Raízes Entrelaçadas - 17 - Jardim Proibido
Na manhã dourada de Algés, João desperta ao lado de Inês e mergulha no seu jardim proibido, onde o ciúme arde enquanto a fode devagar e profundo.
A luz da manhã entrava devagar pela janela entreaberta do quarto em Algés, exatamente como na letra que João ouvia tantas vezes no carro quando conduzia sozinho pelas ruas da marginal. Quando amanheces, logo no ar… Se agita a luz sem querer. Ele abriu os olhos primeiro, o corpo ainda pesado e saciado do sono profundo que só uma noite de sexo intenso e prolongado conseguia proporcionar. O ar estava morno, carregado com os cheiros misturados da noite anterior: suor jovem, champô de coco, porra seca e o aroma persistente e almiscarado da cona de Inês que parecia impregnar as paredes, os lençóis e a própria pele dele. Inês dormia de lado, virada para ele, o lençol de seda azul-escuro mal cobrindo o corpo nu, deslizando preguiçosamente pela curva generosa da anca e deixando exposto um seio médio e firme, o mamilo rosado ainda ligeiramente inchado e sensível dos beijos vorazes, das sucções prolongadas e das mordidelas suaves que ele lhe dera até ela gemer o nome dele como uma prece.
O cabelo castanho-médio ondulado espalhava-se sobre a almofada branca como um rio de chocolate derretido, algumas madeixas finas coladas à testa húmida de suor seco e outras caindo sobre o ombro delicado. A pele clara, quase leitosa, brilhava suavemente com o resquício do calor partilhado, um leve rubor permanecia nas maçãs do rosto, no decote e na parte interna das coxas — marcas silenciosas e eróticas do prazer que os consumira até altas horas da madrugada. João ficou imóvel durante longos minutos, apenas respirando fundo aquele perfume único dela, sentindo-o invadir-lhe os pulmões e descer directamente até ao baixo-ventre. E mesmo dia, vem devagar… Para te ver. Sentiu o caralho endurecer lentamente contra a coxa, o sangue afluindo em ondas preguiçosas e quentes, engrossando a carne grossa até ela pulsar com vida própria, pesada, latejante e já com uma gota transparente de pré-gozo na ponta.
Inês era o seu jardim proibido. Um mundo luxuriante, secreto e só dela, onde ela entrava e saía quando queria, e onde só entravam quem ela, na sua insaciável curiosidade, escolhia deixar passar. Ele sabia tudo. Sabia que Inês tinha fodido Miguel no sofá da sala comum enquanto ele trabalhava concentrado no quarto ao lado, os gemidos abafados atravessando a parede fina como um tormento doce e doloroso que o deixara com o pau duro durante horas. Sabia que Ana, a mãe de Miguel e Sofia, a tinha lambido na cozinha até ela gritar “mamã” com a voz rouca de prazer, os dedos experientes da mulher madura enfiados fundo na cona molhada enquanto a língua experiente girava no clitóris. Sabia que Mariana, a empregada brasileira de curvas explosivas, a tinha feito gozar cinco vezes seguidas no duche comum, os corpos molhados colados, as línguas entrelaçadas, os dedos explorando todos os buracos enquanto a água quente escorria pelas peles contrastantes. E mesmo assim — ou precisamente por isso — ardia em ciúme. Ardo em ciúme desse jardim… Onde só vai quem tu quiseres.
O peito dele apertava-se com uma mistura complexa e viciante de possessão primitiva, excitação pura e uma aceitação lenta que o assustava e excitava ao mesmo tempo. O ciúme não era veneno puro; era combustível denso que fazia o pau latejar mais forte, que fazia o coração bater descompassado e que o levava a querer marcar território dentro dela de todas as formas possíveis, mesmo sabendo que nunca conseguiria fechá-la completamente. Inês mexeu-se no sono, um suspiro suave e sonolento escapando dos lábios carnudos e entreabertos, ligeiramente inchados dos beijos da noite. O lençol deslizou mais um pouco, revelando a curva perfeita do rabo redondo e empinado, a pele ali ainda mais clara, quase translúcida, com uma leve marca rosada da palmada forte que ele lhe dera quando a fodia por trás, o som da pele contra pele ainda ecoando na memória dele.
João engoliu em seco, a garganta seca de desejo renovado. Por minha cruz, jóia de luz… Entre as mulheres. Ela era a jóia mais preciosa. A senhora do tempo sem fim. E ele queria entrar nesse jardim, perder-se nos recantos mais escondidos e molhados, mesmo que doesse, mesmo que o ciúme lhe queimasse as veias como fogo lento que nunca se apagava. Levantou-se devagar da cama, o colchão afundando ligeiramente, o corpo nu e musculado brilhando na luz suave da manhã. O pau estava já completamente duro, grosso, veias salientes, a cabeça inchada e brilhante, apontando para cima com urgência. Aproximou-se da cabeceira e ficou ali, de pé, olhando-a como se fosse a primeira vez que a via assim — entregue, vulnerável e irresistivelmente safada.
Inês abriu os olhos castanho-escuros, pestanas longas e densas ainda pesadas de sono, e sorriu com aquele ar de menina safada que se transformava rapidamente em predadora quando o desejo a tomava por completo. Os olhos dela desceram pelo corpo dele sem pressa, detendo-se longamente no caralho erguido, pulsando no ar, e o sorriso alargou-se, malicioso e convidativo, os dentes brancos aparecendo entre os lábios.
— Já estás acordado, mano? — murmurou ela, a voz rouca de sono e desejo acumulado, ainda arrastada e doce, mas com aquele tom que prometia sujidade em breve.
João não respondeu com palavras. Ajoelhou-se na cama com movimentos lentos e deliberados, o colchão afundando sob o seu peso, e puxou o lençol de seda devagar, centímetro a centímetro, expondo todo o corpo dela como quem revela uma obra de arte proibida e sagrada. Inês deixou, abrindo ligeiramente as pernas sem qualquer vergonha, mostrando a cona depilada com perfeição, os lábios carnudos e inchados ainda brilhantes da humidade residual da noite, o clitóris ligeiramente exposto e rosado. A pele ali estava quente, convidativa, com um brilho subtil que revelava o quanto ela já estava molhada só por sentir o olhar intenso e possessivo dele sobre o seu corpo.
Ele inclinou-se com reverência, beijando primeiro o interior da coxa esquerda, a língua traçando um caminho lento, húmido e quente, subindo devagar enquanto sentia os músculos dela tremerem de antecipação e os quadris mexerem-se instintivamente. O cheiro dela invadia-lhe os sentidos como uma droga — doce, íntimo, com um toque almiscarado forte que lhe fazia a cabeça rodar e o caralho pulsar contra o colchão. Subiu mais, o nariz roçando na pele macia, até a língua encontrar finalmente a cona quente e molhada. Lambeu devagar, de baixo para cima, saboreando o gosto doce e ligeiramente salgado que era só dela, a humidade fresca misturando-se com o resquício da porra que ele próprio deixara lá dentro horas antes. A língua rodeou o clitóris inchado com precisão experiente, sugou-o com pressão exacta e ritmada, os lábios envolvendo-o enquanto os dedos abriam suavemente os lábios carnudos, expondo o interior rosado, quente e pulsante.
Inês arqueou as costas com um gemido longo e profundo, os seios subindo e descendo com a respiração acelerada, os mamilos endurecendo até ficarem duros como pedrinhas rosadas, sensíveis ao mínimo toque do ar. As mãos dela mergulharam no cabelo curto dele, puxando-o mais contra si, os quadris mexendo-se em pequenos círculos instintivos, esfregando a cona molhada contra a boca e a língua dele.
— Entra, mano… o jardim é teu também — gemeu ela, a voz quebrando-se no final, carregada de desejo cru, os dedos apertando com mais força o cabelo dele.
João subiu o corpo pelo dela com lentidão deliberada, o peito largo e definido roçando nos seios macios e quentes, os mamilos dela raspando na pele dele e enviando faíscas de prazer. O caralho grosso roçou na entrada molhada da cona, espalhando a humidade pelos lábios inchados, provocando-a. Entrou devagar, centímetro a centímetro, sentindo as paredes quentes, apertadas e sedosas envolvê-lo como veludo molhado e vivo, contraindo-se ao redor da grossura dele num abraço perfeito e pulsante. Inês enrolou as pernas esguias e tonificadas em volta da cintura dele, os calcanhares pressionando as costas musculosas, puxando-o fundo até ele estar completamente enterrado, as bolas pesadas e cheias encostadas à pele macia do rabo dela. Começaram a mexer-se num ritmo lento, profundo e sensual, como se o tempo parasse e o mundo lá fora deixasse de existir. Rasga-se o céu, e lá vou eu… P’ra me perder.
Enquanto a fodia com estocadas medidas, intensas e controladas, João sussurrava a letra da canção contra o ouvido dela, a voz rouca e entrecortada pelo prazer crescente, os lábios roçando na pele sensível do pescoço.
— Ardo em ciúme desse jardim… onde tu andas sozinha sem mim.
Inês sorriu, os olhos semicerrados de prazer puro, as pupilas dilatadas de luxúria, o rosto corado num tom rosado que descia até aos seios. Os seios balançavam suavemente a cada investida profunda, os mamilos roçando no peito dele, enviando ondas de prazer pelos dois corpos unidos.
— Mas tu entras sempre, João. És o dono do jardim… e também o meu maior segredo — respondeu ela, a voz tremendo quando ele acertou aquele ponto fundo e sensível dentro dela que a fazia ver estrelas e contrair a cona ao redor do caralho.
Ele acelerou gradualmente, as estocadas tornando-se mais fortes e ritmadas, o som molhado e obsceno da cona dela enchendo o quarto, misturando-se com os gemidos cada vez mais altos dela e com a respiração pesada e animal dele. O suor começava a perlar na pele de ambos, escorrendo pelo vale entre os seios de Inês, pelo abdómen definido de João e pelas costas dele. Ela cravou as unhas nas costas largas dele, deixando marcas vermelhas que ardiam deliciosamente, o corpo arqueando-se para receber cada penetração mais fundo, mais possessiva. Veio primeiro, a cona contraindo-se em espasmos violentos e ritmados ao redor do caralho dele, um squirting leve e quente jorrando em pequenos jatos que molhavam a barriga e as bolas de João, o líquido quente escorrendo pela pele dele. O corpo dela tremeu inteiro, os gemidos transformando-se em gritos abafados contra o ombro dele, os músculos internos ordenhando-o com força.
João não parou. Continuou a fodê-la através do orgasmo, prolongando-o ao máximo, sentindo as contrações ritmadas apertarem-no como se quisessem ordenhar cada gota dele. Quando não aguentou mais, saiu de dentro dela com um gemido rouco e gutural, o caralho brilhante, latejante e coberto da humidade dela. Subiu até ao peito dela. Inês abriu a boca imediatamente, a língua de fora, os olhos castanhos fixos nos dele com uma mistura avassaladora de possessão, entrega total e luxúria pura. Ele gozou com força, jatos grossos, quentes e abundantes de porra caindo sobre os seios firmes, o pescoço delicado, o queixo e os lábios carnudos. Inês lambeu o que conseguiu com avidez, engolindo ruidosamente, o resto escorrendo pela pele clara como pérolas brilhantes e viscosas que reflectiam a luz da manhã.
Ficaram deitados lado a lado, suados, os corpos colados e ainda trémulos, a respiração irregular e pesada enchendo o quarto. João acariciou o cabelo ondulado dela com dedos trémulos e carinhosos, o ciúme ainda ardendo no peito como brasas vivas, mas agora misturado com um prazer profundo, saciado e estranhamente pacífico — uma aceitação lenta de que aquele jardim nunca seria só dele, e que era precisamente isso que o mantinha preso, excitado e vivo.
— Um dia quero ver todo o teu jardim… sem portas fechadas, sem segredos — murmurou ele contra o cabelo dela, a voz baixa e carregada de emoção crua.
Inês virou o rosto para ele e beijou-o devagar, profundamente, o gosto salgado e forte da porra ainda na língua dela misturando-se com o sabor dele num beijo longo, preguiçoso e cheio de promessas silenciosas e sujas.
— O jardim é grande, mano. Tem espaço para ti… e para quem eu quiser que entre. Mas tu serás sempre o primeiro a quem eu volto. Sempre. O meu dono. O meu irmão. O meu tudo.
O sol subia mais alto no céu azul de Algés, a luz agitando-se no ar sem querer, exactamente como na canção que agora ecoava na mente de ambos como uma banda sonora perfeita para o momento. João fechou os olhos, perdido nos recantos quentes, molhados e proibidos de Inês, sabendo que nunca conseguiria possuir completamente aquele jardim. E, estranhamente, era isso que mais o fazia arder — o desejo crescente de partilhar, de ver outros entrarem, de sentir o ciúme transformar-se em êxtase colectivo e familiar. O dia mal começara, mas o calor entre eles, o cheiro de sexo fresco e a promessa de mais corpos e mais prazer já aqueciam o ar como um presságio inevitável.
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A novela "Raízes Entrelaçadas" é escrita em Português de Portugal, passa-se em Portugal com personagens Portuguesas e de outras nacionalidades, é uma obra de ficção, inspirada em acontecimentos reais, publicada em primeira mão neste site (ContosEroticosCNN), qualquer semelhança com situações e pessoas reais é mera coincidência.
Todas as imagens são criadas com recurso a ferramentas de inteligência artificial, não correspondem a pessoas reais e têm como único propósito dar rosto e corpo às personagens.
Agradecemos a todos a classificação atribuída e os comentários, mesmo os menos positivos.
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