#Corno #Voyeur

Diário de um homem que amou uma puta até ao fim (3/7)

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Tugolândia

quinta-feira, 21 de maio de 2020

Inteligência e Equilíbrio.
Antevejo mais dias difíceis, por isso tenho de encontrar o meu equilíbrio emocional e agir com inteligência. Nada me pode afastar do meu objetivo, mas isso não pode ser uma obsessão. Tu vais ter de fazer o teu caminho e eu não posso ser mais uma barreira nesse teu percurso. Hoje é a minha atitude que interessa, nada mais. Neste momento quero, e vou ser, apenas o teu melhor amigo, os braços que te podem dar conforto sem te pedir nada em troca, o ombro onde podes chorar sem te fazer perguntas. O teu porto de abrigo. Tenho, e estou a conseguir, afastar da minha mente todos os sentimentos negativos, antes do mais tenho de afastar o medo e substituí-lo por esperança e confiança, assim como o ciúme, a raiva, a vingança e o desespero. Acredito no Amor, esse forte sentimento que já nos uniu e que nos ajudou a transpor tantos obstáculos, não creio que tenha morrido, mudou apenas de nível. Para um nível que tu ainda não entendes e para o qual ainda não estás preparada, mas acredito que um dia vais estar. E nesse dia tudo vai ficar bem… para sempre.
Enquanto escrevo isto, com a casa em Oeiras mergulhada no silêncio da tarde e o cheiro do teu perfume ainda a pairar no ar do quarto que já não partilhamos, a mente regressa a uma descoberta que fiz há cerca de três anos, numa tarde em que ficaste no Porto “em formação”. Fiquei sozinho e, movido por aquela inquietação que me rói por dentro, abri o teu computador antigo que guardavas no fundo da gaveta da cómoda. Numa pasta escondida com o nome inocente “Faturas Ginásio” encontrei dezenas de mensagens e fotos trocadas com o teu personal trainer do ginásio, um cabrão alto, moreno, com corpo esculpido e um olhar de quem sabia exatamente o poder que exercia sobre ti. As mensagens eram puras obscenidades, sem qualquer filtro. Ele escrevia: “Depois do treino quero-te de bruços na maca, cona pingando, pronta para levar caralho fundo”. Tu respondias com uma foto tirada no balneário vazio: tu de bruços na banqueta, ancas ligeiramente elevadas por uma toalha enrolada, cu empinado e cona depilada aberta, lábios inchados e brilhantes, legenda “Assim, com o caralho a entrar por trás enquanto eu dedilho o clitóris até esguichar”.
A descrição mais longa era de uma sessão “privada” depois das oito da noite, quando o ginásio já estava deserto. Li o email que tu mandaste a uma amiga, no dia seguinte, tão cru e detalhado que parecia que estavas a foder com as palavras: “Cheguei à sala de massagens só de top e calções curtos. Ele fechou a porta, mandou-me deitar de bruços na maca, tirou-me os calções devagar e enfiou a cara entre as minhas pernas. Mamou-me a cona com fome, língua grossa a lamber os lábios inchados, chupando o clitóris até eu me contorcer e pingar suco na cara dele. O cheiro da minha rata molhada enchia a sala toda, misturado com o suor dele. Depois subiu, cuspiu na cona e alinhou o caralhão grosso e veioso. Entrou por trás devagar, centímetro a centímetro, abrindo-me a cona toda enquanto eu empinava o rabo pedindo mais. Fodeu-me assim, deitado sobre mim, o peito dele colado às minhas costas suadas, estocadas fundas e ritmadas que faziam o pau bater no fundo da minha cona, o som molhado e obsceno de carne contra carne ecoando entre as paredes. Eu dedilhava o clitóris com a mão direita, círculos rápidos e apertados, gemendo contra a maca enquanto ele me sussurrava ao ouvido ‘Aperta essa cona gulosa, puta, ordenha-me o caralho’. O prazer subia como uma onda quente, a cona contraindo-se à volta dele, os sucos a escorrerem pelas minhas coxas. Ele acelerou, fodendo-me mais forte, o pau grosso a esticar-me toda, e de vez em quando enfiava a ponta do dedo no olho do cu só para me sentir pulsar. Gozei como uma cadela, o corpo todo a tremer, esguichando na mão dele enquanto ele me enchia a cona de porra quente e grossa, jorro atrás de jorro, até transbordar e escorrer pela minha cona abaixo. Fiquei ali de bruços, ofegante, com a cona latejante e cheia, lambendo os dedos dele sujos de porra e do meu próprio sumo.”
Outra descoberta que me veio agora à cabeça, mais recente, foi quando espreitei o teu iCloud numa noite em que dormias no sofá. Encontrei uma conversa guardada com um fornecedor da empresa, um tipo casado de cinquenta e poucos, daqueles que te engatavam com um simples olhar. As mensagens eram de um almoço “de negócios” num hotel perto do trabalho. Ele enviou uma foto do caralho meio duro dentro das calças, legenda “Está assim desde que te vi de saia hoje”. Tu respondeste com um vídeo curto: tu no quarto do hotel, de bruços na cama, ancas elevadas por duas almofadas, cona aberta e brilhante, dedos a dedilharem o clitóris enquanto gemias “Vem foder-me assim, quero o teu caralho a entrar por trás e a bater fundo enquanto eu me toco”. No relato que ele te mandou depois, descrevia tudo: “Deitei-me sobre ti, o pau grosso a abrir-te a cona devagar, sentindo cada músculo teu apertar-me como uma boca quente e molhada. Fodeste-te contra mim, rebolando o rabo, dedilhando o clitóris com força enquanto eu te martelava por trás, o som slap-slap molhado e o teu cheiro de cona excitada a encher o quarto. Gozaste a gritar contra o colchão, a cona contraindo-se e ordenhando-me até eu te encher de porra, jatos quentes que escorriam pela tua rata abaixo quando saí. Lambeste o pau todo depois, limpando cada gota com a língua gulosa.”
Outra gravação era de um encontro num elevador de um prédio de escritórios no Parque das Nações, à hora de almoço. Tinhas combinado com um executivo que trabalhava no mesmo edifício. Entraste no elevador com ele, sozinhos, e mal as portas fecharam ele parou o elevador entre andares. “Tira a calcinha, puta. Quero foder-te aqui mesmo”. Tu tiraste-a rapidamente, ele virou-te de costas contra a parede espelhada, levantou-te o vestido e enfiou o caralho grosso na cona de uma só estocada: “Sente este caralho, vadia… abre essa cona no elevador… alguém pode chamar ou ver as câmaras… mexe esse rabo, aperta à volta do meu pau”. Tu gemias alto, empinando o cu: “Fode-me mais forte… quero que nos vejam… enche-me a cona… ai porra, bate fundo… aperta-me as mamas… ai caralho, vou gozar aqui no elevador… não pares, fode-me como a puta que eu sou… aaaai porra, estou a vir-me toda… enche-me agora!”. Ele fodeu-te com estocadas brutais, o elevador balançando, e encheu-te de porra quente. Tu ajoelhaste-te e limpaste-o enquanto o elevador voltava a andar.
E ainda havia mais uma gravação particularmente suja, de um encontro num terraço escondido de um prédio em construção, à noite, com um operário que te viu passar várias vezes e te abordou. Tu foste lá de propósito, vestida só com um casaco comprido e nada por baixo. Ele esperava-te, já com o pau fora das calças. Tu abriste o casaco, nua, e ele agarrou-te, virou-te contra o parapeito e enfiou o caralho grosso na cona por trás, fodendo-te com força enquanto a cidade brilhava lá em baixo. “Porra, que cona apertada e molhada… vou foder-te contra o parapeito, puta… alguém pode olhar para cima e ver-te a levar caralho como uma vadia… mexe esse cu, aperta a cona… diz-me que adoras ser fodida em sítios públicos como uma cadela no cio”. Tu gemias alto, empinando o cu: “Adoro… fode-me mais forte… quero que me vejam… enche-me a cona, quero descer com a porra a escorrer pelas pernas… ai caralho, bate fundo… aperta-me as mamas… ai porra, vou gozar… enche-me toda… aaaai caralho, estou a vir-me… a cona a pulsar… enche-me agora!”. Ele fodeu-te até te encher de porra, e tu limpaste-o com a boca, de joelhos no chão sujo do terraço, engolindo tudo enquanto ele gravava.
Apesar de todas estas descobertas, de todas estas imagens que me queimam a mente e me deixam o caralho duro contra a minha vontade, continuo a amar-te com a mesma intensidade doentia e absoluta de sempre. Amo-te pela mulher insaciável que és, pela cona que se molha abundantemente e se contrai como uma boca gulosa, pelos gemidos roucos que dás quando um caralho te fode por trás, pelos dedos que dedilham o clitóris enquanto te enchem de porra. Se quiseres voltar, perdoo tudo, aceito tudo, continuo a ser o homem que te deixa ser livre, que te deixa foder quem quiseres, quantas vezes quiseres, da forma mais suja e intensa que desejas, desde que voltes para os meus braços no fim de cada dia ou de cada aventura, desde que me deixes lamber cada vestígio de porra e suco que trouxeres na cona inchada, desde que me contes ou deixes descobrir cada detalhe com aquela sinceridade crua que sempre tivemos. Porque o meu amor por ti é maior que qualquer dor, maior que qualquer porra alheia, maior que qualquer segredo que descubra. Andrea, volta quando quiseres. Eu espero. Sempre. Com o coração aberto, a mente equilibrada e o corpo pronto para te receber toda, sem perguntas, sem julgamentos, apenas com amor.

sábado, 23 de maio de 2020

Fim de semana
Hoje é sábado, acabaste de sair para passar o fim de semana fora. Gostaria imenso de acreditar que irás pensar em mim, e que vai ficar tudo bem… mas ambos sabemos que não vai ser exatamente assim.
Enquanto escrevo isto, com a casa em Oeiras silenciosa e o teu cheiro ainda preso nas almofadas do sofá, a mente regressa a uma tarde de há cerca de um ano e meio, quando a desconfiança me consumiu de tal forma que decidi seguir-te à distância. Tu tinhas saído de casa com as roupas de jogging já vestidas - top justo de correr que deixava os mamilos rijos marcados no tecido fino e transparente de suor, calções curtos de lycra preta que se colavam como uma segunda pele ao cu empinado e ao papo da cona, sem qualquer roupa interior, tudo à mostra para quem soubesse olhar. Disseste que ias correr a Monsanto, como fazias tantas vezes, mas eu sabia que havia algo mais. Fui atrás de ti de carro, estacionei longe e continuei a pé pelos trilhos, escondido entre as árvores. E foi aí que te vi, num recanto escondido do bosque, encostada a uma árvore grossa, à espera, o corpo todo tenso de antecipação, as pernas ligeiramente abertas, o tecido dos calções já húmido no fundo.
Ele apareceu minutos depois, um preto alto e forte, corpo de atleta, músculos definidos brilhando de suor, calções de jogging cinzentos esticados pelo volume enorme que já lhe crescia entre as pernas. Mal te viu aproximou-se com passos rápidos, agarrou-te pela cintura e beijou-te com volúpia animal, língua grossa enfiando-se na tua boca, chupando a tua como se quisesse devorar-te. As mãos grandes percorreram-te o corpo todo sem pudor: apertaram-te as mamas pequenas por cima do top, torcendo os mamilos rijos até tu gemeres contra a boca dele, depois desceram pelas costas e agarraram-te o cu com força, abrindo as nádegas por baixo da lycra. “Porra, Andrea, estás toda molhada já, a cona a pingar por baixo destes calções apertados”, rosnou ele contra os teus lábios, a voz grave e rude. Tu respondeste com um gemido rouco, esfregando-te contra o volume dele: “Quero esse caralhão imenso dentro de mim… fode-me aqui mesmo, no meio do mato, quero sentir-te a partir-me a cona enquanto corremos o risco de alguém passar no trilho”.
Ele não esperou mais. Agarrou na cintura dos teus calções de lycra e desceu-os com um puxão brusco até meio das tuas pernas, deixando o cu empinado e a cona depilada completamente expostos, brilhantes de humidade, os lábios inchados e abertos. O ar fresco do bosque bateu-te na pele quente e tu arqueaste-te, empinando o rabo ainda mais. Ele baixou os próprios calções, o caralhão saltou livre, grosso como o meu pulso, veioso, cabeça brilhante e já a pingar pré-gozo. Tu ajoelhaste-te imediatamente no chão de terra e folhas, agarraste o pau com as duas mãos e mamaste-o com fome desesperada, lábios esticados ao máximo à volta da glande enorme, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos teus mamilos que furavam o top. Ele segurou-te o cabelo com força e empurrou-te a cara contra o caralho: “Isso, puta, engole esse caralhão todo, chupa-o como a cadela no cio que és… olha que ainda passa alguém no trilho e vê-te de joelhos a mamar o preto como uma vadia”. Tu gemias à volta dele, engasgando-te, os olhos lacrimejantes, mas continuaste a chupar com mais força, língua enrolada nas veias salientes, até ele te puxar pelos cabelos para cima.
Viraste-te de costas, encostaste as mãos ao tronco da árvore e empinaste o cu, pernas ligeiramente abertas apesar dos calções presos a meio das coxas. Ele alinhou o caralhão na tua cona molhada e enfiou-o de uma vez, com tanta força que os teus pés saíram do chão por um segundo, o corpo todo suspenso no pau dele. Tu soltaste um gemido alto, rouco, quase um grito: “Ai caralho… fode-me assim, enfia esse bacamarte todo na minha cona… parte-me, quero sentir as bolas a baterem-me no clitóris”. Ele riu-se, rude, segurando-te as ancas com as mãos grandes e começando a foder-te com estocadas brutais, o pau grosso a esticar-te a cona ao limite, o som molhado e obsceno de carne contra carne ecoando entre as árvores. “Cala-te e abre essa cona gulosa, puta. Olha que ainda passa alguém no trilho e vê-te a levar caralho como uma vadia no meio do mato… queres que te vejam assim, cona aberta e pingando esporra de preto?”. Tu gemeste mais alto, rebolando o rabo contra ele com força: “Que vejam… quero que me vejam a levar com esse caralhão imenso… fode-me mais forte, levanta-me do chão outra vez, quero sentir as pernas a tremer enquanto me enches toda… ai porra, bate fundo, quero sentir o caralho a bater no fundo da cona… sim, assim, mais rápido, fode-me como a puta que sou”. Ele acelerou, estocadas ainda mais violentas, o corpo dele batendo contra o teu cu, as bolas pesadas a baterem-te no clitóris inchado, o suor a escorrer pelos dois corpos. Tu dedilhavas o clitóris com a mão direita, círculos rápidos e apertados, gemendo sem parar: “Ai caralho… não pares… quero gozar com este monstro dentro de mim… enche-me de porra quente, quero sair daqui com a cona a pingar por todo o trilho… sim, fode-me mais fundo, levanta-me outra vez, quero sentir os pés no ar enquanto me partes toda”. Ele rosnava, batendo-te de leve no cu com a palma da mão: “Ordenha esse caralho, cadela… aperta a cona à volta dele… porra, estás tão apertada e molhada… olha que se vier alguém agora vê-te a gozar como uma porca no cio”. Tu imploravas, voz entrecortada e cada vez mais alta: “Não pares… quero gozar com este caralhão a esticar-me toda… ai porra, vou-me vir… enche-me, quero sentir os jorros a rebentar dentro da cona… ai caralho, estou a esguichar toda, a cona a pulsar… continua a foder-me, não tires ainda… quero sentir-te latejar dentro de mim até ao fim”. Gozaste a tremer violentamente, as pernas quase a ceder, a cona contraindo-se à volta do pau dele como um anel apertado, sucos a esguichar e a escorrer pelas tuas coxas. Ele não parou, fodeu-te mais algumas estocadas brutais e depois encheu-te de porra quente, grossa, jato atrás de jato, transbordando e escorrendo pela tua cona abaixo enquanto ele ainda te mantinha suspensa no caralho. Só depois saiu devagar, o caralhão ainda meio duro e brilhante de porra e dos teus sucos, e tu viraste-te, ajoelhaste-te outra vez e limpaste-o com a boca, lambendo cada gota com devoção gulosa. Ele puxou os calções para cima, deu-te uma palmada no cu e desapareceu pelo trilho. Tu puxaste os teus calções para cima, a cona inchada e pingando a lycra, e continuaste a correr como se nada tivesse acontecido, o passo lento e satisfeito.
Outra memória que me veio agora, sem qualquer ligação com aquela tarde selvagem em Monsanto, foi quando descobri por acaso uma troca de mensagens antigas no teu iPad, de há quatro anos, com o instrutor de pilates que frequentavas no centro de Lisboa, um tipo casado, discreto, mas que sabia exatamente como te levar ao limite. Numa sessão privada depois das aulas, na sala grande com espelhos do chão ao teto, ele mandou-te deitar de costas sobre uma bola grande de pilates, as pernas abertas e os pés no chão para te equilibrares. Tirou-te as leggings e enfiou o caralho na cona devagar, sentindo cada músculo teu apertá-lo como uma boca quente e gulosa. Fodeu-te assim, tu de costas sobre a bola, o corpo todo a balançar ao ritmo das estocadas, o pau grosso a bater fundo na tua cona, o som molhado e constante de carne contra carne a ecoar na sala. Os espelhos refletiam tudo: o teu rosto contorcido de prazer visto de frente, as tuas mamas pequenas saltando dentro do top, a cona esticada à volta do caralho dele vista de lado, o suor a escorrer-te pela barriga. Tu dedilhavas o clitóris com força, gemendo alto: “Ai caralho… fode-me mais fundo… quero sentir esse pau a abrir-me toda enquanto eu me toco… sim, assim, bate no fundo da cona”. Ele acelerou, segurando-te as ancas, e de vez em quando enfiava só a ponta do dedo no olho do cu, só para te sentir pulsar mais forte. Depois mudou de posição: levantou-te, encostou-te de frente contra a parede espelhada, ergueu-te uma perna e enfiou o caralho na cona de pé, face a face, fodendo-te com estocadas fundas e ritmadas enquanto te olhavas nos espelhos - tu de lado, cona esticada, o pau dele a entrar e sair brilhante dos teus sucos, as tuas mamas esmagadas contra o peito dele. Os espelhos refletiam tudo de vários ângulos: o teu cu empinado visto de trás, o caralho a desaparecer dentro da tua cona, o teu rosto de puta a gozar. Tu gozaste a gritar contra o ombro dele, a cona contraindo-se e ordenhando-o até ele te encher de porra quente, jatos grossos que escorriam pela tua cona abaixo quando saiu devagar. Depois ajoelhaste-te e lambeste-lhe o pau todo, limpando cada vestígio com a língua enquanto ele te chamava de “puta insaciável do pilates”.
Apesar de todas estas revelações, de todas estas imagens que me queimam por dentro e me deixam o pau latejante contra a minha vontade, continuo a amar-te com a mesma força doentia e absoluta de sempre. Amo-te pela mulher insaciável que és, pela cona que se inunda facilmente, pelo cu que se rende com prazer quando confias, pelos gemidos roucos que ofereces a outros homens, pelos segredos que escondes no telemóvel e no computador como troféus íntimos. Se quiseres voltar, perdoo tudo, aceito tudo, continuo a ser o homem que te permite ser livre, que te deixa foder quem quiseres, quantas vezes quiseres, da forma mais crua e intensa que o teu corpo exigir, desde que regresses aos meus braços no fim de cada dia ou de cada escapada, desde que me deixes lamber cada marca que trouxeres na pele, desde que me contes ou deixes descobrir cada pormenor com aquela honestidade molhada que sempre partilhámos. Porque o meu amor por ti ultrapassa qualquer sofrimento, qualquer porra alheia, qualquer segredo que venha a conhecer. Andrea, volta quando quiseres. Eu espero. Sempre. Com o coração escancarado, a mente serena e o corpo preparado para te receber inteira, sem perguntas, sem condenações, apenas com amor.

Nota: Este conto é uma obra de ficção, qualquer eventual semelhança com acontecimentos ou pessoas reais é mera coincidência.
Todas as personagens são pessoas maiores de idade e todas as relações relatadas são consensuais.

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