Presente de Natal
Garoto de programa é usado e abusado e tem até dp, espero que curtam
Não sou acostumado a escrever contos, então começarei me apresentando.
Eu me chamo Sérgio. Tinha 24 anos e trabalhava como modelo e acompanhante de luxo em São Paulo. A primeira vez que vi Marcos Ribeiro, o empresário grandão dono de vários shoppings no interior, foi numa viagem pra Recife.
Marcos era um touro de homem: mais de 1,90m, corpulento, barrigudo mas cheio de força, peludo do peito até a virilha, careca e com aquela cara de macho alfa que não pede licença. Ele tinha convidado o advogado dele, Dr. Paulo Brando, e o Paulo me levou junto como acompanhante.
No jantar num restaurante chique de Recife, o Marcos era todo elegante, falando de negócios. Mas quando chegamos no galpão afastado onde rolavam as lutas clandestinas sem regra, o bicho pegou. Dois negões enormes se batiam de punho fechado, sangue voando, suor escorrendo. O Marcos ficava em pé, olhos brilhando, socando o ar junto, o pau marcando grosso e duro dentro da calça cara. Dava pra sentir o tesão saindo dele.
O Paulo, meu cliente fixo, alto, magro e elegante, curtia ver. Ele ficava quietinho, mão na minha coxa, apertando meu pau por cima da calça enquanto assistia.
Ele tinha levado junto outro garoto, o João Viana, um ruivinho branquinho, sardento, magrinho e delicado, vindo de Florianópolis. No banheiro do galpão, o João me confessou nervoso:
— Porra, Sérgio… nunca vi luta assim. Eles batem até um desmaiar.
— Relaxa, João. Sorri, aguenta e pensa no dinheiro. O Marcos tá pagando bem pra caralho.
Durante uma luta, um negão musculoso e suado destruiu o adversário, montou no peito dele e enfiou o pau grosso na boca do perdedor na frente de todo mundo. A galera gritou. Eu gozei na cueca ali mesmo, com a mão do Paulo me apertando firme.
No hotel em Recife
Voltamos pro hotel de luxo na praia. O Paulo realizou o fetiche dele. O mesmo lutador negão que eu tinha curtido apareceu no quarto, ainda com o corpo quente e marcado da luta.
Ele não falou muito. Tirou a roupa, mostrou aquele pau preto, grosso, veioso e comprido, já babando. Me jogou de costas na cama king size, sentou no meu peito e segurou meus pulsos acima da cabeça. O cheiro dele era forte: suor, testosterona, vitória.
Enfiou o pau na minha garganta devagar no começo, depois mais fundo, esticando meus lábios, batendo no fundo da boca. Eu babava, engasgava um pouco, mas chupava com vontade, língua rodando na cabeça grossa. Ele gemia rouco, quadril mexendo.
— Isso, vai… engole esse pauzão, porra.
Depois me virou de quatro. Cuspiu no meu cu e meteu de uma vez, abrindo tudo. Senti cada centímetro grosso entrando, queimando gostoso, esticando minha parede interna. Ele segurava minha cintura com as mãos grandes e metia forte, pele batendo contra pele, o barulho molhado ecoando no quarto.
Eu apertava ele por dentro, rebolava, gemia alto. O suor dele pingava nas minhas costas. O Paulo assistia na poltrona, punhetando devagar. O negão me fodeu fundo, variando o ritmo: às vezes socadas curtas e brutas, às vezes estocadas longas e lentas que faziam eu sentir o pau roçando na próstata.
Gozei primeiro, jorrando no lençol sem nem tocar no meu pau. Ele rosnou, apertou minha bunda com força e gozou dentro, enchendo tudo de porra quente e grossa.
Quando ele saiu, o Paulo tomou o lugar. Me comeu mais calmo, mas ainda fundo, gozando na minha boca enquanto eu ainda sentia o cu latejando.
O João passou a noite com o Marcos. No dia seguinte ele tava andando meio devagar, cu dolorido, mas com um sorrisinho safado. Nada grave — só bem arrombado.
Natal no chalé — Serra da Mantiqueira
Algumas semanas depois, o Marcos me chamou pra passar o Natal no chalé dele numa serra chique da Mantiqueira, perto de Campos do Jordão. Mandou cinco mil reais adiantado só pra garantir que eu fosse. O Paulo, o diretor financeiro Pedro Costa e o marido dele, Hugo, também iam.
Chegamos de jatinho particular no aeroporto de São José dos Campos e subimos de Range Rover pro chalé enorme, com lareira, vista pra montanha e neve artificial nas árvores pra dar clima de Natal.
No primeiro dia o clima já esquentou. Depois do jantar com vinho, o Marcos me chamou pro quarto master.
Ele tava pelado, pau enorme balançando pesado, cabeça vermelha e brilhando de pré-gozo. Me agarrou pela nuca e me beijou com força, língua dominando minha boca. Depois me jogou na cama de bruços.
— Tô querendo esse cu desde Recife, Sérgio.
Cuspiu direto no meu buraco, abriu minhas nádegas e meteu devagar no começo, deixando eu sentir cada veia do pauzão abrindo caminho. Quando entrou até o fim, eu soltei um gemido longo. Ele deitou o corpo peludo e pesado em cima de mim, peito roçando minhas costas, e começou a meter.
Foda bruta e gostosa. O barulho de pele molhada, o cheiro de macho suado, a respiração quente dele no meu pescoço. Ele metia fundo, girando o quadril, saindo quase tudo e socando de novo. Dava tapas firmes na bunda que ardiam delícia.
Me virou de lado, levantou minha perna e continuou metendo, olhando nos meus olhos enquanto o pau entrava e saía brilhando. Eu apertava ele por dentro, rebolava no ritmo, gemendo:
— Mais forte, Marcos… me fode direito.
Ele acelerou, suor escorrendo, bolas batendo no meu cu. Gozou pela primeira vez, jorrando quente lá no fundo. Não saiu. Ficou dentro, mexendo devagar até endurecer de novo. Depois me colocou de quatro e me comeu mais uma vez, mais lento, mais profundo, apertando meus ombros.
O Paulo entrou na brincadeira. Enquanto o Marcos recuperava o fôlego, ele me fez chupar seu pau e depois me fodeu de frente, olhando pra mim.
Mais tarde, já passava da meia-noite. A lareira ainda crepitava no quarto master do chalé, iluminando tudo com uma luz alaranjada quente. Eu estava de quatro no meio da cama king size, suado, o cu ainda latejando da foda que o Marcos tinha me dado antes. O cheiro de sexo, suor masculino e lenha queimando tomava o ar.
Claude, o franco-canadense gostosão, entrou no quarto sem bater. Só de calça de moletom cinza, o volume já marcando grosso. Moreno, peito peludo, braços fortes de quem passa o dia nas pistas de esqui. Ele sorriu safado ao me ver naquela posição, o cu vermelho e brilhando de porra do Marcos.
— Porra, que visão... — murmurou com aquele sotaque rouco que arrepiava.
Marcos, ainda pelado e com o pau semi-duro balançando pesado, deu um riso grave:
— Entra logo, Claude. O Sérgio tá pedindo pra ser bem usado hoje.
Claude tirou a calça. O pau dele era tão grosso quanto o do Marcos, um pouco mais curto, mas com uma cabeça rosada e inchada que brilhava. Veias grossas pulsando. Ele subiu na cama e segurou meu queixo com firmeza, enfiando o pau na minha boca sem cerimônia. O gosto era forte, salgado, macho. Eu chupei com vontade, babando, sentindo ele endurecer completamente na minha língua enquanto mexia a cabeça.
Marcos se posicionou atrás de mim. Abriu minhas nádegas com as mãos grandes, cuspiu no buraco já molhado e empurrou o pauzão de novo. Entrei gemendo alto com a boca cheia. Ele metia devagar, fundo, abrindo tudo, o corpo peludo colado nas minhas costas.
— Isso... abre bem pra gente, Sérgio — rosnou ele no meu ouvido, mordendo o lóbulo.
Depois de alguns minutos metendo gostoso, Marcos deitou de lado na cama e me puxou por cima dele, de costas. Eu sentei no pau dele devagar, sentindo cada centímetro grosso me invadir até as bolas. Fiquei quicando devagar, rebolando, apertando ele por dentro enquanto gemia.
Claude se ajoelhou entre minhas pernas abertas. Cuspiu na mão, passou no próprio pau e começou a forçar a cabeça junto com o do Marcos.
— Relaxa... respira fundo — murmurou ele.
Senti uma pressão forte, ardente, deliciosa. Meu cu esticou ao máximo enquanto a cabeça grossa dele entrava devagar, roçando forte no pau do Marcos lá dentro. Soltei um gemido longo, rouco, quase um grito abafado. Os dois paus juntos me preenchiam completamente, latejando, pulsando, roçando um no outro através da parede fina.
— Caralho... que cu guloso — grunhiu Claude, segurando meus quadris.
Eles começaram a se mover. Primeiro devagar, sincronizados. Um entrava enquanto o outro saía um pouco. Depois foram acelerando. O barulho era obsceno: pele molhada batendo, meus gemidos, os grunhidos roucos dos dois machos. O suor escorria pelo meu corpo, pingava do peito peludo do Claude no meu abdômen.
Marcos segurava minha cintura por baixo, metendo pra cima com força. Claude segurava meus ombros, socando de cima. Os dois paus me arrombando juntos, esfregando direto na próstata o tempo inteiro. Eu tremia inteiro, pau duro babando sem parar no meu próprio ventre.
— Tá sentindo nós dois, né? — Marcos rosnou no meu ouvido, mordendo meu pescoço. — Dois pauszões te rasgando gostoso...
Eu só conseguia gemer, a voz falhando. O prazer era absurdo. Uma queimação gostosa misturada com ondas de prazer que subiam pela coluna. Meu cu piscava desesperado em volta dos dois paus, apertando, ordenhando.
Claude acelerou, metendo mais curto e forte. Marcos segurava firme e dava estocadas profundas. Eu gozei pela primeira vez sem nem tocar no pau — jatos fortes que sujaram meu peito e a barriga do Claude. Meu cu apertou tanto que os dois gemeram alto.
Eles não pararam. Continuaram me fodendo através do orgasmo, prolongando ele até eu ficar tremendo, quase sem ar.
Claude foi o primeiro a gozar. Rosnou feito um animal, cravou os dedos nos meus ombros e jorrou quente lá no fundo, misturando a porra dele com a do Marcos. Segundos depois, Marcos apertou minha cintura com força e gozou também, enchendo tudo ainda mais. Senti os dois paus pulsando juntos dentro de mim, jatos grossos e quentes me inundando.
Fiquei ali, empalado nos dois, ofegante, corpo mole, cu completamente destruído de prazer, porra escorrendo devagar pelas minhas coxas quando eles começaram a sair devagar.
Claude puxou meu rosto e me deu um beijo molhado, língua dominando. Marcos mordeu meu ombro por trás, ainda com o pau meio duro dentro de mim.
— Feliz Natal, Sérgio... — murmurou ele rindo baixo.
E assim foi uma das minhas aventuras, se curtiu, comente, critique, me fale oque gosta, quem sabe eu já tenha feito e possa te contar.
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Comentários (1)
luiz: Já levei DP e uma loucura deliciosa , pena que não e fácil encontrar 2 ativos o isso.
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