As maiores bundas do sertão e fetiche com uma pizza.
Bom dia a todos os amigos aqui é novamente Daniel o cara mais louco por bundas que existem no Brasil e desde 2008 eu mostro isso em meus vídeos fotos e contos que eu publico no site de Selma Recife e no FANVUE dela e amigas e Quem me conhece sabe que eu costumo seduzir e até pagar a mulher e simples do interior dessas que vemos no nosso dia a dia para realizar meus fetiches loucos mesmo a maioria estranhando mas geralmente são mulheres muito simples e que precisam de uma ajuda financeira assim e normalmente acabam gostando dos fetiches apesar de não entender E acharem até Nojento é o caso dessas duas que moram em Sertânia interior de Pernambuco fiquei maluco quando comecei a fazer trabalhos na cidade inotei o tamanho das bundas delas mesmo usando vestidos surrados e velhos e mais elas suadas sempre debaixo de sol quente e muito calor Fiquei imaginando cheiros corporais dela principalmente nas axilas e nessas bundas e fui aí que tive a ideia de realizar mais um fetiche com alimentos.
Eu cheguei na porta da casa de barro batido com a caixa de pizza quentinha na mão e o pau já meia bomba só de imaginar o que ia rolar. Bati devagar, coração acelerado. Quem abriu foi a mais nova, a Talita, uns 24 anos, pele preta brilhando de suor, o vestido de chita colado no corpo, peitos pesados marcando o tecido fino e aquela bunda monumental esticando o pano até quase rasgar. Atrás dela veio a mãe, a dona Valéria, uns 48, corpo mais cheio ainda, barriga redonda, coxas grossas que se esfregavam uma na outra quando andava, e aquela bunda que parecia duas melancias maduras lutando pra caber no vestido remendado.
— Boa tarde, moço. Tá perdido? — perguntou Talita, desconfiada, mas já com um sorrisinho torto porque eu tinha aparecido outras vezes conversando besteira e deixando uns trocados “pra ajudar”.
— Não tô perdido não, moça. Vim trazer uma coisinha pra vocês. Pizza fresquinha, acabei de pegar na cidade. Mas tem um detalhe… — falei, abrindo um sorriso safado enquanto balançava a caixa.
Dona Valéria cruzou os braços por baixo dos peitos, fazendo eles subirem ainda mais.
— Detalhe? Que detalhe, seu moço? Fala logo que eu tô com calor do caralho e quero entrar.
Entrei, o cheiro da casa bateu forte: fogão a lenha, suor velho, roupa molhada esticada no varal interno, e aquele aroma pesado de buceta e cu suado que me deixa louco. Fechei a porta.
— Senta aí, Daniel — disse Talita, apontando o banco de madeira. — Mas fala logo essa palhaçada que você quer.
Respirei fundo, pau pulsando na calça.
— Eu pago bem. Muito bem. Duas notas de cem pra cada uma agora, e mais depois se vocês toparem. Quero comer essa pizza… mas com o sabor de vocês. Das bundas suadas de vocês. Quero esfregar as fatias nessa carne quente, nessa bunda preta e suada, e depois comer tudo lambendo o resto.
As duas se entreolharam. Talita arregalou os olhos.
— Tá louco, cabra? Nojento do caralho! Você quer lamber nossa bunda suja e depois comer pizza em cima?
Dona Valéria deu uma gargalhada nervosa.
— Menino, você é doente mesmo. Meu marido me mata se souber. E esse cheiro… a gente tá o dia inteiro no sol, suando pra cacete. Vai ficar fedendo a cu suado essa pizza.
— Exatamente — respondi, já tirando as notas do bolso. — É isso que eu quero. O cheiro forte, o gosto salgado, o suor misturado com a massa quente. Vocês nunca vão esquecer essa grana fácil. E eu prometo: ninguém vai saber. Só nós três aqui dentro.
Talita mordeu o lábio, olhando pras notas.
— Porra… duzentos reais agora? E mais depois?
— Mais depois. Se vocês fizerem direitinho.
Dona Valéria suspirou, passou a mão na nuca suada.
— Tá bom, seu tarado. Mas se meu marido aparecer eu digo que você me obrigou. E vai ter que pagar mais pra eu calar a boca.
Combinado.
Mandei as duas ficarem de pé, de costas pra mesa de madeira. Levantei os vestidos devagar. A calcinha da Talita era uma calcinha de algodão velha, quase transparente de tanto uso, enfiada no rego. A da dona Valéria nem calcinha tinha, só o vestido mesmo. Abri as nádegas delas com as duas mãos. O cheiro subiu forte, azedo, salgado, misturado com calor humano. Meu pau babou na cueca.
— Primeiro as axilas — falei. — Quero sentir o cheiro de vocês antes.
Levantei o braço da Talita. A penugem preta estava molhada, brilhando. Enfiei o nariz ali e inspirei fundo. Cheiro forte de cebola, suor velho, mulher quente. Gemi alto.
— Agora você, Valéria.
Ela levantou o braço, o cheiro ainda mais pesado, mais maduro. Lambei devagar, língua raspando o sal. Ela tremeu.
— Nojento… — murmurou, mas não tirou o braço.
— Agora uma cheira a outra — ordenei.
Forcei o nariz da Talita na axila da mãe. Ela fez careta, olhos lacrimejando.
— Ai que nojo, mãe… tá fedendo pra caralho…
Dona Valéria segurou a cabeça da filha ali.
— Cheira, sua putinha. É pra ganhar dinheiro.
Depois inverti. Talita quase vomitou, mas engoliu em seco.
— Agora as bundas — falei, voz rouca.
Abri bem as nádegas da Talita primeiro. O rego estava escuro, úmido, o cuzinho piscando de vergonha. Enfiei a cara inteira. Língua direto no buraco, lambendo o suor acumulado, o gosto salgado e terroso explodindo na boca. Ela gemeu misturado com nojo.
— Ai que porra é essa… tá me lambendo o cu sujo…
Segurei a cabeça da dona Valéria e forcei na bunda da filha.
— Cheira aí, Valéria. Cheira a bunda da sua menina.
Ela inspirou, olhos fechados, depois lambeu uma vez, hesitante. Cuspiu no chão.
— Tá amargo… nojento… mas… porra, a grana…
Vomitei um pouco de saliva no chão, mas continuei. Abri a bunda da mãe agora. O cheiro era mais forte ainda, mais animal. Enfiei a língua fundo, lambendo o anel enrugado, sentindo o gosto de horas de suor e calor. Ela gemeu baixo, coxas tremendo.
— Tá gostando, sua safada velha? — provoquei.
— Cala boca, seu porco… mas não para…
Peguei a pizza. Massa quente, queijo derretendo. Passei a primeira fatia devagar na bunda da Talita, esfregando bem no rego, no cuzinho, nas nádegas suadas. O queijo grudou no suor, a massa ficou brilhando com o óleo corporal dela. Fiz a mesma coisa na bunda da mãe, lado a lado, as duas apoiadas na mesa, bundas empinadas, abertas.
— Cheira agora — mandei.
Talita aproximou o nariz da fatia que tinha esfregado na mãe. Inspirou.
— Meu Deus… tá com cheiro de cu da minha mãe… nojento pra caralho…
Mas mordeu. Comeu. Mastigou devagar, olhos fechados.
Dona Valéria fez o mesmo com a fatia da filha.
— Tá salgado… quente… misturado com o cheiro da minha menina… porra, que doideira…
Eu comia alternando, lambendo as duas bundas entre uma mordida e outra, língua indo do cuzinho da Talita pro da mãe, depois voltando pra pizza. O sabor era insano: massa, queijo, molho, suor, pele preta quente, um toque azedo de cu suado. A melhor pizza da minha vida.
Elas começaram a gemer baixo, as bundas se mexendo, se esfregando na minha cara enquanto eu comia. Talita chegou a empinar mais, esfregando o rego na minha língua.
— Lambe mais, seu tarado… lambe o cu da sua putinha…
Dona Valéria segurou minha cabeça contra a bunda dela.
— Enfia a língua fundo, vai… come minha bunda suada enquanto come a pizza…
Terminamos a pizza inteira daquele jeito. Elas suadas, ofegantes, eu com a boca cheia do gosto delas. Paguei mais duzentos pra cada uma, prometi voltar amanhã com outra loucura.
E tem muito mais no meu perfil, Daniel. Todo dia uma aventura nova, uma bunda diferente, um fetiche mais safado. Quem quiser ver as fotos e os vídeos completos dessas duas lambuzadas de pizza e suor, é só ir lá no site da Selma Recife www.selmaclub.com e no FANVUE delas www.fanvue.com/brazilians2026 .
Comenta aí embaixo qual fetiche você quer ver eu fazendo com elas na próxima. Pode mandar sem vergonha. Eu leio tudo.
Beijo na bunda de vocês.
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