#Assédio #Bissexual #Grupal #Teen

Bernado e Violetta

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lodive0

O som abafado do chuveiro contra o azulejo foi o que despertou Violetta. Por um segundo, ela mergulhou em uma desorientação momentânea, sem reconhecer o teto acima de si. O lençol, impregnado com um perfume que não era o dela, mas sim o de Bernardo, serviu como o primeiro lembrete de onde — e com quem — ela estava. O pânico e o conforto lutavam por espaço em seu peito enquanto ela tentava adivinhar, pela luz que filtrava na fresta da cortina, quanto tempo ainda lhe restava.
Ainda deitada, ela esticou o braço, tateando a cama à procura do celular para conferir as horas, mas sua mão encontrou algo diferente. O calor de outra pele, a curva de um ombro que não pertencia ao namorado.
Miguel. O vizinho de Bernardo dormia profundamente ao seu lado. Ao vê-lo ali, as memórias da noite anterior inundaram a mente de Violetta, trazendo o eco das risadas e do entrosamento entre os três. O envolvimento do mais jovem na rotina dos dois universitários estava se tornando perigosamente habitual; a presença de Miguel já não era mais uma invasão, mas uma peça que parecia encaixar naquele cenário proibido e pervertidos dos dois ter Miguel sendo o terceiro participante parecia se encaixar nos desejos e fetiches dos dois.
Abalada pela preguiça do início da manhã e embalada pelo som contínuo da água no banheiro, Violetta se aconchegou mais ao corpo do jovem ao seu lado. Miguel dormia profundamente de barriga para cima, alheio ao mundo. Com delicadeza, ela começou a acariciar os cabelos dele, descendo os dedos pelo contorno do rosto até que seus olhos travaram nas marcas arroxeadas em seu pescoço.
Um misto de orgulho possessivo e culpa a atingiu. Ela sorriu ao ver o rastro da noite anterior gravado na pele dele, mas o sorriso logo fraquejou ao pensar na mãe do rapaz. Como ele esconderia aquilo? Que desculpa inventaria em para a mãe?
— Desculpa, Miguel... — sussurrou bem perto do ouvido dele, a voz carregada de uma ternura cúmplice.
Inclinando-se, ela pressionou os lábios contra os dele, ainda entreabertos pelo sono. Naquele toque suave, Violetta ainda podia sentir o gosto da noite intensa que compartilharam, um sabor que parecia selar
Sua mão deslizou pelo corpo dele, explorando cada curva com uma curiosidade renovada. Os dedos de Violetta vaguearam pelas clavículas marcadas, sentindo a textura da pele sob o toque, antes de descerem lentamente pelo tórax. Ela se demorou ali, sentindo a subida e descida suave da respiração de Miguel, até que suas pontas dos dedos alcançaram a barriga, brincando com a pele quente em um carinho distraído, mas carregado de intenção. O carinho de Violetta despertava o corpo do garoto mesmo que a mente dele ainda estivesse submersa no sono. Ela sorriu ao notar a pele dele se arrepiar sob o toque de seus dedos e como a respiração dele, antes pesada, tornava-se compassada e profunda. Era fascinante ver como ele reagia a ela sem nem ao menos saber que estava sendo tocado, uma resposta instintiva que denunciava o quanto ele já estava entregue àquela dinâmica de poder que a mais velha tinha sobre ele.
O pénis ereto de Miguel acende o fogo dentro de Violetta. Mesmo dolorida da noite anterior, sua libido permanece insaciável. Com um olhar provocativo, ela lambe os lábios e avança lentamente em direção a Miguel. Seu dedo indicador acaricia suavemente o topo da glande, fazendo com que o membro de Miguel oscile de forma hipnótica. Violetta ri, encantada com a resposta de Miguel. Violetta continua a brincar com a glande de Miguel, seu dedo traçando círculos suaves na superfície macia e sedosa. Ela admira a forma como a luz dança nas gotículas de pre-ejaculação que começam a aparecer na ponta do pénis, refletindo o desejo do subconsciente do garoto. Com um gesto lento e deliberado, Violetta coleta o pre-sêmene de Miguel em seu dedo e o leva aos lábios. Ela chupa os dedos, saboreando o fluido viscoso que antecipa o que está por vir. Sentando-se na cama, sobre seus joelhos deixar abertas e sua vagina exposta, Violetta começa a friccionar seu clitóris contra o lençol macio, imitando a sensação de Miguel penetrando-a.

Violetta agarra o pénis de Miguel, sua cabeça baixada e seus cabelos ondulados caídos sobre o torso nu de Miguel. Os fios soltos roçando o membro erigido de Miguel produzem arrepio, e Violetta cospe, deixando um rastro de saliva escorregadio que lubrifica o caminho para a jovem. Como um felino astuto, Violetta brinca com sua presa, estudando cada centímetro de carne macia e vulnerável do garoto que está ali pro seu prazer. Seus olhos brilham com paixão enquanto ela admira o membro de Miguel, ansiosa para repetir o prazer e luxúria pervertidos da noite anterior. Enquanto isso, Bernardo sai do banheiro, seu corpo nu gotejando água fresca e secando seus cabelos molhados. Sem perceber inicialmente, logo ele flagra sua namorada engajada em um ato privado, chupando o membro do jovem rapaz enquanto grava tudo com seu celular.
—Nem são 7:00 da manhã e você já tá brincando com o Miguel de novo—Bernardo brinca com a namorada. —E ainda tá se gravando. Minha bebê tem um fetiche voyeurismo. Bernardo observa intencionalmente, excitado pela ninfomania de Violetta e sua predileção por atacar suas 'presas'. Ele ama que ela parecia nunca estar saciada assim como ele. Rindo de Bernardo, Violetta suspende brevemente sua atividade, segurando o celular para capturar uma imagem do membro de Miguel coberto de sua saliva, ele é uma imagem linda brilhante lustroso com a saliva e gozo escorrendo.
Com uma expressão fingidamente desapontada, Violetta suspira dramaticamente.
—Parece que meu pequeno Miguel está muito cansado, nem minha mamada matinal conseguiu acordá-lo. —Violetta finge uma voz manhosa de garota decepcionada, mas na realidade amando que ele continua adormecido para ela se aproveitar de seu corpo inconsciente.
—Acho que a primeira experiência do nosso amigo bebendo o derrubou mesmo. Bernardo diz a fazendo lembrar de como ele introduziram Miguel a beber vinho com ele. De Bernardo derramando vinho nos seios de Violetta e Miguel os lambendo.
As memórias de Violetta voltam à tona, e ela recorda vividamente o momento em que o vinho fluía pelos seus seios e a língua de Miguel explorava cada inchado. O recuerdo da sensação de Miguel abocanhando seus mamilos parecendo um filhotinho faminto em seus seios, Bernardo havia derramado o vinho na sua boca e, em seguida, beijado-a, compartilhando o sabor alcoólico com ela. Voltando ao presente, Violetta sente seu corpo tremer com a lembrança da noite anterior, sua pele coberta de suor e seu coração acelerado.faz com que Violetta sinta novamente um surto de desejo intenso.

Violetta senta-se sobre o pau ereto de Miguel, gemendo de prazer mesmo sabendo que ele ainda não é grande. A sensação de ter o membro de Miguel dentro dela faz com que seu clitóris pulse e seu corpo experimente espasmos de prazer.
Observando Violetta montar em Miguel, Bernardo sente o sangue fluir para o seu membro flácido, endurecendo-o rapidamente. Ele começa a masturbar-se, sentindo prazer em ver sua namorada abusando de Miguel entrando em Violetta. Ao mesmo tempo, Violetta segura o celular as mãos, compartilhando com seus amigos mais próximos, “Meu café da manhã 🤤” ela escreve na legenda transformando o momento íntimo em um espetáculo público.

Miguel desperta de seu sono profundo, confuso e tentando entender o que está acontecendo. Suas pupilas se ajustam à luz e finalmente, ele registra Violetta montada nele, seu pénis mergulhado profundamente na vagina de Violetta. A sensação familiar de estar dentro dela.
—Hhmm mamãe? —Miguel geme sonolento.
—Shh sim meu menino sou eu a mamãe.—Violetta responde, sentindo ficar mais excitada e molhando quando Miguel a chama de mamãe. —Ta gostoso meu menino?
—Ta sim mamãe tá delicioso. —Miguel geme se sentindo extremamente sortudo por ter a universitária o despertando dessa maneira.
Observando Miguel acordado e plenamente consciente, Bernardo sorri, excitado com a perspectiva de iniciar o dia de Miguel de uma maneira única. 'Venha, Miguel, hora de tomar o seu leitinho matinal,' diz Bernardo, colocando a glande do seu pénis na boca aberta de Miguel. Com um movimento involuntário, Miguel lambe o topo do pau de Bernardo.

Bernardo geme de prazer, sentindo a boca úmida e quente de Miguel envoltando seu pénis. Violetta, testemunhando o seu namorado ser chupado pelo jovem, sente um aumento repentino de excitação. Com um movimento rápido, ela coloca seu dedo no clitóris, friccionando-o freneticamente. A combinação da estimulação do clitóris com a visão de Bernardo tendo seu pénis chupado por Miguel é demais para Violetta, e ela explode em um orgasmo violento. Sentindo que está prestes a ejacular, Bernardo pega seu celular e registra o momento exato em que ele explode na boca de Miguel. Capturando cada gota de esperma que cai no rosto de Miguel, Bernardo compartilha a gravação com seus amigos, mostrando-lhes o resultado final de sua sessão matinal de sexo.

Violetta jaz na cama, recuperando-se do orgasmo intenso. Bernardo se aproxima e a puxa para a borda da cama, separando suas pernas para revelar a vagina inchada e ruborizada. Apesar das horas de sexo durante a noite anterior, Violetta ainda apresenta sinais de desejo insatisfeito, e Bernardo vê nessa uma oportunidade para explorar mais uma vez a profundidade de sua paixão. Bernardo observa o clítis de Violetta, notando que está inchado e pulsando com energia. Ele pressiona o clítis com seu polegar, fazendo Violetta gemer de prazer. Em seguida, ele o esfrega lentamente, pensando que sozinho ele jamais poderia satisfazer os desejos vorazes de Violetta, assim como ela sozinha não poderia satisfazer os seus próprios desejos. Bernardo observa o clítis de Violetta, notando que está inchado e pulsando com energia. Ele pressiona o clítis com seu polegar, fazendo Violetta gemer de prazer. Em seguida, ele o esfrega lentamente, pensando que sozinho ele jamais poderia satisfazer os desejos vorazes de Violetta, assim como ela sozinha não poderia satisfazer os seus próprios desejos.
Com uma última nota de misericórdia para Violetta ele chupa seu clítoris com paixão, dando a mensagem para a namorada que eles são estranhamente almas gêmeas e não importante se eles compartilharam seus corpos com outras os dois entendiam perfeitamente o que queriam e seus fetiches, desejos sexuais e fantasias pervertidas isso os unias mais que tudo.
Enquanto Bernardo suga o clitóris de Violetta, os telefones começam a apitar, anunciando uma torrente de notificações de seus amigos, todos louvando o vídeo compartilhado e pedindo mais.

Notificações:
“Essa é a definição real de um relacionamento apaixonado."
"Eu estou morrendo de ciúmes agora. Quero uma relação como essa!"
"O boquete de Miguel foi incrível!"
"Violetta, rainha do sexo ped🤤. Inveja de você amiga"
“Bernardo um mestre. Ensinou o Miguel muito bem!”

Quem estava com saudade do Bernardo e da violeta? Se você não os conhece eles eram alguns dos meus personagens mais queridos de alguns contos antigos. Amo escrever sobre os dois pra mim eles são a meta de um relacionamento que eu quero. Quis trazer ele de volta nesse Continho mais rápido e quem é fã dos dois vai entender. Querendo conversar meu inst: lodive_00

Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Ted: Que coisa maravilhosa. Mais, mais, queremos mais ...

    Responder↴ • uid:1ephnafy6pn9