O tempo fechou, e mesmo antes de começar a chover, fomos para a casa do velho tarado
Janjão lambuza o dedo, e o enfia no meu cuzinho. Sua língua, agora, circunda meu anel, enquanto seu dedo entra e sai...
Oi gente...me desculpem, mas tive uns probleminhas, e não consegui enviar a continuação do meu primeiro conto. Li os comentários, gostei...e só não respondi, porque já tinha passado uns dias....espero que gostem dessa continuação, e prometo que responderei aos próximos comentários...
Acordei com o sol batendo forte lá fora. O cheiro de café exalava pelo quarto. Janjão não estava mais na cama, mas meu cú ardendo, não me deixava esquecer o que tinha se passado naquela noite.
Todos já estavam na cozinha tomando o café. Com um sorriso largo no rosto, Janjão puxa uma cadeira para eu me sentar. Super envergonhado, por ter dado o rabo, abaixo a cabeça, e me junto a eles.
Por sorte, não demoramos, minha mãe disse que tinha que aproveitar o tempo, para fazer a faxina na casa. Na hora da saída, Janjão coloca as mãos nos meu ombros, e os massageia. Fico arrepiado, e apreensivo.
_Tenho que resolver umas coisas, e se der tempo, vou lá dar uma mão para vocês. Disse ele, ainda com as mãos nos meus ombros.
A água não havia subido muito dentro de casa, só uma parte do armário ficou danificada. De resto, era só limpeza...muita limpeza.
No meio do serviço, Janjão apareceu para ajudar. Com medo, procurei não ficar no mesmo cômodo que ele. Mesmo assim, ainda ganhei uns dois esbarrões dele.
Tudo terminado, Janjão vai embora.
Minha mãe fez uma torta, e mais tarde, pediu para eu levar um pedaço para o Janjão, como forma de agradecimento.
Morrendo de medo, de ser atacado por ele, fui levar a torta.
_Entra...vamos conversar um pouco. Disse ele, todo sorridente, ao me ver no portão.
_Não posso...tenho que voltar logo, tenho lição para fazer. Falei cabisbaixo.
_Porquê está cabisbaixo? É por causa da nossa brincadeira?
_Ainda está todo dolorido. Falei.
_Falou para a sua mãe?
_Não...claro que não!
_Você é um bom garoto....logo essa dor vai passar...tá bom?
Ele levou o pedaço de torta, e me devolveu o pratinho.
A dor no cú, não passou logo, foram três dias para me recuperar.
O estranho, é que depois de recuperado, toda vez que lembrava do fato, meu pinto ficava duro. Cheguei a sonhar com o Janjão me fodendo de novo, e acordei com o calção todo melado.
Quando estava perdendo as estribeiras, pensava na dor que tinha sentido, e nos dias que fiquei dolorido...aí, perdia o fogo, me acalmava.
Acho que uns 20 dias depois, o tempo fechou feio, raios iluminavam o céu e o som dos trovões, ecoavam longe. Era final de tarde, e o temporal que se anunciava, parecia ser mais forte que o anterior.
Mais precavida, e como já havia ficado combinado, minha mãe nos levou novamente para a casa do Janjão.
Acolhidos, assistíamos tv quando o temporal começou. Ficamos assustados ouvindo o vento que soprava forte do lado de fora.
A noite chega, e a luz elétrica cai.
Meia hora sob a luz de uma vela, e minha mãe resolve ir dormir.
_Vamos também Milton...amanhã já vai estar tudo bem. Disse Janjão.
Receoso, hesitei, queria ficar mais um pouco na sala.
_Vai Milton...amanhã à luz já deve ter voltado e a chuva já terá passado. Falou minha mãe.
_Não é isso mãe...é...é que....
_Está com medo dos raios? Relaxa...o João vai estar lá...nada de mal vai acontecer. Disse ela me interrompendo.
Olhei para o Janjão, e ele estava com um sorriso no rosto, me estendendo a mão. Abaixei a cabeça, lhe dei a mão, e caminhamos para o quarto.
Enquanto ele ajeitava a vela num canto do quarto, eu fiquei em pé, com medo de ir para a cama.
_Porquê você está assim...quietinho? Perguntou ele, ao se reaproximar de mim
_É....é que...é que você vai me machucar...
Ganho um abraço apertado por trás.
_Não Milton...não...eu não vou te machucar, eu prometo...é só uma brincadeirinha...fica tranquilo, é rapidinho....
Sinto o seu pau duro colado na minha bunda. Suas mãos entram por baixo da minha camiseta, e sobem, até tocar meus mamilos. Meu pau ficou duro na hora. O pior, é que eu gostava dessa parte.
Rapidamente, Janjão se livra da minha camiseta, e suas mãos passam a explorar a parte de cima do meu corpo, fazendo minha pernas estremecerem.
Não demora muito, e meu calção também vai parar no chão. Agora, eu estava peladinho nas mãos daquele homem.
Ele me virou de frente, beijou meu pescoço, e sua boca desceu até sua língua tocar o biquinho do meu peitinho. Nossa, que delicia, grudei na cabeça dele, gemendo baixinho.
Suas mãos já apalpavam minhas bandinhas, e um dedo entra pelo meu reguinho, e toca meu buraquinho. Meu corpinho não aguenta, e entra em erupção. Gemendo, começo a gozar, e acabo melando a barriga dele. Minhas pernas ficaram bambas, e ele percebeu isso.
_Vamos para a cama, lá vai ser melhor.
Eu me deitei de bruços, Janjão se livrou das roupas, pegou algo do lado da cama, e deitou de ladinho, bem pertinho de mim. Sua mão desliza na minha bunda, e então, ele fala:
_Fica de joelhos, e apóie as mãos no colchão.
Jajão se ajeita atrás de mim, e suas mãos apertam minha bunda, depois, ele abre as bandinhas, sinto um ar quente, e logo em seguida sua língua toca meu cuzinho. Ahhhh... vou ao delirio.
Parecia que meu corpo estava nas nuvens. Me agarrava ao colchão, e intuitivamente, jogava meu corpo para trás. Não demorou, e voltei a gozar, dessa vez mais forte.
Janjão lambuza o dedo, e o enfia no meu cuzinho. Sua língua, agora, circunda meu anel, enquanto seu dedo entra e sai.
Desnorteado de tanto tesão, nem tinha me dado conta, que um segundo dedo já estava dentro de mim.
Já estava pronto para gozar, quando ele tirou os dedos do meu cú, e se afastou. Fiquei imóvel, e logo sentí suas pinceladas no meu buraquinho. Fiquei apreensivo.
Com a cabeça do pau colada no meu cuzinho, suas mãos ásperas "lixam"minhas coxas. Estava gostoso, acabei relaxando, ele percebeu, e sentí a pressão.
_Ai...ai...vai devagai...ai....ahhh...ahhhhh.
A cabeça entrou.
Diferentemente, agora só sentí uma dorzinha, na hora que a cabeça passou, mas foi suportável.
Ele ficou com a cabeça enfiada, e voltou a "lixar" minhas coxas, com suas mãos.
Lentamente, Janjão iniciou o vai e vem, só com a cabeça, e ficou assim.
Me vendo totalmente relaxado, ele foi, aos poucos, indo cada vez mais fundo, e minutos depois, já estava com o pau todo enterrado dentro de mim. Nesse momento soltei um gemido gostoso.
Com o pau enterrado, ele ficou me elogiando, dizendo que eu era um garoto forte, e ficou dando uns tapinhas na minha bunda.
O vai e vem recomeça, agora, com a cabeça do pau percorrendo todo o meu canal. Suas bolas batem forte na minha bunda.
Muito diferente da outra vez, agora eu estava gostando, gemia bastante, e fui me inclinando e empinando mais a bunda, como se quisesse que ele enfiasse mais.
Me vendo "fácil" Janjão se aproveitou, e socou a rola sem dó. Eu acabei gozando, e logo em seguida, ele encheu meu cuzinho de porra.
Caímos na cama, e ficamos de ladinho, com o pau dele, ainda latejando e despejando porra dentro de mim.
Notei que o pau dele foi parando de pulsar, deu uma amolecida, e parecia que ia sair de dentro de mim. Não sei o quê me deu na hora, mas joguei meu corpo mais para trás, para não deixá-lo escapar.
_Ahhhh....hummm... é isso??meu viadinho está gostando???
Fiquei envergonhado quando ele me chamou assim...mas ele tinha razão...e eu tinha gostado, mas não respondi nada, apenas me ajeitei melhor para o pau não escapar.
Imediatamente, ganhei uma fungada no pescoço, e sentí o pau inchando dentro de mim.
Sua mão desce pela lateral do meu corpo, e vai acariciar minha coxa. A essas alturas, seu pau já entrava e saía do meu cuzinho.
_Ahhh...já que está gostando, a gente pode fazer de outro jeito. Disse ele, tirando o pau da minha bunda, e ficando de costas para a cama.
Fiquei olhando ele deitado, e notei o tamanho do seu pau. Apesar da pouca luminosidade da vela, deu para ver bem. Não tinha parâmetros para avaliar, tinha visto pouquíssimos pintos, e eram dos meninos da minha idade, por isso, achei o pinto do Janjão grande, devia ter uns 16 cm, e era mais grosso que o meu.
Fiquei olhando o pau duro, apontando para cima, e acabei pegando. Estava bem duro mesmo, mas senti a pele macia.
_Uhhhh...nossaaaa...que mãozinha quente.... brinca um pouquinho com ele. Pediu.
Fiquei apertando e balançando o pau dele.
_Faz assim ó. Disse ele segurando minha mão no pau dele.
Janjão segurou minha mão, e começou a subir e a descer no pau. Ele queria uma punheta. Não achava que homens gostassem de punheta.
Como já batia para mim, não foi difícil pegar o jeito dele.
_Dá um beijinho na cabecinha. Pediu.
Me aproximei, e encostei meus lábios na cabeça.
_Uhhh...nossaaaahhh...passa a língua agora.
Obedeci, e fiquei passando a ponta da língua na cabeça do pau dele, como se estivesse lambendo um picolé.
_Ahhhh....que gostoso...que gostoso...
Até que eu estava gostando de lamber o pau.
_Você podia dar uma chupadinha né?
_Eu nunca fiz isso...eu não sei. Falei.
_Eu te explico.
_Tá bom...
Janjão foi falando como ele queria, e eu fui fazendo. Acho que estava indo bem, ele não parava de se contorcer na cama.
Com o pau bem duro e começando a babar, ele pediu para eu parar.
_Ahhhh...tá bom...tá bom...ahhh...outro dia estreio essa sua boquinha gostosa...agora vem cá...senta aqui...
Me ajeitei por cima dele, e fiz o que pediu, sentei no seu pau, desci direto.
Ele me segurou pela cintura, e ficou movimentando meu corpo, fazendo movimentos circulares, e, às vezes, me fazendo ir para a frente e para trás.
O negócio era gostoso, fui pegando o jeito, e não demorou muito, e eu já estava "cavalgando" no pau dele.
Eu que praticamente não falava nada, acabei soltando essa:
_Ahhh...é gostosinho assim...
_Gostosinho você vai ver agora. Disse ele, me virando abruptamente na cama, me deixando de costas.
Com meus pés apoiados nos seus ombros, ele mete com tudo, até o talo.
_Agora você vai ver o que é gostoso...toma... toma... toma....
As sacadas eram fortes, as bolas faziam barulho, batendo na minha bunda. Era bom demais...
_Ai...ai...ai...vai mais devagar...ai...ai..ai...a minha...ai...a minha mãe vai acabar ouvindo..ai..ai.
Ele não diminuiu, e eu tive que conter meus gritinhos.
Sem trégua, ele continuou o massacre, e eu não aguentei, comecei a gozar, jorrando porra para todo o lado.
Janjão sentiu as contrações do meu cuzinho, e também não aguentou mais.
_Ahh...caralho...ahhhh...aí é foda...ahhhh...
Ele despejou muita porra no meu cuzinho.
Exaustos, caímos estatelados na cama, e nesse momento, a luz elétrica voltou, e deixou o quarto todo iluminado.
Quando vi o pau dele todo lambuzado, não sei o quê me deu, que sentí vontade de experimentar aquela meleca. Me aproximei, e comecei a lamber a rola mole, toda melecada.
_Ahhh putinho safado...aproveita e lambe as bolas também. Falou.
Fiz o que ele pediu, e percebi o pau dando umas pulsadas. Me empolguei com os gemidos dele, e acabei engolindo o pau. Gostei de sentir o pau endurecendo na minha boca. Não ficou tão duro quanto estava antes, mas ficou gostoso de chupar. Eu chegava a engolir mais da metade do pau.
Depois de um tempo, gemendo e se contorcendo na cama, Janjão segura minha cabeça, e passa a socá-la no pau. Cheguei a engasgar quando ele socou e segurou minha cabeça. O pau foi na garganta.
Ainda procura o ar para respirar quando ele soltou o primeiro jato. Achei que fosse me afogar, mas consegui engolir, e ao final, dei conta de tudo.
Completamente saciado, Janjão se levanta, apaga a luz do quarto, deixando somente a vela, que ainda queimava acesa, e volta para a cama.
De ladinho, abraçado por trás, coberto por um fino lençol, adormeço....
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Comentários (4)
Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zk1000tonsp: Obrigado pelo comentário...
• uid:1dsawba34g4sMiguel: Eita já tou ater imaginando. Janjão vai comer a família toda irmão mãe
Responder↴ • uid:bf9dd6w49c1000tonsp: Eita....será? Kkkk...
• uid:1dsawba34g4s