a endurecerem dentro dos calções de banho, sussurros discretos que se transformavam em conversas abertas quando pensavam que ninguém ouvia. Tu sabias. E adoravas. Sorrias inocente, mas os teus olhos brilhavam com aquela fome predadora que eu conhecia tão bem.
Entre os hóspedes estavam dois rapazes alemães, louros, enormes, na casa dos vinte anos, corpos de atletas, pele dourada e caralhos que já se notavam semiduros só de te verem. Assim que chegaste à piscina, nunca mais tiraram os olhos de ti. Tínhamos só uma máscara de snorkeling, por isso alternávamos a tarefa de vigiar o Diogo na piscina infantil enquanto o outro mergulhava. Depressa comecei a reparar numa coincidência estranha: sempre que eu regressava do mar, cruzava-me com os alemães a entrar na água e a nadar calmamente em direção da grande rocha que ficava a umas dezenas de metros da piscina. Quando eras tu a entrar na água, eu conseguia ver o teu cu fantástico a destacar-se à superfície, as nádegas redondas e firmes a brilharem, até que mergulhavas e desaparecias atrás da rocha. Os alemães também não os conseguia vislumbrar em lado nenhum. E havia sempre um grupo anormal de homens a nadar calmamente, quase sem saírem do lugar, do outro lado da mesma rocha.
Tu voltavas sempre com os lábios um pouco inchados e as bochechas rosadas. Eu achava que era da pressão da máscara de snorkeling. Quando era a minha vez de mergulhar, o tubo tinha sempre um sabor estranho, salgado, ligeiramente adocicado, que eu associava à água do mar misturada com protetor solar. Isto repetiu-se a manhã toda, até à hora de almoço. Depois recolhemos ao quarto para o Diogo dormir a sesta. Eu desci ao bar do hotel para tomar uma bebida e relaxar um pouco, sentei-me num canto atrás de um pilar largo, para poder estar mais sossegado a ler o jornal. Do outro lado do pilar sentaram-se dois homens de meia-idade, que não me viram. Começaram a falar em voz baixa, mas clara o suficiente para eu ouvir tudo.
“Tu viste como a boazona de azul de manhã mamou o caralho dos putos alemães atrás das rochas? Grande mula, engoliu os dois até aos colhões, uma após a outra vez, como se fosse o pequeno-almoço dela”, disse o primeiro, rindo baixinho e excitado.
O segundo respondeu com voz rouca e cheia de tesão: “Grande puta, enquanto o marido tomava conta do miúdo ela mamava a esporra dos alemães a manhã toda. Eu e o outro gajo estávamos mesmo ao lado, a nadar calmamente, quase encostados às rochas, a ver tudo de perto. Ela sabia perfeitamente que estávamos ali. Olhava diretamente para nós com aqueles olhos de puta, como se quisesse que víssemos cada pormenor, como se o facto de estar a ser observada de tão perto lhe desse ainda mais tesão. Ajoelhava-se na água, segurava os dois paus louros e alternava, chupando um até ao fundo enquanto masturbava o outro com a mão toda molhada. Os putos gemiam baixinho, seguravam-lhe a cabeça e fodiam-lhe a boca com força. Quando um gozava ela engolia tudo, nem uma gota caía na água, depois virava-se para o outro e repetia, os lábios inchados, os olhos fixos em nós, como se dissesse ‘estão a ver como eu engulo tudo?’. Tinha a cona tão molhada que até da superfície se via o brilho entre as pernas. O micro biquíni fio-dental enfiado na racha, os triângulos minúsculos a mal taparem os mamilos rijos… era uma visão de outro mundo.”
E continuaram descrevendo tudo com pormenores cruéis e excitantes que me deixaram paralisado atrás do pilar:
“Os mamilos dela estavam tão rijos que pareciam pedras escuras furando o tecido. O micro biquíni mal tapava a racha da cona, via-se o papo inchado e brilhante. Quando mergulhava atrás da rocha, os alemães já estavam à espera, paus de fora, duros como ferro. Ela chupava de joelhos na água, o cu empinado para fora, o fio-dental enfiado entre as nádegas, balançando. Um segurava-lhe a cabeça e enfiava-lhe o caralhão louro até à garganta, o outro apertava-lhe as mamas e torcia os mamilos. Ela engolia tudo, cuspia saliva, olhava diretamente para nós com aqueles olhos de puta e pedia mais. ‘Mais fundo… quero engolir os dois caralhos ao mesmo tempo… enchei-me a boca de porra alemã quente… quero sentir-vos a rebentar na minha garganta’, ouvi-a sussurrar uma vez, mesmo com a boca cheia, olhando-nos nos olhos como se quisesse que gozássemos só de ver. Quando os putos gozavam ela engolia tudo, lambia os lábios inchados e voltava para a piscina como se nada tivesse acontecido, com os lábios vermelhos e as bochechas rosadas. O marido deve achar que é do sol ou da máscara. Grande puta, mamou os dois a manhã toda enquanto o corno vigiava o miúdo.”
Depois do filho acordar, fomos dar uma volta pelo centro comercial. Ao passarmos pelo cinema, o Diogo viu o cartaz de um filme de animação que queria muito ver. Tu incentivaste com aquele sorriso doce: “Vai com o pai, amor. Eu fico no quarto a descansar um pouco, estou cansada do sol”. Tanto insistiram que acabei por levar o miúdo. Antes de sair, deixei escondida no quarto uma GoPro que tinha comprado para as férias, qualidade 4K, capacidade para horas de gravação seguidas, colocada num ângulo discreto mas que cobria quase todo o quarto e a varanda.
Quando voltámos do cinema, o Diogo eufórico, fui diretamente à câmara. O que encontrei, apesar de não me surpreender completamente, deixou-me boquiaberto.
Poucos minutos depois de sairmos, bateram à porta do quarto. Tu abriste já completamente nua, as marcas do biquíni a destacar-se no bronzeado, a cona brilhante e inchada. Os dois jovens alemães entraram como lobos famintos, tirando a roupa à pressa, pintelhos louros e caralhos imensos, rosados, grossos, veiosos e duros como pedra. Em segundos estavam os três nus. Tu caíste de joelhos e abocanhaste um, engolindo até aos colhões com um gemido rouco, enquanto o outro se ajoelhava atrás de ti e enfiava a língua na tua cona encharcada e no cu que piscava de antecipação e tesão. “Porra, que boca… engole tudo, puta… chupa-me o caralho todo enquanto o meu amigo te mama a cona e o cu… olha para esta cadela casada a mamar dois caralhos alemães no quarto do hotel”, grunhiu um deles. Tu gemias com a boca cheia, saliva escorrendo pelo queixo: “Quero os dois… enchei-me a boca e a cona… quero sentir estes caralhos enormes a partirem-me… fodei-me a garganta, quero engolir tudo… ai porra, lambam-me a cona mais fundo, enfia a língua no cu… quero ser a vossa puta esta tarde”.
Deitaram-te na cama, um debaixo de ti, o caralho grosso entrando na cona enquanto tu cavalgavas com força selvagem, rebolando as ancas, apertando os músculos pélvicos como se ordenhasses o leite todo. O outro enfiou-te o pau na boca, fodendo-te a garganta sem piedade. “Cavalga mais rápido, vadia… aperta essa cona à volta do meu caralho… olha para estes peitos a saltarem… aperta-os à volta do pau do meu amigo”, rosnava ele. Tu respondias com a boca cheia: “Quero os dois dentro de mim… fodam-me a cona e a boca ao mesmo tempo… quero sentir-vos a rebentarem-me… mais fundo na garganta, quero engolir as bolas… ai caralho, a cona está a arder de tesão… enchei-me toda!”.
Fizeste a um deles uma punheta de mamas perfeita, apertaste o caralho entre as mamas firmes, subindo e descendo enquanto lambias a glande, alternando com mamadas molhadas e profundas. “Aperta essas tetas à volta do meu caralho… lambuzo-te as mamas de porra, puta casada… mama-me o caralho enquanto eu fodo os teus peitos… porra, que mamas perfeitas para punheta”, grunhia um. Tu gemias: “Quero sentir a porra nas mamas… fodam-me as tetas… ai caralho, quero os dois a esporrarem-me toda”.
Levaram-te para a varanda, à vista de todos os hotéis em frente. Tu debruçaste-te no parapeito, cu empinado, e um enfiou o caralho na cona por trás com estocadas brutais, enquanto o outro te fodia a boca. “Fodam-me mais forte… quero que os hóspedes me vejam a levar na cona… encham-me, rebentem-me a cona com esses bacamartes enormes… quero gritar para todo o hotel ouvir… ai porra, bate fundo, rebenta-me a rata… quero que me vejam a gozar como uma puta vadia!”, gritavas tu, voz alta e despudorada, ignorando os quartos ao lado e o corredor. Eles foderam-te em todas as posições: de quatro na varanda, de lado na cama, tu cavalgando um enquanto o outro te enchia a boca, de pé contra a parede, as tuas pernas enroladas na cintura dele, o corpo todo a tremer. Gritavas sem vergonha: “Mais fundo… fodam-me a cona toda… quero sentir os dois caralhos a alternarem dentro de mim… encham-me de esporra alemã quente… aaaai caralho, estou a vir-me toda… não parem, rebentem-me… quero a cona assada de tanto foder… encham-me, encham-me toda até transbordar!”.
Eles gozaram várias vezes, enchendo-te a cona, a boca, as mamas e o rosto de porra quente e abundante. Tu engoliste, lambeste, esfregaste nos mamilos, pedindo mais, o corpo todo brilhante de suor e porra, a cona inchada, vermelha e escorrendo rios brancos. Só pararam quando os dois caralhos estavam secos e tu tinhas a cona assada, latejante, completamente destruída de tanto foder.
Voltei ao quarto. Tu estavas deitada na cama, serena, como se nada tivesse acontecido, o corpo ainda corado, os lábios ligeiramente inchados. “Descansaste bem?”, perguntei. Tu sorris-te: “Muito bem… dormi como um anjo”.
Apesar de tudo isto - das mentiras, das fodas secretas, das porras alheias que te encheram a cona tantas vezes -, o meu amor por ti continua intacto, doente, absoluto e inabalável. Amo-te pela mulher magnífica e insaciável que és, pela cona que nunca se cansa, pelo corpo que ofereces sem vergonha, pelos gemidos que dás quando um caralho novo te abre, pela mente brilhante e perversa que planeia cada sedução com precisão cirúrgica. Se quiseres voltar, perdoo tudo. Aceito tudo. Continuo a ser o homem que te deixa ser livre, que te deixa foder quem quiseres, quantas vezes quiseres, da forma mais intensa e suja que o teu corpo pedir. Desde que voltes para os meus braços no fim de cada aventura, desde que me deixes lamber cada vestígio quente e pegajoso que trouxeres na cona inchada e brilhante, desde que me contes ou deixes descobrir cada detalhe com aquela sinceridade crua e molhada que sempre tivemos.
Porque o meu amor por ti é maior que qualquer dor, maior que qualquer segredo, maior que qualquer mentira, maior que qualquer caralho que te tenha fodido. Andrea, volta quando quiseres. Eu espero. Sempre. Com o coração aberto, a mente em equilíbrio e o corpo pronto para te receber toda, sem perguntas, sem julgamentos, apenas com um amor que não acaba nunca.
Nunca.

Nota: Este conto é uma obra de ficção, qualquer eventual semelhança com acontecimentos ou pessoas reais é mera coincidência.
Todas as personagens são pessoas maiores de idade e todas as relações relatadas são consensuais.

Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Rita: Esse final de texto é...uffff!!!

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