#Estupro #Grupal #Sado #Teen

A nova realidade que mudou o mundo parte 153 - Dor em dose dupla

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AnãoJediManco

Após a reconquista, as gêmeas Clara e Luísa foram enviadas para um dos galpões públicos de trabalho forçado, localizados na periferia da cidade. Era um enorme depósito de concreto rachado e telhado de zinco, sem janelas, com cheiro permanente de mofo, urina velha, suor e fezes. O chão era de terra batida misturada com lama, sempre úmido. Centenas de mulheres dormiam apertadas, muitas vezes encostadas umas nas outras, sem colchões ou cobertores. O lugar era um depósito humano.
Durante o dia, as gêmeas eram levadas para trabalhar na beira da estrada principal, cavando valas e drenagens. Completamente nuas, sob o sol escaldante ou a chuva gelada, elas passavam dez a doze horas seguidas com pás e picaretas. O suor escorria pelos corpos jovens e delicados, misturando-se à terra que grudava na pele. Os guardas circulavam, chicoteando quem diminuía o ritmo. As costas, nádegas e coxas das gêmeas logo ficaram cobertas de vergões vermelhos.
A humilhação era constante, homens que passavam pela estrada paravam para assistir. Alguns cuspiam nelas, outros jogavam pedras ou lixo. Muitos se masturbavam abertamente enquanto olhavam os corpos suados e sujos das gêmeas, gozando no chão ou diretamente sobre elas. As gêmeas eram obrigadas a continuar cavando, mesmo com sêmen escorrendo pelos rostos ou cabelos.
Os estupros eram diários e indiscriminados. Os guardas do galpão as usavam à vontade. Pela manhã, antes do trabalho, frequentemente as colocavam de quatro em fila e as fodiam uma atrás da outra, alternando buceta e cu. À tarde, durante o intervalo, eram levadas para trás de um barracão e obrigadas a chupar os guardas, engolindo a porra quente enquanto os homens seguravam suas cabeças. À noite, no galpão, os estupros eram mais brutais, grupos de guardas as pegavam juntas, penetrando os três buracos ao mesmo tempo, batendo, cuspindo e humilhando-as verbalmente.
Mendigos e vadios que rondavam o galpão também tinham acesso livre. Eles entravam à noite, fedendo a álcool e sujeira, e escolhiam as gêmeas por serem jovens e loiras. Muitas vezes as acordavam com paus já duros na boca. As gêmeas aprendiam a abrir as pernas e a boca sem resistir, sabendo que a recusa trazia espancamentos ainda piores. Os abusos não se limitavam ao sexo.
Elas eram obrigadas a lamber os pés sujos dos guardas após o trabalho. Eram usadas como privadas humanas, muitas vezes de boca aberta, recebendo mijo e fezes diretamente. Eram forçadas a andar de quatro pela estrada, puxadas por correntes, enquanto homens as montavam como animais. Em dias de chuva, eram deixadas presas em poças de lama, sendo fodidas enquanto a água gelada caía sobre seus corpos.
Clara e Luísa, que um dia foram virgens tímidas, agora viviam em um ciclo constante de dor e degradação. Seus corpos jovens estavam sempre marcados, vergões, hematomas, mordidas, porra seca grudada na pele. Seus olhos, antes cheios de inocência, agora carregavam um vazio profundo e resignado. À noite, apertadas no galpão imundo, elas se abraçavam em silêncio, chorando baixinho, sabendo que o dia seguinte traria mais do mesmo, mais paus, mais humilhações e mais dor.
E que, nesse novo mundo, não havia escapatória. Apenas a rotina lenta, suja e implacável de serem usadas até não restar mais nada.
Entre os piores episódios que Clara e Luísa sofreram no galpão público, dois se destacaram como os mais brutais e degradantes.
O primeiro ocorreu numa tarde quente, quando um grupo de cerca de trinta soldados e peões decidiu fazer uma aposta. Eles separaram as gêmeas loiras e as colocaram de quatro lado a lado, bundas empinadas, sobre uma mesa baixa. O desafio era simples e cruel, qual das duas aguentaria mais paus no cu sem desmaiar.
A aposta começou. Homens se revezavam sem pausa, enfiando seus paus secos e grossos nos ânus das irmãs. Não usavam lubrificante, cada penetração era violenta, rasgando o interior sensível. Os primeiros já causavam dor intensa, mas com o passar das horas, o sofrimento se tornou insuportável. Os paus entravam e saíam sem misericórdia, esticando os anéis musculares ao limite, batendo fundo contra as paredes intestinais. Sangue começou a escorrer pelas coxas das duas.
Clara e Luísa gritavam, choravam, imploravam. Seus corpos jovens tremiam violentamente a cada estocada. Os homens apostavam dinheiro, riam e incentivavam uns aos outros a meterem mais fundo e mais rápido. Cento e sessenta e cinco homens foderam Clara. Cento e sessenta e dois foderam Luísa. Quando Luísa finalmente desmaiou de dor, o corpo convulsionando com o cu destruído e sangrando, os homens declararam Clara a vencedora.
O prêmio foi imediato. Eles amarraram uma corda grossa ao redor dos seios pequenos e firmes de Clara, apertando até a pele ficar roxa. Depois, prenderam a corda em um gancho no teto e a levantaram lentamente. Seus pés se afastaram do chão, o peso do corpo inteiro suspenso apenas pelos seios. Clara gritou de agonia enquanto seus seios eram esticados de forma grotesca, a pele ameaçando rasgar. Os homens tiraram fotos e vídeos, rindo enquanto ela balançava no ar, o cu ainda escorrendo sangue e porra, o rosto contorcido em dor.
O segundo episódio ocorreu dias depois. Os soldados decidiram filmar um filme amador com as gêmeas. Eles as colocaram de joelhos no pátio central do galpão e trouxeram uma fila de homens, seguida de animais. Clara e Luísa foram obrigadas a chupar dezenas de paus humanos, grossos, sujos, fedidos de suor e urina. Depois vieram os animais.
Primeiro os cachorros, paus vermelhos, pontudos, com cabeças grandes que inchavam dentro da boca. As gêmeas se engasgavam, baba e lágrimas escorrendo, enquanto os cães metiam instintivamente em suas gargantas. Em seguida, os porcos, paus rosados, espiralados, com cheiro forte de animal. Por último, os cavalos, paus enormes, grossos como pulsos, que elas mal conseguiam abocanhar. Os soldados seguravam as cabeças delas, forçando os paus gigantes para dentro até quase sufocá-las.
As bocas das gêmeas ficaram esfoladas, sangrando, lábios inchados e rachados. O sêmen dos animais, grosso, azedo, com cheiro forte, escorria pelos queixos, pescoços e seios. Elas vomitavam, engasgavam-se, mas eram forçadas a continuar. Os soldados filmavam tudo de perto, dando zoom nos rostos destruídos, nas bocas sangrando, nos olhos cheios de lágrimas e nojo. Quando terminaram, as gêmeas foram deixadas no chão, tossindo, vomitando sêmen animal, as bocas tão feridas que mal conseguiam fechar.
Esses foram apenas dois dos muitos dias de sofrimento das gêmeas no galpão público. Seus corpos jovens, que um dia foram intocados, agora eram pouco mais que carne para diversão masculina. E o pior era saber que isso não tinha fim à vista.
Entre todos os trabalhos forçados impostos às gêmeas Clara e Luísa no galpão público, cavar valas com picareta era considerado o menor dos esforços, quase um alívio em comparação aos dias de trabalho especial. Havia dias em que os guardas decidiam aumentar o sofrimento de forma sistemática e criativa.
Eles começavam obrigando as gêmeas a se prepararem. Primeiro, inseriam plugs anais de pressão, dispositivos de metal com uma base larga que forçavam o anel muscular para fora, deixando o cu permanentemente dilatado e exposto. A esses plugs eram presos pesos de ferro de um a três quilos cada, que balançavam e puxavam para baixo com cada movimento. O peso constante esticava o interior do intestino, causando uma dor profunda e contínua, como se o cu estivesse sendo rasgado lentamente.
Na buceta, o procedimento era similar. Plugues vaginais largos eram enfiados até o fundo, também com pesos pendurados. O desconforto era imediato, a sensação de estar sempre aberta, preenchida e puxada para baixo, fazendo com que cada passo se tornasse uma tortura. Os pesos batiam contra as coxas, balançavam, esticavam os lábios internos e pressionavam o útero.
Nos seios, o tormento era ainda mais cruel. Usavam anzóis de pesca afiados, perfurando a base de cada mamilo ou o tecido ao redor da aréola. Os anzóis eram presos a correntes finas, das quais pendiam pesos menores, mas suficientes para esticar e machucar a pele sensível. Cada movimento dos braços fazia os anzóis puxarem, rasgando levemente a carne, causando dor aguda e constante que irradiava pelo peito.
Assim equipadas, as gêmeas eram levadas para o trabalho.
Debaixo do sol escaldante ou da chuva gelada, elas precisavam cavar valas profundas com picaretas pesadas. Cada golpe da ferramenta fazia os pesos balançarem violentamente, no cu, na buceta e nos seios. O plug anal dilatado forçava o intestino para fora, criando uma sensação de violação constante. Os anzóis nos mamilos rasgavam a pele a cada movimento dos braços, fazendo filetes de sangue escorrer pelos seios e barriga.
As gêmeas gemiam e choravam enquanto trabalhavam, os corpos suados brilhando sob o sol. Os pesos puxavam sem parar, o plug anal causava cólicas intestinais, a buceta ficava inchada e dolorida pela pressão interna. Os anzóis nos seios criavam feridas pequenas que ardiam com o suor. Os guardas circulavam, chicoteando as nádegas já marcadas quando o ritmo diminuía. Às vezes, paravam para foder uma das gêmeas ali mesmo, no meio do trabalho, sem tirar os plugs ou pesos, apenas empurrando-os mais fundo enquanto metiam.
Clara e Luísa aprendiam a suportar a dor em silêncio, os rostos contorcidos, lágrimas misturando-se ao suor, sabendo que qualquer reclamação traria punições ainda piores. Esses eram os dias mais longos.
O corpo jovem delas, que um dia fora virgem e delicado, agora era um instrumento de trabalho e sofrimento simultâneos, perfurado, pesado, esticado e explorado sem misericórdia do amanhecer ao pôr do sol. E à noite, no galpão imundo, elas se abraçavam em silêncio, sentindo as feridas arderem, os plugs ainda dentro, os pesos ainda presos, sabendo que o dia seguinte traria mais do mesmo. Não havia descanso, apenas dor.

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