Meu sogro, marido de minha esposa, é meu dominador sou o pecado dele.
Nunca pensei que ia me perder tanto assim com ele. Desde que comecei a sair com a filha dele, sempre vi o sogro como um cara que marcava presença — corpo trincado de academia, olhar de quem não pede licença e aquele jeito de macho que sabe exatamente o que quer na vida. Era só uma admiração de longe… até que o desejo resolveu bagunçar tudo.
Ele se chamava Roberto, tinha 48 anos bem vividos, daqueles que malham pesado em Boa Viagem e ainda joga pelada no campo de areia de Olinda nos fins de semana. Postava stories suados, camisa colada no peito largo, e pessoalmente era ainda mais bruto: ombros largos, braços veiosos, uma tatuagem tribal discreta no peito e aquele volume que não dava pra disfarçar nem de bermudão folgado. Qualquer um virava o pescoço quando ele passava, homem ou mulher.
O jogo proibido começou de verdade num churrasco de família em Casa Forte. Eu tava ajudando a carregar as caixas de cerveja pro fundo da casa, perto da piscina, quando ele apareceu no corredor apertado pra dar uma mão. Nossos corpos se encostaram sem querer. A mão dele segurou firme minha cintura pra me equilibrar e, porra, aquele toque demorou um segundo a mais do que precisava. Senti um calor subir pela espinha que eu nem quis nomear.
O dia inteiro ele ficava me olhando de canto, daqueles olhares pesados que queimam. Quando passava perto, roçava o braço no meu, o peito quase encostando nas minhas costas. Eu tentava fingir que não sentia, mas minha cabeça já tava criando cenas que eu nunca imaginei viver.
No fim da tarde, todo mundo tava na varanda rindo alto e ele se ofereceu pra me dar carona até o apartamento em Santo Amaro. No carro, o papo começou bobo — futebol, trabalho —, mas foi descendo pro perigoso. Ele perguntou se eu tava tratando bem “da menina dele” e completou com um sorrisinho safado:
— Porque eu sei que macho novo tem fogo sobrando, né?
Fiquei mudo uns segundos. Ele não esperou. A mão grande pousou na minha coxa, primeiro de leve, depois subiu devagar, apertando a carne. Meu pau respondeu na hora, endurecendo dentro da bermuda. Ele percebeu, olhou de lado e só sorriu, satisfeito.
Depois daquele dia, as provocações viraram vício. Quando íamos pro clube em Piedade jogar uma pelada, ele sempre entrava no mesmo vestiário que eu. No começo eu tentava disfarçar, mas era impossível não olhar: peito definido, barriga tanquinho mesmo aos 48, coxas grossas e aquele pau pesado balançando quando ele tirava a cueca. Num sábado quente pra caralho, o vestiário ficou vazio e ele, pelado, deixou escapar:
— Agora entendo porque minha filha não te larga… com essa rola grossa aí, hein?
Olhou direto pro meu pau, que endureceu instantaneamente. Ele se aproximou, o vapor do banho ainda subindo, cheiro de sabonete misturado com suor masculino. Meu coração batia na garganta. Não sei quem se moveu primeiro, mas de repente a mão dele tava envolvendo meu pau por cima da toalha.
Eu respirei fundo, tremendo. Olhei pra baixo e vi o dele já meio duro, latejando, cabeça rosada brilhando. Toquei sem pensar. Ele soltou um gemido rouco, baixo, que me deixou louco.
— Tranca a porta, garoto — mandou, voz grossa.
Eu obedeci. Quando voltei, ele encostou a testa na minha, mão ainda me apertando.
— Quer isso de verdade? — perguntou, mas já sabia a resposta.
Empurrei a toalha dele pro chão. Ajoelhei ali mesmo, molhado, e dei a primeira lambida tímida na glande. O gosto era quente, salgado, viciante. A segunda lambida já foi com fome. A terceira me fez esquecer que eu tinha uma namorada esperando em casa. Passei a língua toda no tronco, circulei a cabeça, chupei o freio devagar. Ele segurou minha nuca com firmeza, respirando pesado.
— Caralho… assim, vai fundo.
Eu afundei a boca, engolindo o máximo que conseguia, saliva escorrendo pelo queixo. Ele gemia baixo, quadril mexendo devagar. Quando tirei com um estalo molhado e olhei pra cima, vi um homem faminto.
Ele me levantou, me prensou contra o azulejo frio e desceu minha bermuda. Cuspiu na mão, espalhou no meu pau e começou a me bater com ritmo perfeito, boca no meu pescoço, mordendo, lambendo. O beijo veio bruto, línguas se embolando. Eu tava perdido.
— Aqui não dá — ele rosnou de repente, parando. — Quero te comer com calma, sem ninguém pra atrapalhar.
Saímos do clube com o corpo ainda molhado por baixo da roupa. No carro dele, indo pro apartamento em Boa Viagem, eu só pensava: “tô ferrado… e tô gostando pra caralho”.
No apartamento, mal fechou a porta e já me prensou na parede, boca na minha, mão dentro da bermuda. Fomos tropeçando até o quarto. Ele me jogou na cama, tirou a camisa devagar, me olhando como quem grava cada detalhe. Ajoelhou, abriu minhas pernas e desceu a boca. Sugou com vontade, língua trabalhando o sulco, chupando as bolas, voltando pra glande. Eu gemia, mão no cabelo dele, puxando.
Quando senti que ia gozar, pedi:
— Quero você dentro de mim.
Ele sorriu, virou-me de bruços. Abriu minha bunda com as duas mãos grandes, cuspiu no rego e lambeu meu cu sem pudor. A língua quente, molhada, entrando devagar. Eu mordi o travesseiro, gemendo alto. O dedo lubrificado entrou fácil depois, depois dois. Doía um pouco, queimava, mas era uma dor gostosa que me deixava mais louco.
— Relaxa pra mim — murmurou, voz rouca.
Passou bastante lubrificante, posicionou a cabeça grossa e empurrou devagar. A entrada foi fogo puro. Eu arfei, corpo tenso.
— Respira, vai… — ele sussurrou, beijando minhas costas.
Centímetro por centímetro ele foi entrando. Quando estava todo dentro, eu me sentia completamente cheio, arrombado de um jeito delicioso. Ele ficou parado, mão no meu pau masturbando devagar, até eu começar a empinar pedindo movimento.
Começou a meter. Devagar no começo, depois mais fundo, mais forte. O som de pele contra pele enchia o quarto. Eu gemia sem vergonha, empinando mais.
— Tá gostoso? — perguntou, batendo fundo.
— Porra, tá… mete mais — respondi, voz embargada.
Ele acelerou, uma mão na minha nuca, a outra na cintura. Gozei primeiro, jorrando no lençol, corpo tremendo inteiro. Os espasmos apertaram ele por dentro e ele rosnou, metendo mais duas vezes fundo antes de gozar também, pulsando quente dentro da camisinha.
Ficamos ofegantes, suados. Ele saiu devagar, me virou e me beijou com gosto de sexo.
— Ainda quero mais — disse, sorrindo.
E teve mais. Na segunda rodada ele me chupou até eu implorar, depois me comeu de lado, devagar, sussurrando no meu ouvido coisas safadas que me faziam arrepiar. Gozei de novo com o dedo dele no meu cu e a boca no meu pau.
No banho, brincamos de novo. Eu lavei aquele corpo todo, mordi o ombro largo, senti o pau dele endurecer na minha mão. Na cozinha, de toalha, tomando cerveja gelada, ele encostou no balcão e disse baixinho:
— Isso aqui pode complicar tudo… mas eu não consigo parar de pensar em te comer de novo.
Eu ri, nervoso e excitado:
— Então não para.
Voltamos pro quarto. Dessa vez ele me comeu de quatro, mais forte, mão puxando meu cabelo. Doía gostoso, o cu ardia, mas eu queria mais. Quando ele gozou pela segunda vez, gemeu meu nome inteiro — “Alexandre…” — e eu senti um tesão que nunca tinha sentido.
De madrugada, deitado com o braço dele pesado na minha cintura, eu já pensava no próximo encontro. No vestiário do clube, no carro estacionado em algum lugar escuro de Olinda, quem sabe até uma rapidinha na praia de Boa Viagem de madrugada.
Acordei com ele me olhando, sorrindo.
— Fica mais um pouco — pediu.
Fiquei. E quando saí, já com o corpo marcado, ele me deu um beijo na porta e disse:
— Joga hoje à tarde?
— Jogo.
— Então chega cedo… a gente aquece no chuveiro antes.
Sorri de volta, sabendo exatamente o que “aquecer” significava.
No ônibus de volta pra casa, o celular vibrou. Mensagem dele:
“Leva camisinha extra. E bastante lubrificante. Quero te ver gemendo de novo.”
Respondi com uma foto minha sorrindo torto:
“Eu sou o pecado que você quer repetir todo fim de semana.”
E era verdade. Eu não sabia onde isso ia parar — com a namorada, com a família, com tudo. Mas sabia que ia querer mais. Muito mais.
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Comenta aqui embaixo qual parte te deixou mais excitado, se você já viveu algo parecido ou se quer que eu conte a próxima vez que ele me comeu no carro parado na beira da praia de Piedade. Quem sabe sua curiosidade não vira mais uma história pra gente compartilhar?
Tô esperando seu comentário, safado.
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