Saga de uma puta
Nenhuma mulher pode dizer que teve prazer com seu marido, se não comer o cuzinho dele
Sou a Silvana, criada no ABC-Paulista, aos dezesseis anos, morava com minha mãe, minha irmã e meu irmão em um apartamento de um quarto, isso no início dos anos oitenta. Vivíamos de um pequeno salão de beleza de propriedade de minha mãe, naquela época, eu dava para os rapazes por prazer. Uma manhã, quando estávamos ainda fazenda a faxina no salão, apareceu uma mulher que queria um serviço completo, depilação, cabelo, unha, ...Como minha mãe ainda não estava no estabelecimento e por ser a mais habilidosa, passei a cuidar dela e ela me contou que trabalhava nas bocas em Santos que é uma Cidade do Litoral com um porto enorme e passamos praticamente o dia conversando. Algumas semanas depois minha mãe resolveu levar o namorado para dormir em casa, obrigado eu e meus irmãos a dormirmos amontoados na sala, foi nessa época que um ato corriqueiro mudou minha vida, saí de um baile e fui dar para um rapaz que meu irmão estava querendo para ele. Meu irmão chegou em casa e fez a cabeça da minha mãe dizendo que eu estava de olho no namorado dela, quando cheguei em casa já no domingo cedinho, minhas coisas estavam em uma trouxa que minha irmã me entregou dizendo que minha mãe não me queria em casa. Com a trouxa nos braços, sem saber para onde ir, lembrei da conversa com a mulher e das referencias que ela tinha dado, usei todo o dinheiro que tinha no bolso para pagar o ônibus e fui para Santos. Uma das coisas que eu tinha gravado da conversa era o nome da rua que tinha na época dezenas de puteiro. Perguntando para um e para outro, acabei encontrando a tal rua. Andei algumas quadra na rua famosa e uma puta já meio bêbada na hora do almoço, me fala: "Já estive na sua situação, com usa carinha de menina e com esse corpão de mulher, toma cuidado para a polícia não te pegar, eles acham que aqui não é lugar para menores". Foi meu primeiro choque de realidade, mas sem alternativa, cansada, com sono, com fome e sem um centavo no bolso, fui abordada por um "marinheiro" que falou em inglês comigo, não entendi uma palavra, para minha sorte, aquela puta que a pouco tinha falado comigo parou ao lado e fez a tradução, o "embarcado", como ela chamava, estava oferecendo o que ela chamou de uma grana preta para me levar para um hotel, pedi a ela que intermediasse o negócio, e chegaram a um acordo, o que para ele era um valor normal, para as putas ali era um ótimo programa cento e cinquenta dólares americanos. Topei na hora e entrei no hotel com o embarcado, o porteiro cobrou um valor a mais por perceber que eu era menor, o homem nem discutiu, pagou e chegamos a uma suíte cheia de espelhos, carpete, luzes, coisas que eu nunca tinha visto, fiquei maravilhada e o patrocinador me levou para o chuveiro com uma vazão impressionante, o chuveiro de casa saia um fiozinho de água e naquele hotel ela caia como uma verdadeira ducha. O estrangeiro alisou todo meu corpo, eu inexperiente com homens adultos, fiquei super excitada e fui nuazinha para a cama, achando que ele ia me penetrar, gozar e pronto, mas ele abriu minhas pernas e pela primeira vez na vida, senti uma língua na minha buceta e gozei muito na boca dele, logo depois outra novidade, o camarada enfiou o pau dentro de uma camisinha, achei o máximo e fui penetrada pela primeira vez como profissional. Sem presa, depois da primeira metida, peguei o interfone para pedir um sanduiche e refrigerante e o gringo falou várias coisas inclusive uma palavra que eu conhecia e pedi uma cerveja para ele. Naquele fim de tarde, o macho me comeu mais duas vezes e eu adormeci. Quando acordei, ele tinha ido embora e deixado duzentos dólares na mesinha de cabeceira, era madrugada. Achando que o restante do dinheiro era para pagar as despesas da copa, saí sorrateiramente de posse do dinheiro. Voltei a caminhar pela das puta, a rua General Câmara e encontrei um bar grandão ainda com movimento e bem animado, quando passa por mim duas putas abraçadas com cinco embarcados de origem asiática, um deles passou a mão na minha cintura e me levou para dentro do bar, sentamos em uma mesa onde já haviam vários outros homens com a mesma aparência, que vim saber mais tarde serem filipinos e eu escondi no canto minha trouxa de roupas em um cantinho, eles continuaram a beber como uns loucos, passado algum tempo, já com os primeiros raios de sol aparecendo no horizonte, usando as "colegas" como interprete daquela língua estranha, topei fazer um programa no hotel ao lado, subimos em bloco, umas cinco mulheres e uns oito caras, na portaria foi uma confusão e quando me dei conta, eu estava na suíte com dois daqueles olhos rasgados . Não foi novidade chupar as rolas deles, eu já tinha feito de graça quando morava com minha família e fomos os três nus para a cama e aí que as coisas se complicaram, por sinais, entendi que era para ajoelhar com a perna aberta encima de uma daquelas pirocas e fiz com prazer, mas o outro deitou por cima de nós e mesmo bêbado, o desgraçado acertou meu cuzinho virgem, gritei de dor, esses achando engraçado me seguraram e continuaram metendo em mim na minha primeira dupla penetração e eu chorei muito tendo o cu dilacerado. Os dois comedores fizeram uma vaquinha e me pagaram oitenta dólares. Saí do hotel com a rosca em brasa e encontrei uma das meninas que fazia parte do grupo que eu tinha conhecido na madrugada e ela me falou que no "muquifo" que ela morava tinha um quarto para alugar, fui com ela, aluguei o quarto dando início assim a minha saga de puta.
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