#Bizarro

Seduzi essa casada na academia e paguei para realizar fetiche louco.

1.9k palavras | 0 | 5.00 | 👁️

Meu nome é Daniel e eu vivo pra esse tipo de caçada. Recife é o terreno perfeito: calor infernal, mulheres casadas que treinam em casa, suam pra caralho e guardam um tesão reprimido que só precisa de um empurrão certo. Mes retrasado, a vítima foi a Juliana, 34 anos, casada com um engenheiro que passava a semana toda no interior de Pernambuco. Ela morava num apartamento bom na Iputinga, zona oeste, daqueles com cozinha americana e espelho grande na sala. Corpo de academia pesada: coxas grossas, bundão redondo e empinado, seios grandes que balançavam quando ela caminhava, pele morena clara que ficava brilhando como óleo quando suava.
A gente começou no Instagram. Eu comentei numa foto dela de legging, elogiei o shape, ela respondeu. Papo foi evoluindo: “você malha muito?”, “hoje treinei glúteo até morrer”, “tô toda suada agora”. Eu já sabia o caminho. Marquei de passar na casa dela numa terça à tarde, horário que o marido tava longe e as crianças na escola.
Cheguei de moto, camisa regata preta colada no corpo, short tactel. Quando ela abriu a porta, quase gozei ali mesmo. Juliana tava recém saída de um treino brutal em casa. Cabelo castanho preso num coque bagunçado, várias mechas grudadas na testa e no pescoço. O top esportivo cinza estava escuro de suor nas axilas e entre os seios. Gotas grossas escorriam pelo colo, desciam pelo vale dos peitos e desapareciam na barriga. O shortinho ciclista cinza estava colado na pele, marcando perfeitamente a fenda da bunda e uma mancha escura bem no centro. O cheiro dela já chegava no corredor: suor feminino maduro, misturado com desodorante quase vencido e aquele fundo doce-azedo de mulher que se esforçou.
— Daniel... você realmente veio — ela falou, voz baixa, olhando pros lados antes de me deixar entrar. O rosto dela tava vermelho, não só do treino.
Eu entrei, fechei a porta e já colei meu corpo no dela, sentindo o calor úmido da pele. — Você tá um tesão, Juliana. Olha o estado dessa pele... brilhando toda.
Ela riu nervosa, mas não se afastou. Comecei o jogo que eu domino: elogios sinceros misturados com safadeza leve. Toquei de leve no braço dela, senti o suor na ponta dos dedos. Falei como era excitante uma mulher casada que cuida do corpo, como o suor dela devia ter um gosto especial depois de tanto agachamento. Ela ficava vermelha, mordia o lábio, mas respondia. Confessou que o marido quase não transava mais, que ela se masturbava pensando em coisas “diferentes”.
Foi aí que eu peguei o celular.
— Quero te mostrar uma coisa. Não assusta.
Abri o site www.selmaclub.com. Rolei as fotos: mulheres suadas, roupas íntimas encharcadas, pães de forma manchados, close-ups de axilas, pés, bundas sendo usadas pra molhar comida. Juliana arregalou os olhos.
— Que merda é essa, Daniel?! Gente pagando pra cheirar roupa suada? Isso é nojento pra caralho! — Ela deu um passo pra trás, cara de nojo genuíno, mas os olhos não saíam da tela.
Eu sorri. — Nojento pra quem vê de fora. Pra quem sente... é viciante. Tem um Telegram VIP também, www.bit.ly/telemanu, onde as coisas ficam ainda mais pesadas. E tem o Scatbook https://scatbook.com/manurecife2026, onde as mina de Recife postam os conteúdos mais extremos.
Ela ficou em silêncio uns longos segundos, folheando as fotos com o dedo tremendo. — Vocês são doentes... mas... por que isso me deixa molhada? — murmurou, quase pra si mesma.
Negociei. Quatrocentos reais na hora, em dinheiro, pra ela deixar eu fazer tudo que eu quisesse com aquele corpo suado. Ela aceitou. Tirou o pão de forma Pullman da caixa que eu trouxe — aquele pão branco, macio, quadrado, perfeito pra absorver líquidos e cheiros.
— Vamos começar devagar — eu disse, sentando no sofá da sala.
Primeiro, as axilas. Juliana levantou os dois braços, revelando as axilas lisas, molhadas, com um restinho de desodorante branco-azulado misturado com suor fresco. O cheiro subiu forte: azedo, penetrante, com aquele fundo metálico de suor de mulher adulta que treinou pesado. Eu peguei duas fatias de pão e pressionei devagar, esfregando em círculos. O pão branco foi absorvendo tudo, ficando úmido, amarelado, com manchas escuras. Eu virava as fatias, pressionava mais fundo, sentindo a textura macia do pão contra a pele quente e molhada.
— Olha o que você tá fazendo... que nojo, Daniel... — ela reclamava, mas a voz já tava rouca. Eu via os bicos dos seios marcando o top.
Levei o pão ao nariz e inspirei fundo. Cheiro forte de axila suada, desodorante vencendo, pele feminina. Mordi. O gosto era salgado, azedo, com um leve amargo do desodorante. Mastiguei devagar, olhando nos olhos dela. Juliana assistia hipnotizada, uma mão descendo involuntariamente pra dentro do short.
— Você tá comendo meu suor... meu Deus...
Em seguida, os pés. Ela sentou no sofá, tirou o tênis e o meião úmido. O cheiro de chulé explodiu na sala: forte, concentrado, quente, aquele aroma característico de pés que ficaram horas suando dentro do tênis durante o treino. Dedos vermelhos, úmidos, com marcas das meias. Eu peguei mais fatias e comecei pelos dedos. Esfreguei o pão entre cada um, pressionando a planta macia, o calcanhar rachado de tanto agachamento. O pão ia ficando encharcado, escuro, com fios de suor escorrendo. O cheiro era tão forte que enchia a sala inteira.
Juliana fazia careta de nojo total. — Isso é podre... meu chulé no pão... você é nojento... — mas os dedos dela agora estavam claramente mexendo na buceta por cima da roupa.
Eu mordi outra fatia. O gosto era intenso: salgado, com aquele fundo de chulé azedo, quase queijo forte, misturado com a maciez do pão. Mastiguei ruidosamente, deixando ela ver.
— Tá sentindo o gosto do meu pé, seu pervertido? — ela perguntou, voz falhando de tesão.
Agora o prato principal. Eu pedi pra ela ficar de quatro no tapete da sala, de frente pro espelho grande. Juliana obedeceu, tremendo. Puxei o short ciclista pra baixo devagar, revelando a bunda perfeita, redonda, brilhando de suor. A calcinha fio dental preta tava grudada na pele, completamente molhada, com uma grande mancha escura no meio. O cheiro subiu forte: suor de bunda, virilha suada, aquele aroma íntimo, animal, de mulher casada que malhou glúteo o dia inteiro.
— Abre pra mim — ordenei.
Ela puxou as bandas da bunda com as duas mãos. O buraco piscou, rosado, brilhando de suor. O cheiro era denso, úmido, com um leve toque de bunda suada misturado com o aroma da buceta molhada. Eu peguei várias fatias de pão e comecei a passar bem no meio. Pressionei o pão contra o buraco, esfregando pra cima e pra baixo, enfiando levemente a ponta da fatia. O pão absorvia tudo: suor escorrendo, umidade da virilha, o cheiro concentrado de bunda. Depois passei nas laterais, na virilha, bem onde a coxa encontra a buceta inchada. O pão ficou encharcado, mole, quase desmanchando, com manchas marrons e amarelas.
Juliana gemia alto agora. — Que nojo... tá todo molhado com meu suor de bunda... eu tô casada, caralho... olha o estado desse pão...
Eu via pelo espelho: o rosto dela contorcido entre nojo e prazer extremo. Uma mão tava dentro da calcinha, dois dedos fodendo a buceta molhada enquanto eu profanava o pão com o cheiro e o gosto dela.
Peguei uma fatia especialmente encharcada do meio da bunda e levei até a boca dela. — Morde junto comigo.
Ela hesitou, cara de nojo máximo, mas abriu a boca. Mordemos juntos. O gosto era avassalador: salgado, azedo, com forte sabor de bunda suada, virilha, um fundo terroso e íntimo. Ela gemeu alto, mastigando devagar, olhos revirando. Enquanto isso eu abaixei o short dela completamente e enfiei dois dedos na buceta encharcada. Tava pingando.
— Goza pra mim enquanto come o pão com cheiro da sua própria bunda — eu sussurrei no ouvido dela.
Juliana gozou forte, pernas tremendo, gemendo alto, suco escorrendo pela coxa enquanto mastigava o pão imundo. O cheiro da sala era uma mistura pesada de suor, buceta, pão molhado e tesão.
Mas não parei por aí. Fiz ela repetir o processo várias vezes. Mais axilas, mais pés, mais bunda. Em certo momento, pedi pra ela sentar no meu colo de frente, short abaixado, e esfregar a bunda suada direto no pão que eu segurava entre as pernas. O pão ia ficando cada vez mais destruído, encharcado com o melhor que o corpo dela tinha pra oferecer.
Ela se masturbava sem parar, olhando as fotos do site www.selmaclub.com no meu celular, lendo os comentários no Telegram www.bit.ly/telemanu e vendo os posts mais pesados do https://scatbook.com/manurecife2026. Cada vez mais excitada com a própria depravação.
— Eu sou uma vadia... casada e deixando um estranho comer meu suor da bunda... — ela repetia, voz rouca.
Fiz ela tirar o top e passar pão nos seios suados também. Os mamilos duros, a pele brilhando. Depois nas costas, na nuca. Cada parte do corpo dela virou fonte de sabor. Eu comia fatia atrás de fatia, descrevendo em voz alta o gosto: “esse aqui tem mais chulé”, “esse tá com gosto forte de axila e desodorante”, “esse aqui tá puro sabor de bunda suada, bem do buraco”.
Juliana gozou mais três vezes. Uma delas sentada na minha cara enquanto eu lambia a bunda suada e ela mesma segurava o pão molhado na boca.
No final, depois de quase uma hora e meia de sessão intensa, ela tava destruída. Suada, vermelha, pernas fracas. Peguei o celular e tirei aquela foto clássica: ela no banheiro, enrolada numa toalha bege velha, segurando o top e o short sujos na mão, cara de nojo absoluto, exatamente como nas outras sessões. O pão destruído e manchado espalhado na pia.
Ela tomou banho enquanto eu guardava as sobras do pão num saquinho pra levar. Quando saiu, ainda com o cabelo molhado, me olhou com uma mistura de vergonha e desejo.
— Isso foi a coisa mais nojenta e mais gostosa que eu já fiz na vida... — confessou.
Eu sorri, beijei o pescoço dela ainda cheirando levemente a suor e fui embora. Mais uma casada da Iputinga adicionada à coleção. O cheiro dela ainda tava nas minhas mãos e na minha boca por horas.
Desde então, ela me manda mensagem quase todo dia pedindo pra repetir. O jogo continua.

Li1Xhnp-QE3Qd6Zy

🤩 Avalie esse conto 🥺
12345
(5.00 de 1 votos)

#Bizarro

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos