Quem quiser cu nesse sábado, ofereço o meu.
Eu sou o Márcio, coroa de 58 anos, casado, morando aqui no bairro da Iputinga, Recife, Pernambuco. Todo mundo que me vê na rua acha que sou só mais um velho tranquilo, daqueles que saem pra comprar pão e voltam pra casa. Mas quando minha esposa bate a porta e some pro trabalho ou pra visitar a família, eu viro outra pessoa. Viro uma puta passiva no cio, uma vadia de bunda aberta que vive pra dar o cu pra macho de verdade. Não sou ativo, nunca fui. Meu prazer é sentir um pau grosso entrando devagar, abrindo meu cozinho rosado e apertado, me fazendo gemer como uma cadela no cio. Adoro fetiche pra caralho: cheirar, lamber, dedo, cuspe, porra escorrendo, tapa na bunda, tudo que um ativo safado quiser fazer com meu rabo eu aguento e peço mais.
Hoje foi um daqueles dias que eu tava louco de tesão. Esposa saiu cedo, casa vazia, e eu já tava pelado na frente do espelho, olhando minha bunda branquinha, redonda, ainda firme pros meus 58. Passei o dia no Zap mandando foto do meu cu piscando pros contatos que eu sei que são ativos de verdade. E aí apareceu ele: o moreno. Pele escura, corpo forte, pau já marcando na calça quando ele chegou. Ele é daqueles que não enrola. Entrou, trancou a porta e já foi direto pro que interessa.
Ele me virou de costas, abaixou meu short e ficou olhando meu cu como se fosse a coisa mais linda do mundo. “Que bunda branquinha e linda você tem, caralho”, ele falou, a voz rouca de tesão. Eu respondi baixinho, já sentindo o cu piscar: “Vai com calma, hein… mas pode cheirar, pode lamber, pode fazer o que quiser”. E ele fez. O safado ficou maluco. Abaixou o rosto, abriu minha bunda com as duas mãos e enfiou o nariz bem no meio. Cheirou fundo, gemeu alto, como se meu cheiro de macho passivo fosse a melhor coisa que ele já sentiu na vida. Depois veio a língua. Quente, molhada, rodando no meu buraco, enfiando devagar. Eu tremi inteiro. “Delícia de rabo”, ele murmurou enquanto lambia. Eu só conseguia gemer e empinar mais a bunda pra ele.
Ele tava com o pau pra fora já, grosso pra porra, veioso, cabeça brilhando. Eu olhei pra trás e falei: “Teu pau é grosso demais! Tenho de tomar uma cervejinha pra encarar isso em meu cu”. Peguei uma latinha gelada, dei um gole e me preparei. Ele riu, mas não esperou. Abriu minha bunda de novo e começou a enfiar o dedo. Primeiro um, depois dois, rodando lá dentro, abrindo o caminho. “É quente demais lá dentro! Que gostoso”, ele disse, enquanto eu gemia “AAliiiiiii”. Ele enfiava e tirava devagar, me acostumando, me deixando molhado de cuspe e tesão.
Aí ele não aguentou mais. Me colocou de quatro na cama, segurou minha cintura e começou a empurrar aquela jeba dura no meu cozinho rosado e apertado. “Caralho! É apertado mesmo, viu?”, ele rosnou. Eu gritei de prazer e dor misturados: “AAAI IIIII”. Ele foi entrando devagar, centímetro por centímetro, até que as bolas bateram na minha bunda. “Vou passar o dia fodendo esse teu cu, porra! É gostoso, quente e apertado”, ele falou enquanto começava a meter forte. Eu empinava, rebolava, pedia mais. “Issooooo, come meu cu, porra”, eu gritava.
Ele metia como um animal. Tirava quase tudo e enfiava de novo, batendo fundo. De vez em quando parava, abria minha bunda e cheirava de novo, lambia o cu esticado no pau dele. “Abre ela e cheira dentro!”, eu pedia. Ele obedecia: “Claro! E esse cu? Bem rosado e piscando! Que buraco lindo. E é apertadinho demais”. Depois voltava a foder mais forte. Eu tava suado, tremendo, cu piscando no pau dele.
Ele gozou uma vez. Forte. Eu senti o jato quente enchendo meu cu. “Tô gozando! Tô gozando! Que cu gostoso do caralho!”, ele berrou. Eu gritei junto: “Goza! Goza! Goza no meu cuuuuuuuu”. Porra grossa escorrendo pelas minhas coxas. Mas ele não parou. Tirou o pau, olhou o cu aberto e cheio de esperma e falou: “Cara, gozei mas quero mais teu cu. É bom demais!”. Eu, ofegante, respondi: “Então vem e bota mais aqui dentro”.
Ele meteu de novo, agora mais fácil, meu cu já todo melado de porra servindo de lubrificante. “Que gozada gostosa da porra!”, ele disse enquanto me comia mais devagar, saboreando. Eu tava louco: “Porra! Muito esperma! Você gostou mesmo, né?”. Ele riu e respondeu: “Gostei pra caralho. Minha esposa não aguenta anal. Vou ser teu amante, viu? Quero foder sempre essa bunda”.
A gente ficou assim por mais de uma hora. Ele me comeu de quatro, de lado, me fez sentar no pau dele, me fodeu contra a parede. Usou dedo, língua, pau, tudo. Cheirou, lambeu, cuspiu, estapeou minha bunda até ficar vermelha. Eu era a puta dele o tempo todo. Quando ele gozou pela segunda vez, eu já tava com o cu destruído, aberto, escorrendo porra pra todo lado. “Ela é toda sua hoje”, eu falei enquanto ele ainda tava dentro de mim. E era verdade.
Agora tô aqui, cu latejando, feliz da vida, escrevendo isso pra vocês. Se você é ativo de verdade, gosta de comer cu de macho, de foder forte, de lamber, de gozar dentro, de usar um coroa passivo como eu… me chama no Zap: 9 9874-6254. Só Recife e região, tá? Amanhã, sábado, vou estar a manhã toda livre. Entre 9 e 10h da manhã tá ideal pra eu receber um macho que queira comer meu cozinho bem gostoso. Mas só entra em contato se for pra valer, hein. Quero pau duro e vontade de verdade.
E se quiser ver os vídeos e fotos completos dessa foda e de muitas outras, me segue no X: https://x.com/MillaCr91396858
Tô aqui esperando o próximo ativo que vai deixar meu cu piscando de novo. Quem vem? 😈
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Comentários (2)
Beto: Quero um cu para me aliviar
Responder↴ • uid:muiqg94x8QUE BUNDA! QUE CU!: ELICIOSA.
Responder↴ • uid:1dai2scxib