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Minha afilhadinha novinha e seu cuzinho sujo

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O dia seguinte amanheceu ainda mais quente e sujo do que a noite anterior. Eu, Manoel, acordado com o pau já duro só de lembrar de tudo que tinha rolado. Larissa, minha afilhada de 20 anos, aquela universitária safada de bundinha empinada, tinha virado minha puta de merda particular em menos de uma hora. Lembrei de cada detalhe: o celular dela aberto revelando os vídeos dela andando pela casa o dia inteiro com o cuzinho melado de merda fresca, o cheiro podre se espalhando enquanto ela estudava e cozinhava só de camisola. Eu mostrando os prints, o beijo faminto, ela indo cagar no banheiro e voltando de quatro, bundinha brilhando com aquela massa marrom pastosa escorrendo pelos lábios da bucetinha. Meu nariz colado ali, inspirando o fedor insuportável que me dava ânsia e tesão ao mesmo tempo. A língua enfiada fundo, lambendo aquela merda quentinha, amarga, azeda, terrosa, misturando com manteiga e fodendo aquele cu sujo até ela gozar gritando meu nome.

Agora, deitado na cama, eu sentia o cheiro dela ainda impregnado na pele. Larissa acordou devagar, espreguiçando o corpo jovem e nu ao meu lado, o cabelo bagunçado caindo nos ombros. Ela sorriu maliciosa, já sabendo exatamente o que eu queria.

— Bom dia, tio Manoel... ou melhor, bom dia, meu comedor de merda preferido — sussurrou ela, virando de lado e empinando aquela bundinha redonda pra mim. — Tá lembrando de ontem? De como você lambeu meu cu sujo pela primeira vez? De como seu pau ficou todo melado da minha merda enquanto eu peidava quente bem na sua rola?

Eu gemi só de ouvir, a mão já descendo pra apertar uma nádega, abrindo ela devagar. O cuzinho ainda estava um pouco sujo do resto da noite, com resquícios secos de merda e porra misturados.

— Como eu ia esquecer, sua putinha? Você prometeu que hoje ia cagar direto na minha boca. Quente, fresquinha, mole... e eu vou comer tudinho, como você quer.

Larissa mordeu o lábio, os olhos brilhando de tesão doentio. Ela subiu em cima de mim devagar, montando no meu peito, virando de costas pra mim e sentando o cuzinho bem na minha cara. O cheiro já subia forte, quente e podre, misturado com o perfume da pele dela.

— Então abre bem a boca, tio... porque a sua afilhada vai te dar o café da manhã especial. Sente o cheiro primeiro... inspira fundo, como você fez ontem. Lembra como você quase vomitou de nojo e mesmo assim seu pau babava? Hoje vai ser pior... ou melhor.

Eu obedeci, abrindo a boca e colando o nariz bem no buraco enrugado. Ela rebolou devagar, pressionando, e eu senti o cuzinho dela se abrindo. Um peido quente e molhado escapou direto na minha boca, seguido de um barulho molhado e demorado. A primeira porção de merda quente, grossa e pastosa caiu na minha língua — quentinha, direto do forno, mole, cremosa, com aquele gosto amargo pra caralho, azedo, terroso e doce podre que me viciou ontem.

— Isso, tio... come a merda da tua afilhada... engole devagar, sente ela derretendo na boca — gemeu ela, rebolando o quadril, espalhando mais aquela massa marrom pelo meu rosto, nariz e queixo. — Ontem você só lambeu o que sobrou... hoje eu tô cagando tudo fresquinho pra você. Come mais, vai... chupa meu cuzinho enquanto eu empurro. Quero sentir sua língua me limpando por dentro.

Eu engolia em golfadas, o gosto explodindo na boca, nojento e delicioso ao mesmo tempo. Minhas mãos apertavam as coxas dela, puxando ela mais pra baixo. Ela ria baixinho, gemendo de prazer:

— Olha só pra você... o padrasto respeitável, comendo a merda da afilhada universitária. Você lembra quando eu voltei do banheiro ontem, bundinha empinada, merda brilhando no redinho? Você disse que o cheiro te dava ânsia... e mesmo assim meteu a língua toda. Agora tá engolindo tudinho, né? Diz pra mim, tio... fala o que você tá sentindo.

— Porra, Larissa... tá tão quente, tão mole... o gosto é nojento pra caralho, mas eu não consigo parar — murmurei com a boca cheia, engolindo mais um pedaço grosso. — Eu quero mais... caga tudo, sua safada. Quero ser seu banquinho humano o dia inteiro, como você prometeu.

Ela empurrou mais, outra porção grossa e quente caindo direto na minha garganta. O cheiro era insuportável, denso, enchendo o quarto inteiro. Meu pau latejava embaixo dela, babando pré-gozo. Larissa se inclinou pra frente, pegou meu pau na mão e começou a masturbar devagar enquanto cagava.

— Ontem você misturou manteiga e fodeu meu cu sujo até eu peidar no seu pau... lembra do barulho molhado? Do jeito que a merda escorria pela sua virilha? Hoje eu quero mais. Depois que você terminar de comer, eu vou sentar nesse pau melado e cavalgar, espalhando o resto da minha merda toda na sua rola. E você vai me prometer que esse fim de semana inteiro eu vou cagar na sua boca quantas vezes eu quiser. De manhã, de tarde, de noite... enquanto eu estudo, enquanto eu cozinho, enquanto eu vejo TV. Você vai andar pela casa com o gosto da minha merda na boca o dia todo.

Eu gemi alto, engolindo o último pedaço, lambendo o cuzinho dela limpo com a língua, chupando cada resquício. O gosto ainda estava forte, impregnado na minha garganta. Larissa virou de frente, montou no meu pau e desceu devagar, enfiando ele no cuzinho ainda melado e quente.

— Ai, tio... tá tão escorregadio da minha própria merda... socaaa fundo, vai! Sente como meu cu tá apertadinho e sujo só pra você — gritou ela, rebolando forte, as nádegas batendo nas minhas coxas com barulho molhado. — Lembra quando eu te mostrei os vídeos no celular? Eu cagando de manhã e passando o dia com o cheiro se espalhando pela casa? Agora é real. Eu sou sua puta de merda 24 horas. Você vai me foder assim todo dia que minha mãe viajar. E quando ela voltar... a gente vai ter que ser escondido, né? Eu cagando rapidinho no banheiro e vindo te dar na boca escondida, enquanto ela tá na cozinha.

Eu metia pra cima com força, as mãos apertando aqueles peitos jovens, beliscando os mamilos. O cheiro de merda fresca subia de novo, misturado com suor e sexo.

— Eu topo tudo, minha putinha. Quero você cagando na minha boca enquanto eu trabalho no notebook. Quero te lamber limpa depois de cada cagada. Quero que você guarde a merda o dia inteiro só pra mim, como você fazia sozinha. Agora a gente é isso: tio e afilhada, amantes proibidos, viciados em merda quente, cu sujo e tesão doentio. Ontem foi só o começo... hoje e o fim de semana inteiro vai ser scat pesado, lambida profunda, anal melado e você gozando enquanto eu engulo.

Ela cavalgava mais rápido, gemendo sem parar, o cuzinho apertando meu pau a cada estocada.

— Sim, tio Manoel... me usa como seu vaso sanitário particular. Eu vou cagar na sua boca agora de novo à tarde, depois do almoço. E à noite, antes de dormir, eu vou sentar na sua cara e fazer uma cagada bem grande, bem mole, pra você dormir com o gosto da minha merda na boca. Promete que você vai querer mais sempre? Promete que nunca vai limpar esse cu sujo de novo?

— Eu prometo, Larissa. Eu sou viciado em você... no seu cheiro, no seu gosto, no seu cu sujo. Esse fim de semana vai ser só merda, porra e gemidos proibidos.

Ficamos horas assim, trocando de posição, lambendo, comendo, fodendo e sujando a cama inteira. O quarto inteiro cheirava a merda fresca, sexo e desejo doentio. E eu sabia que isso era só o começo da nossa loucura secreta.

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