Adoro fazer os machos casados de meus escravos inúteis e nojentos.
**Bom dia, putos...**
Dia 6 de abril de 2026, 7h45 da manhã.
Tô aqui na varanda da pousada em Bonito, ainda sentindo o cheiro forte que ficou no meu cu e nas minhas coxas. O café da manhã tá lindo na mesa (aquele com frutas, pão, queijo branco e meu sorriso safado de quem acabou de foder a cabeça de um macho rico), mas minha cabeça ainda tá na trilha de ontem. Preciso contar pra vocês porque tá me deixando louca.
Meu nome é Poggio. 25 anos, casada com Armando (30), casal bem liberal do Recife. Eu amo viajar, fazer novos amigos, tirar foto e vídeo, postar no Selma Recife, no Telegram, no VIP... e principalmente ver macho babando pela minha bunda. O que me deixa mais molhada é quando eles me comem bem na frente do meu marido, gozam na minha bunda, lambem tudo. Mas ultimamente o jogo tá virando pra um lado bem mais pesado.
Os pedidos estão explodindo: cheiro de bunda, peidar na cara, dedo no cu com merda, lamber, comer. Eu não entendia essa fixação. Achava que era só papo de vídeo da Selma e das amigas. Mas tá cada vez mais real. E eu tô curtindo pra caralho, mesmo com nojo.
Ontem eu encontrei ele — o “Empresário de Bonito”. 32 anos, dono de empresa, família tradicional, empregados, dinheiro, respeito na cidade toda. Bonito pra caralho, cheiroso, bem casado. Perfil impecável. Em menos de uma hora ele já tava meu escravo completo.
Na trilha do rio, eu de biquíni pink (as fotos que vocês viram: eu de costas, bunda empinada, o fio enfiado bem no meio). Ele vinha atrás de quatro, cara colada na minha bunda o tempo inteiro. Eu andava devagar, rebolando, e ele cheirava fundo, gemendo baixo. Quando eu sentia vontade de peidar, parava, abria as pernas e soltava **PRRRRRT** bem quente e fedido na cara dele. Ele inspirava tudo, agradecia como se fosse perfume caro. “Mais, Deusa... me dá tudo...”
Ele carregava uma mochila pequena. Dentro tinha uma pizza média que ele havia comprado na cidade antes de subir a trilha. Disse que era “pra gente lanchar”. Eu ri. Já sabia o que ia acontecer.
Chegamos numa parte mais isolada, perto de uma pedra grande ao lado do rio. Eu mandei ele estender a pizza aberta no chão, em cima de uma folha grande. Tirei o biquíni, fiquei só de top, agachei bem em cima da pizza com a bunda aberta. Ele ficou de joelhos, olhos arregalados, pau duro marcando a bermuda.
Eu segurei dois dias sem cagar só pra isso. Empurrei devagar. Saiu uma merda grossa, marrom-escura, brilhante, quente pra caralho. Caiu direto em cima da pizza, cobrindo o queijo derretido, o presunto, a massa. O cheiro subiu forte, azedo, podre. Eu mesma senti nojo. “Porra, que fedor...”, pensei. Mas ao mesmo tempo meu clitóris latejava. Comecei a me masturbar devagar, olhando pra ele.
Ele não hesitou. Pegou um pedaço da pizza com a mão, a merda escorrendo entre os dedos, e mordeu. Mastigou devagar, gemendo alto. “Caralho, Poggio... tá quente... tá gostoso pra porra... sua merda é cheirosa... doce...” Ele comia como se fosse a melhor refeição da vida dele. Pegava mais pedaços, misturava a merda com a massa, lambia os dedos sujos. Eu via aquele homem bem-sucedido, que tem empresa, empregados, família perfeita, mastigando minha merda podre misturada com pizza e dizendo que era delicioso.
Eu tava com nojo. Nojo de verdade. Mas o tesão era maior. Dedo no clitóris, gozando enquanto via ele engolir. Ele lambia o resto que escorria da minha bunda, enfiava a língua fundo no meu cu, chupava até ficar limpo. Depois metia o dedo, tirava mais um pouco de merda e lambia na minha frente, olhando nos meus olhos como um cachorro.
Quando eu precisava mijar? Ele abria a boca, eu sentava e mijava direto na garganta dele. Ele engolia tudo, sem perder uma gota. “Sou seu banheiro, Deusa... seu mictório humano... me usa quando quiser.”
Durante toda a trilha ele foi meu escravo. Não andava como gente. Ia de quatro atrás de mim, nariz enfiado na minha bunda. Se eu parava, ele parava. Quando eu queria, ele cheirava fundo, lambia o suor, esperava o próximo peido. Eu ria, gozava baixinho e mandava ele continuar. Ele não reclamava de nada. Dizia que ter nascido rico, ter tudo, e mesmo assim virar escravo da bunda e da merda de uma puta casada de Recife era o melhor que já tinha acontecido na vida dele.
No fim da tarde, quando voltamos pra pousada, ele tava destruído. Boca suja, olhos vermelhos de tesão, pau ainda duro sem ter gozado. Ele me falou choramingando:
“Eu tenho empresa, dinheiro, respeito... e hoje eu comi pizza coberta com a sua merda e achei a coisa mais gostosa do mundo. Eu sou seu escravo agora. Pode me chamar quando quiser.”
Eu gozei de novo só de ouvir isso.
Agora tô aqui tomando café, bunda ainda com o cheiro dele, e escrevendo pra vocês. Não entendo esse prazer. Não entendo como um cara tão “certo” pode virar isso. Mas eu tô amando. Tô viciada no poder. Tô viciada no nojo misturado com o tesão louco que sinto quando vejo eles se humilhando assim.
Se você também sonha com isso... me chama.
Estou aberta pra novas amizades.
Muito aberta. Mesmo sem entender, tô curtindo pra caralho.
Beijos com cheiro de bunda fresca,
Poggio ❤️
meu primeiro scat de verdade. Aquele que mudou tudo pra mim.
Foi há uns 8 meses, ainda no Recife. Eu tava começando a postar mais pesado no Selma Clube e no grupo VIP do Telegram. Um coroa me chamou no privado. 60 anos bem vividos, viúvo, empresário aposentado, daqueles que ainda tem dinheiro sobrando e tempo pra gastar. Nome dele era Seu Jorge. Cara educado, voz grossa, bem arrumado nas fotos. Disse que acompanhava meus posts há meses e que queria “algo especial”. Pagou bem adiantado e marcou num motel discreto na BR-101.
Cheguei nervosa. Nunca tinha feito nada assim. Armando tava junto, sentado no canto do quarto, só observando como sempre. Seu Jorge chegou impecável: camisa social, perfume caro, relógio dourado. Parecia um avô respeitável que ia pra missa aos domingos. Conversamos um pouco, ele foi direto: queria comer minha merda. Sem frescura. Queria sentir o cheiro, o gosto, engolir tudo que saísse de mim.
Eu estranhei pra caralho.
“Como assim, comer merda de verdade?” pensei. Meu cu apertou só de imaginar. Mas o dinheiro já tava na conta e a curiosidade (mais o tesão de dominar um homem mais velho) falou mais alto.
Ele se deitou nu na cama, de boca aberta, como um cachorro esperando comida. Eu tirei a calcinha, agachei bem em cima do rosto dele, bunda aberta. Meu coração batia forte. Empurrei devagar... e saiu.
Foi uma merda grossa, marrom bem escura, quente, brilhante. O cheiro subiu imediato. Porra, que fedor insuportável. Azedo, podre, forte pra caralho. Parecia que o quarto inteiro tinha ficado contaminado. Eu mesma virei o rosto, com nojo verdadeiro. “Que merda é essa que eu tô fazendo?”, pensei. Meu estômago revirou. Quase vomitei ali mesmo.
Mas o Seu Jorge?
Ele abriu mais a boca, pegou a merda com a língua, puxou pra dentro e mastigou. Devagar. Gemendo de prazer. Engoliu o primeiro pedaço inteiro, sem cuspir nada. Depois lambeu o que escorria pela minha bunda, enfiou a língua fundo no meu cu pra tirar o resto que tinha ficado preso. O barulho molhado de ele chupando e mastigando minha merda era surreal.
Ele olhava nos meus olhos enquanto comia, com cara de quem tava provando o melhor caviar do mundo.
“Deliciosa... quente... tem gosto de você, Deusa... me dá mais...”
Eu tava com nojo puro. Nojo de ver um homem de 60 anos, que devia estar jogando golfe ou com netos, lambendo minha bunda suja de merda e engolindo como se fosse sorvete. O cheiro era tão forte que eu quase saí correndo. Mas meu cu piscava e minha buceta tava encharcada. O contraste me deixava louca: aquele coroa rico, respeitado, virando meu banheiro humano sem nenhuma vergonha.
Armando só assistia, pau duro na mão. Eu comecei a me tocar olhando pra cena. Quanto mais ele engolia, mais eu gozava. No final ele pediu pra eu mijar na boca dele pra “descer” a merda. Eu sentei e soltei um jato forte direto na garganta. Ele engoliu tudo misturado, sem desperdiçar uma gota.
Quando acabou, ele tava com a barba e o peito sujos de marrom, sorriso no rosto e pau babando. Me agradeceu como se eu tivesse dado o maior presente da vida dele. “Você não faz ideia do que acabou de fazer comigo, Poggio. Eu sou seu agora.”
Saí daquele motel com as pernas tremendo. No carro, eu e Armando ficamos em silêncio uns minutos. Depois eu só falei:
“Caralho... eu nunca senti tanto nojo e tanto tesão ao mesmo tempo.”
A partir daquele dia eu entendi o poder. Entendi que tem machos que nascem pra serem escravos completos da bunda e da merda de uma mulher mais nova. E eu tô cada vez mais viciada nisso.
Se você é um desses machos que sonha em virar banheiro de uma puta casada de 25 anos...
Meus materiais completos (vídeos, fotos e sessões mais pesadas) estão todos no site da Selma:
www.selmaclub.com
E no grupo VIP do Telegram pra quem quer conversa direta e ver tudo em primeira mão:
www.bit.ly/telemanu
Vem. Eu tô pronta pra te destruir também.
Mesmo que você tenha nojo no começo... eu sei que no final você vai implorar por mais.
Beijos com gosto de merda fresca,
Poggio ❤️
Dia 15 de março de 2026, 8h50 da manhã.
Tô aqui em casa no Recife, ainda sentindo o cheiro forte que ficou grudado na minha pele depois da sessão de ontem à noite. Armando tá dormindo, completamente destruído de tanto ver a esposa dele humilhar mais um “homem direito”. E eu não consigo parar de sorrir. Porque o cara de ontem... caralho, esse foi um dos mais bizarros e humilhantes que eu já destruí.
Ele me achou no Selma Clube há umas três semanas. Mensagem privada toda certinha, foto de rosto borrada:
“Boa noite, Deusa. Sou um homem direito, casado há 28 anos, pai de três filhos, respeitado na minha comunidade. Todo mundo me vê como exemplo de pureza e retidão. Mas carrego um segredo que me consome. Quero ser completamente destruído por você. Pagamento adiantado, motel discreto, sem limite.”
Eu ri sozinha lendo aquilo. “Puro? Vamos ver quanto tempo essa pureza dura quando eu sentar minha bunda suja na cara dele.”
Marcamos pra noite, 22h, num motel discreto na estrada de Olinda. Ele chegou primeiro. Quando eu entrei no quarto, ele já estava de joelhos no chão, camisa social branca impecável, calça social, gravata ainda no pescoço e uma Bíblia pequena nas mãos. Olhos baixos, voz tremendo de vergonha.
— Deusa Poggio... eu não mereço nem olhar pra você. Sou um pecador disfarçado. Todo mundo na minha comunidade, na família, nos cultos... me chama de “homem perfeito”. Minha esposa me beija na testa toda noite achando que eu sou puro. Mas eu sonho com isso todos os dias. Sonho com o cheiro da sua bunda... com o gosto da sua... da sua sujeira sagrada.
Eu fechei a porta, tirei o shortinho jeans e a blusa devagar, ficando só de fio dental preto. Sentei na beira da cama e abri bem as pernas.
— Olha pra mim, “homem direito”. Olha bem pra essa bunda que vai destruir você hoje. Você reza todo dia, né? Reza pra ser puro? Então reza agora. Em voz alta. Enquanto eu te mostro o que é real.
Ele engoliu seco, olhos vidrados na minha bunda. Abriu a Bíblia com as mãos tremendo e começou a ler, voz baixa e rouca:
— “Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios...”
Eu virei de costas, empinei a bunda bem na frente do rosto dele e soltei um peido longo, quente e fedido pra caralho. PRRRRRRTTTTTT.
— Continua rezando, seu hipócrita. Não para.
Ele inspirou fundo o cheiro, tossiu, mas não afastou o rosto. Voz falhando:
— “...nem se detém no caminho dos pecadores...” Deusa, por favor... me deixa cheirar mais. Eu sou um mentiroso. Todo domingo eu prego sobre santidade e à noite eu me toco pensando em lamber merda de uma puta casada como você.
Eu ri alto, segurei a cabeça dele com as duas mãos e enfiei o rosto dele entre minhas nádegas.
— Lambe então, seu santo de merda. Lambe o cu da puta que sua família nunca vai saber que existe.
Ele lambeu como um desesperado. Língua girando, chupando o suor acumulado, gemendo alto dentro da minha bunda. Ele soltava versículos entre uma lambida e outra:
— “Purifica-me... com hissopo... e ficarei puro...” Ahhh, Deusa... seu cu tem gosto de pecado... me dá mais... me dá tudo...
Eu tava com nojo e tesão misturados. Peguei a Bíblia do chão, abri numa página qualquer e bati de leve no rosto dele.
— Abre a boca, “pai de família”. Hoje você vai fazer uma comunhão bem diferente.
Ele obedeceu na hora, boca escancarada, olhos cheios de lágrimas de vergonha e tesão. Eu agachei bem em cima dele, bunda aberta, e empurrei devagar. Saiu uma merda grossa, marrom-escura, quente e brilhante. O cheiro subiu imediato — podre, azedo, insuportável. Eu mesma fiz cara de nojo e virei o rosto.
— Porra... que fedor horrível. Olha o que sai da minha bunda, seu religioso falso. Isso é mais “puro” que qualquer bênção que você já deu.
Ele não hesitou. Pegou o primeiro pedaço com a língua, puxou pra dentro da boca e mastigou devagar, gemendo de prazer.
— Hummmm... quente... Deusa... é... é o gosto do paraíso proibido... — Ele engoliu o pedaço inteiro, garganta subindo e descendo visivelmente. Abriu a boca suja de marrom e olhou pra mim: — Minha esposa nunca vai imaginar que o marido dela comeu merda hoje. Ela tá em casa agora achando que eu tô numa reunião de oração...
Eu ri, me tocando enquanto via ele pegar outro pedaço com a mão, misturar com saliva e enfiar mais na boca.
— Fala pra mim, seu falso santo. O que você é agora?
Ele mastigava, pedaços escorrendo pelo queixo, voz molhada e cheia de merda:
— Eu sou... seu banheiro humano. Seu escravo sujo. Um homem que prega pureza pra todo mundo e agora tá engolindo merda quente de uma puta de 25 anos. Eu não presto. Sou um hipócrita. Um pervertido disfarçado de santo. Me usa... me humilha mais... por favor...
Eu sentei mais fundo, esfregando o resto que ainda saía direto na língua dele.
— Engole tudo. Engole enquanto eu te conto: amanhã você vai pra casa, beijar sua esposa na boca, abraçar seus filhos e fingir que nada aconteceu. Mas toda vez que você abrir a Bíblia, vai lembrar do gosto da minha merda. Toda vez que alguém te chamar de “homem puro”, você vai sentir o cu piscando de tesão.
Ele engasgou um pouco, mas engoliu. Depois começou a chorar de verdade, lágrimas misturando com a merda no rosto.
— Obrigado, Deusa... obrigado por me destruir. Eu precisava disso. Eu precisava ser exposto como o verme que sou.
No final ele tava de quatro, rosto todo sujo, pau babando sem nem ter tocado. Eu mijei na boca dele pra “lavar” tudo e ele engoliu, recitando baixinho:
— “Lava-me... e ficarei mais branco que a neve...”
Eu gozei rindo, olhando aquele homem que todo mundo acha santo virando meu vaso sanitário particular.
Saí do motel com a buceta latejando e a cabeça leve. Esses “puros” são os que caem mais gostoso.
Se você também é um desses que vive de fachada, que todo mundo acha santo... me chama. Eu adoro derrubar santos.
Meus vídeos completos, sessões sem censura e tudo que eu faço com esses “homens de fé” tão no site da Selma:
www.selmaclub.com
E no grupo VIP do Telegram, onde eu posto tudo em primeira mão e converso direto com vocês:
www.bit.ly/telemanu
Vem. Eu tô esperando o próximo “puro” pra destruir.
Beijos com cheiro de merda fresca e pecado,
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