Servindo
Em uma noite do ano que eu estava servindo, cheguei bem tarde em casa, minha mãe ainda estava acordada e me avisou que seu irmão Claudio tinha aparecido em casa de surpresa e como não tinha outra cama, eu teria que dividir a minha com ele, já fiquei tesudo, pois da última vez que tínhamos nos encontrado tínhamos brincado eu com o pau do outro e ele ainda tinha pincelado meu cuzinho que ficou pedindo por rola desde então.
Vi minha mãe se trancar no quarto dela e entrei no chuveiro tomei um banho caprichado e fui para cama só enrolado em uma toalha, entrei no meu quarto tranquei a porta e acendi o abajur, tio Claudio levantou a cintura e sacou a bermuda que estava usando e com voz de quem não quer ser ouvido no silencio da madrugada fala : "Nós estávamos te esperando". Quando falou nós estava se referindo a seu belo cacete de vinte centímetros e bem grosso que já estava duro e ele balançou para mim enquanto falava. Soltei a toalha que tinha enrolada na minha cintura e deitei ao lado dele, e ele segurou na minha benga que não ficava devendo nada para dele em comprimento, grossura e rigidez o virei de costas e pincelei seu rego apertando sua nádega dura e musculosa. Imediatamente montamos um sessenta e nove, já no primeiro minuto engasguei quando aquela cabeçona invadiu minha garganta, meu tio mais experiente, conseguiu engolir tudo sem fazer aquele barulho "oqui" que eu fiz todas as vezes que tentei, nossas respirações já demonstravam toda nossa vontade de gozar, mas o sacana passou a língua no meu cuzinho e eu dei um gritinho, paramos para ver se alguém tinha ouvido, como nada aconteceu nosso sessenta e nove se transformou em linguada mútua nos anéis e para não passar vontade como da última vez, ajoelhei e segurei forte na cabeceira da cama, sentindo aquela sensação gostosa de uma cabeçorra passeando no meu rego e arrebitei, meu tio encostou a cobra no meu buraquinho virgem e puxou meu quadril contra sua estaca ao mesmo tempo que empurrou seu corpo para frente, senti minha rosca dilatar e a dor tomou conta de toda minha pelve, chegando a ouvir meus ossos anexos da bacia estalarem, vi estrelinhas, mas sabia o que queria e aquentei firme, meu tio não teve piedade, mesmo vendo que eu contorcia meu corpo e me controlava para não chorar e acordar o pessoal de casa ele continuou enterrando, meu corpo estava suado da cabeça aos pés e ele começou a fazer o movimento, e eu a me masturbar com o primeiro pau enterrado na bunda, a dor ainda estava lá mas estava muito gostoso aquele tarugo duro dentro do meu cuzinho e meu tio me deu seu leitinho, e eu gozei forte tentando conter meus gemidos. Meu tio Claudio assumiu meu lugar e eu aproveitei parte do esperma que tinha conseguido impedir que caísse na cama e lambuzei com a mão cheia de porra o rabo do meu tio, empurrei e seu cuzinho aceitou minha pica com alguma facilidade. Depois de ter enfiado até o talo, meu tio passou a rebolar como uma putinha, fazendo sua rosca piscar em volta do meu cacete. Claudio largou a cabeceira da cama colocando a mão para trás segurou minhas nádegas e com incrível destreza enquanto conservou uma mão alisando gostoso, enfiou o dedo médio na outra no meu cuzinho dolorido, fazendo gozar na hora. Dormimos abraçadinhos. Mal tinha fechado os olhos e minha mãe bateu na porta anunciando que era hora de eu levantar para ir para o quartel. Coloquei minha farda, ainda sentido meu canal lubrificadinho.
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