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A nova realidade que mudou o mundo parte 152 - Gravidez e castigos

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AnãoJediManco

Com o passar dos dias, a barriga de Caroline crescia de forma visível e constante. Os médicos do novo regime avaliaram que ela estava com aproximadamente três meses de gestação. O feto, resultado da última inseminação na fazenda de reprodução de Vargas, desenvolvia-se dentro dela com uma normalidade clínica que contrastava brutalmente com o sofrimento ao seu redor. E como recompensa pela gravidez bem-sucedida, o Conselho Militar decretou um castigo prolongado especialmente projetado para ela.
Caroline foi condenada a usar, durante toda a gestação, uma máscara de metal muito mais cruel do que qualquer outra que já havia experimentado. A peça era extremamente apertada, moldada para comprimir o crânio e o rosto. O interior era inteiramente forrado com lixa grossa colada ao metal, de modo que qualquer mínimo movimento da cabeça causava fricção dolorosa contra a pele. A máscara não possuía nenhum furo para os olhos, condenando-a à cegueira total e permanente enquanto a usasse. Apenas um pequeno orifício na altura da boca permitia a passagem de um canudo fino, através do qual recebia comida pastosa ou líquida. Com o avançar da gravidez e o inchaço natural do rosto e da cabeça, a máscara se tornaria progressivamente mais sufocante e dolorosa, pressionando ossos e pele como uma prensa viva.
Ela foi proibida de caminhar, e permaneceria o tempo todo presa e acorrentada em uma posição fixa, sentada ou semideitada, com correntes nos pulsos, tornozelos e pescoço, impedindo qualquer movimento significativo. Seus músculos enfraqueceriam, suas articulações doeriam, e o corpo inchado pela gravidez tornaria cada hora uma agonia lenta.
Para controlar suas funções corporais, instalaram nela um plug anal inflável, que era enchido diariamente até o limite da dor, e um grampo de metal que trancava sua uretra. Ela só tinha permissão para defecar dia sim, dia não, e para urinar apenas uma vez a cada três dias. O desconforto constante, a pressão na bexiga e o risco de infecção urinária eram deliberados.
Como Caroline estava grávida, o regime proibia castigos físicos diretos nela, para não prejudicar o feto. Em vez disso, os homens decidiram transferir integralmente os castigos destinados a ela para Julie. A filha seria mantida separada da mãe, servindo como recipiente de sofrimento. Todo castigo, toda surra, toda humilhação que Caroline escaparia por estar grávida seria aplicada em Julie, com redobrado vigor. Julie, portanto, não acompanharia a mãe. Ficaria presa em outra ala do galpão, acorrentada, servindo como alvo diário da dor que deveria ser da mãe. Chicotes, palmatórias, eletrodos, posições de estresse, tudo que fosse planejado para Caroline seria executado em sua filha.
Enquanto isso, Caroline permaneceria imóvel, cega, acorrentada, inchada pela gravidez, com o plug anal dilatando seu interior e a uretra bloqueada, sentindo o filho crescer dentro de si sem poder fazer nada além de esperar. O contraste era deliberado e cruel, a mãe, protegida fisicamente pelo feto que carregava, mas destruída psicologicamente pela imobilidade e cegueira; a filha, jovem e forte, servindo como carne de suplício diário para pagar pelos pecados da mãe.
O novo regime não queria apenas punir. Queria demonstrar, de forma clara e sistemática, que até a maternidade poderia ser transformada em instrumento de tortura. E que nenhuma mulher, nem mesmo as grávidas, escaparia do sofrimento, apenas a forma mudaria.
A rotina de Julie como recipiente de dor da mãe era um ciclo implacável de sofrimento físico e psicológico, projetado para quebrá-la lentamente.
Todos os dias, antes mesmo do sol nascer, dois guardas entravam na cela escura. Eles a acordavam com cinquenta golpes de um pequeno chicote de couro trançado. O instrumento era preciso e doloroso, alternando partes do corpo em um ciclo diário, um dia dedicado aos seios, outro à buceta, outro a cada nádega. Os golpes eram firmes, ritmados, deixando vergões vermelhos e inchados que ardiam por horas. Julie acordava gritando, o corpo se contorcendo no chão frio, enquanto o chicote cortava sua pele sensível. Quando terminavam, ela ficava encolhida, chorando, os seios ou a buceta latejando, incapazes de tocar as marcas.
Perto das nove horas da manhã, ainda nua e acorrentada, ela era levada para um pátio aberto e presa em pé, com os braços esticados acima da cabeça e os tornozelos fixados ao chão. Ficava ali, exposta ao sol escaldante, até o meio-dia. Sem sombra, sem água, sem proteção. O calor queimava sua pele clara, causando bolhas e vermelhidão intensa. O suor escorria pelo corpo, ardendo nas marcas recentes do chicote. Muitas vezes ela desmaiava de exaustão e sede, sendo acordada com baldes de água fria jogados sobre ela.
Quando finalmente a retiravam do sol, o castigo seguinte era o enforcamento. Eles passavam uma corda ao redor de seu pescoço e a suspendiam até seus pés mal tocarem o chão, cortando o ar por longos segundos. Julie se debatia, o rosto roxo, os olhos esbugalhados, sentindo a vida escapar. Só quando estava à beira do desmaio eles a soltavam. Em seguida, vinham os vinte tapas na cara, dez de cada lado, alternando rigorosamente dia após dia. Os golpes eram fortes, com a palma aberta, fazendo sua cabeça virar com violência e deixando o rosto inchado e vermelho.
Depois disso, ela era levada para um porão escuro e úmido, onde era pendurada de cabeça para baixo pelos pés. Ali, o tormento anal variava diariamente em um ciclo cruel. Um dia, um plugue de gelo era enfiado e inflado dentro dela, causando um frio queimante que se espalhava pelo intestino. No outro, uma mistura de molho de pimenta forte era injetada, queimando suas entranhas como fogo líquido. Em outro dia, um objeto quente, quase escaldante, era inserido. Depois, um objeto extremamente largo a esticava ao limite. E por fim, um enema volumoso era aplicado e retido por horas. O ciclo se repetia sem variação. Julie ficava pendurada, de cabeça para baixo, sentindo cada sensação se intensificar pela posição invertida, o sangue descendo para a cabeça, as cólicas e a dor se tornando insuportáveis.
À noite, quando o corpo dela já não aguentava mais, era jogada em um cercado com porcos. O chão era de lama misturada com fezes e restos de comida. Julie se encolhia em um canto, nua e tremendo, com medo constante de ser mordida ou devorada viva pelos animais famintos. O cheiro era insuportável, o frio da madrugada entrava nos ossos, e o sono era superficial e aterrorizado, qualquer movimento dos porcos a acordava em pânico. Essa era sua nova rotina.
Um ciclo de dor constante, projetado para que Caroline, protegida pela gravidez, não precisasse sofrer fisicamente. Julie pagava o preço por ambas. E todos os dias, enquanto era chicoteada, queimada pelo sol, enforcada, pendurada de cabeça para baixo e jogada entre os porcos, ela pensava na mãe, na barriga crescendo, na vida que se formava dentro dela, e se perguntava quanto tempo mais conseguiria aguentar antes de finalmente quebrar por completo.
Com o passar dos dias, as novas regras anunciadas pelo Conselho Militar se mostraram pouco mais que uma ilusão burocrática para a maioria das escravas. Para Julie e Caroline, porém, nem mesmo as migalhas prometidas foram concedidas.
A alimentação das duas seguia o mesmo padrão degradante e insuficiente de antes. Diariamente, recebiam uma lavagem feita com legumes velhos e murchos, restos de comida mastigada e cuspida pelos homens, água suja, leite azedo e uma generosa quantidade de sêmen coletado dos soldados e trabalhadores. A mistura era triturada grosseiramente, sem sal, sem tempero, sem qualquer esforço para torná-la palatável. O resultado era uma gosma sem cor definida, com cheiro forte de podridão e sêmen rançoso.
Julie recebia sua porção uma única vez por dia, sempre pouco antes de ser jogada no cercado dos porcos. A tigela de metal era colocada no chão à sua frente, com as mãos ainda algemadas atrás das costas, ela era obrigada a se curvar e comer como um animal, usando apenas a boca. Os guardas ficavam ao redor, segurando varas com eletrodos na ponta. Se ela demorasse, se tentasse mastigar devagar ou se engasgasse, levava choques diretos na buceta inchada e sensível. Os gritos dela ecoavam enquanto o corpo se contorcia, mas ela aprendia rápido, precisava engolir a lavagem o mais rápido possível, sentindo os grumos grossos e a porra viscosa descerem pela garganta. Muitas vezes vomitava parte, sendo obrigada a lamber o chão sujo para não receber mais punição.
Caroline, por sua vez, recebia a mesma mistura, mas processada de forma ainda mais humilhante. Sua porção era triturada até virar uma pasta fina e depois coada, transformando-se em um líquido espesso e esbranquiçado. Um funil de metal com um canudo longo e fino era enfiado fundo em sua boca, ultrapassando a garganta. O líquido era despejado lentamente, forçando-a a engolir em grandes goles para não sufocar. Presa e imóvel, com a máscara de metal cobrindo seu rosto, ela não tinha escolha senão aceitar a gosma descer por sua garganta, sentindo o gosto azedo e salgado invadir seu estômago. Parte do líquido às vezes escorria pelos cantos da boca, misturando-se ao suor e às lágrimas que vazavam por baixo da máscara.
Essa era a única alimentação que recebiam. A promessa de uma refeição semanal com comida de verdade era ignorada para ambas. Não havia pão, não havia arroz, não havia carne. Apenas a lavagem diária, projetada para mantê-las vivas o suficiente para sofrer, mas nunca o suficiente para recuperar forças. Enquanto Julie era forçada a comer de forma animal antes de passar a noite entre os porcos, Caroline permanecia imóvel em sua prisão de metal e correntes, sentindo o líquido descer pelo esôfago e a barriga crescer lentamente com a gravidez que agora se tornara sua própria sentença de morte.
A rotina era metódica, cruel e eficiente. E as duas, mãe e filha, sabiam que aquilo era apenas o começo de um longo e calculado processo de destruição.

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