Iniciei e descobri prazer na vida
A liberdade precisava chegar em doses homeopáticas e isto já estava desenhado na cabeça. A escolha pedia coragem e não aceitação do ambiente cotidiano marcado pela violência psicológica e até física. Sílvia fazia um papel bem importante ao deslocar meu eixo dali. Uma praia, um sítio, eu relaxava provisoriamente e a tensão voltava ao meu corpo impactando severamente nos meus estudos. Se o inferno existe, ele coexistia em casa e sou muito grato a Sílvia por sua iniciativa.
Nossas viagens iniciais eram marcadas por uma relação de mãe e filho, ou seja, ela fazia o papel que a minha não fazia e nunca fez. Assuntos que eu jamais conversaria em casa poderiam ser expressos numa cadeira de praia ou na colheita de frutas para levarmos na volta da viagem.
Seu passo seguinte foi arrumar uma nova companhia para as tais viagens, um amigo dela que adquiri pela simpatia e o bom papo. Minha mente foi sendo trabalhada para descobrir algo que poderia aliviar completamente aquela carga pesada que sofria em casa e a palavra sexo foi sendo bem colocada nestas conversas de forma natural. Sílvia disse que eu poderia experimentar desde que ficasse o segredo guardado e fui alimentando a possibilidade. O medo e a vergonha eram alguns obstáculos e a Sílvia falou que eu deveria esquecer isto sendo importante tirar aquela carga que eu carregava no corpo. Eu ainda questionei a minha idade de dezesseis anos e ela perguntou se meu corpo queria livrar-se da tensão e confirmei.
Fazia todo o sentido eu começar a entender que sexo era algo bom e caso topasse, eu teria prazer, segundo a Sílvia. Atitudes são fundamentais e a Sílvia foi para a praia deixando-nos sós. Branquinho e baixo, gordinho e sem nenhuma experiência, eu vi o Torres, sobrenome dele e amigo dela tirar o pau para fora! Uma pica morena bem dura saltou da sunga e corei ao lado dele no sofá! Ele passou a mão alisando e falou para eu colocar a mão! Pedi segredo e logo minha mão direita tocou aquela carne viva e alisei dando um sorriso de leve. É gostoso fazer isto em outro homem! Acostumado a masturbação quando estava só em casa, minha mão bateu uma para ele e ouvi:
- Experimenta.
Torres estava tranquilo e sem pressa. Cara vivido e sabedor que eu estava sendo iniciado, deixou-me livre e isto passou a confiança necessária para mim. Quarenta e dois anos de vida, baixo e magro, divorciado, o Torres era aquilo que eu tinha diante dos meus olhos para o sexo e tomei coragem ao deitar de barriga para baixo no sofá e abocanhar a pica dura grossa e carnuda. O receio, talvez, fosse um flagra da Sílvia, coisa que estava eliminada. Ela deu a total garantia que só voltaria lá pelas duas da tarde sendo nove da manhã.
A primeira sensação ao segurar uma pica e passar a língua na cabeça foi um rosto corado e quente! Coloquei a boca e senti algo diferente. O pau com gosto de urina mexeu com a minha cabeça e não demorou muito para chegar a engolir tudo! Sem medo ou vergonha, eu já estava soltando minhas vontades e a saliva na cabeça do cacete ligando meu lábio era a prova que fazer aquilo era bom! O tesão sobe rápido e eu fui pego de surpresa com sua mão entrando pela minha sunga fazendo carinho! Eu não sabia chupar bem e o pouco que ia fazendo foi dando confiança até que minha cabeça fosse pressionada para engolir tudo sendo segura por bons segundos trazendo mais baba! Uma dedada consolidou muito tesão e meu corpo estava esquentando rápido, eu gemi e fiz uma careta pela rapidez como trabalhava o meu rabo! Toda a liberdade que eu precisava foi escancarada nestes gestos simpáticos para o sexo! O calor causado pela dedada foi impressionante e mamei rápido o pau que foi endurecendo mais em minha boca. A excitação no cu mostrou que eu ficava mais excitado na boca passando a chupar com mais gosto e vontade.
Se eu queria saber o quê era relaxar, isto chegou depressa com seu pedido para ficar em pé e curvado para receber a língua no rabo! Ele abriu minha bunda metendo a língua no orifício e gemi com olhos fechados sentindo seu poder áspero e respirando direto no rabo! Depositou saliva e fui dominado pelo prazer total! É uma delícia que te leva para uma tensão gostosa com caretas e gemidinhos de quem está adorando tudo. Dedadas chegaram e meu cu esquentou de vez! Mordi o lábio e deixei o Torres mostrar sua habilidade completa no trato com meu rabo. Eu senti tara e vontade para experimentar aquele pau moreno que era alisado durante as suas chupadas. O meu rabo pegava fogo e meu pau foi sendo apertado por ele para mais excitação! O tesão nas alturas, não resisti e ouvi o que queria ouvir:
- Fica de quatro no sofá.
Fiquei e ele buscou um gel rapidamente. Abriu despejando bem e passando a mão, coisa que causou arrepios! O alvo foi bem melado e a mão dele deu aquela ajudinha ao colocar dois dedos! Brincou com eles lá dentro e jogou um pouco sentindo aquele lubrificante geladinho! Esta etapa foi muito importante pois gerou o cuidado que eu saberia logo em seguida. O pau foi melado e a bisnaga jogada ao sofá. O passar da cabeça do pau na porta do meu cu deu uma tremida nas pernas e distraído, ele penetrou!
Uma zonzeira fora do comum tomou conta e ele aproveitou para mandar um sexo rápido. Confesso, eu nem tive reação de pedir para que ele parasse e sua pica foi sentando a cabeça ao fundo e não reagi mesmo abrindo a boca com umas caretas feias e gemendo. Eu estava fazendo sexo e aquela sensação tensa foi mexendo com tudo: respiração mais acelerada e corpo quente por dentro. O rosto esquentou e vi na prática a palavra tensão até ele tirar um pouco e eu passar a mão com meu cu já piscando. Segurando minha cintura, ele nem deixou eu questionar e botou mais pau lá dentro para meter bem até que eu aceitasse a relação de vez! Não havia alternativa: ele precisava matar a tara que estava acumulada e eu senti prazer com suas idas e vindas direto dentro do cu. As cabeçadas incomodavam mas o importante era o tesão subindo com meu pau duro sendo apertado e caretas. Atuando rápido, ele chegara no meu “ponto de entrega” uns dois minutos depois. Excitando o cu, o Torres sabia que uma hora eu ficaria relaxado e mesmo com dor interna, eu assimilaria e deixaria rolar e foi o quê aconteceu. Mordendo o lábio, eu abria a boca e soltei meu pau, fechei os olhos e foquei no vai e vem do caralho!
Conforme indicado pela Sílvia, eu chegaria numa excitação e com muito tesão, prazer e isto começou a acontecer pelas pintadas rápidas e fortes! Gemendo e fazendo caretas com a boca aberta, tomei enterradas para ele voltar a pegar ritmo e foder bem! O calor do ambiente aliado ao sexo promovia um suor em conexão completa. Uma sequência dada e meu pau babou líquido transparente! O prazer já era realidade e meus gemidos baixos com olhos fechados indicavam mudança completa no corpo! Encostando a palma das mãos na parede, ele pegou velocidade incomum e foi parando para eu sentir algo voar dentro do cu: um gemido mandando esperma lá dentro. Segurou a pica e foi tirando para uma gotinha melada surgir no meu rabo branco e umas dedadas fizeram o esperma realmente aparecer.
Meu cu piscava muito e dolorido, o esperma descendo melou e seu pau passou na minha bunda. Escorreu um pouco ao saco e pernas. Perguntou se eu havia gostado e sorri de leve falando que era diferente e afirmei que era bom. No fundo, gostei de algumas etapas como o cu cheio de porra e o vai e vem após um tempo. O calor na entrada do cu também é gostoso mas tenso. Naquele momento, qualquer análise seria inútil, eu precisava assimilar tudo e fomos ao banho para limpar meu cu grudando e dispensar o calor na água. Ficamos no papo e ele elogiou meu rabo falando que era bem gostoso e praticando que eu sentiria cada vez melhor e com menos dor.
Aquela sensação de leveza dita pela Sílvia realmente existia e quando voltou da praia, o Torres deu uma saída para tomar um banho de mar e conversei com ela. Estava sorridente e feliz pela minha iniciativa, pediu sigilo e ainda falou que se eu experimentasse mais, sentiria muito mais prazer repetindo a fala do Torres! Fez carinho nos meus cabelos e deu uma taça de vinho para que eu bebesse, algo que adoro! No fundo, ela mostrou um caminho para que eu obtivesse prazer e melhor: eu poderia confiar nela.
No dia seguinte, Domingo pela manhã, eu experimentei outra posição com o Torres e senti bem melhor mesmo com o cu ainda doendo da relação anterior. Cavalgar foi aquilo que achei excelente e até um sorriso eu soltei com o meu corpo na vertical e olhos fechados. A tensa surra que foi deixando minha boca aberta com caretas só colocaram mais fogo no meu rabo! Suas mãos conduziam minha bunda ao pau moreno e excitado. Reboladas e a minha atitude em sentar o cu no caralho mostrou que eu estava entrando no prazer do sexo completamente. Uma “surra de pica” fez o Torres mandar uma gozada forte que melou o meu cu todo. Ele fodeu com o esperma grudado na minha bunda e eu sorrindo por estar fazendo mais sexo! Um tapa na bunda e lembrei da mamada gostosa entre suas pernas para chegarmos neste ápice quente e gostoso.
Ao voltar para casa, eu refleti bastante e conversei com a Sílvia ao celular. Ela apoiou tudo e pediu sigilo pra que eu pudesse curtir mais no futuro. Não demorou para eu chegar a conclusão que sexo era excelente. O silêncio era a minha força e na cama eu apreciava os resquícios do cu latejando. Eu havia perdido a virgindade e saí consciente que era a melhor forma de tirar a tensão do cotidiano que eu vivia em casa.
O leitor e a leitora pode achar que a Sílvia não deveria ter feito isto e eu dou razão para ela. O argumento em sua defesa é a chave dada para descobrir o meu eu e toda a forma de prazer pelo sexo. Não desse aos dezesseis, eu daria cedo ou tarde. Ela só encurtou aquilo que eu precisava descobrir e foi uma boa condutora. Iniciar cedo permitiu que eu tivesse mais experiência e sentisse apto para novas relações. Ela só não conseguiu transformar seu “filho” em gay puro pois senti interesse também por mulher e já pensava numa pessoa para tirar a virgindade do meu pau.
A realidade que tudo culminou para a descoberta. A falta de “família” presente, o tenso clima que vivia, abriu bem as portas para uma fonte de prazer que eu não tinha em casa. Meus pais sempre foram agressivos e com jeito, a Sílvia, foi tirando deste ambiente terrível. Viajar era uma forma dos meus pais sinalizarem que eu precisava de respiro para recarregar a bateria e ser humilhado muito mais durante a semana.
As viagens seguintes só ratificaram meu gosto e o Torres foi a vanguarda para que eu assumisse ao seu caralho que eu era um gay em formação. Seja no apê alugado para um final de semana na praia ou no sítio da Sílvia, eu maturei o gosto pelo sexo anal com macho rapidamente. A vontade em dar o cu ampliava e concluí que estava no caminho certo. Iniciei assim.
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