Selma e Aline são fodidas por amigo, num banheiro abandonado, na frente do corno
**Parte 1 – Narrado por Selma Recife**
Ai, meus putinhos... sou eu de novo, Selma Recife, a vadia casada mais sem-vergonha de Pernambuco. Hoje eu tô aqui pra contar uma foda que me deixou o cuzinho ardendo por dias.
A gente tinha passado o dia inteiro tomando sol na praia de Catuama. Eu e a Aline de Maceió, as duas de fio dental minúsculo, rebolando, suando pra caralho debaixo daquele sol quente. Quando a gente saiu da areia, nossas bundas estavam vermelhas, suadas, com aquele cheiro forte de bunda de mulher que ficou horas exposta ao sol e ao mar. Meu cuzinho, mais clarinho e bem estourado de tanto levar rola grossa, tava piscando. O da Aline era mais escuro, profundo, bem fechadinho por fora mas uma caverna quente por dentro.
O Pablo tava doido. Ele não parava de olhar pra nossas bundas enquanto a gente caminhava pro banheiro abandonado daquele restaurante velho na beira da praia. O lugar era perfeito: paredes rachadas, azulejo sujo, cheiro de mofo misturado com nosso suor.
Entrei primeiro, empinei minha bunda grande e suada bem na cara dele e falei:
— Cheira, Pablo. Cheira o cheiro natural da Selma Recife depois de um dia inteiro de sol. Tá forte, né? Tá com cheiro de bunda gostosa, suada, azeda...
Ele gemeu como um animal e enfiou o nariz bem no meu rego. Eu ri alto.
— Isso, cheira fundo, seu tarado. Olha como meu cuzinho tá clarinho e arrombado... já levou muita rola, né? Agora abre a boca.
A Aline veio do lado, empinando a bunda morena dela, e soltou um peido quente bem na cara dele.
— Hahahaha! Cheira o meu também, Pablo. Vim de Maceió só pra isso, os meus pais acham que eu tô aqui numa palestra da faculdade... se eles soubessem que a filhinha deles tá dando o cu fedido pra macho em banheiro abandonado...
Eu puxei a Aline pela nuca e enfiei minha língua na boca dela. A gente se beijou bem safado, babando, enquanto o Pablo alternava o nariz entre nossos dois cuzinhos: o meu mais claro e dilatado, o dela mais escuro e apertado.
Ele tava louco de tesão. Tirou a rola dura pra fora e começou a se masturbar cheirando nossas bundas.
— Porra... eu não sabia que ia gostar tanto de cheiro de bunda de mulher... tá forte pra caralho, salgado, azedo... me dá nojo mas eu não consigo parar...
Eu ri na boca da Aline e falei:
— Lambe meu cu primeiro, Pablo. Lambe bem guloso. Sente o gosto salgado do suor que escorreu o dia inteiro.
Ele enfiou a língua fundo no meu cuzinho clarinho. Eu gemi alto, rebolando na cara dele. Depois ele passou pra Aline. Quando ele tirou a língua do cu dela, eu puxei ele pelo cabelo e mandei:
— Agora beija a Aline. Faz ela provar o gosto do próprio cu na sua boca.
Enquanto eles se beijavam, eu peguei a rola dele e esfreguei na minha bunda suada.
De repente a Aline soltou outro peido quente, longo, bem fedido. O cheiro tomou o banheiro abandonado.
— Olha só... a merda dela parece Jandeli, aquele creme de chocolate... — eu disse rindo, apontando pro cuzinho dela que tava levemente sujo.
O Pablo tava em choque, mas a rola pulsava mais ainda.
— Márcio, seu corno manso do caralho — eu gritei pro meu marido que tava filmando tudo no canto —, filma direito essa putaria. Filma como sua mulher tá dando o cu arrombado junto com a Aline de Maceió pra um amigo nosso. Isso aí vai pro Telegram VIP e pro site.
A Aline riu e falou:
— Vem, Pablo... primeiro arromba o cu da Selma. Ela aguenta mais dor que eu.
Eu empinei, abri bem as nádegas e falei:
— Mete tudo de uma vez, sem piedade. Quero sentir dor de verdade hoje.
**Parte 2 – Narrado por Aline de Maceió**
Agora sou eu, Aline de Maceió, a moreninha safada que viaja só pra dar o cu pra quem merece.
O Pablo meteu na Selma com tudo. Ela gritou de dor, mas empinava mais, pedindo pra ele socar mais fundo. O cuzinho clarinho dela esticava todo, vermelho, brilhando de suor e saliva. Eu tava do lado, beijando ela, chupando a língua dela enquanto ela gemia de dor e prazer.
— Ai que delícia... arromba ela, Pablo! Olha como o cuzinho dela é estourado... o meu é mais apertado, mais escuro... quer sentir a diferença?
Pablo tirou a rola do cu da Selma com um plop molhado. A rola saiu suja, brilhando, com cheiro forte de cu. Ele trouxe bem perto da nossa cara.
— Cheira. As duas. Compara o cheiro dos cuzinhos de vocês — ele mandou.
Eu e Selma cheiramos juntas, lambemos a rola suja de cu. O gosto era azedo, amargo, salgado... cheiro de bunda suada misturado com porra que já tinha vazado antes. Eu soltei um gemido:
— Hmm... meu cu tem gosto mais forte hoje... tá bem quente e fundo.
Selma riu e falou:
— O meu é mais leve, mas bem mais arrombado. Chupa, Aline. Chupa a rola que tava no meu cu.
Enquanto eu chupava, Pablo enfiou a rola no meu cuzinho escuro. Doeu pra porra. Eu gritei na rola da Selma, mas ele não parou. Entrou fundo, rasgando, queimando. Meu cu tava quente, apertado, suado do dia inteiro na praia.
— Ai caralho! Tá doendo muito... mas não para! Arromba meu cu de Maceió, seu filho da puta!
Selma segurava minha cabeça, me beijando e falando safadeza:
— Isso, vadia... aguenta a dor. Deixa ele te rasgar. Depois a gente vai fazer ele cheirar a diferença entre nossos cuzinhos fodidos.
Pablo metia violento em mim, tirava, enfiava na Selma, tirava de novo e mandava a gente cheirar e chupar a rola toda suja de cu das duas. A gente se beijava com o gosto misturado na boca. Eu soltei mais um peido quente enquanto ele tava no meu cu. O cheiro subiu forte.
Ele tava alucinado:
— Porra... eu nunca imaginei que ia pirar tanto com cheiro e gosto de cu... tá me deixando louco...
Selma olhou pro corno dela e gritou:
— Tá filmando tudo, Márcio? Filma direito como sua esposa e a Aline tão sendo arrombadas nesse banheiro fedido. Mostra pros putinhos do Telegram como a gente é puta de verdade.
**Parte 3 – Narrado por Pablo**
Eu, Pablo, nunca tinha vivido nada igual.
Essas duas putas... Selma com o cuzinho clarinho, estourado, bem aparente e fácil de arrombar. Aline com o cuzinho mais escuro, profundo, que apertava minha rola como se quisesse espremer até a alma.
O cheiro era insano. Bunda suada o dia inteiro, cheiro natural forte de cada uma, suor azedo, gosto salgado e amargo quando eu lambia fundo. Quando eu tirava a rola de um cu e enfiava na boca delas pra comparar, elas lambiam gulosa, gemendo, se beijando com a rola no meio.
A dor que elas sentiam era real. As duas gritavam, xingavam, mas pediam mais. Eu metia sem dó, sentindo o cuzinho quente e macio delas engolir minha rola inteira.
— Porra... eu não sabia que ia gostar tanto disso... cheiro de bunda, gosto de cu, a dor que vocês sentem... tá me viciando.
Selma e Aline se beijavam o tempo todo, peidavam uma na cara da outra, riam, me humilhavam junto com o corno dela:
— Isso, Pablo... usa nossos cuzinhos como quiser. O Márcio só filma e goza no canto como o corno manso que é.
No final, eu tava destruído de tesão. As bundas delas vermelhas, os cuzinhos abertos, brilhando, fedendo a sexo anal pesado, suor e porra.
Foi uma das fodas mais insanas da minha vida. E elas ainda disseram que tem muito mais sempre.
Se você ficou com o pau latejando lendo isso, imaginando o cheiro forte, a dor, os peidos, as lambidas e a putaria sem limite entre Selma Recife e Aline de Maceió... então você merece ver o material real.
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