#Bissexual #Gay #Incesto #Teen

Nem tão inocente

3.7k palavras | 1 | 3.67 | 👁️
Brazilianboy04

Esta história é um relato real de como as coisas começaram a ficar apimentadas entre meu irmão e eu...

Meu nome é Rafael, já passo dos 30 anos, hoje vou contar uma história que aconteceu há algum tempo atrás comigo e meu irmão, Fábio. Sou branco, cabelos castanhos bem claros, lisos, olhos claros meio avelã, corpo médio, nem musculoso, nem fraco, bunda grande de fazer volume, quase não tenho pelos, pouquíssimos, ralinhos. Não sou casado, mas tenho uma namorada e apesar de sermos um casal bi, ela nem sonha que isso um dia tenha acontecido.
Meu irmão mais velho já tinha por volta dos seus 16 para 17 anos. Ele ainda ficava tomando conta de mim no horário da tarde enquanto minha mãe trabalhava. Meu irmão era a minha versão mais velha, não era feio, era bem apessoado, bem mais forte que eu, já tinha músculos, corpo branquinho, lisinho (nossa família tem poucos pelos), olhos castanhos claros, cabelos mais escuros, tinha na época o começo de um bigodinho, voz já grossa e era muito safado.
Nessa época eu era vidrado em desenhos, assistia tudo e estava sempre de olho na programação da tv. Meu irmão, por outro lado, queria assistir coisas relacionadas a futebol, esportes e tal. Era uma briga pela tv e ele sempre acabava levando a melhor pelo tamanho e pelo fato de ser mais velho. Depois de um tempo ele enjoava e eu passeava pelos canais procurando algo para assistir.
Lembro que nessa época tinha muitos desenhos da tv cultura, e um dos que mais me chamado a atenção foi um chamado "Os Sete Monstrinhos". Eu adorava esse desenho porque ele geralmente era mais longo que a maioria, as histórias eram mais interessantes e, claro, sempre tinha mais de um episódio no dia.
Daí começou a minha história.
Dava por volta de umas uma e pouca da tarde meu irmão queria ir para rua para namorar, jogar bola, sair com os colegas, porém não podia, pois ele cuidava de mim. E a regra de minha mãe era expressa: Se tu sair na rua e levar ele, ou sair para rua e deixar ele sozinho, quando eu chegar você vai apanhar!
Meu irmão morria de medo de nossa mãe, assim como eu, porém ele desafiava. Muitas vezes ele falava para mim "Vou deitar ali no quarto" ou "vou tomar um banho, fica aí assistindo" e simplesmente sumia por algum tempo, às vezes por horas, não demorava muito chegava pela porta da sala todo suado, muitas vezes com sacolas de mercado. Nessas, eu comecei a me ligar que ele me despistava para poder ir para rua. E como sabia que eu não iria atrás dele, pois tinha medo de desobedecer a mamãe, eu ficava em casa sozinho.
Numa dessas, eu comecei a ir atrás dele pela casa, por vezes ele entrava para tomar banho e eu ia junto, ficava vendo ele se ensaboando, lavando o corpo, a pica grossa e longa, diferente da minha que era pequenininha, retinha e sequinha. Óbvio que ele era quase um homem feito e eu, ainda não.
Numa dessas dele sair escondido eu o ameacei: "Se sair escondido e me deixar sozinho de novo, conto pra mamãe e ela vai te dar uma surra!"
"Se contar, quem vai dar uma surra em tu vai ser eu! Só surra é pouco!"
E me ameaçava.
Eu sabia que mamãe ficaria do meu lado, por este motivo não tive medo, na primeira oportunidade que tive contei tudo!
Minha mãe ficou puta da vida, só não arrancou o coro dele porque não podia, mas ela deu a maior surra da vida dele, com direito a sermão que o vi chorar pela primeira vez em anos.
Nos dias seguintes meu irmão me tratou da pior maneira possível, ríspido, ignorante, parecia que me odiava. Eu, por outro lado, tentei fazer de tudo pra agradá-lo. Tanto que fiquei mal pelo que tinha acontecido com ele, não sabia direito das consequências das minhas ações.
Numa certa tarde ele sumiu de novo. Meu coração disparou. Nessas brincadeiras dele me deixar sozinho, comecei a ficar com medo, pensei que ele iria fugir de casa e ir embora por eu ter dedado ele. Ele era meu protetor, minha figura masculina mais velha em casa, já que não tínhamos pai por perto. Comecei a procurar pela casa e ele estava no banheiro. Abri a porta com um solavanco e vi a cena mais nova da minha vida. Meu irmão estava com o pau durão para cima. Meu irmão tinha um pau branco, grosso, não muito, acho que uns 17 pra 18 duro, todo branco, reto na base fazendo uma leve curva para cima. Poucos pêlos, bem aparados. O que mais impressionava era a cabeça do pau, vermelha, parecia um morango de tão tesa e pesada que estava. Meu irmão batia uma de leves com o corpo virado de lado. Via sua bunda branquinha, média, seu corpo todo molhado. Poucos pelos pelo corpo, barriga lisinha.
- Rafael! - Meu irmão deu um grito
- Desculpa - disse fechando a porta, eu estava gélido com o grito que ele deu.
- Rafa, Rafa, volta aqui! - chamou ele com a voz mansinha. - Fui abrindo a porta devagarzinho.
- Fábio, eu tava te procurando, pensei que você tinha saído.
- Relaxa Rafa, tá tudo bem... eu tô terminando o banho já.
- AAAAH tá... - fui fechando a porta de novo.
- Rafa, entra aqui.
Abri um pouco e entrei.
- Você sabe o que eu tô fazendo, né?
Balancei a cabeça que não.
- Manin, isso é punheta. Tu nunca tocou uma?
Balancei a cabeça de novo dizendo que não.
- Tá de boa manin, tu é ainda é cabaço. Logo tu tá descascando uma...
Ele virou de frente e começou a balançar o corpo de um lado pro outro e a jebona ia junto.
- Tá vendo? Já fudi muita puta com isso aqui, as menina da minha sala na escola! Olha o tamanhão do bitelo!
Eu estava impressionado, mais ainda porque meu irmão não costumava falar este tipo de coisa em casa, muito menos para mim. Ele falava palavrão quando mamãe não estava por perto, mas aquilo era novo. Meu pauzinho cresceu e ficou durinho. Meu rosto queimava, ardia de curiosidade e um riso sem saber o que fazer e emoção. Meu coração acelerado.
- Cê não vai contar pra mãe que cê me viu batendo uma senão eu arrebento você. Eu tô falando sério!
- Não vou não!
Ele passou a mão pelo pau me exibindo e disse:
- Encosta aqui...
- Não, não vou não...
- Para Rafinha, vem aqui. Eu sou seu manin, não vou te fazer mal. Confia em mim... Te fiz alguma coisa quando tu contou que eu tava saindo escondido?
Balancei a cabeça que não.
- Vem então... - eu fui. Devagar e fiquei na porta do box que estava aberta. Podia ver o pau dele estourando. Meu irmão era pauzudo pra caraio! Com a mão ele foi até mim e a colocou envolta do meu pescoço. - Olha... - e continuou falando coisas que hoje eu já não lembro mais era muita, muita putaria! Eu ria, ficava molhado pela mão dele escorrendo água no meu pescoço enquanto com a outra ele punhetava devagarzinho e falando "meti no cuzinho dela, depois na bucetinha..." e outras coisas que não lembro.
- Sente... - nisso que ele disse “sente”, ele puxou meu rosto contra seu pau e deu umas batidinhas de leves. - Tá vendo? - Eu sentia ora lisinho, duro feito rocha, ora áspero por conta dos pelos aparados com a gilete na base. Estava gostoso, não posso negar. Eu estava enfeitiçado. Fábio também. - Pega nele. - ele soltou meu pescoço e molhou minhas mãos levando até seu monstro. - Alisa pra cima e pra baixo. - e assim foi, eu fiquei alisando o pau do meu manin por um bom tempo. - Tá bom já... Pode ir lá. Se seca na toalha aí e volta pra sala.
Assim eu fiz, não falei nada, somente sequei e voltei para a sala pra assistir tv. Meu pintinho não abaixava, enfiei a mão por dentro dos shorts e sentia pressionando contra a cuequinha que já estava começando a ficar apertada. Assisti desenho alisando meu pauzinho e as bolinhas.
Passaram-se os dias e meu irmão voltou a ficar mais dócil comigo. Acredito que aquela ajuda para uma aliviada deu conta do recado. Hoje entendo o motivo dele estar puto comigo. Ele passava algumas tardes se divertindo de bola e outras se lambuzando nas bucetas e nos cuzinhos das novinhas. Lógico que eu não entendia nada, no entanto minha sorte estava para mudar.
Naquele tempo todos os meninos usavam um shorts que se parecem com esses que estão voltando à moda, sprinter shorts. Eu usava, meu irmão usava. Na época parecia até uma samba canção. Minha bunda fazia um volume grande (sempre tive um bundão), eu estava deitado no sofá, tv ligada assistindo desenhos. Meu irmão estava no mesmo sofá só que do lado oposto ao meu, todo esparramado. Ele não usava camisa e tampouco eu. Estava calor e ele cochilava enquanto eu assistia.
Minhas pernas esticaram para cima do corpo dele, perna com perna e meu pé pequeno parou em cima do volume do pau dele. Estava em riste, típico daqueles cochilos que acordamos doidos para mijar. Não sei quanto tempo fiquei com o pé lá, sem malícia, porém percebi que o Fábio havia acordado e assistia comigo. Começou um desenho que não esqueci até hoje, "Os Sete Monstrinhos". Neste episódio o personagem Quatro começou a cantar uma música (kkk). Eu lembro de um trechinho:
"Se todos fossem quatro, ia ser legal, ia ser perfeito pra mim."
O filho da puta do meu irmão estava prestando atenção e fez uma versão safada em cima desse trechinho, algo mais ou menos assim:
"De quatro é mesmo tão sensacional, se você vim de quatro, ia ser legal, ia ser perfeito pra mim."
Nisso eu ri, ele riu e fiquei, na inocência, pedindo que ele repetisse a versão pornográfica da música. E ele assim fez, pegou o ritmo e não parou. O meu pé ainda estava em cima do pinto dele, duro.
Percebi que ele ficou num tesão danado, no entanto parou por aí e levantou.
No dia seguinte, estávamos na mesma vibe, jogados no sofá. Joguei meus pés por cima dele, que repousou em seu colo novamente.
Ele começou a massagear meu pé e pediu que eu deitasse com ele. Reclamei do calor, porém ele disse que estava tudo bem. Deitei do lado dele, minhas costas coladas à barriga dele e meu bumbum bem na altura daquele mastro. Podia sentir suas fungadas no meu pescoço, cabelo e a sua mão que levemente passeava pelas minhas pernas lisinhas até chegar na abertura dos shorts na polpa da minha bunda. Tirei os olhos da televisão neste momento e ele olhou para mim com a cara mais descarada. Deu uma piscadinha e virou meu rosto pro desenho.
A mão dele desceu pelos shorts e pelo canto de olho vi ele tirando o pau de lado pela lateral da cueca. Meu coração palpitou mais forte e senti meu pintinho levantar de uma vez e ficar mais duro que nunca tinha ficado antes, doía com o contato da cueca.
Ele chegou no meu ouvido e começou a cantarolar bem desafinado a música do dia anterior:
“De quatro é mesmo tão sensacional, se você vim de quatro, ia ser legal, ia ser perfeito pra mim."
- Fábio… - disse eu rindo.
- Você não deixou a mãe saber da nova musiquinha, né?
- Não, né… acha que eu sou burro? - se minha mãe sonhasse que falávamos isso, ela mataria nós dois.
- AAAH então eu vou cantar de novo para você… - comecei a rir.
- Rafinha, vamos fazer o que a música fala…
- Como assim? - tirei os olhos da tv e olhei para ele com cara de desentendido.
- Ué… A gente faz o que a música fala… Você fica nessa posição e eu te ajudo.
- Ué… Pra quê?
- É uma brincadeira! Tu topa?
- Tá, mas como é que brinca?
- Faz como a música diz, aqui no sofá mesmo, só não pode olhar para trás.
- Tipo, seu mestre mandou?
- É tipo isso… vai, fica aí…
Fiquei de quatro no sofá empinando o rabão para cima. Pelo reflexo da tv podia ver claramente aquele constraste da minha bundona e meu irmão por trás roçando. Olhei para tv e tinha um personagem do desenho, o número Dois.
- Olha o tamanho do nariz daquele ali… - disse meu irmão apontando pra tv rindo.
- É grandão, mó estranho.
- Sabe o que mais é grandão? Dá um ligue… - olhei para trás e vi. Fábio estava com o pau para fora apontado para cima. Parecia mesmo o nariz do personagem. Meu coração disparou, mesmo sem saber o que eu sentia. Senti minha boca salivar, um embrulho no estômago de algo que sabia, de alguma forma, que não era certo, mas ao mesmo tempo muito bom. Fábio começou a sarrar na minha bunda mesmo com os shorts e o pinto de fora. Apoiou as duas mãos pelas minhas nádegas que ficaram preenchidas e ainda sobrava bunda.
Não demorou muito senti meus shorts descerem levemente junto com a cueca. Segurei a lateral e puxei, só que ele tirou minhas mãos e foi descendo de novo. Fábio gemia baixinho. Eu olhava para a tv e para a cena que fazíamos. Aquela cena nunca mais saiu da minha cabeça. Quando menos notei minha bunda estava desnuda e ele continuava baixando o shorts até parar nos joelhos.
Minha rolinha durinha com a cabeça meio exposta, meio coberta (eu tinha fimose) ardia, mas era um ardor gostoso. Eu queria mais. Ele puxou meu corpo todo contra o seu e passou a mão debaixo de mim. Estávamos grudados. Senti sua mão perpassar meu pintinho e sair. Sentia algo meio úmido na minha bunda, o caraio dele soltava muito daquele líquido pré-gozo. Ele ia com o pau do começo da minha bunda lá em cima e ia descendo entrando pelas polpas e sumia deixando um rastro molhado. Parava apontando e pressionando no meu botãozinho rosadinho e intacto.
Fábio ficava gemendo e lembro dele falar umas besteiras.
- Ai Rafinha, que cuzinho gostoso do caraio! Jura pra mim que nunca vai dar esse rabinho pra ninguém se não for eu? Promete?
Não falei nada.
- Promete?
Continuou:
- Promete que nunca vai deixar nenhum moleque entrar no seu buraquinho? Pode bater punheta pra eles, pode mama eles, bota eles pra te mama e arregaça o rabinho deles, mas esse é só meu… Promete?
- Uhuu…
- Você promete pra mim?
- Prometo Fábio.
Na época não entendia nada, nem que tipo de promessa havia feito. Óbvio que uns meses mais tarde fui entendendo tudo que ele dizia. Cumpri a promessa pro meu irmão. Nunca dei pra outros caras, nem moleques da rua, nem primos. Botava eles pra me mama, pagava boquete, fazia meinha, troca-troca, mas sempre botava no cuzinho deles sem dó. O máximo que eu deixava era eles alisar minha bunda (que me dava um tesão da porra) enquanto me pagavam um babão.
Fábio continuava pincelando meu cuzinho, com as duas mãos abriu bem minha bundinha e comentava coisas que não lembro bem, mas era tipo “Delícia, só meu…”. Deu uns tapas fortes dos lados, cheguei a reclamar da mão dele ficar marcada, pegava o pau e pressionava com violência no meu cuzinho a ponto da cabeça já começar a entrar e eu travar dando uns gemidos e falando: “ai, ai, ai, ai Fábio, para para, tá doendo… tá me rasgando…”. Ele parava de forçar, pegava bastante saliva, salivava o pau e meu cuzinho, cuspindo, passava o dedo e ficava circulando, forçava a entradinha às vezes, mas nunca ia fundo, ficava só por fora. Quando ele lubrificava com cuspe a dor era suportável.
Fábio ficou assim por muitos minutos, ele enfiava o pau por dentro das bandas da minha bunda e fechava as polpas com as mãos e seu pau ficava preso lá dentro, fazia movimentos de subir e descer como se tivesse fudendo meu cuzinho (como se fosse espanhola, mas sem os peitos). Eu estava em êxtase, ao mesmo tempo que sentia algo no estômago inexplicável.
Quando pensei que estava acabando, Fábio me chama:
- Vem Rafinha, abre a boca.
- Quê?
- Anda, vai logo.
Nem sai da posição de quatro do sofá, meus shorts ainda estavam no meio das minhas pernas. Fábio deu a volta e enfiou o pau na minha boca com tudo.
Senti o gosto do pau dele pela primeira vez. Hoje é um cheiro que me marca muito. Era o cheiro de suor da minha bundinha suada, de cuzinho que foi sarrado, de punheta. É algo que não dá para explicar. Comecei a chupar desengonçado, ele segurou meus cabelos fartos na mão e puxava forte fazendo eu me engasgar um pouquinho. “Muito bom, meu garoto! Isso, engole o pauzão do seu maninho!”. Fábio falava isso e outras coisas, outras vezes só gemia e me fazia engasgar, tirar o pau e ficar tossindo. “Rafinha, tá vindo. Engole tudo!”. Senti algo invadindo minha boca. Algo diferente de qualquer coisa que já tinha comido ou tomado. O cheiro não era tão estranho, porém o gosto não era dos melhores. Era meio doce, meio salgado. Comecei a salivar e meio que botar pra fora. “Não Rafa!”, meu irmão segurou meus cabelos. “Tem que tomar tudo!”
- O gosto é horrível, é mijo!
- Não é não, é porra. Só engole… - Ele tirou o pau da minha boca e com o guiando fez de colher. - Abre a boca… - e forçando o pau a entrar na minha boca de novo com aquela quantidade de gala em cima. Fiz meio que obrigado. - Isso, Rafinha, meu menino. Agora engole… Não tô vendo tu engoli. - e assim fui engolindo fazendo altas caretas. Ele chegou a rir um pouco. E com o dedo foi pegando dos cantos da minha boca e botando para dentro. Fui tomando. Quando percebi tinha limpado tudo.
- Chupa sugando meu pau como se fosse um canudo - Suguei o pau dele e saiu um pouquinho de porra do buraquinho. Ele urrou nessa hora. - Já tá bom! Tu foi o melhor até hoje! Acabou a brincadeira! Vou ali no banheiro me limpar, depois tu vai.
- Tá bom… - e assim foi. Puxei meus shorts com a cueca pra cima de qualquer jeito, passei o antebraço no rosto e na boca para tirar a sensação de gosma e sentei olhando pra tv. O desenho estava acabando e tocava a musiquinha.
Daquele dia em dia nunca mais fui mesmo e nem minha relação com meu irmão foi a mesma. Ficou tudo melhor, mais cúmplices.
Depois volto e conto o que aconteceu mais entre nós.

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Cabo Frio H: PQP que merda

    Responder↴ • uid:1eix7z3b13it