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Raízes Entrelaçadas - 9 - Segredos Cúmplices

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Tugolândia

Clara sussurra a Pedro sobre a primeira vez dos gémeos. Um flashback revela a noite de fusão de Lucas e Lara, enquanto os pais observam excitados do escuro.

A madrugada envolvia a casa principal do monte como um manto quente e silencioso. Na cama grande do quarto principal, os corpos entrelaçavam-se num emaranhado vivo de pele, respirações e memórias recentes de prazer. O ar estava carregado com o cheiro denso e almiscarado de sexo — suor masculino jovem misturado ao aroma doce e maduro das mulheres, um leve travo de porra seca nas coxas e nos lençóis, o perfume subtil das oliveiras que entrava pela janela entreaberta. Ana dormia com a cabeça repousada no peito largo de Miguel, os seios pesados pressionados contra o abdómen dele. Sofia enroscava-se contra Inês, o cabelo castanho-claro espalhado como um véu sobre o ombro da mais velha. Mariana, com os caracóis negros soltos, descansava entre João e Lara, uma perna bronzeada por cima da coxa dele. Lucas e Lara, os gémeos, estavam no centro, os corpos colados como se nunca tivessem sido separados.
Clara, encostada ao peito peludo de Pedro, não conseguia dormir completamente. Os seus seios grandes e macios subiam e desciam devagar contra o braço dele, a pele morena clara ainda brilhante de suor residual. Os mamilos, grandes e escuros, roçavam levemente os bíceps dele a cada respiração. Ela virou o rosto, os olhos castanhos quentes encontrando os dele no escuro. Os dedos dela deslizaram pelo peito dele, sentindo os pelos grossos, o calor familiar da pele rija de trabalhador do campo. Com a voz suave, quase um suspiro carregado de sotaque alentejano leve, murmurou ao ouvido dele:
— Lembras-te da primeira vez deles… quase um ano atrás?
Pedro abriu os olhos lentamente. O seu corpo robusto, ombros largos e barriga sólida, estremeceu com a recordação. Um sorriso sereno e profundo formou-se na barba cerrada. A mão calejada dele subiu pelas costas dela, acariciando a curva das ancas largas, sentindo a macieza da pele onde as estrias prateadas da gravidez dos gémeos ainda marcavam discretamente.
— Como poderia esquecer, minha mulher? — respondeu ele, a voz grave e pausada, quase um ronronar baixo. — Aquela noite mudou tudo… e ao mesmo tempo não mudou nada. Eles sempre foram um só.
Os olhos de Clara fecharam-se por um instante. A memória fluiu como um rio quente, transportando-a de volta àquela noite sufocante de verão de 2025. Era agosto, o calor do Alentejo pesava como um cobertor molhado sobre a casinha dos caseiros, mesmo ao lado da casa principal. Não havia ar condicionado, apenas o zumbido distante dos grilos e o cheiro da terra quente misturado ao perfume das figueiras maduras que entrava pela janela aberta. Lucas e Lara, então com dezassete anos, dormiam — ou tentavam dormir — no quarto que partilhavam desde sempre. A cama estreita de Lara estava desfeita, os lençóis brancos colados ao corpo dela pelo suor. Lucas, na cama ao lado, virara-se de lado, o peito liso e definido pelo trabalho no campo subindo e descendo rapidamente.
O calor era insuportável. Lara acordou primeiro, a pele dourada brilhando, o cabelo preto liso colado ao pescoço. Sentiu a garganta seca. Levantou-se, nua como sempre dormia no verão, e bebeu um gole da jarra de água fresca que estava na mesa de cabeceira. A água escorreu pelo queixo, pingando entre os seios pequenos e firmes. Lucas acordou no mesmo instante, como se o corpo dela o chamasse. Sentou-se, os olhos castanhos profundos encontrando os dela no escuro. Sem uma palavra, estendeu a mão. Beberam da mesma jarra, os lábios roçando o mesmo sítio, o gosto fresco da água misturando-se ao sal do suor nos seus corpos jovens.
Deitaram-se na cama estreita dela, pele contra pele. Primeiro só abraçados. O peito de Lucas pressionava os seios de Lara, os corações batendo no mesmo ritmo lento e profundo, como se fossem um único órgão. As pernas entrelaçaram-se, as coxas dele envolvendo as dela. As mãos começaram a explorar devagar, com uma candura quase sagrada. Lara deslizou a palma pela barriga marcada do irmão, descendo até tocar no pau dele pela primeira vez. Sentiu-o quente, macio no início, depois endurecer lentamente na sua mão pequena, as veias pulsando sob os dedos curiosos. Um arrepio percorreu o corpo dela. Lucas, por sua vez, deixou a mão descer entre as pernas da irmã, os dedos calejados do campo roçando a cona dela. Estava molhada, quente, os lábios inchados e escorregadios. Ele explorou com gentileza infinita, sentindo a humidade que se acumulava, o clitóris pequeno que endurecia ao toque leve.
Os olhos deles não se separaram nem um segundo. Respiravam juntos, bocas entreabertas, o hálito quente misturando-se. Lara sussurrou, voz suave e calma:
— Lucas… és eu.
Ele respondeu no mesmo tom, quase sem som:
— Sente-me dentro de ti.
Ele posicionou-se entre as pernas dela. O pau, agora duro e latejante, roçou a entrada da cona molhada. Entrou centímetro a centímetro, devagar, sem pressa. Houve uma dor doce, um ardor breve que se dissolveu em prazer puro quando ele parou, completamente dentro dela. Ficaram imóveis longos minutos, apenas sentindo a fusão. Os corpos jovens colados, suor escorrendo pelos flancos, os corações batendo como um só. O quarto estava em silêncio, apenas o som das respirações sincronizadas e o zumbido longínquo dos grilos lá fora. Lara sentia o pau dele pulsar dentro dela, enchendo-a completamente, como se o corpo dele completasse o dela. Lucas sentia as paredes quentes da cona dela apertarem-no, um abraço interno perfeito.
Começaram a mover-se como numa dança lenta, quase sem movimento aparente. Um balanço mínimo das ancas, um vaivém subtil que fazia o prazer crescer em ondas profundas. Não havia estocadas rápidas, apenas aquela entrega total, olhos nos olhos, lágrimas brotando nos cantos dos olhos de ambos. Lara sentia o ponto G ser pressionado a cada balanço, o prazer acumulando-se como uma maré quente. Lucas sentia as bolas contra o períneo dela, o calor dela envolvendo-o inteiro. Vieram-se ao mesmo tempo, em silêncio absoluto. O corpo dele estremeceu, a porra quente jorrando fundo dentro dela pela primeira vez, enchendo-a. Lara contraiu-se em torno dele, a cona pulsando, o orgasmo sincronizado fazendo os dois chorarem baixinho, as testas coladas, os lábios roçando num beijo quase etéreo.
Escondidos na sombra da porta entreaberta, Pedro e Clara observavam tudo. O coração de Pedro batia forte no peito largo. O caralho dele, grosso e pesado, estava duro na mão calejada, latejando ao ritmo da cena. Clara, ao lado dele no corredor escuro, tinha dois dedos enterrados na própria cona molhada, o triângulo de pelos castanhos-escuros brilhando de humidade. Os seios grandes dela subiam e desciam rapidamente, os mamilos inchados roçando o braço dele. A excitação crescia devagar, profunda. Clara masturbava o marido com movimentos lentos e firmes, a mão envolvendo o pau dele, sentindo as veias grossas. Pedro esfregava o clitóris dela com o polegar, os dedos grossos deslizando na humidade quente.
Os gemidos baixos foram abafados pelas respirações pesadas. Quando os gémeos se fundiram no orgasmo silencioso, lágrimas nos olhos, os pais explodiram juntos. Clara veio-se nos dedos dele, a cona contraindo-se em espasmos, um jorro leve escorrendo pela coxa. Pedro jorrou na mão dela, a porra quente e espessa cobrindo os dedos dela, o corpo robusto tremendo contra o dela.
Sem uma palavra, Pedro puxou Clara para dentro do quarto deles, mesmo ao lado. Deitou-a na cama com paixão profunda, mas controlada. O corpo curvilíneo dela abriu-se para ele, as ancas largas acolhendo-o. Ele entrou nela com estocadas longas e lentas, os corpos suados colados, pele contra pele. As línguas misturaram-se num beijo molhado, salgado de suor. Ele sussurrou contra a boca dela, voz rouca:
— Os nossos miúdos… são um só.
Clara gemeu baixo, as pernas envolvendo a cintura dele, os calcanhares pressionando as costas largas. Os seios pesados balançavam a cada estocada, os mamilos sensíveis roçando o peito peludo dele. Vieram-se juntos outra vez, a porra dele enchendo-a profundamente, escorrendo pelas coxas quando ele saiu devagar. Abraçaram-se no escuro, corações ainda acelerados, o cheiro de terra quente e sexo impregnando o quarto.
A memória dissolveu-se suavemente. Clara abriu os olhos no presente, na cama grande da casa principal. Os dedos dela continuavam a acariciar o cabelo grisalho nas têmporas de Pedro, um sorriso cúmplice e sereno nos lábios cheios. O grupo dormia em redor deles, o laço familiar mais forte do que nunca. A ligação dos gémeos agora fazia ainda mais sentido para todos — era o mesmo laço que unia todos ali, carne, amor e desejo misturados numa só família.

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A novela "Raízes Entrelaçadas" é escrita em Português de Portugal, passa-se em Portugal com personagens Portuguesas e de outras nacionalidades, é uma obra de ficção, inspirada em acontecimentos reais, publicada em primeira mão nestes site (ContosEroticosCNN), qualquer semelhança com situações e pessoas reais é mera coincidência.
Todas as imagens são criadas com recurso a ferramentas de inteligência artificial, não correspondem a pessoas reais e têm como único propósito dar rosto e corpo às personagens.
Agradecemos a todos a classificação atribuída e os comentários, mesmo os menos positivos.

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