#Gay #Incesto #Teen

Não sou mais inocente - irmão

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Brazilianboy04

Continuação da minha história. Tem algumas coisas que estão imprecisas, pois escrevi puxando da memória situações que vivi.

/2026/03/conto-128365

Depois do que aconteceu eu por algum tempo fiquei com raiva do Fábio. Ele me enganou da maneira sacana dele. Tenho que admitir que foi gostoso, mas juro que na época quase não entendia nada do que acontecia, ainda que eu gostasse das novas sensações e arrepios no meu corpinho.
Com o tempo, claro, fui entendendo mais o que estávamos fazendo. Fábio foi me ensinando sacanagem e todos os palavrões de putaria possíveis. No outro dia daquela sarrada e gozada dele nós ficamos estranho... Nós estávamos distantes e ao mesmo tempo próximos. Tinha os olhos cruzados, um sorrisinho maroto que brotava no rosto dele, às vezes uma pegada na mala e uma piscadinha discreta.
Naquele tempo tinha uma brincadeira dos garotos que era "passar cartão". Era passar a mão na bunda do outro ou dar um tapa, de vez em quando passar com o dedo no rego do outro na zoeira.
Fábio chegou em casa com essas histórias... embora ele fosse bem mais velho que eu, ele tinha muita atitude de moleque. Era mamãe virar as costas e ele começava com as brincadeiras, muitas vezes metia a mão com tudo na minha bunda que ficava com a marca de seus dedos. Eu chegava até abaixar os shorts e a cueca na hora para ver, pois às vezes ardia tanto que eu pensava que estava ficando roxo.
Passou uns dias, não sei quantos, e nós já estávamos mais cúmplices e o clima que existia de tensão passou. Chegou um dia, era fim de tarde e ele me chamou para deitar com ele no sofá, estava passando um filme qualquer. Passou um tempo que me aconcheguei e ele começou com as provocações.
- Rafinha, tô durão!
- É...
- Pega no meu pau, vai... bate uma de leves pra mim...
- Não quero Fábio, tô assistindo.
Ele pegou minha mão e botou na caceta durona.
- Pega, caraio!
- Tá bom...
- Antes cê pegou e não ficou com frescura!
- Fábio, cê promete que cê não vai contar pra ninguém?
- Que mané contar... cê tá doido? Quer ser chamado de boiola? Bichinha?
- Não... - falei com a voz meio envergonhada. Só quem viveu situações assim no passado sabe como era humilhante receber esses nomes.
- Eu sei que não, porque você não é... Os irmãos mais velhos ensinam as coisas para os mais novos, eu tô te ensinando só...
- É...
- Tu não confia?
- Eu acredito...
- Acredita ou não?
- Acredito!
- Então vai, pega com gosto, bate devagarzin e depois cai de boca no meu pau e nos meus bago...
E assim eu fiz, segurei firme. O pau dele ainda estourava dentro dos shorts. Fazia um volume imenso para minha visão. Passeava minha mão por aquele membro, vez ou outra ficava apalpando aquele monumento. Para época eu achava enorme, estava endeusando o pau do meu irmão e querendo que o meu fosse igual. Nossos pais não eram o mesmo, embora fôssemos muito parecidos de rosto e corpo. Meu pauzinho estava estourando na cueca e tive que pôr a mão por cima e puxar para desgrudar da cueca porque estava machucando.
- Caraio Rafinha, tá com a bingola durinha. Peraí...
Fábio enfiou a mão pelos meus shorts procurando meu pintinho. Instintivamente fui com a mão ao encontro da mão dele para tirar de cima.
- Que isso mano, deixa de bobeira…
Fábio puxou a mão de dentro do meus shorts, com as duas mãos ele começou a puxar minha cueca junto com os shorts para baixo. Meu corpinho lisinho e branquinho estava à mostra. Meu pauzinho pulou pra cima.
- Olha aí carai! Logo, logo tu vai ficar igual eu…
O Fábio que ainda estava com a rola dentro dos shorts dele e eu não havia soltado minha mão daquela jiboia. Ele puxou os shorts dele junto com a cueca com tudo até a altura da virilha e lá estava. Meu gigante babão. Eta pau que babava gostoso.
A cueca dele estava um pouco amarelada de mijo e pré-gozo. Aquele cheiro subiu e incendiou minhas narinas. Que cheiro gostoso do meu irmão misturado com pau. Fábio passou o braço pelas minhas costas e repousou a mão pelo meu cacetinho de tão durinho. Meu pinto era bem redondinho, a cabeça parecia uma bolinha de gude, por conta da fimose e por estar um rocha, ficava bem vermelhinho e esticado. Comparada a do meu irmão parecia o dedo mindinho dele. Ele descia os dedos pela minha virilha e eu instintivamente ia abrindo minhas perninhas e os dedos dele desciam pela costura do meu saquinho até chegar no meu buraquinho fechadinho. Ele subia e descia.
A imagem lembro como hoje, aquele cheiro de um macho e um machinho batendo punheta juntos. Só de lembrar já quero gozar.
Minha punheta em Fábio ia rápida às vezes lenta, ele ia me guiando como queria. Fábio não era circuncidado, nem eu. A pele do pau dele sobrava e descia toda e às vezes subia junto carregando aquele melzinho transparente.
Fábio subiu a mão e foi trazendo até minha cabeça.
- Deita sua cabeça na minha barriga e chupa. Chupa que nem o pirulito que cê compra na escola.
E assim eu fiz, deitei a cabeça na altura do umbigo dele. O pau dele batia pertinho. Ele passou a mão pelos meus cabelos e segurou um punhado. De leves, fui sugando o pau dele. Um gostinho salgado, meio de xixi de adolescente e aquele melzinho sem gosto, meio pegajoso, a barriga dele começando a suar.
Chupei gostoso e mamava que nem um bezerrinho. Fechei os olhos e devorei o pau dele. E fiquei por bastante tempo. Fábio não gozava fácil (até hoje ele demora horrores para gozar). A mão de Fábio descia pelas minhas costas, ia até minha bunda. Senti depois algo úmido no seu dedo. Ele chupou o dedo e foi procurar meu cuzinho. Ficou rodando e forçado. Teve um hora que cuspiu (lembro do barulho) e melou bem. Primeiro foi um dedinho e uma ardência. Minha bananinha pulsou e fui pra frente. Soltei o pau dele da boca.
- Não para não, Rafinha...
Voltei pro pau dele e a atenção pro dedo. Ele deixou parado. Um intruso adentrou. Fazia uma leve pressão, mas depois me acostumei e não senti mais. Meu anelzinho relaxou. Ele começou a me dedar. Não demorou muito ele enfiou outro dedo. Contrai.
- Aí Fábio! Tá ardendo... você colocou dois…
- Rafa, continua chupando…
Voltei pro pau dele. Ele tirou os dedos e ficou um vazio. Mal demorou ele cuspiu de novo. Senti sendo invadido pelos dedos e assim foi.
Depois ele foi pro terceiro. Reclamei sério levantando o corpo.
- Agora tá doendo muito. Eu quero fazer xixi… tô apertado.
- Vai, mas volta logo.
Fui fazer xixi com o cuzinho ardido. Ardia e não passava como das outras vezes. Eu estava entendendo onde meu irmão queria chegar. Queria enfiar a tora dele no meu anelzinho, porém eu nunca tinha dado.
Voltei para sala e o Fábio não estava no sofá. Não demorou uns segundos, ele voltou com os dedos melados de uma coisa amarelada.
- O que é isso?
- Nada não... fica de quatro no sofá...
- Mas eu...
- Vai logo, Rafa!
Fui, né. Fiquei de quatro todo empinado. O filme da tv estava acabando, já passava de cinco e pouco pelo que lembro. Fábio passou os dedos pelo meu cuzinho e eu arrepiei. Era gelado. Tempos depois entendi que ele melou os dedos de manteiga da geladeira. Ele passou pelo pau também. Senti o pau dele, antes quentinho, agora gelado bater na portinha.
- Rafinha, segura sua bundinha bem aberta.
Abri com as mãozinhas.
- Que cuzinho lindo!
E ele foi introduzindo a cabeça. Fugi pra frente pela dor, mas ele foi rápido, passou a mão por baixo de mim.
- Não foge não, tu tem que aguentar...
- Tá ardendo Fábio - disse com a voz meio embargada.
- Vai doer só no começo, depois que passar a cabecinha para. Confia!
E ele foi botando. Meu rabinho estava pegando fogo e eu comecei a gemer baixinho de dor. Fábio tapou minha boca na hora e meteu a cabeça e mais da metade.
Eu lembro de dar um berro e começar a escorrer lágrima do olho. Fábio não soltou, tapou minha boca tão forte que perdi um pouco do ar, fazendo com que eu batesse em seu braço.
- Tu não grita. Fica paradinho. Balança a cabeça que sim.
Assenti.
Puxei o ar com força. Minhas lágrimas ainda desciam pelo rosto e eu gemia baixinho. Ele ficou paradinho por um longo tempo, passando a mão pelo meu cabelo. Sentia meu cuzinho arder, algo escorrer pelas minhas pernas, vontade de fazer cocô.
Fábio começou a mexer devagar e eu sentia dor ainda. Gemia baixinho e aos poucos parava de chorar.
Não demorou muito ouvimos um barulho. Meu coração gelou, o do Fábio também. Era nossa mãe chegando em casa pela porta da varanda, porém a porta não abriu.
Fábio pulou com tudo pra trás e me puxou junto.
- Levanta caraio!
Levantei rápido meio cambaleando... Vi minha roupa jogada no chão, Fábio pegou a dele e correu pro quarto.
Ouvimos outra batida. Fábio já havia colocado os shorts, estava sem a cueca, dava pra ver. Pegou uma camisa e enquanto andava vestia na pressa.
- Pega a roupa e corre pro quarto Rafael! Vai mano - tacou um tapa na minha bunda.
- Fábio! - ouvimos gritar. - Abre aqui!
Era minha mãe. Fábio trancou o portão de fora e a porta da varanda. Ela só tinha a chave do portão, a outra não tinha cópia.
Peguei meus shorts com a cueca que estava embolada e corri pro quarto. Puxei a cueca pra fora, joguei debaixo da cama e coloquei somente os shorts. Peguei a primeira camiseta que achei. Enquanto isso, Fábio destrancou a porta e minha mãe entrou.
Ele ficou enrolando ela. Abri uma das portas do guarda-roupas para ela não me ver e na outra olhava meu rosto no espelho na porta (aqueles guarda-roupas antigos que tinham espelhos nas portas). Estava ainda com cara de choro, sentia meu cuzinho arder, mas ao mesmo tempo tinha um vazio. Meu cabelo estava bagunçado. Passei a mão para arrumar o cabelo como dava. Fiquei apresentável.
Minha mãe não desconfiou de nada.
Eu estava tenso e Fábio também. Mal olhávamos um pro outro. Mamãe achou que tínhamos brigado.
Neste dia fiquei calado mais que o normal. Mal conseguia sentar. Fiquei andando meio de perna aberta. Meu irmão quando viu me deu uma bronca dizendo pra andar direito para não sermos descobertos.
Tomei banho e mal conseguia passar sabonete no botãozinho. Já nem era mais botãozinho, agora estava um oco, deu pra por quase três dedinhos inteiros. Dois dedinhos entravam fácil se forçasse um pouquinho. Senti medo. Quando fui fazer cocô desceu tudo direto devido a manteiga, nem ardeu, mas nos outros dias sofri.
Naquela noite, fui pro quarto e estava cansado. Nós dividíamos o quarto e minha mãe tinha o dela. Nossa cama era aquelas beliches antigas de madeira. Eu dormia embaixo e Fábio em cima. Deitei na cama e já fui fechando os olhos. Fábio por ser mais velho sempre ia dormir mais tarde que eu, só que nesse dia ele decidiu que iria “dormir” mais cedo. Mal tinha deitado, ele abriu a porta e entrou no escuro em silêncio.
- Shhhhh, Rafinha, tá acordado?
- Huuuum, - resmunguei, - tô ainda…
- Rafa, manin, dá aquela aliviada pro seu maninho… quebra essa…
- Fábio, eu tô com sono…
- Então deixa eu botar em tu de novo, só a cabecinha, eu prometo…
- Não, tá doendo muito… não quero mais.
Fábio deitou na cama e veio me abraçando tentando me chantagear.
- Deixa eu gozar na sua boquinha então… por favor, não te peço mais nada nessa semana…
Eu neguei de todas as formas, mas finalmente cedi. Ele tinha me convencido de um monte de coisas que nem lembro o que era, mas no fim, fiz o que ele queria.
Ele botou a pirocona pra fora e me fez de bezerrinho outra vez. Ele me fazia engasgar, meter fundo na garganta e tirar proveito. Chupei tanto que o sono já estava me apertando. Pedi pra que ele gozasse logo. Não demorou muito ele jorrou na minha boca. Como todo adolescente, tinha muita gala acumulada. Quis cuspir a qualquer custo, mas o problema é que eu estava dentro do quarto, tudo escuro e não tinha onde. Acabei tendo que engolir. Um gosto que na época eu ainda não achava nenhum pouco bom.
Terminado, Fábio subiu a beliche e fomos dormir.

Depois conto da segunda vez que ele botou em mim e das outras coisas que fizemos juntos.

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Comentários (3)

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  • Kaike: Que tesão que deu seu conto.

    Responder↴ • uid:8d5g1djkm0
  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Iran: Muito bom, espero que tenha continuação.

    Responder↴ • uid:41ih37wp20k