#Grupal #Incesto #Teen

Meus irmãos roletaram minha buceta P1

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Diélinhas2

Fiz sexo com meus dois irmãos e tenho um caso com eles até hoje!

A diferença entre os meus irmãos é de cinco anos entre eles. Aos dezenove anos de idade, minha mãe teve o Dalton. Com vinte e quatro anos, ela teve o Danilo. Quando ela tinha quase trinta e quatro anos, conseguiu engravidar de mim. Até hoje minha mãezinha me chama de milagre. O que minha mãe nunca imaginou e nem imagina, é que o milagre dela ia virar puta, e os safados responsáveis por essa putaria seriam meus próprios irmãos.

Dalton é quinze anos mais velho que eu e Danilo dez. Eu tinha dez anos de idade quando meu pai morreu, Dalton tinha vinte e cinco e o Danilo vinte. Com a morte do meu pai, que era caminhoneiro, meus irmãos assumiram a casa e as contas. Minha mãe virou pensionista e meus irmãos passaram a me sustentar.

(Nos dias de hoje até penso, já que roletam o pau na minha buceta, o mínimo é bancar meus luxos mesmo. kkkkk)

Dalton, meu irmão mais velho, não parava com mulher. Tava sempre de papinho com alguém, sempre tinha uma menina no portão de casa e ele só deu uma acalmada depois que começou a trabalhar. Meu irmão Danilo foi a mesma coisa. Durante essa bagunça, eu sempre acabava espiando uma putaria ou outra, então cheguei numa idade que eu já tinha espiado meus dois irmãos fudendo. Então rapidinho perdi a virgindade também. Dois anos depois que meu pai morreu eu fiz sexo pela primeira vez.

Não tinha sido tão bom, aí fiquei meio assim… Ficava encasquetada em como que eles arrumavam aquelas meninas e comiam elas, sendo que era ruim. Ai depois de um longo tempo resolvi dar outra chance pro sexo e dei de novo. Naquela época eu fodia com os meninos da escola, e aí sim eu gostei da coisa. Eu tinha um fogo na buceta que era só alguém passar a mão na minha bunda, eu dava facinho.

Mas a putaria começou dentro de casa. Minha mãe, pensionista, tinha um trabalho tranquilo e fazia comida para um casal de idoso. Era um trabalho informal. A saúde dela não permitia fazer coisas pesadas, então ela trabalhava todo dia, mas só meio período. E começou pelo mais velho.

Dalton começou a trabalhar na usina, ele firmou com uma namorada e entrava no período das duas horas e chegava de madrugada. Minha mãe saia pra trabalhar, e Dalton fudia a namorada dele assim que minha mãe saia de casa. O Danilo naquela época trabalhava igual cachorro no mercado, tinha vez que era direto de domingo a domingo.

Naquele período a namorada dele falou de casamento, aí pronto, zangou o Dalton! Rapidin ela sumiu de casa. Eu de manhã usava roupas curtas, vestido curto, top curto. A gente mora no interior e é quente, e eu nunca gostei de roupa comprida, mas aí o Dalton passou a ficar em casa.
Começou devagar. Ele me dava umas olhadas, ficava olhando minhas pernas, ficava me ofendendo falando que eu andava que em puta dentro de casa. Dali a pouco as brincadeiras foram ficando mais pesadas, ele me dava até tapa na bunda, falava segurando o pinto enquanto me olhava. E o tempo foi passando as brincadeiras foram ficando pior. Qualquer coisa ele me xingava e falava que eu precisava era de pau pra me endireitar na vida.

Ixi, a gente batia boca, a gente ria e eu só gostando. Meus irmão era bonito, por isso tava sempre chovendo muié em casa. Como ficava só eu e ele em casa de manhã, ele aproveitava a intimidade. Fazia umas brincadeiras pesadas, e um dia a gente até fez que tava brigando, se pegamos na sala e ele sempre aproveitava pra passar a mão em mim.

Naquele dia, eu caí escorregando do sofá, virei de barriga pro chão, ele segurou minha cintura, colocou a virilha dele na minha bunda e ficou socando uma metidas, enquanto eu me apoiava no chão.

— Aqui o que você precisa aqui ó.

— Dalton! — gritei, vermelha e sem ar, caída para baixo.

Ele se inclinou, me pegou com os braços pela cintura, me levantou e me jogou no sofá. Lembro até hoje a cara de safado dele, na hora que eu me endireitei, toda descabelada, ele segurou minha cabeça e esfregou o pa na minha cara.

— Dalton! — gritei de novo.

Ele colocou um pé no sofá, abaixo minha cara e me prendeu bem nas bolas dele. Eu me senti toda sufocada com o cheiro de pau, mas ele só respirou alto, punhetou o pau dele e cuspiu um monte de gozo. Quando ele afastou veio tudo na minha cara. Eu fiquei com a mão nas pernas e nem tentei tapar a cara.

— Dalton, meu, que isso? — soltei rindo, ele deitou minha cara e ainda roçou a cabeça do pau dele na minha boca.

— Ah porra, deve ter uns quinze dias que eu não gozo assim…— Ele continuou punhetando, soltou minha cabeça e eu passei o dedo no olho. — Abre a boca ai, porra, vai sair só mais um pouquinho…

Eu dei risada, ele apontou o pau dele no rosto e cuspiu. Ele incitou a virilha pra frente, forçou a minha boca e eu abri. Ele gemeu bem alto, empurrou umas duas vezes e quando tirou virou um pouco de leite na minha boca. Eu engoli, era pouquinho, mas reclamei.

— Sujou tudo meu cabelo!

— Na próxima que cê perder eu coloco na tua buceta.

Eu me levantei toda desnorteada, levei um tapa na bunda e fui pro banheiro. Tirei minha roupa e fui tomar banho. Fiquei toda em choque, ao mesmo tempo toda estranha e contente. Do nada meu irmão me esporrou. Acho que ele já estava querendo e não tinha coragem.

Eu saí do banheiro enrolada na toalha toda risonha. Fui pro meu quarto e peguei o safado deitado na minha cama, mexendo no celular dele, só com o short e o pau dele e apontando pra cima. Ele viu eu enrolada na toalha, me viu fechando a porta e eu logo fui mordendo a boca.

Nossa me deu um negocio bom. Ele foi sentando na beirada da cama, me puxou pra pertinho e foi falando marcinho enquanto pegava na toalha.

— Eu tava querendo, viu. Tava querendo dá uma gozada no cê.

— O cê já pensou se a mãe descobre?

Ele abriu um sorrisão.

— Uai, e cê vai falar? — Eu fiz que não.

Ele abriu minha toalha, eu fiquei peladinha na frente dele e ele foi logo passando a mãozona grande no meu peitinho. Naquela época ele já tava com vinte e oito anos, e me arrepiou no mesmo instante. Ele nem perguntou se podia, baixou o rosto e meteu a língua no meu biquinho.

Eu fiquei olhando pra baixo, senti a mão dele passar nas minhas costelas, a língua molhou meu biquinho e ele pegou na minha bunda, me deu um aperto gostoso e eu me segurei no ombro dele.

— Cê já meteu Diély? — Eu fiz que sim e ele abriu outro sorriso. — Por isso que cê é safada desse jeito?

— Uai, cês mete até em cachorro e eu não posso não?

Ele me fez abrir as pernas, pegou o outro peitinho com a boca e passou os dedos na minha buceta. Tava molhadinho, eu cheguei morder a boca. O peitinho na boca do irmão, outro dedo passeado na minha bucetinha. ELe mexeu o dedo do meio, passou lá no meu grelhinho, desceu os dedos e colocou um dentro do meu buraquinho.

Eu apertei ele mais, ele olhou pra cima, soltou meu peitinho e puxou minha cabeça. Nossa que beijão! Daltou meteu a língua, mexeu o dedo na minha buceta e eu beijei meu irmão.

— Deixa eu mete na sua buceta, deixa? — Ele falou baixinho, parou o beijo e eu fiz que sim olhando na cara dele. Eu de pé e ele sentado.

Ele tirou o dedo, passou os braços por debaixo e me levantou. Eu só os ossos, com pouquinha bunda e pouquinho peito, fui deitada na beirada da cama. Ele abriu minhas pernas, baixou o short e a cueca e apontou o pa dele pra fora.

Meu irmão era brancão, tinha um metro e noventa e cinco, ele tinha o saco escurecido e o começo do pau acinzentado, cheio de pele até chegar na cabeça meio rosadinha. Ele mirou o pau dele no meio do meu buraquinho, segurou o pinto e empurrou pra frente.

Nunca vou esquecer a minha primeira vez com ele. A gente ficava se fazendo, mas o coisa boa é matar o tesão que cê quer. Minha boceta abriu os beiço molhadinha, ele enfiou os braços na dobra das minhas pernas, empurrou tudo e eu segurei o lençol da cama com cada pedacinho dele que entrou lá dentro.

Eu, magrinha, só tinha osso e costela e um pedaço de pau dentro da buceta. Ele segurou minhas pernas, saiu e começou a meter.

— Caralho Diély….

Eu me apoiei no cotovelo, ele segurando minhas pernas e eu eu fui ver minha buceta arrombada, babando, o pau dele deslizava e saia com uma marquinha molhada. Eu pisquei até devagar, com o negocio bom que batia em mim. O negocio gostoso é fuder com quem não pode.

— Ai… — Eu olhava, via entrando e saindo e gemia. Nem acreditava que era minha bucetinha. Seca, qualquer pau enchia ela. — Ah… Ai… Ai…

— Que tesão desgraçado… Porra Diély… que bucetinha gostosa…

Ele meteu mais rápido, gemeu mais alto e eu fiz até careta, porque ele tava fudendo mesmo. Chegava dar uma ardidinha, batia lá no fundo e ele me deixando toda arregaçadinha.

— Vou gozar, caralho eu vou gozar…

Ele meteu bem fundo, eu só fiz foi fechar o olhinho e ouvir ele gemendo bem alto. Ele ainda deu umas metidas, eu abri os olhos e ele foi soltando minhas pernas. Coloquei os pés na beirada da cama, ele tirou o pau dele murchando e eu cuspi porra pra fora. Ele aliou minha pernas, mexeu na minha buceta e fez sair mais porra. E o pau dele na meia vida.

Ele espalmou a mão na minha barriga e deixou o dedão na minha biceta, mexeu no meu grelinho lisinho e deu uma massageada no pau.

— Delicinha, eim… Eu tava só na punheta.

Eu dei uma risadinha sem graça.

— E aquele monte de namorada que ce tinha?

— Ah não, elas quer casar. — Ele soltou minha buceta e deu um tapa nas minhas pernas. — Vou tomar banho que eu tenho que trabalhar. — Ele me puxou, me fez sentar e saiu mandando. — Vai, vamo lá lavar a bucetinha.

— Não, vou só me limpar, eu já banhei.

Ele me fez ficar de pé e bateu na minha bundinha.

— Vamo pro banhor, porra. Pau lavado fica duro, cê me dá uma mamadinha e eu meto de novo.

Eu dei risada e olhei pra trás, andando pelada em casa.

— Mas acabou de me metê. E você é velho! Como que fica assim?

— Velho… vai se fuder.

Eu dei risada. Faltava um tempo pra ele ir trabalhar, mas foi gostoso. Mamei ele no chuveiro, ele mesmo passou água na minha buceta. Ele me deu umas metidas, mas não gozou, só brincou com umas metidas mesmo, mas tava de pau bem duro. A gente saiu do chuveiro e ele foi se arrumar. Coisa de uma meia hora depois eu fui me arrumar pra ir pra escola e ele entrou de uniforme no meu quarto. Aí ele me meteu de novo, durou um pouquinho mais, mas meteu até gozar. Ai sim ele foi trabalhar. Depois eu conto como que isso foi até meu outro irmão.

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Comentários (10)

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  • Aline: Nossa, que conto gostoso! Acho que, se eu tivesse irmão, seria uma delícia, rsrs. T Linee_198

    Responder↴ • uid:1ev98svjqyxo
    • Aline: Continuaaaa

      • uid:1ev98svjqyxo
  • Waldecir Wall: Soube de um caso de um cara de uns 18 anos, comia a irmã de uns 15. Ele que contou pra um amigo meu, de quem ele era amigo também. Ele estudava à noite e quando voltava da escola os pais já estavam dormindo, aí ele ia pro quarto da irmã e comia gostoso a safadinha.

    Responder↴ • uid:1d2m7uutelgy
  • Waldecir Wall: Bom conto, gostei!!!

    Responder↴ • uid:1d2m7uutelgy
  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Cinquentão RJ: Bom conto, gostei da simplicidade das coisas e do tesão envolvido, relatado. Nota 4.

    Responder↴ • uid:w71qy2d1
  • Júlia In6: Amei o conto!!! Tenho um relato parecido, que ainda vou postar, envolvendo os meus irmãos gêmeos. Só que eu que provocava os dois safadinhos de propósito, só por implicância, pra deixar eles subindo pelas paredes por minha causa hahaha

    Responder↴ • uid:1eg0vmf1zynn
    • Júlia In6: No caso, eu sou a irmã mais velha e eles estavam no auge da puberdade, com os hormônios a flor da pele, e eu achava engraçado ver os pestinhas doidos ao me verem de lingerie, biquini ou só de toalha pela casa rsrs

      • uid:1eg0vmf1zynn
    • Safado: Tô doido pra saber sua história

      • uid:81rd4r15hl
    • Cinquentão RJ: Parece uma boa história. Se puder, conta pra gente!!

      • uid:w71qy2d1