#Bizarro

Scat hoje: se não curtir.... Não abra.

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Meu nome é Patrícia e hoje eu realizei a fantasia mais podre, nojenta e deliciosamente excitante da minha vida inteira: chamei o Daniel pra devorar minha bosta fresquinha, quente, grossa e cheia de bactérias direto do meu cu arrombado no banheiro da empresa aqui no centro do Recife. Olha só essas fotos que eu tirei no meio do caos — eu segurando minha merda enorme nas mãos, fazendo careta de nojo misturado com tesão insano, moscas pousando na bosta podre, eu abrindo a boca pra gemer enquanto ele comia tudo, e no final eu gozando jorrando só de ver o filho da puta engolindo cada pedaço. O cheiro era insuportável, o gosto dele era de merda pura e quente, e agora eu tô viciada pra caralho, querendo fazer receitas inteiras com ele todo final de semana. Mas vem comigo que eu vou contar tudo passo a passo, detalhe por detalhe, pra você sentir o fedor, ouvir os sons e ficar com o pau ou a buceta latejando igual eu fiquei.

Eu sempre tive esse tesão doentio pela minha própria bosta. Desde novinha eu cagava na mão só pra sentir o cheiro forte, quente, azedo, e depois jogava tudo no vaso com nojo misturado com excitação que eu não conseguia explicar. Lavava as mãos umas dez vezes, mas o cheiro ficava na minha cabeça e eu me masturbava pensando nisso. Até que um dia descobri o site de Selma Recife e o FAVUE dela com as amigas. Lá tinha vídeos, fotos e contos de um tal de Daniel que comia merda de verdade — receitas sólidas, líquidas, vitaminas, tapiocas, pastéis, pudins, bolos, leite achocolatado com cereais, tudo. Eu pensei que era encenação, marketing, que ninguém era louco a ponto de engolir bosta podre cheia de vírus, fungos e bactérias. Mas puta que pariu, aquilo me deu um tesão tão forte que minha buceta molhou só de imaginar. Dois dias sem cagar de propósito, apertada pra caralho, eu mandei mensagem pra ele: “Vem pra empresa no centro do Recife. Tô cheia de merda quente pra você.” Ele veio na hora.

Quando ele chegou, eu já tava tremendo de tesão e nojo ao mesmo tempo. Levei ele direto pro sanitário da empresa, tranquei a porta e falei: “Tô apertada pra cacete, Daniel. Gosto de cagar na mão e sentir o cheiro forte. Quer ver?” Ele sorriu com aquela cara de safado e respondeu: “Mostra essa bunda linda pra mim, Patrícia. Quero tudo.” Tirei a roupa toda, fiquei pelada, empinei minha bunda redonda e branquinha bem na cara dele. Soltei um peido daqueles bem quentes, longos, fedidos pra caralho — prrrrrrrrrrrrr — bem no nariz dele. Achei que o filho da puta ia correr, mas não. Ele abriu minhas nádegas com as duas mãos, cheirou fundo, lambeu o cuzinho todo suado e falou gemendo: “Porra, Patrícia, que delícia esse cheiro de bosta velha misturado com peido fresco. Tá maravilhoso, continua.”

Não aguentei mais. Botei a mão embaixo do meu cu, abri bem as pernas e forcei. A primeira parte saiu dura, seca, grossa pra caralho, arrombando meu cuzinho devagar — ploc… ploc… ploc — esticando tudo. Depois veio a segunda parte mais pastosa, cremosa, molhada, escorrendo quente nas minhas mãos. O cheiro subiu imediato: forte, podre, azedo, insuportável, como se tivesse apodrecido dois dias dentro de mim. Olha as fotos — eu segurando essa bosta enorme, marrom-amarelada, cheia de grumos, com cara de nojo, olhos semicerrados, boca torcida. E as moscas, caralho! Duas moscas pousaram direto na bosta quente, andando em cima como se fosse festa. Mostrei pra ele pensando que ia só fotografar e jogar fora, mas o Daniel olhou com olhos brilhando e disse: “Me dá isso. Eu vou comer sua merda agora, Patrícia. Quero tudo.”

Eu quase gozei só de ouvir. Coloquei a bosta toda num prato que trouxe, dei um garfo pra ele e fiquei segurando o prato nas mãos, como nas fotos, apresentando minha obra praquele nojento. Ele cravou o garfo, pegou um pedaço grande, cremoso, e enfiou na boca sem hesitar. Olhando direto nos meus olhos, mastigou devagar, o som molhado ecoando no banheiro — squish… squish… — e engoliu. “Hmmm… que gostosa essa bosta quente, Patrícia. Sabor forte, azedo, cremoso no meio da língua… porra, é melhor que qualquer comida.” Eu não aguentei. Comecei a me masturbar ali mesmo, dedo no clitóris inchado, esfregando rápido, gemendo alto: “Come minha merda, seu filho da puta nojento! Engole tudo, seu porco! Olha o cheiro que tá subindo, olha as moscas comendo junto! Tu é louco pra caralho!” Ele pegava mais pedaços, lambia os dedos sujos, mastigava fazendo barulho, e eu via minha bosta descendo pela garganta dele. Meu cu ainda piscava, soltando mais peidinhos curtos — prrrt… prrrt — e o fedor tomava conta do banheiro inteiro.

Nas fotos seguintes dá pra ver minha cara mudando: primeiro eu mordendo o lábio com nojo e tesão, depois abrindo a boca toda, língua pra fora, olhos arregalados de choque enquanto ele comia mais rápido. Em outra eu jogo a cabeça pra trás, boca escancarada, gemendo “Aaaahhh caralhooo!” porque o tesão subiu demais. Ele pegava pedaços pastosos e enfiava na boca, engolia com gosto, e falava de boca cheia: “Mais, Patrícia… me dá mais dessa bosta podre… tá deliciosa, quente, com pedacinhos duros que estalam nos dentes.” Eu gozei pela primeira vez ali, dedo enfiado fundo na buceta, jorrando squirt no chão do banheiro, pernas tremendo, gritando: “Toma tudo, seu merda! Engole minha bosta inteira, seu viado nojento! Eu tô gozando só de ver tua cara suja!”

Ele não parou. Comeu tudo, prato limpo, até lamber os restos que escorriam nas minhas mãos. As moscas voavam em volta, pousando na bosta que sobrava nos meus dedos, e ele ainda ria: “Olha só, até as moscas querem um pedaço. Mas é minha, Patrícia. Sua merda é minha agora.” Eu tava ofegante, buceta pulsando, cheiro impregnado na pele, e falei: “Puta que pariu, Daniel… eu nunca vi ninguém fazer isso de verdade. Quero mais. Quero fazer receitas com você — tapioca com minha bosta, vitamina líquida, pudim quente. A partir desse final de semana vamos gravar tudo.”

Pra achar o autor desses contos quentes que contam minhas aventuras reais com o Daniel, é só procurar no site de Selma Recife e no FAVUE dele com as amigas, lá tem tudo atualizado. Não percam no meu perfil e no perfil do Daniel nos sites de Selma Recife www.selmaclub.com E www.fanvue.com/brazilians2026 . A partir de agora eu quero fazer muito mais receitas com ele, e tem mais aventuras em breve, com novas postagens diárias cheias de merda fresca, cheiros fortes e gozo louco. Comenta aí embaixo: você teria coragem de comer minha bosta quente como o Daniel fez? Ou quer só ler e bater uma pensando nisso? Não some não, que o próximo conto vai ser ainda mais nojento e gostoso. Vem comigo!

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