#Incesto #Virgem

O filho reprodutor

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Nas Terras da Roça

Era uma tarde quente pra caralho no interior de Minas, lá na fazenda do velho Zé, um homem bruto que parecia talhado na mesma rocha que as montanhas. Pele queimada de sol, mãos calejadas feito casco de boi, barba grisalha e uma voz rouca que mandava mais que qualquer patrão. Zé tinha cinquenta e poucos, mas ainda montava égua braba e derrubava novilho com uma só mão.

O filho dele, o João, tinha acabado de fazer vinte e dois. Alto, ombros largos de tanto carregar fardo de milho, pernas grossas de tanto subir morro atrás do gado. Mas Zé não confiava em aparência. “Aparência não enche barriga nem faz cria forte”, ele sempre dizia. “Tem que examinar o reprodutor inteiro, como eu faço com os touros antes de botar no pasto.”

Naquele dia, depois do almoço, Zé mandou o moleque pro curral dos fundos, onde ninguém via.

— Vem cá, João. Tira essa roupa toda. Rápido.

O rapaz parou, suado da lida, camisa grudada no peito.

— Pai… pra quê?

— Pra eu ver se cê vai dar um bom reprodutor, porra. Ou cê acha que eu vou deixar minha linhagem nas mãos de um fraco que não consegue nem encher uma mulher direito? Tira logo, caralho.

João obedeceu. Camisa fora. Calça e cueca no chão. Ficou ali, pelado no barro batido, sol batendo nas costas. O pai deu a volta devagar, avaliando como quem compra gado em leilão.

Primeiro os braços. Zé apertou os bíceps, apertou o antebraço.

— Bom. Duro que nem pau de cerca. Cê vai segurar mulher firme, sem cansar.

Depois o peito. Mãos calejadas desceram, apertaram os peitorais, beliscaram o mamilo sem dó.

— Largo. Fôlego bom. Cê vai aguentar trepar a noite inteira sem perder o fôlego.

Desceu pros abdominais. Dedos grossos contaram cada gomo.

— Seis, sete… tá bom. Barriga reta, sem banha. Filho meu não vai parir cria fraca.

Agora as pernas. Zé agachou, apalpou coxas, apertou panturrilhas.

— Pernas de garanhão. Cê vai montar em qualquer fêmea e não vai cair.

Parou na frente. Olhou o pau do filho, mole, pendurado entre as coxas. Era grosso mesmo em repouso, pele escura, veias saltadas. Zé segurou com a mão inteira, sopesou, puxou pra baixo devagar.

— Olha o tamanho dessa porra… grosso na base, cabeça grande. Nem precisa ficar duro pra eu ver que é reprodutor. Vai abrir qualquer cu ou boceta que aparecer na frente.

João respirou fundo, o pau começando a inchar na mão do pai. Zé não soltou. Apertou mais, subiu e desceu a pele, vendo a cabeça rosada aparecer.

— Tá respondendo bem. Bom sinal. Reprodutor de verdade fica de pau em pé só de ser examinado.

Depois veio o saco. Zé segurou as bolas com as duas mãos, pesou, rolou devagar entre os dedos.

— Pesadas. Cheias. Olha o volume disso, moleque. Isso aqui é tanque de semente boa. Vai botar leite grosso, branco, que engravida na primeira vez. Não é água com sal que nem esses moleques da cidade.

João já estava duro pra caralho, pau latejando, cabeça brilhando de pré-gozo. Zé deu um tapa leve nas bolas, só pra testar. O filho nem piscou.

— Resistente. Ótimo. Cê aguenta foder o dia inteiro sem esvaziar rápido demais.

Zé deu um passo atrás, cruzou os braços e ficou olhando o filho inteiro: suado, duro, respirando pesado.

— Agora vira de costas. Abre as pernas.

João obedeceu. O pai se aproximou, passou a mão nas nádegas firmes, apertou, abriu.

— Bunda dura de trabalhador. Mas isso aqui não é pra cê dar, é pra cê receber força quando precisar. O importante é o que tá na frente.

Virou o filho de novo. Olhou nos olhos dele.

— Cê passou, João. Vai dar um reprodutor dos bons. Pau grosso, bolas cheias, corpo que aguenta a lida e a foda. Quando eu morrer, cê vai encher essa fazenda de netos fortes que nem nós. Agora se veste e vai terminar o serviço. E amanhã cedo eu te apresento a filha do seu Chico. Ela tá no cio faz tempo. Vamos ver se essa semente funciona mesmo.

Zé cuspiu no chão, virou as costas e saiu caminhando devagar, satisfeito.

João ficou ali mais um segundo, pau ainda latejando, coração batendo forte. Sorriu de canto de boca.

Era bom ser reprodutor na terra do pai.

No dia seguinte, o sol mal tinha nascido quando Zé bateu na porta do quarto do João.

— Levanta, moleque! Hoje é dia de conhecer a fêmea. O Chico já tá esperando na porteira dele.

João se arrumou rápido: camisa xadrez limpa, calça jeans surrada, botas de couro. O coração batia forte, não de medo, mas de expectativa. O pai tinha falado da filha do Chico como quem fala de uma vaca premiada: “Ela é boa de parir, quadril largo, peito cheio. Vai dar cria forte pros meus netos.”

A caminhada até a fazenda vizinha foi silenciosa. Zé fumava um cigarro de palha, cuspia no chão de vez em quando. Chegaram na casa simples de taipa, varanda de madeira, galinhas ciscando no terreiro. Chico saiu pra receber, chapéu na mão, sorriso largo.

— Zé! João! Entrem, entrem. A menina tá lá dentro se arrumando.

Zé apertou a mão do compadre, deu um tapa no ombro do filho.

— Mostra pro Chico que cê é homem, João. E vê se presta atenção na moça.

Entraram. A sala cheirava a café fresco e bolo de fubá. E então ela apareceu na porta do corredor.

Mariana. Vinte anos recém-completos, pele morena queimada de sol, cabelos pretos lisos caindo até a cintura, olhos castanhos grandes que pareciam engolir quem olhava. Vestia um vestidinho florido simples, daqueles de algodão, mas apertado no corpo do jeito que marcava tudo: seios fartos empinando o tecido, cintura fina, quadris largos que balançavam quando andava, bunda redonda e firme que fazia a saia subir um pouco a cada passo. Pernas grossas, bem torneadas, de quem andava muito morro acima e abaixo carregando balde d'água.

Zé deu um assovio baixo, aprovador.

— Olha só, Chico. Tá melhor que da última vez que eu vi. Cresceu bem a potranca.

Chico riu, orgulhoso.

— É minha única filha, Zé. Mas é de raça boa. A mãe dela pariu sete e ainda tá firme.

Mariana corou um pouco, mas sustentou o olhar. Cumprimentou o João com um “oi” tímido, voz suave, mas com um tom que prometia mais. Quando estendeu a mão, João sentiu a palma quente, calejada de trabalho, mas macia nas partes que importavam.

Zé não perdeu tempo.

— Vem cá, menina. Deixa eu ver direito.

Ele fez ela girar devagar, como fez com o filho no dia anterior. Mãos grossas apertaram os ombros dela, desceram pros braços.

— Braços fortes. Vai segurar neto no colo sem cansar.

Depois o peito. Apertou de leve por cima do vestido, sentindo o volume.

— Peitos bons. Cheios de leite pra cria. Isso aqui vai alimentar bem.

Desceu pras costas, cintura, quadris. Apertou as nádegas com as duas mãos, abriu um pouco.

— Quadril largo pra caralho. Vai abrir fácil na hora do parto. E bunda dura… vai aguentar o tranco do reprodutor.

Mariana respirava mais rápido, bochechas vermelhas, mas não recuou. Olhou pro João de canto de olho, um sorriso safado surgindo.

João sentiu o pau endurecer na calça só de ver o pai examinando ela assim, sem pudor. Zé terminou a inspeção, deu um tapa leve na bunda dela.

— Passou com louvor, Mariana. Cê vai ser uma boa égua pro meu garanhão.

Chico serviu café pra todo mundo. Sentaram na varanda. Zé e Chico conversavam sobre gado, terra, preço do milho. Enquanto isso, Mariana sentou do lado do João, coxa encostando na coxa dele. Ela pegou a mão dele por baixo da mesa, apertou devagar.

— Seu pai disse que cê é reprodutor bom… — sussurrou ela, voz rouca. — Eu tô no cio faz tempo. Quer testar?

João engoliu seco, pau latejando.

— Quando?

— Hoje à noite. No riacho atrás da mata. Meu pai vai pro bar com o seu. A gente fica sozinho.

Zé ouviu o silêncio dos dois, olhou de lado e sorriu de canto.

— Amanhã cedo eu volto aqui, Chico. Pra ver se a semente pegou.

Chico riu alto.

— Se o João for metade do que cê diz, Zé, minha neta já tá a caminho.

Mariana apertou mais a mão do João, unhas cravando de leve na pele. Olhou pra ele com aqueles olhos que prometiam tudo.

— Vamos ver se cê enche mesmo, reprodutor.

O sol subia quente no céu. A fazenda cheirava a terra molhada, café e desejo. E João soube que aquela tarde ia ser só o começo.

A linhagem ia continuar forte.
A noite caiu quente e úmida, como se o próprio ar estivesse no cio. O riacho atrás da mata ficava a uns vinte minutos de caminhada da casa do Chico, escondido por capim alto e árvores de mata cerrada. O barulho da água correndo abafava qualquer som de passos, e a lua cheia jogava prata no caminho.

João chegou primeiro. Tirou as botas, deixou a camisa aberta no peito, sentou numa pedra lisa perto da margem. O pau já estava meio duro só de imaginar. Ele pensava na Mariana: no jeito que ela apertou a mão dele debaixo da mesa, no quadril largo balançando, na promessa sussurrada. “Quer testar?”

Ela apareceu uns minutos depois, descalça, o mesmo vestidinho florido do dia, mas agora sem sutiã — dava pra ver os bicos duros marcando o tecido fino. O cabelo solto, úmido de suor da caminhada. Ela parou a uns metros, olhou pra ele com aqueles olhos que devoravam.

— Chegou cedo, reprodutor.

— Não aguentei esperar.

Mariana sorriu, safada. Caminhou devagar até a pedra, parou bem na frente dele. O vestido subia um pouco nas coxas grossas.

— Seu pai examinou tudo em mim hoje. Disse que eu sou boa de parir. E cê? Passou no exame dele?

João se levantou, alto, ombros largos cobrindo a luz da lua. Chegou perto, quase colando o corpo no dela.

— Passei. Ele disse que meu pau é grosso na base, cabeça grande. Que minhas bolas são cheias. Que eu vou encher qualquer fêmea na primeira vez.

Ela respirou fundo, peito subindo e descendo rápido.

— Então prova.

Sem mais conversa, Mariana puxou o vestido pela cabeça num só movimento. Ficou nua sob a lua. Pele morena brilhando, seios pesados balançando livres, mamilos escuros e duros. Barriga lisa, mas com uma leve curva de mulher madura. Quadril largo, virilha cheia de pelos pretos cacheados, já úmida — dava pra ver o brilho entre as coxas.

João sentiu o pau esticar a calça toda. Desabotoou devagar, deixou cair no chão. O pau saltou livre, grosso, veias pulsando, cabeça inchada e vermelha, pingando pré-gozo.

Mariana olhou e lambeu os lábios.

— Caralho… seu pai não mentiu.

Ela se ajoelhou na grama úmida, sem cerimônia. Segurou o pau com as duas mãos, como se pesasse. Subiu e desceu a pele devagar, vendo a cabeça aparecer e sumir.

— Grosso mesmo. Vai me abrir toda.

Abocanhou sem aviso. Boca quente, língua rodando na cabeça, chupando forte. João gemeu baixo, mão no cabelo dela, guiando o ritmo. Ela engolia fundo, garganta apertando, saliva escorrendo pelo queixo. Depois de uns minutos, tirou da boca com um estalo molhado, olhou pra cima.

— Agora me fode, João. Me enche como seu pai quer.

Ele a puxou pra cima, virou de costas, encostou ela na pedra. Mariana abriu as pernas, empinou a bunda redonda. João segurou os quadris largos com as mãos grandes, esfregou o pau na entrada molhada, sentindo o calor.

— Tá no cio mesmo, hein? Molhada pra caralho.

— Faz tempo que tô esperando um macho de verdade.

Ele empurrou devagar no começo. A cabeça grossa forçando a entrada apertada. Mariana gemeu alto, unhas cravando na pedra.

— Vai devagar… mas não para.

João foi entrando inteiro, centímetro por centímetro, até encostar os ovos na bunda dela. Ficou parado um segundo, sentindo ela pulsar em volta dele, quente, molhada, apertada.

Depois começou a bombear. Forte, ritmado, como quem ara terra dura. Cada estocada fazia os seios dela balançarem, a bunda tremer. Mariana gemia rouco, empurrando pra trás, pedindo mais.

— Isso… assim… me enche, porra… bota semente boa…

João acelerou. Mão subiu pro peito, apertou o seio com força, beliscou o mamilo. A outra mão desceu, dedos no clitóris dela, esfregando em círculos rápidos.

Ela gozou primeiro. Corpo tremendo, boceta apertando o pau dele como se quisesse espremer tudo. Gritou baixo, voz abafada pela mata.

— Caralho… tô gozando… não para…

João sentiu as bolas subirem, o gozo vindo forte. Deu mais umas estocadas fundas, grunhiu rouco e gozou dentro. Jatos grossos, quentes, enchendo ela toda. Continuou metendo devagar enquanto esvaziava, sentindo o leite escorrer pelas coxas dela.

Ficaram assim um tempo, ofegantes. Ele ainda dentro, ela encostada na pedra, pernas tremendo.

Mariana virou o rosto, beijou ele de lado, língua molhada.

— Pegou, reprodutor. Senti você enchendo. Se não grudar agora, a gente repete amanhã.

João sorriu, saiu devagar, vendo o pau ainda duro pingando o resto misturado com o mel dela.

— Amanhã cedo meu pai vem ver se pegou. Se não tiver grudado, eu volto aqui e boto mais.

Ela riu, pegou o vestido, vestiu sem limpar nada. O sêmen escorrendo pelas pernas.

— Pode vir. Tô no cio até cansar.

Caminharam de volta separados, cada um pro seu lado, mas com o mesmo cheiro na pele.

A lua testemunhou tudo. A linhagem ia continuar. Forte, grossa, cheia. Como o velho Zé queria.

Os meses seguintes passaram como uma enxurrada de terra fértil depois da chuva forte. Mariana engravidou na primeira vez mesmo, como o velho Zé tinha profetizado. Duas semanas depois daquela noite no riacho, ela sentiu o enjoo, os peitos inchando mais, a barriga começando a arredondar devagar. Confirmou com um exame de farmácia que o Chico comprou na cidade, sem alarde. Quando o risquinho apareceu, ela sorriu sozinha no banheiro, mão na barriga ainda reta, pensando: “Pegou mesmo, reprodutor.”

Zé soube no mesmo dia. Chico chamou ele pra um café na varanda, mostrou o exame. O velho deu um tapa na mesa, riu alto, voz ecoando pelo terreiro.

— Eu disse, porra! Uma vez só e já grudou. Meu neto tá vindo forte.

João ficou quieto, mas o peito estufou. Ele olhava pra Mariana do outro lado da mesa, ela com um sorriso tímido, mão protetora na barriga. À noite, quando os pais dormiam, ele ia até a casa dela, entrava pela janela dos fundos. Deitavam no colchão estreito, corpo colado no corpo. Ele passava a mão na barriga dela, sentindo a pele quente, ainda lisa, mas já com uma curva sutil.

— Tá crescendo nosso filho — murmurava ele, beijando o pescoço dela.

Mariana virava de lado, empinava a bunda contra o pau dele, que endurecia rápido.

— Ainda dá pra foder, João. O médico disse que no começo pode. Só não aperta muito forte.

Eles transavam devagar, ele por trás, segurando os quadris largos que agora pareciam ainda mais largos, mais convidativos. O pau entrava fácil, ela já molhada só de sentir ele perto. Gemiam baixo pra não acordar ninguém. Quando ele gozava, saía e esguichava nas costas dela, no lençol, pra não encher mais do que já tinha enchido.

Os meses foram passando. No terceiro mês, a barriga começou a aparecer de verdade. Mariana andava pela fazenda com vestidos largos, mas o volume era impossível esconder. Os peitos cresceram tanto que o sutiã antigo não cabia mais; ela andava sem, bicos escuros marcando o tecido fino, vazando um pouco de colostro quando o João chupava forte à noite.

Zé ficava orgulhoso pra caralho. Todo dia parava pra olhar a nora — porque já considerava ela nora, mesmo sem casamento ainda.

— Olha só como tá bonita, Mariana. Barriga redonda, peito cheio. Isso é sinal de cria forte. Meu neto vai nascer grande, vai mamar bem.

No quinto mês, ela já tinha uma barriga proeminente, redonda, pele esticada brilhando de óleo de coco que passava todo dia. As costas doíam, as pernas inchavam um pouco, mas ela ainda trabalhava leve: lavava roupa no tanque, cozinhava, cuidava das galinhas. João ajudava mais agora, carregava balde pra ela, massageava os pés à noite.

Uma tarde, no celeiro vazio, ele a pegou de surpresa. Mariana estava dobrando roupa, barriga grande balançando. Ele chegou por trás, mãos nas coxas dela, subiu o vestido.

— João… aqui não…

— Aqui sim. Quero ver minha mulher grávida.

Ele abaixou a calcinha dela, abriu as pernas. A boceta estava mais inchada, mais sensível. Ele meteu devagar, segurando a barriga por baixo com as duas mãos, sentindo o bebê mexer de leve enquanto bombava.

Mariana gemeu, encostou a testa na parede de madeira.

— Vai devagar… ele tá sentindo…

João acelerou um pouco, gozou rápido, enchendo ela de novo. Saiu pingando, leite branco escorrendo pelas coxas grossas.

— Pra garantir que fique bem forte — disse ele, beijando a nuca dela.

No sétimo mês, a barriga estava enorme. Mariana mal conseguia se abaixar. Andava devagar, mãos sempre na lombar. Os peitos pingavam colostro o tempo todo; ela andava com paninhos no sutiã improvisado. Zé mandou fazer um berço de madeira, Chico comprou fraldas na cidade. A data marcada era pro começo de dezembro, mas o bebê parecia ansioso.

Uma noite de novembro, Mariana acordou com contrações. Dor forte, água escorrendo pelas pernas. João acordou em pânico, chamou o pai. Zé pegou o carro velho, levou os dois pro hospital da cidadezinha mais próxima. Chico foi junto, rezando no banco de trás.

O parto durou doze horas. Mariana gritava, suava, apertava a mão do João até deixar roxa. Zé ficou do lado de fora, fumando um atrás do outro, andando de um lado pro outro.

Quando o choro veio, forte, rouco, Zé entrou correndo. A enfermeira entregou o menino embrulhado. Grande, quase quatro quilos, pele morena, cabelo preto grosso. Olhos abertos, olhando tudo.

Zé pegou o neto nos braços calejados, olhou bem de perto.

— Olha só… forte que nem o avô. Pauzão já dá pra ver, vai ser reprodutor dos bons.

Mariana, exausta na cama, sorriu fraco.

— Nome dele?

João olhou pro pai, depois pra ela.

— Zé Júnior. Pra linhagem continuar.

Zé riu, entregou o bebê pra mãe.

— Boa escolha. Agora descansa, Mariana. Amanhã a gente volta pra fazenda. E daqui uns meses, quem sabe… outro neto.

Mariana olhou pro João, olhos brilhando de cansaço e tesão misturado.

— Quem sabe… se o reprodutor aguentar o tranco de novo.

João apertou a mão dela. O bebê mamou forte no peito inchado, leite jorrando.

A linhagem estava garantida. Forte, grossa, cheia. E pronta pra crescer mais.

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