#Gay

Quem sempre come cu... um dia dá a bunda

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Era mais um dia comum na faculdade em Recife, mas eu, sempre mais ligado em bola e suor do que em livro, saía do campo suado, pau já meio duro só de imaginar o vestiário lotado de moleques pelados, olhando de canto pra minha rola que, mesmo não sendo das maiores, deixava todo mundo com água na boca. O calor de Pernambuco grudava na pele, o cheiro de grama misturado com tesão puro no ar. Eu não era CDF, mas passava raspando nas notas. O que eu curtia de verdade era o depois: ficar nu, vara latejando, sentindo os olhares dos boys me devorando.

Por ser bom nos jogos, os caras sempre queriam amizade. Eu ia devagar, um por vez, até levar pra casa e trabalhar direitinho até o boy entregar a bunda. Com o tempo virei especialista. Já tinha arrombado todos que me interessavam. No começo sempre vinha a frescura: “não sou viado”, “nunca fiz isso”. Bastava eu chegar mais firme, apertar no ponto certo, que eles derretiam e abriam tudo. Aprendi a transformar em amigos e guardar o segredo… como se segredo existisse nessa vida. Hoje em dia todo mundo já sabe: quando eu chamo pra casa é pra foder mesmo.

Há uns meses apareceu um boy novo na turma. Tímido pra caralho, quietinho, ruim em tudo – matéria, esporte, o pacote completo. Um dia minha mãe me puxou pro canto em casa, lá no bairro de Casa Forte, e falou que o garoto, o filho de uma amiga dela, tava afundando na faculdade. Sugeriu que ele viesse de tarde pra estudar comigo. Eu achei um saco danado. Odeio ficar horas na lição, faço correndo só pra me livrar. Mas com mãe não tem conversa. Decidiu, tá decidido.

No dia seguinte o moleque já tava esperando na saída. Os outros que eu já tinha comido deram aquele sorrisinho safado, imaginando que ele seria o próximo da fila. Chegamos em casa, eu falei seco: “Vamos fazer a lição logo que depois eu saio.” E foi isso. O saco é que a semana inteira virou a mesma ladainha. Pra variar, resolvi mudar o jogo. Além dele, comecei a chamar outro boy junto.

Chegávamos os três, começávamos a estudar na sala. Quando o tesão batia forte, eu pegava o outro pela mão e levava pro quarto. Comia gostoso, voltava suado e terminava a tarefa. Com o tempo virou rotina. Sempre três em casa. Deixava ele na sala estudando e ia foder o outro. Depois voltava só de bermuda, pau ainda meio inchado, cheiro de sexo no corpo. Ele sabia exatamente o que rolava.

Um dia, enquanto fazíamos lição, ele me olhou de lado e soltou:
— Você come todos que traz pra cá, né?

Dei risada alta, daqueles risos com sotaque recifense bem arrastado.
— Não todos, não. Você, por exemplo, nunca comi.

Ele ficou quieto um segundo, depois respondeu:
— Todo mundo na faculdade sabe que quando você chama alguém pra casa é pra dar vara. Já me perguntaram se eu tava gostando de dar o cu pra você, já que venho sempre aqui.

O papo me deixou curioso.
— E o que você respondeu?
— Que nunca rolou nada, que só fazemos lição. Mas ninguém acredita.

Dei de ombros.
— Fica tranquilo. Se depender de mim, você nunca vai levar, porque você não me dá tesão nenhum.

Ele me encarou, deu um sorrisinho malicioso que eu nunca tinha visto naquele rosto tímido e disse baixinho:
— Que pena… eu tenho algo que você iria adorar pra caralho.

Pensei que fosse falar das pregas do cu e já respondi:
— Tô cansado de arregaçar cu, irmão.

Ele riu, segurou o volume na bermuda e perguntou direto:
— E vara? Você também curte?

Respondi sincero:
— Não, eu gosto de chupar e foder cu.

Foi aí que ele abriu o zíper, puxou pra fora e eu fiquei sem ar. Uma vara grossa, longa, veia pulsando, cabeça rosada brilhando. Nunca tinha visto um caralho daquele tamanho na vida real. A curiosidade bateu como um soco no estômago.
— Esse pauzão fica duro mesmo?

Ele sentou no sofá da sala, baixou bermuda e cueca até o joelho e começou a bater uma punheta lenta. A rola cresceu ainda mais, babando um líquido transparente que escorria pela cabeça grossa. Sentei do lado, baixei minha bermuda também e comecei a me punhetar olhando aquilo. Ele segurou meu pau, bateu pra mim com mão firme. Depois pegou minha mão e levou pro pau dele. Eu não resisti. Minha mão mal conseguia fechar em volta daquela grossura.

— Caralho, Paulo… nunca vi uma vara tão grossona e enorme assim. Se o cara arriscar te dar, deve ficar com o cu todo arrebentado.

Ele sorriu, voz rouca agora:
— Nada disso. Sabendo fazer, o cara adora. E eu garanto… sei fazer muito bem.

O menino tímido tinha sumido. No lugar estava um macho safado, pau latejando, pronto pra dominar. Perguntei se ele já tinha fodido outros carinhas antes.
— Já sim. Adoro foder, mas prefiro macho mesmo. Viadinho fica muito grudento, querendo vara todo dia.

O tesão tava no pico. Ele pediu pra conhecer meu quarto, onde eu comia os boys da faculdade. Fomos. Ele entrou, olhou tudo, tirou tênis, bermuda, cueca e deitou na minha cama, pernas abertas, aquela vara enorme apontada pro teto.

— Continua batendo pra mim. Quero gozar.

Eu hesitei um segundo, mas o tesão em segurar aquele monstro falou mais alto.
— Tá bom, mas não conta pra ninguém.

Ele riu:
— Na faculdade todo mundo acha que você já tá me comendo. Ninguém vai acreditar no contrário.

Subi na cama, peguei aquela rola babona e comecei a punhetar devagar. Diferente da minha, que era sequinha, a dele soltava baba grossa. Ele pediu:
— Espalha essa baba toda na cabeça, deixa bem lubrificado.

Nunca tinha feito aquilo. Meu pau pulsava só de tocar. Ele mandou eu tirar toda a roupa. Fiquei pelado. Depois me mandou subir por cima dele, posição 69, bunda virada pro rosto dele. Queria sentir o cheiro do meu pau e do meu cu. Eu obedeci. Aquele pauzão enorme ficou bem na minha cara. Ele passou a língua na cabeça da minha rola e engoliu tudo de uma vez. Eu gemi alto, tentei engolir a dele, mas só conseguia abocanhar a cabeçona. Ele chupava meu saco, lambia meu cu com vontade, enfiando a língua fundo.

Sem perceber, eu já tava de quatro, tentando engolir mais daquele pau enquanto ele me comia com a boca. Ele elogiava:
— Que bunda linda você tem, cara… cu rosado, apertadinho… delícia.

Socava a língua sem parar. Eu delirava. De repente ele me puxou, me deitou no travesseiro e começou a me beijar na boca. Eu, que quase nunca beijava os boys que comia, adorei o beijo quente, molhado, com gosto de tesão. Ele suspendeu minhas pernas, encaixou aquela varona quente na minha bunda, roçando devagar, dando paradinhas na entradinha do meu cu. Eu abria o máximo possível, louco pra sentir aquela cabeçona entrando.

Ele mordiscava meus mamilos, lambia, coisa que eu nunca imaginei que ia gostar tanto. Pediu creme. Mostrei a gaveta. Ele me virou de bruços, abriu minha bunda, deu chupadas gostosas no meu cu e começou a lubrificar. Dedo entrando devagar. No começo incomodou pra caralho, mas ele sabia o que fazia. Massageava, passava mais creme, foi pra dois dedos, depois três. Colocou travesseiro embaixo da minha barriga, levantando minha bunda. Deitou por cima, beijando meu pescoço, mordendo minha orelha e sussurrando:
— Relaxa… abre esse cuzinho lindo como se fosse cagar. Fica bem relaxadinho.

Eu tava louco de tesão.
— Faz devagarinho… nunca dei o cu.

Ele respondeu baixinho no meu ouvido:
— Fica tranquilo. Vai doer um pouquinho no começo, mas logo passa e você vai viciar.

Senti a cabeçona pressionando. Ele continuou mordendo minha orelha. Quando encostou de novo, eu empinei a bunda. Num movimento mais firme, a cabeça entrou. Dor lancinante. Travei o cu inteiro, gemendo.
— Calma… o pior já passou. Relaxa. Você que vai comandar o ritmo agora.

Fui relaxando aos poucos. A dor virou uma mistura quente de prazer. Ele beijava meu pescoço, elogiava meu cu. Começou a bombear leve. Aos poucos aquele pauzão foi entrando todo. Eu sentia cada centímetro me abrindo, me rasgando de um jeito que misturava dor e um tesão absurdo. Quando senti que tava tudo dentro, gemi:
— Caralho, Paulo… entrou tudo…

— Sim, tá tudo dentro. Agora vem a parte boa.

Ele acelerou. Eu implorava:
— Me fode sem dó… arregaça meu cu!

Ele tirava quase tudo e socava forte. Eu nunca tinha sentido tanto prazer na vida. Ele ria safado:
— Tá gostando né, viadinho? Eu sabia que ia te foder gostoso.

A respiração dele ficou pesada.
— Vou encher o cu do meu viadinho de leite quente.

Senti o primeiro jato grosso, quente, enchendo lá dentro. O corpo dele caiu sobre o meu, suado, pesado. Depois ele se levantou, abriu minha bunda, enfiou o dedo e falou:
— Caralho… não sobrou prega nenhuma nesse cu lindo.

Eu toquei com a mão. Tava aberto, latejando. Fomos pro espelho. Ele me colocou de quatro, mandou eu forçar a porra pra fora. Tirou fotos do meu cu arrombado, cheio de sangue misturado com porra escorrendo. Mostrou as imagens. Eu vi meu buraco destruído e senti um tesão estranho.

Nos dias seguintes meu cu doía pra sentar, mas eu não conseguia pensar em foder mais ninguém. Toda vez que me mexia parecia que ainda sentia aquela vara enorme me invadindo. Passados uns dias, enquanto estudávamos, ele pegou minha mão, colocou no pau dele já duro e disse:
— Quero te foder de novo.

Eu respondi que ainda tava dolorido. Ele nem ligou. Levantou e falou:
— Te espero no quarto.

Fiquei puto. Quem ele pensa que é? Mas meu pau tava duro só de imaginar. Fui atrás. Mal entrei, ele já tava com a rola pra fora. Me abraçou, me beijou fundo e disse:
— Tô no maior tesão. Sua bunda não sai da minha cabeça.

Sentiu meu pau duro e sorriu:
— Agora vai ser ainda mais gostoso. Seu cu já tá acostumado com minha vara.

Tirou minha roupa devagar, lambuzou meu cu com creme e falou:
— Olha como seu cuzinho tá piscando pedindo vara… só a minha, né?

Eu gemi:
— Só a sua… mais ninguém.

Ele me deitou, me fodeu sem dó dessa vez. Dor misturada com prazer louco. Depois me puxou pra beirada da cama, posição de frango assado.
— Quero ver a cara do meu viadinho quando eu encher esse cuzinho de leite de novo.

Bombou forte. Eu pedia:
— Arregaça o cu do viadinho… fode sem pena!

Ele segurou meu pau e punhetou junto. Quando gozamos juntos, eu jorrando porra nele e ele me inundando por dentro. A porra escorria toda vez que ele tirava e enfiava de novo.

Desde então ele me fode quando quer. Do mesmo jeito que eu fazia com os outros, ele faz comigo. E os boys que antes vinham dar pra mim agora preferem ele. Ele arregaça todo mundo de um jeito que eu nunca consegui. Sempre que come algum, ele me mostra as fotos – inclusive as do meu cu todo destruído. É a forma dele mostrar quem é o macho de verdade.

Eu continuo me exibindo no vestiário da faculdade, pelado, tomando banho. Mas agora todo mundo sabe que, assim como eles, eu também levei muita vara e viciei. Aliás, acho que a maioria já viu meu cu arrombado pelas fotos que o Paulo espalha.

E você, já sentiu uma vara enorme te abrindo inteiro? Já pediu pra ser arrombado sem dó, misturando dor e prazer até gozar gritando? Se curtiu essa aventura real, imagina as próximas que ainda vão rolar… porque ele não para por aqui. Quer ver mais? Quer saber quando meu cu vai levar de novo ou quando ele vai trazer outro boy pra gente brincar junto?

Pra acompanhar todas as minhas aventuras sem filtro, é só procurar na internet por: www.selmaclub.com e www.bit.ly/telemanu

Comenta aqui qual parte te deixou mais louco… se foi a dor da primeira entrada, o tesão de engolir aquela cabeçona ou a vontade de ver o que vai acontecer da próxima vez que ele me chamar pro quarto. Quem sabe você não aparece numa das próximas histórias? Estou esperando seu comentário pra saber se quer mais detalhes picantes, fotos e vídeos das próximas sessões. Vem junto nessa loucura de Recife, porque o jogo só tá começando… e meu cu ainda tem muito pra aprender.

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Comentários (2)

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  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Beto: Acredito plenamente eu era um verdadeiro comedor de cu até um dia que um amigo que eu comia sempre dedar meu cuzinho. Ele me chupava e quando eu tava gosando ele passou o dedo no meu cuzinho eu gosei muito gostoso aí ele percebeu e pediu para virar a bundinha pra ele pronto fui tomado por um tesão e acabei tomando no cuzinho elé hoje só quer me comer e eu só quero dar sou de Recife também qualquer coisa estou aqui

    Responder↴ • uid:muiqg94x8