#Incesto #Teen

Dilema íntimo entre Irmãos Parte 6

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Samy

O silêncio que veio depois era diferente dessa vez. Não era o silêncio carregado antes de uma tempestade de tesão, nem o zumbido saciado depois de um gozo brutal. Era um silêncio oco, ecoante, cheio dos fantasmas das palavras roucas dela e do gosto persistente de violação nas línguas dos dois. Eu a segurava, sentindo os finos tremores que ainda corriam pelo corpo dela, mas minha mente era um redemoinho, me sugando pra um lugar escuro e frio.

“Samy?” A voz dela era um arranhão doloroso contra o silêncio. “Você ficou rígido.”

Eu nem tinha percebido. Forcei os músculos a relaxarem, minha mão voltando a acariciar devagar o cabelo dela. “Tô aqui.”

“Não, você não tá. Tá em outro lugar.” Ela se afastou um pouco do meu peito, o suficiente pra olhar pra cima. Os olhos inchados e vermelhos vasculharam meu rosto. O aspecto inchado e machucado dos lábios dela era uma acusação nua. “Fala comigo.”

O que tinha pra dizer? Que a coisa que a gente tinha acabado de fazer, o ápice absoluto das minhas fantasias mais escuras, tinha me deixado mais vazio do que nunca? Que ao possuí-la tão completamente, eu sentia que tinha perdido uma parte de mim? As palavras eram pesos de chumbo na minha garganta.

“A gente não pode ligar dizendo que tá doente amanhã,” eu disse, a frase caindo com um baque surdo.

Ela piscou. “O quê?”

“A gente tem que ir. Você pra escola, eu pro trabalho. A gente tem que… tem que ver se ainda consegue funcionar lá fora. Depois… disso.” Meu gesto foi vago, abrangendo o quarto, os lençóis sujos, os cintos jogados, nós dois.

O rosto dela desmoronou, uma máscara de mágoa e confusão. “Por quê? Por que a gente ia querer? A bolha é segura. Aqui dentro é só você e eu e o que a gente precisa.”

“Porque a bolha é uma mentira, Lara!” As palavras explodiram, mais altas do que eu pretendia. Vi ela se encolher. Respirei fundo, baixando a voz. “É uma mentira linda, fodida, incrível. Mas não é sustentável. A gente come pizza até o dinheiro acabar. A gente fode até os corpos desistirem. E depois? O mundo ainda tá lá. Nossos avós ainda tão lá. Meu emprego, sua escola… isso é a realidade. Isso…” Olhei ao redor de novo, “…isso é um delírio febril.”

Lágrimas voltaram a encher os olhos dela, mas essas não eram as lágrimas de submissão extasiada. Eram lágrimas de traição. “Então ontem à noite, e hoje de manhã, e… e isso…” ela grasnou, apontando fracamente pra própria garganta, “…isso foi só um ‘delírio febril’? Algo pra passar o tempo até a vida real bater na porta?”

“Não! Meu Deus, não, Lara. É tudo. É mais real pra mim do que qualquer coisa já foi. Esse é o problema do caralho!” Sentei, passando as mãos pelo rosto. O cheiro de sexo, suor e dela estava em mim inteiro. “Você não vê? Quanto mais real parece aqui dentro, mais o mundo lá fora parece de papelão. Falso. Sem sentido. E a gente não pode viver só num quarto pra sempre, fingindo que o resto do planeta não existe.”

Ela ficou quieta por um longo momento, encarando o travesseiro manchado de gozo ao lado. “Você tá com vergonha,” ela sussurrou finalmente.

“Tô apavorado,” eu corrigi, a confissão me deixando em carne viva. “Tô apavorado de amar isso. De amar você assim. De que a ideia de você sair por aquela porta pra ir fazer cálculo, com meu gozo provavelmente ainda dentro de você de antes, me dê vontade de te trancar nesse apartamento pra sempre. Isso não é amor, Lara. Isso é posse. Isso é doença.”

“Quem disse que não pode ser as duas coisas?” A pergunta foi tão quieta, tão simples, que cortou todo meu raciocínio embolado. Ela sentou devagar, fazendo careta, puxando o lençol pros ombros. “Quem inventou a regra de que amor tem que ser limpo, seguro e aprovado por todo mundo? Nosso amor nunca ia ser assim. Nasceu num acidente de carro e cresceu na dor compartilhada. Sempre ia ser bagunçado, desesperado e faminto. Então ficou faminto por isso.” Ela apontou entre nossos corpos nus. “Por que isso é tão errado?”

“Porque vão te tirar de mim!” O rugido veio de um lugar de pânico puro e infantil. “Se alguém descobrir, se tiver nem que seja um sussurro, vão chamar de abuso. Vão dizer que eu te coagi, te manipulei. Vão me botar numa cela e te mandar pra algum terapeuta que vai tentar te convencer que isso foi tudo resposta a trauma. Vão nos apagar.”

O medo pairava no ar, vasto e frio. Era o pavor não dito que espreitava em cada sombra, atrás de cada gemido.

Lara me encarou, a expressão mudando de mágoa pra algo mais duro, mais resolvido. Ela rastejou pela cama na minha direção, se movendo rígida, o lençol caindo. Ajoelhou na minha frente, os joelhos dos dois lados das minhas coxas. As mãos subiram pro meu rosto, me forçando a olhar pra ela. Os polegares roçaram minhas maçãs do rosto.

“Escuta aqui, Samuel. Escuta. Ninguém vai me levar pra lugar nenhum. Eu tenho dezoito anos. Sou adulta. Isso…” ela pressionou o corpo contra o meu, “…é entre dois adultos. Você não me coagiu. Eu implorei. Eu exigi. Eu precisava. Essa é a minha resposta ao trauma, tá? É assim que eu escolho me curar. Com você. Dentro de mim, em mim, na porra da minha garganta.” A voz dela, mesmo destruída, era feroz. “Deixa eles falarem. Deixa eles pensarem o que quiserem. Eles não definem o que a gente é. Só a gente define.”

As palavras dela eram um bálsamo e uma marca. Aliviavam a borda mais afiada do meu medo, mas também queimavam com a responsabilidade aterrorizante da fé absoluta dela. Ela estava me entregando as rédeas de uma realidade que só a gente podia habitar.

“O que a gente é, então?” eu perguntei, a voz mal um sussurro.

Um sorriso lento e malicioso tocou os lábios arruinados dela. Era uma visão dolorosa e linda. “A gente é a gente. Irmão e irmã. Amantes. Somos… tudo um do outro. E agora, seu tudo tá com medo e precisa que você pare de pensar com o cérebro culpado e comece a sentir com as mãos.” Ela pegou uma das minhas mãos e guiou entre as pernas dela. “Sente isso? Eu ainda tô molhada por você. Mesmo depois daquilo. Mesmo depois dessa conversa assustadora. Minha boceta não liga pro amanhã. Só sabe que pertence a você.”

Meus dedos deslizaram pelas dobras inchadas e escorregadias. Ela estava dizendo a verdade. Os lábios da boceta estavam fofos e quentes, encharcados de um novo fluxo de tesão. Os cachos grossos estavam grudados com os restos das nossas misturas anteriores, mas por baixo, o centro dela era uma fornalha. Um gemido suave e necessitado vibrou na garganta machucada dela enquanto eu circulava a entrada.

“Viu?” ela respirou, a testa encostada na minha. “Isso também é real. Essa conexão. Essa necessidade. Não é mentira. É a coisa mais verdadeira que já conheci.”

O conflito dentro de mim não sumiu, mas foi afogado por uma maré crescente de outra coisa — um amor feroz e protetor que estava inextricavelmente torcido com tesão. Ela estava certa. Estávamos em território desconhecido. Não tinha mapa pra isso. A gente tinha que fazer nossas próprias regras.

Minha outra mão subiu pra segurar a nuca dela, os dedos se enroscando gentilmente no cabelo. “Dói em mim ver seus lábios assim,” eu murmurei, passando o polegar na curva inchada do lábio inferior.

“É uma dor boa,” ela insistiu, beijando meu polegar. “É um lembrete. Uma marca. Quero olhar no espelho amanhã e sentir. Quero que arda quando eu falar. Quero que cada dorzinha sussurre seu nome.”

As palavras dela eram um veneno que eu bebia de bom grado. O resto da minha resistência desmoronou. Se essa era nossa realidade, então eu ia viver nela com ela, por inteiro.

“Então deixa eu te dar outro tipo de lembrete,” eu disse, a voz caindo num rosnado baixo e íntimo. “Um mais quieto. Um que é só sobre essa… conexão.”

Eu me mexi, deitando de costas na cama e puxando ela junto, até ela ficar montada nos meus quadris. Meu pau, que tinha amolecido durante a conversa, já estava voltando à vida, cutucando o calor escorregadio da bunda dela. Ela olhou pra baixo pra mim, os olhos questionadores.

“Quero olhar pra você,” eu expliquei. “Quero ver seu rosto enquanto eu tô dentro de você. Sem foder. Sem punir. Só… estar juntos. Sentir você. Você consegue? Consegue me cavalgar devagar? Deixar eu te ver?”

O pedido, tão gentil comparado ao que veio antes, pareceu desarmá-la. A defensiva feroz derreteu, deixando uma ternura vulnerável e aberta. Ela assentiu, uma lágrima fresca escapando. “Sim. Quero isso.”

Ela esticou a mão entre nós, a mãozinha envolvendo meu pau. Guiou ele pra entrada dela, a cabeça larga e escorregadia pressionando a abertura encharcada. Manteve meu olhar enquanto começava a descer.

A sensação era exquisita, um alongamento lento e queimante que era só sobre plenitude, não força. Eu observava o rosto dela, cada microexpressão. O franzir inicial das sobrancelhas quando a coroa grossa rompeu ela. O tremular dos cílios ao me pegar mais fundo. A abertura dos lábios machucados num suspiro suave ao afundar, afundar, até a bunda descansar nas minhas coxas e eu estar enterrado até a raiz dentro dela.

“Ahh… Samy…” ela respirou, a voz um suspiro destruído e lindo.

“Tô aqui,” eu sussurrei, as mãos descansando nos quadris dela. “Todo eu. Bem aqui com você.”

Ela começou a se mover. Não o balanço frenético e desesperado de antes, mas um rolamento lento e ondulante dos quadris. Uma moagem sensual. Os músculos internos se contraíam ao meu redor num pulso lento e ritmado, um punho de veludo ordenhando meu comprimento com intenção gentil e possessiva. Aperta… solta… aperta…

A visão era hipnótica. Os peitinhos pequenos balançavam suavemente com o movimento, os mamilos duros, pontos escuros. As marcas leves dos cintos ainda visíveis nos pulsos. O vermelho furioso da bunda bem espancada tinha desbotado pra um brilho quente e rosa. E o rosto dela… o rosto era uma tela de sentimento puro e sem filtro. Os olhos travados nos meus, arregalados e confiantes, nadando de emoção. Os lábios machucados ligeiramente entreabertos, cada expiração suave uma promessa sussurrada.

“Isso,” ela gemeu, as mãos descansando no meu peito pra se equilibrar. “Isso é o que eu queria dizer. Não é só a foda. É… isso. A forma como você me enche. A forma como sinto cada centímetro de você, quente e duro, bem no centro de mim. É como se você estivesse tapando um buraco na minha alma que eu nem sabia que existia.”

As palavras dela me despedaçaram. Estiquei a mão, traçando a linha do maxilar dela. “Você me enche também, Lara. Sempre encheu. Desde crianças. Você era a única luz no escuro depois da mamãe e do papai… e agora… você é meu sol. Meu ar. Meu vício do caralho.”

Ela se inclinou, apoiando as mãos dos dois lados da minha cabeça. O cabelo caiu ao nosso redor como uma cortina, bloqueando o quarto, o mundo. Beijou-me, e foi terno e desesperado ao mesmo tempo. Os lábios estavam doloridos, o beijo desajeitado e molhado, mas carregava o peso de mil votos não ditos. Eu sentia o leve gosto de ferro do sangue da garganta abusada, o sal das lágrimas, o sabor único, almiscarado-doce que era só dela.

Ela quebrou o beijo, descansando a testa na minha. Os quadris nunca pararam o ritmo lento e moedor. O som molhado e íntimo da nossa união era um shlick-shlick-shlick quieto e persistente no espaço entre nossos corpos.

“Eu não vou a lugar nenhum,” ela prometeu, a voz grossa. “E você não vai a lugar nenhum. A gente enfrenta o mundo de papelão juntos. Vamos trabalhar e estudar, e representar nossos papéis. E depois voltamos pra casa pra isso. Pro nosso mundo real. Esse é nosso segredo. Nosso poder.”

“Nosso poder,” eu ecoei, o conceito se assentando nos meus ossos, aquecendo o medo frio. Não era doença se nos tornava fortes. Era uma arma secreta.

Movi as mãos dos quadris pra bunda dela, amassando a carne quente e macia. Guiei o ritmo dela, incentivando um pouco mais rápido. A moagem lenta virou um balanço gentil e ascendente. Slap… slap… O impacto suave da bunda nas minhas coxas era uma batida quieta e ritmada.

“Isso, baby,” eu incentivei, minha própria respiração começando a encurtar. “Me usa. Pega o que precisa. Deixa eu sentir você gozar ao meu redor. Um gozo quieto. Só pra nós.”

Os movimentos dela ficaram mais intencionais, as respirações virando ofegos suaves e quebrados contra meus lábios. “Tô perto… tá crescendo diferente… mais devagar… mais fundo…”

“Deixa vir. Tô bem aqui. Não vou a lugar nenhum.”

Os olhos dela se fecharam com força, os traços se apertando não de dor, mas de concentração profunda. Os tremores internos ao redor do meu pau ficaram mais frenéticos, um crescendo pulsante. A boceta dela ficou impossivelmente mais quente, mais molhada, me agarrando como um torno de seda. Aperta… segura… solta… Aperta… Era como ser ordenhado gentilmente e completamente por uma força da natureza.

Umidade jorrou ao redor do meu pau, uma inundação quente e íntima que deixou os sons já escorregadios ainda mais molhados. Squish… gush… O corpo dela amoleceu, desabando no meu peito, mas os quadris continuaram um balanço minúsculo e involuntário, buscando cada último fiapo de sensação.

A sensação dela se desfazendo tão completamente, tão confiante, nos meus braços, me desmontou. Meu próprio clímax subiu não como uma erupção vulcânica, mas como uma maré quente e se espalhando. Segurei ela apertado, as mãos passeando pelas costas, enquanto empurrava pra cima nela uma última vez profunda e soltei.

Meu gozo foi um pulso quieto e profundo. Spurt… spurt… spurt… Sentia cada jato quente revestindo as partes mais fundas dela, misturando com a inundação dela, reivindicando ela do jeito mais fundamental possível. Segurei ela perto, respirando o cheiro do cabelo dela, sentindo o batimento frenético do coração dela contra o meu.

Por um longo tempo, ficamos ali, conectados, respirando o ar um do outro. O mundo lá fora da janela começava a clarear com os primeiros sinais do amanhecer.

Finalmente, ela se mexeu, plantando um beijo suave na minha clavícula. “A gente provavelmente devia tomar banho,” ela murmurou, a voz ainda mais rouca dos gemidos quietos. “Tentar parecer meio humano.”

“Daqui a pouco,” eu disse, os braços apertando ela. Não queria quebrar a conexão, deixar o mundo real começar a vazar pelas frestas.

“Samy?” ela sussurrou.

“Hmm?”

“Eu falei sério. Somos um time. Aqui dentro e lá fora.”

Beijei o topo da cabeça dela. “Eu sei. E eu falei sério. Você é meu tudo.”

Ela sorriu contra minha pele. “Bom. Agora… me carrega pro banho? Minhas pernas realmente viraram geleia.”

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Comentários (1)

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  • Marys: Nossa esse conto foi perfeito, amo conversar sobre coisas pesadas assim T Mariersk

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