Coisa de criança? - Parte 4: Nossa primeira vez juntos
Eu não sabia quase nada, e ela menos ainda. Melhor é aprender juntos. Uma irmã gêmea perfeita. Saga dos Gêmeos.
Jéssica respirava como se tivesse corrido por quilômetros, estava suada, os cabelos molhados como se tivesse acabado de sair do banho. Ela tentou se virar, mas as pernas falharam, como se estivesse muito fraca. Ajudei ela a se virar. A luz do sol começava a entrar pela janela, já eram umas oito da manhã. Aquele corpo iluminado pelo sol era lindo, chegava a refletir pelo suor.
Deitei sobre ela, beijando aqueles lábios que eram só meus. Encaixei meu pau por baixo da sua bocetinha, esfregava ele devagar próximo ao seu cú.
“Você tá bem Jess?” Ela apenas me olhava, parecia distante. Mas não triste ou preocupada.
“Doeu um pouco. Mas foi muito gostoso também. Eu achei que eu ia desmaiar. Eu não conseguia respirar direito.”
“E agora, como você está?”
“Bem, mas não consigo parar de tremer…”
Ela realmente ainda vibrava, principalmente na região da barriga e das coxas.
“Vem, vamos tomar um banho Jess, depois a gente continua.”
“Eu quero agora, quero você dentro de mim. Vem? Você precisa gozar também… Você prometeu!”
“Calma, vamos tomar banho e comer um pouco. Aí a gente faz, eu juro.”
A força nas pernas dela tinham voltado, mas ela ainda tremia e estava difícil andar, tudo me preocupava, tudo me dava medo, e se eu machuquei ela? Engraçado… Isso já tinha acontecido comigo uma vez, de perder a força das pernas. A primeira vez que eu e o Thiago brincamos sozinhos, sem os outros.
Ajudei ela até o banheiro, entramos na água quente, e aquele foi um banho diferente, geralmente quando tomamos banho juntos, ficamos rindo, cantando, brincando com espuma. Mas dessa vez ficamos abraçados. Nos beijando. Eu a segurava pela bunda. Mantinha ela em pé. Quando senti que ela estava relaxada, lavei seu corpo com sabão, depois seus cabelos. Usei os dedos para lavar cada dobrinha de sua pequena boceta rosada. Lavei sua bunda, que ainda tinha um pouco de creme. Passei levemente os dedos pelo seu cuzinho. Ela não reclamou de dor. Ainda bem. Mas eu o senti aberto e um pouco inchado. Saímos do box, sequei seu corpo com a toalha, corri no quarto de nossa mãe e peguei seu secador de cabelo. Esse banho deve ter demorado quase uma hora. O melhor banho de nossas vidas.
Comemos o Café que nossos pais tinham preparado para a gente. Realmente estávamos com fome. Jessica saiu da cadeira onde sempre senta e veio no meu colo de ladinho. Nós dois ainda estávamos nús. Ela passou a pegar biscoito e me dar para morder, depois comia o resto. Meu pau estava doendo de tão duro que estava. Eu sabia que assim que entrasse naquele cuzinho eu iria gozar. Não tinha como eu aguentar. Eu ia decepcionar a Jess. Falei isso pra ela. E ela riu.
“Vem cá. Minha vez agora.”
Ela me puxou pra sala. Sentei no sofá. Ela foi até o aparelho de som e ligou uma música. Veio até mim e ficou de joelhos.
“Jess, você vai me…”
Ela segurou meu pau com a mão, muito forte. Sem saber o que fazer. Eu já sentia meu gozo chegando. Ela aproximou os lábios e beijou a cabeça. E aí abraçou ela com os lábios. Ela chupou com força, como achava que tinha que fazer pelos vídeos que viu. Eu gozei, ela não sabia como seria e então continuou, chupando. Ela não fazia o típico vai e vem de uma chupada, apenas sugava com força, sua língua quente passava por cima da cabecinha do meu pau. Eu gemia, alto. E ela continuou. Eu tirei energia de algum lugar pra pedir pra ela parar e ela parou, assustada.
Depois eu perguntei se ela sentiu os jatos, ela só me respondeu que sentiu o gosto. E que não era ruim…
“Foi ruim?” Ela parecia triste, me olhando com aquela carinha cheia de duvidas.
Eu não respondi, pulei nela, no chão, beijando, dizendo que tinha sido a melhor coisa do mundo, que eu a amava. Ela ria, feliz, nunca antes a gente foi tão unido como naquele momento, nem mesmo na barriga de nossa mãe.
“Agora faz o que prometeu?”
“Faço!”
Voltei a beijar aquele corpo, desci em direção aos seus pequenos mamilos, depois até sua barriga, e então cheguei naquela boceta perfeita. Agora eu sabia onde ela gostava, como fazer, lambia… chupava… mordia.... Deixava minha língua ir até seu cú e voltava até o clitóris. De dia, sem cobertas e sem o medo de ser pegos era perfeito.
Ela foi girando seu corpo, até ficar de bundinha pra cima, então subiu com os braços no sofá. Aquela bunda perfeita me olhando, seu cú piscava pra mim, ele não estava mais rosinha como antes, estava um pouco avermelhado e aberto.
“Vem, faz igual você faz com seus amigos.”
“Deixa eu pegar o creme…”
“Não, igual você faz com eles. Eu quero daquele jeito.”
“Tá bom”
Subi com a língua pelas suas coxas, quando cheguei próximo a sua buceta, Jess empinou ainda mais a bunda. Minha língua entrou pelo início de sua buceta e fui subindo com ela até seu cú. Nem me preocupei se ela iria achar nojento, mas fiquei passando a lingua nele. Deixei ele bem babado. Meu pau já estava doendo de tão duro. Me posicionei atrás dela.
“Tem certeza Jess?”
Mas eu não esperei a resposta dela, nem precisava. Forcei a cabecinha naquela portinha e fui entrando, centímetro a centímetro. Até chegar no final do meu pau.
Ela puxava o ar como quem sofria um pouco. Seus gemidos eram mais como suspiros. Mas comecei o caminho de volta por aquele cú apertado. Agora tendo um cu virgem como referência, eu sei como o dos meus amigos já não tem esse aperto todo. Logo o cuzinho de Jess também vai ficar molinho como o deles.
“Eu quero te comer todo dia princesa.”
“Eu também quero issssssooooo”
Tentei alguns vai e vem ritmados, mas sempre ela trancava o cuzinho. Impedindo de fazer. Ela não conseguia relaxar completamente.
Com a mão por baixo, passei a masturbar ela. Aos poucos ela foi relaxando e afrouxando seu cú. Muito rápido eu consegui entrar e sair sem ela trancar. Ela foi com sua mão por sobre a minha e passou a se masturbar, deixei isso com ela e a segurei pela cintura, quando dei por mim eu estava fodendo ela como fazia com meus amigos. O som do meu corpo batendo no dela ecoava pela casa.
Eu senti o seu gozo vindo, primeiro com seu gemido que começou baixo e aos poucos foi se transformando quase num grito baixo. Seu cú tinha pequenos espasmos, apertava e soltava e depois forçava meu pau com força pra fora, mas eu não deixava ele sair. E depois repetia o ciclo.
O meu gozo também estava chegando. Eu não iria aguentar muito mais. Torcia pra ela gozar logo e eu poder gozar junto.
Então, me assustando, ela praticamente ficou ereta, meu pau quase saiu de dentro dela. Ela não fazia nenhum som. Ela começou a vibrar e depois tremer. E então, do mesmo modo que ficou ereta, se deixou cair no sofá. E eu gozei. Meu pau tinha saído de dentro dela e jorrava alguns jatos nas suas coxas. Cai sentado para trás, sem forças. Enquanto ela tinha desmaiado de cara no sofá…
Continua…
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)