#Voyeur

Olha que bunda comum e deliciosa, pelas nossas ruas.

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Eu sou o Daniel, o cara que vocês já conhecem dos flagras desde 2008 pelas ruas, praias, shoppings e ônibus de Pernambuco. Ando todo santo dia com minha microcâmera discreta, gravando o que a maioria dos homens só sonha em ver de perto: mulheres comuns, do dia a dia, suadas, reais, com aquele cheiro natural de quem tá andando no sol quente de Recife.
Era um dia daqueles de meio-dia, sol rachando o asfalto da Avenida Agamenon Magalhães. Eu tava voltando de uma entrega quando vi ela. Porra... parada ali, de costas, ajustando o cabelo com as duas mãos. Blusinha azul clara curtinha, marcando bem o corpo, e uma calça branca de cintura baixa que deixava aparecer um pedaço generoso da pele da lombar. A bunda era daquelas que chamam atenção sem esforço: empinada, redonda, preenchendo o tecido de um jeito que fazia o pano esticar nos bolsos traseiros.
Meu coração acelerou na hora. Liguei a microcâmera no modo discreto e comecei a seguir. Ela andava com um passo natural, nem muito rápido nem devagar, segurando uma pasta preta na mão esquerda e uma bolsa preta a tiracolo. As sandálias de dedo pretas simples batiam no chão irregular da calçada. Eu mantinha uns 5-6 metros de distância, fingindo que tava só andando como qualquer outro cara.
Ela parou um pouco para olhar o celular, virou de lado e eu consegui ver o perfil: morena, cabelo preto preso num rabo de cavalo alto, pele bronzeada, corpo de quem não malha academia mas também não fica parada. Uma mulher comum, daquelas que pegam ônibus, trabalham o dia inteiro e ainda têm energia pra andar na rua. Justamente o tipo que eu mais adoro.
Continuei seguindo. Ela passou por muros cheios de cartazes velhos (“Hunter e o Executivo”, “Sérgio Braga”, “Liderança em Liderança”), barracas de Marlboro, gente vendendo de tudo. Em certo momento ela acelerou um pouco o passo e a bunda balançou gostoso dentro daquela calça branca. O tecido fino marcava o formato perfeito das nádegas e deixava entrever o contorno da calcinha por baixo. Eu gravei tudo: o andar, o balanço, o jeito que a blusinha subia um pouco e mostrava mais pele suada na cintura.
Em um trecho ela até levantou um pé para ajustar a sandália e eu capturei o solado gasto, sujo da poeira da rua. Meu pau já tava latejando só de imaginar.
Pensei em tudo que eu faria se pudesse ter ela só pra mim num quarto qualquer, sem pressa.
Eu pegaria ela ainda suada do sol de Recife, quente, com aquele cheiro de pele misturado com perfume barato que já tá se desfazendo. Tiraria devagar a blusinha azul, deixando o sutiã aparecer, depois desceria a calça branca pelos quadris largos. Deixaria ela só de calcinha e sandálias.
Primeiro eu ia pedir pra ela não tirar as sandálias ainda. Ia me ajoelhar, pegar um pé de cada vez, aproximar o nariz e sentir aquele cheiro forte de chulé acumulado depois de horas andando na rua quente. Sandálias simples de dedo, sola de borracha gasta, com marcas de sujeira e suor. Eu cheiraria devagar, inspirando fundo, sentindo o aroma azedo, salgado, levemente ácido dos pés dela. Depois passaria a língua devagar pela sola, lambendo toda a poeira e o suor seco, sentindo o gosto forte, quase terroso misturado com o sal da pele. Chuparia cada dedo por cima da sandália, depois tiraria uma de cada vez pra lamber entre os dedos, passando a língua bem devagar, saboreando aquele chulé natural de mulher que passou o dia na rua.
Ela ia gemer baixinho, meio envergonhada, mas excitada com a safadeza.
Depois eu subiria devagar, beijando as pernas, até chegar nas axilas. Ia pedir pra ela levantar os braços. O cheiro forte de axila suada depois de um dia quente ia me deixar louco. Aquele aroma denso, almiscarado, com toque de desodorante que já perdeu a batalha contra o suor. Eu enterraria o nariz ali, inspirando fundo várias vezes, sentindo o cheiro forte invadir minha cabeça. Depois lamberia devagar, passando a língua pela pele molhada, sentindo o gosto salgado, azedo e levemente amargo. Chuparia a pele toda, limpando o suor com a boca enquanto meu pau pulsava de tesão.
Mas o que mais me deixava alucinado era imaginar a bunda dela.
Eu viraria ela de costas, faria ela ficar de quatro ou de pé inclinada, e abaixaria aquela calcinha devagar. O cheiro de bunda quente, suada, natural ia subir direto pro meu nariz. Aquele cheiro forte, íntimo, fedido no bom sentido – o cheiro real de mulher que andou o dia inteiro. Eu aproximaria o rosto, sentiria primeiro o aroma geral das nádegas suadas, depois abriria devagar com as mãos e encostaria o nariz bem no fundo, no vinco, bem pertinho do ânus.
O cheiro ali seria mais intenso, mais animal: azedo, amargo, com aquele toque salgadinho de suor misturado com o aroma natural do cu. Eu cheiraria como um viciado, inspirando fundo, sentindo o cheiro da calcinha que ficou o dia inteiro encostada ali, com aquela manchinha marrom-clara discreta no fundo, marca do ânus depois de horas de uso. Depois eu passaria a língua bem devagar, lambendo toda a extensão da bunda, do cóccix até a boceta, sentindo o gosto azedo e salgado, explorando cada dobra, chupando o cuzinho com vontade, enfiando a língua o máximo que conseguisse enquanto ela rebolava contra minha cara.
Eu ia ficar ali um tempão, só cheirando e lambendo aquela bunda suada e fedida, porque pra mim não tem nada mais excitante que o cheiro natural de uma mulher comum depois de um dia na rua.
Enquanto seguia ela pela Agamenon, gravando cada passo, cada balanço, cada detalhe da calça branca esticada, minha cabeça viajava nesses pensamentos. Ela parou em frente a uma banca, conversou rápido com alguém, depois continuou andando. Eu gravei tudo: o jeito que ela olhava pro lado, o suor brilhando na nuca, o formato perfeito da bunda se movendo.
No final da sequência ela até virou de frente pra mim por um segundo, segurando a pasta com as duas mãos na frente do corpo, olhar perdido no horizonte. Linda. Real. Perfeita pra ser flagreada.
Gravei dezenas de fotos e vídeos dela naquele dia. Alguns já estão no meu acervo particular desde 2008 até hoje, junto com centenas de outras mulheres comuns de Recife e Pernambuco.
Se você é como eu e gosta desse tipo de conteúdo real, voyeur, sem frescura, com mulheres do dia a dia, pés suados, axilas cheirosas, bundas naturais e tudo que tem cheiro e gosto de verdade, então corre pro Telegram VIP da turma da Selma e das amigas dela: www.bit.ly/telemanu
E pro site oficial com tudo completo, fotos, vídeos e mais contos: www.selmaclub.com
Lá você encontra o material mais safado e real que rola por aqui.
Eu continuo andando todo dia com a microcâmera ligada. Quem sabe um dia não é você que aparece no meu próximo flagra...

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