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Não resisti e PAGUEI para essa vendedora de praia, casada, realizar meus loucos fetiches e gravei

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Era um dia escaldante em Pernambuco, sol de rachar que fazia a areia queimar os pés e o suor escorrer pelo corpo como mel quente. Daniel caminhava devagar pela praia de Cavala, olhos famintos varrendo as barracas coloridas, quando a viu. A vendedora de praia. Morena, cabelo preto longo e brilhante de óleo de coco, óculos redondos que davam um ar inocente e ao mesmo tempo safado. Corpo cheio, carnudo, daqueles que fazem qualquer homem perder o controle. Os seios grandes apertados num pano bege improvisado, mas o que realmente o deixou louco foi a bunda — grande, redonda, empinada, mal coberta por aquela saia amarrada na cintura, balançando devagar enquanto ela arrumava os frascos de creme na mesa de madeira. Suada, brilhando sob o sol, o tecido colado na pele quente. Daniel sentiu o pau endurecer na cueca só de imaginar o cheiro dela.
— Ei, moça... quanto é esse óleo de coco? — perguntou ele, aproximando-se com a voz rouca.
Ela virou o rosto e sorriu educada, mas cansada. — R$ 15, amor. É bom pra hidratar, tá vendo como minha pele tá brilhando? Uso o dia todo aqui na praia.
Daniel não olhava pro óleo. Seus olhos estavam cravados naquela bunda enorme. — Eu pago bem mais que isso se você topar uma coisa particular. Quero te pagar pra realizar um fetiche meu. Mil reais agora, na hora. Só você e eu, num lugar discreto.
Ela piscou, o sorriso desaparecendo. As bochechas coraram imediatamente. — Moço, eu sou casada. Meu marido tá trabalhando agora, mas... mil reais? O que você quer exatamente? Eu não faço programa, não.
Ele baixou ainda mais a voz, chegando bem perto, sentindo o cheiro forte de suor misturado com protetor solar que vinha dela. — Eu pago pra mulheres comuns como você. Mulheres de verdade, com bundas grandes e lindas assim. Quero cheirar... lamber bem lá no fundo. Sua bunda quente, suada, do dia todo na praia. Eu sei que tá podre, mas é exatamente isso que me deixa louco. Depois a gente vê o resto. Dois mil no total se você for boa.
A vendedora olhou pros lados, mortificada, mordendo o lábio inferior. As mãos tremiam enquanto arrumava os frascos. — Ai, meu Deus... que vergonha. Ninguém nunca me pediu uma coisa dessa. Eu sou mãe, casada há dez anos... mas dois mil? Meu marido tá devendo aluguel e a gente mal tá se virando. Onde seria isso? Aqui na praia não dá, tem gente demais.
— Tem um restaurante abandonado ali na ponta da praia, depois das pedras. Tomado pela areia, ninguém vai lá. Lugar perigoso, mas perfeito. Ninguém vai nos ver. Topa?
Ela hesitou longos segundos, o rosto vermelho como pimenta, mas os olhos brilharam com a grana. — Tá bom... mas só cheirar e lamber, hein? Nada de mais. E você paga antes.
Eles caminharam em silêncio pela areia quente. O restaurante abandonado apareceu como um fantasma: paredes de madeira podre, telhado meio caído, areia invadindo tudo como um tapete grosso. Grafites nas paredes gritavam “FODA-SE” em letras grandes e pretas. Vidros quebrados, mesas enterradas até a metade. Um lugar escuro, isolado e perigoso. A vendedora tremia um pouco ao entrar, olhando pra trás como se o marido pudesse aparecer a qualquer momento.
— Aqui? Meu Deus, que lugar sujo... — murmurou ela, voz baixa e envergonhada.
Daniel trancou a porta improvisada com uma tábua e puxou o dinheiro do bolso, contando as notas na mão dela. — Duas mil. Agora mostra pra mim. Levanta essa saia e vira de costas. Quero ver essa bunda grande de perto.
Ela respirou fundo, envergonhada até a alma, mas obedeceu. Desamarrou o pano devagar, revelando a pele morena brilhante de suor. A bunda era ainda mais perfeita de perto: grande, pesada, com celulites suaves e marcas do tecido apertado. Quente do sol, suada pra caralho, o cheiro subindo forte — salgado, musky, azedo de tanto andar pela praia o dia inteiro. Um cheiro podre, de bunda que não viu chuveiro desde cedo.
Daniel caiu de joelhos na areia, o nariz quase encostando. — Caralho... olha isso. Quente pra porra. Suada assim... — Ele inalou fundo, o rosto colado entre as nádegas. O cheiro era forte, podre, fazendo o estômago revirar. Quase vomitou, mas o pau latejava mais duro que nunca. — Ai, que nojo... que cheiro forte. Tá podre mesmo. Mas eu amo. Abre mais pra mim.
A vendedora cobriu o rosto com as mãos, mortificada. — Ai, que vergonha... eu tô suada o dia todo, moço. Trabalhando aqui na areia quente. Meu marido nunca fez isso. Você é doente, hein? Cheirando assim... — Mesmo assim, ela abriu as pernas um pouco e empinou a bunda pra ele.
Ele lambeu. Língua plana, devagar, do períneo até o topo da rachadura. O gosto era salgado, azedo, suor puro misturado com um toque de areia e algo mais íntimo e podre. Ele engasgou, saliva misturando com o suor dela. — Mmm... porra, que delícia nojenta. Lambe mais fundo. — A língua entrou, circulando o cuzinho apertado, quente e úmido. Chupava, sugava, o rosto todo enterrado, babando. O nojo vinha em ondas — vontade de vomitar com o cheiro forte —, mas o tesão era maior. — Tá sentindo minha língua no seu cu? Diz pra mim.
— Ai, meu Deus... sim, tô sentindo. Que loucura... sua língua tá lambendo meu cu suado. Que nojo, mas... continua. O dinheiro tá valendo, né? — Ela gemia baixinho, envergonhada, mas a bunda empinava mais contra o rosto dele.
Daniel lambeu por longos minutos, babando, cheirando fundo, alternando entre nojo e puro êxtase. O pau dele latejava dolorido. — Agora quero mais. Quero te foder no cu. Mais mil reais se você deixar. Anal bem fundo.
Ela virou o rosto, olhos arregalados de medo. — Não... anal não. Eu sou casada, nunca fiz isso direito. Vai doer, moço. Meu cu é apertado... por favor.
— Dois mil extras. Agora. — Ele mostrou o dinheiro.
Ela mordeu o lábio com força, lágrimas de vergonha nos olhos, mas acabou assentindo. — Tá bom... mas devagar. Eu tô com medo.
A vendedora se apoiou numa mesa meio enterrada na areia, bunda empinada pra trás. Daniel cuspiu na pica dura e encostou a cabeça grossa no cuzinho enrugado. Empurrou. Ela gritou.
— Aiii! Tá doendo! Devagar, caralho! Tá rasgando meu cu! — O pau entrou centímetro por centímetro, esticando o anel apertado. A dor era real, ela tremia, unhas cravadas na madeira velha.
Ele gemia alto, empurrando mais fundo. — Porra, que cu apertado... quente, suado... — De repente, um peido escapou dela, forte e úmido, vibrando contra o pau dele. Prrrrt. O cheiro podre encheu o ar abandonado.
Daniel quase gozou na hora. — Isso... peida no meu pau, sua safada. Que cheiro gostoso. — Ele meteu fundo, estocadas ritmadas, a bunda grande tremendo a cada investida.
A vendedora gemia alto agora, mistura de dor e prazer crescendo. — Ai... ai... tá doendo tanto... mas continua. Ahhh, que dor gostosa... peido de novo, olha. — Outro peido saiu, longo e molhado, enquanto ele socava sem parar. — Uhhh... gemendo assim... meu marido nunca me fodeu assim. Mais fundo, vai... ai, que delícia nojenta!
Os gemidos ecoavam pelas paredes grafitadas do restaurante abandonado. Daniel metia forte, mãos apertando aquela bunda suada, o suor pingando, o cheiro de sexo, suor e podridão misturando no ar. Peidos saíam a cada estocada mais funda — curtos, longos, molhados. Ela gemia sem parar: — Aiii, que dor... mas não para! Goza dentro, moço! Enche meu cu casado!
Daniel gozou com um urro gutural, jorrando fundo no cu dela, o corpo inteiro tremendo. A vendedora desabou na areia, ofegante, bunda vermelha e aberta, esperma escorrendo misturado com suor e um último peidinho fraco.
Ela se levantou devagar, ajustando o pano no corpo suado, ainda envergonhada, mas com um sorriso safado no canto da boca. — Você é louco... mas valeu cada centavo. Nunca mais vou olhar pra praia do mesmo jeito.
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Depois de gozar fundo no cu da vendedora, Daniel ainda estava ofegante, o pau melado de esperma e suor. Ela se levantou devagar, ajustou o pano bege na cintura, o cu ainda piscando e escorrendo um filete branco. Olhou pra ele com uma cara nova — não mais só envergonhada, mas com um sorrisinho safado no canto da boca.
— Pronto, seu doente. Agora vamos voltar pra praia antes que alguém perceba. Eu tenho que voltar pro trabalho.
Voltaram caminhando pela areia quente. Chegando na barraca, ela voltou a ser a vendedora de sempre, mas agora servia Daniel de um jeito diferente. Pegava os frascos de óleo com mais vagar, inclinava o corpo pra frente de propósito, fazendo aquela bunda grande balançar bem na frente dele. Olhava por cima do ombro com cara de safada, mordendo o lábio.
— Quer mais óleo, amor? Ou quer que eu passe nas suas costas? — perguntou ela baixinho, piscando.
Daniel sorria, já sentindo o pau endurecer de novo dentro da bermuda. — Você tá diferente agora... gostei dessa cara de puta que você fez.
Ela riu baixinho. — Depois do que você fez no meu cu, acho que mereço ser um pouco safada, né?
Alguns minutos depois, enquanto Daniel fingia olhar os produtos, ela se aproximou de novo, dessa vez com outra garota ao lado. Jovem, 19 anos no máximo, pele morena igual, cabelo preto liso até a cintura, óculos parecidos, corpo bem torneado mas com uma bunda absurdamente enorme, redonda e empinada, mal cabendo no shortinho jeans rasgado. A irmã mais nova.
— Daniel, essa é a minha irmã, Larissa. Eu contei pra ela... tudo o que aconteceu lá no restaurante. Ela ficou chocada, mas... curiosa.
Larissa corou violentamente, olhando pro chão, as mãos cruzadas na frente do corpo. A bunda enorme projetava-se pra trás mesmo quando ela tentava ficar reta. — Oi... ela me falou que você paga bem pra... coisas diferentes. Eu sou envergonhada pra caralho, mas se for bastante dinheiro... eu topo.
Daniel sentiu o coração disparar. Duas irmãs. Uma casada, outra de 19 anos. E aquela bunda da Larissa era ainda mais perfeita que a da irmã — maior, mais firme, mais suada por causa do sol forte. Ele quase babou ali mesmo.
— Caralho... vocês duas juntas? Eu pago três mil pra cada uma agora. Quero fazer uma coisa bem nojenta com vocês duas. Quero colocar salsichas dentro das bundas de vocês. Duas salsichas em cada cu. Depois eu tiro e como como se fosse um hot dog. Quero sentir o gosto da bunda podre de vocês misturado com a salsicha.
As duas ficaram em silêncio por alguns segundos. A vendedora fez cara de nojo puro. Larissa colocou a mão na boca, olhos arregalados.
— Que nojo, Daniel... — murmurou a mais velha. — Salsicha na minha bunda suada? Depois você vai comer? Isso é nojento demais.
Larissa tremia, mas a curiosidade e a grana falaram mais alto. — Eu... nunca fiz nada disso. Meu cu é virgem ainda. Mas... três mil? Tá bom. Só não conta pra ninguém.
Daniel sorriu como um louco. — Então vamos. Mesmo lugar. Agora.
As três voltaram pro restaurante abandonado. O cheiro de mofo e areia ainda estava forte. As duas irmãs ficaram lado a lado, de costas pra ele. A mais velha desamarrou o pano, Larissa baixou o shortinho devagar, revelando a bunda enorme, redonda, brilhando de suor. As duas bundas estavam quentes, suadas do dia inteiro na praia, com aquele cheiro podre característico — azedo, salgado, íntimo, nojento.
Daniel pegou quatro salsichas grossas que tinha comprado na barraca. — Abre as bundas pra mim. Quero ver os cuzinhos.
As duas obedeceram, envergonhadas pra caralho. A mais velha gemia baixinho de vergonha. Larissa tremia. — Ai, que vergonha... meu cu tá suado, Daniel. Tá podre. Não olha assim...
Ele cuspiu nas salsichas e começou a enfiar. Primeiro na bunda da mais velha: uma salsicha entrou devagar, depois a segunda. O cu dela ainda estava um pouco aberto do anal anterior. Ela gemeu:
— Aiii... tá fria... entrando no meu cu quente... que nojo...
Depois foi a vez de Larissa. O cuzinho dela era mais apertado, virgem. Daniel teve que empurrar com força. Ela gritou:
— Ai, caralho! Tá doendo! Tá esticando meu cu virgem! Não enfia as duas, por favor!
Mas ele enfiou. Duas salsichas grossas desapareceram dentro da bunda enorme da garota de 19 anos. As duas irmãs ficaram ali, de quatro na areia, bundas empinadas, salsichas enfiadas até o talo, só um pedacinho aparecendo.
Daniel se ajoelhou atrás delas, cheirando fundo. O cheiro era insano — bunda suada, podre, misturado com o cheiro da salsicha. Ele quase vomitou de nojo, mas o tesão era maior.
— Agora tira devagar. Quero ver saindo.
As duas empurraram. As salsichas saíram lentamente, meladas de suor, muco e um pouco de sujeira do cu. Quentes, brilhantes, com cheiro forte de bunda podre.
Daniel montou dois “hot dogs” improvisados — salsichas entre os pães que trouxe. Sentou no chão e começou a comer na frente delas. Mordida grande, mastigando devagar, sentindo o gosto salgado, azedo, podre das bundas misturado com a salsicha.
As duas olhavam com cara de nojo absoluto.
— Meu Deus, ele tá comendo salsicha que tava no nosso cu... — sussurrou a mais velha, mas uma das mãos já descia pro meio das pernas, se masturbando devagar.
Larissa também não aguentou. Olhava com nojo, mas os dedos dela esfregavam o clitóris por cima do short. — Que nojento... ele tá mastigando o gosto da minha bunda virgem... ai, que nojo... mas tô molhada pra caralho.
Daniel comia gemendo, olhando pra elas. — Continua se masturbando enquanto eu como o sabor das suas bundas podres. Mostra pra mim como vocês estão safadas.
As duas gemiam baixinho, dedos trabalhando rápido, olhos fixos nele devorando as salsichas que tinham saído dos seus cuzinhos suados. O restaurante abandonado enchia-se de gemidos envergonhados, cheiro de bunda, suor e tesão.
Quando Daniel terminou de comer a última mordida, lambendo os dedos, as duas irmãs estavam quase gozando só de olhar.
— Vocês são perfeitas... — murmurou ele, pau duro de novo. — Isso aqui mal começou.
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