Uma ajuda e comecei
A Márcia passou em casa no Domingo. Já se tornara praxe sairmos para darmos uma volta, um shopping, parque, a ideia era tirar do mofo do lar e também acompanhá-la pois a Márcia vinha de divórcio, a filha dela já estava casada e acabei fazendo ótima amizade. Aproveitei para conversar com ela sobre assuntos pessoais e pedi segredo. Boa ouvinte e orientadora, estes papos eu guardava e ao falar sobre namoradas, acabei revelando uma vontade: sexo com homens! Ouvi da Márcia:
- Já fez?
- Ainda não.
- Experimenta.
- Com quem?
Ela ficou pensando e eu olhava uma pomba pousar na mesa do parque.
- Não tem um amigo?
- Não.
Márcia, preta, baixa e gorda, cinquenta e dois anos, olhou o Fabiano, eu, branco, magro, olhos castanhos e com cabelos pretos só com dezesseis anos. Demos uma volta no parque e voltamos para casa. Semana seguinte, falou:
- Resolveu?
- Nada.
Ela olhou o nada e fez uma cara de lamento. Comentou que era ruim ficar na vontade e concordei com ela. Dava para perceber que ela queria ajudar e falou:
- Eu vou tentar te ajudar mas não fala para ninguém.
- Tá.
Durante a semana, ela ligou e passei em sua casa. Falou que tinha um conhecido dela, o cara era chegado nestas coisas e falou se eu não queria conhecer o cara.
- Claro.
- Olha, não fala para ninguém.
- Eu sei.
- Ele vem aqui no Sábado a tarde. Fica de olho no celular que te dou um toque e você vem.
- Beleza.
Pintei no dia, Márcia e ele estavam na lá assim que cheguei. Cumprimentei os dois e fomos para a cozinha. Um cara preto e magro, baixo, bigode, rosto comprido, coloque uns quarenta e dois anos, boné na cabeça e avental todo pintado, ficou conversando com ela e estudando o meu jeito calado e tímido. Serviu um suco e trocamos olhares. Uns dez minutos da minha chegada, ela falou:
- Vocês fiquem aí que vou fazer as unhas e vocês se conhecem melhor.
Soltei um tá e ela sumiu rápido. Acompanhei no portão e ela falou:
- Fica entre nós. Aproveita.
Sorri e voltei para a cozinha. Cara simples, pintor, ele já foi entrando no assunto:
- Já deu?
- Não. Queria saber como é.
- É bom.
Levantou e acompanhei até o fundo da casa da Márcia. Por lá, há um quartinho para visitas, um muro alto com a porta ao lado encerra o ambiente. Fechou a porta e falou:
- Tira a roupa.
Envergonhado, fui tirando e sua pica preta apareceu sendo alisada. Dura, aquilo subiu minha tara na hora! Fiquei bem hipnotizado com aquilo, olhei nos olhos dele e ouvi:
- Só encosta na parede.
As pernas deram uma tremida após ele abrir a minha bunda e mandar uma cuspida no meu cu!
- Bunda bonita.
Senti arrepio e distraído, fui pego de surpresa com a penetrada! Zonzo, ele mandou ver! O corpo começou a ter reações como respirar mais rápido, dor interna, senti uma socada forte no fundo do cu com a cabeça do pau! O rosto ficou mais corado e o sangue esquentou!
- Ai, Pernambuco, ai, ai!
- Relaxa.
Colocou um sexo rápido e eu fiz caretas, gemi e fechei os olhos sentindo o vai e vem. Aos poucos, aceitei a relação. Botando as mãos na minha bunda, ficou fodendo! Meu corpo estava em transformação, eu deixei acontecer e após duas estocadas fortes, enterradas, ele tirou e senti um líquido escorrer da bunda! Passei a mão, era esperma! Olhei e sorri de leve, dor forte, meu rabo estava aberto e ganhei papel higiênico para limpar. Havia sangrado um pouco e limpei tudo aquilo. Falei:
- Dói.
- Você acostuma. Quando faz mais, ela some.
Será? Tomei um banho, cu grudando, porra descendo pelo meu saco e pernas! Voltamos à cozinha e ficamos até a hora que a Márcia voltou, ele agradeceu e caiu fora. Curiosa, perguntou:
- E aí?
- Achei diferente.
- Gostou?
- Gostei. Esquenta.
Ela riu de leve e serviu mais suco. Falou:
- É assim mesmo. Você está começando.
Em casa, pensei em tudo. O silêncio dele no ato, a rapidinha feita, o meu cu doía e tentei aliviar na água gelada pois estava latejando.
Durante a semana, o Pernambuco queria de novo e a Márcia liberou a sua casa para nova foda!
Desta vez, mamei e gostei, achei legal chupar pau, dei de quatro e por fim, cavalguei na vara! Acostumei melhor nesta posição, sorri de olhos fechados e fiquei sentando meu cu até o talo! Gostoso! Cruzou os braços no meu corpo e tomei surra de pica preta!
- Ai, ahh, ahhh, ahhh!
Fazendo caretas e gaguejando, pau preto e cu branco entraram em sintonia! Fodendo bem e rápido, eu percebi que o Pernambuco era safado botando meu rabinho branco para esquentar e fiquei mais excitado! Deu um tapa na minha bunda e levantei.
- Ajoelha e chupa o pau!
Fiz e em poucos segundos, eu ganhei esperma na língua, fui soltando! Gosto salgadinho, dissolve gostoso, ele foi lambuzado minha cara com o pau! Fiquei completamente melado na face e lábios! O queixo babava!
- Agora se limpa.
Sorri e trocamos mais olhares. Tive excelente impressão desta vez! Certamente, eu continuaria se ele pedisse mais em outra oportunidade!
Tomei um banho e aguardamos a volta da Márcia. Assim que ela chegou, ele agradeceu e caiu fora.
- Tá gostando, né, danado?
- É bom.
Agradeci a Márcia. Não fosse ela, não teria começado. Falou:
- Precisando, já sabe.
Márcia nunca abriu a boca. Gostei e agora precisava seguir em frente.
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